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28 Set 2005

A Cultura Que o Povo Quer

Escrito por 
Enfim, graças ao Bom Deus o povo brasileiro tem muito mais a mostrar e deseja aprender muito mais do que demagogas como Regina Casé desejam mostrar que eles sejam.Fico muito feliz nas muitas vezes que converso com pessoas que não passaram longos anos por uma dita “educação formal”, principalmente quando essas me falam de suas preferências quanto a programas televisivos.

Todos, sem exceção, afirmam de maneira enfática que eles procuram ver televisão não para se “entreter” ou para assistir programas vazios de conteúdos. O que eles gostam mesmo são de programas educativos, informativos, sem lengalenga. Dentre estes programas eles destacam os documentários da TV Escola, TVE Brasil e TV Cultura, juntamente com programas como Globo ecologia, Globo Rural, etc.

Enfim, as pessoas que são classificadas pelos demagogos como “povão”, gosta mesmo de informação e de uma programação de qualidade e estão pouco interessadas nos produtos tóxicos enlatados pela industria cultural de maneira direta ou indireta.

Tal percepção que construímos da realidade cultural do Brasil dos desterrados nos permite afirmar que o novo quadro apresentado pela senhora Regina Casé no Fantástico não passa de mais uma visão grotesca do que seja a cultura popular em nosso país e o que vem a ser o foco de interesse de nossos co-cidadãos.

Grosserias a parte, o que falar de uma empresa que, ao mesmo tempo, afirma ser a educação o caminho para a “salvação nacional”, faz um culto hedonista a imagens vazias e a desejos superficiais consumistas como se estes fossem exemplos de bem-aventurança.

Enfim, graças ao Bom Deus o povo brasileiro tem muito mais a mostrar e deseja aprender muito mais do que demagogas como Regina Casé desejam mostrar que eles sejam. O povo brasileiro deseja se tornar melhor com as suas experiências sócio-culturais e não apenas ficar dando voltas em círculos em espetáculos do ridículo pós-modernista. Basta voltar o seu olhar para além da janela de ilusões televisivas para confirmar esse belo fato que tanto se quer ocultar afirmando que popular vem a ser sinônimo de ser chulo.
Fico muito feliz nas muitas vezes que converso com pessoas que não passaram longos anos por uma dita “educação formal”, principalmente quando essas me falam de suas preferências quanto a programas televisivos.

Todos, sem exceção, afirmam de maneira enfática que eles procuram ver televisão não para se “entreter” ou para assistir programas vazios de conteúdos. O que eles gostam mesmo são de programas educativos, informativos, sem lengalenga. Dentre estes programas eles destacam os documentários da TV Escola, TVE Brasil e TV Cultura, juntamente com programas como Globo ecologia, Globo Rural, etc.

Enfim, as pessoas que são classificadas pelos demagogos como “povão”, gosta mesmo de informação e de uma programação de qualidade e estão pouco interessadas nos produtos tóxicos enlatados pela industria cultural de maneira direta ou indireta.

Tal percepção que construímos da realidade cultural do Brasil dos desterrados nos permite afirmar que o novo quadro apresentado pela senhora Regina Casé no Fantástico não passa de mais uma visão grotesca do que seja a cultura popular em nosso país e o que vem a ser o foco de interesse de nossos co-cidadãos.

Grosserias a parte, o que falar de uma empresa que, ao mesmo tempo, afirma ser a educação o caminho para a “salvação nacional”, faz um culto hedonista a imagens vazias e a desejos superficiais consumistas como se estes fossem exemplos de bem-aventurança.

Enfim, graças ao Bom Deus o povo brasileiro tem muito mais a mostrar e deseja aprender muito mais do que demagogas como Regina Casé desejam mostrar que eles sejam. O povo brasileiro deseja se tornar melhor com as suas experiências sócio-culturais e não apenas ficar dando voltas em círculos em espetáculos do ridículo pós-modernista. Basta voltar o seu olhar para além da janela de ilusões televisivas para confirmar esse belo fato que tanto se quer ocultar afirmando que popular vem a ser sinônimo de ser chulo.
Dartagnan Zanela

Professor e ensaísta. Autor dos livros Sofia Perennis, O Ponto Arquimédico, A Boa Luta, In Foro Conscientiae e Nas Mãos de Cronos – ensaios sociológicos.

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