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Last updateDom, 01 Set 2013 9am

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino é economista formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, como analista de empresas e administrador de portfolio. É autor do livro "Prisioneiros da Liberdade", da editora Soler.

Eu poderia jurar que o verdadeiro “chamado à violência” era tornar inimputável um galalau de 17 anos, completamente ciente do que é certo ou errado. Apostaria pesado que é a impunidade que fomenta o crime, não o pedido de punições mais severas.

Nos Estados Unidos, quando o governo entrega resultados tão ruins, costuma ser punido nas urnas. No Brasil, pasmem!, as urnas eletrônicas decidiram dar mais quatro anos de mandato ao atual governo, responsável por essa desgraça econômica. É idolatrar demais o fracasso…

Quinta, 18 Dezembro 2014 11:39

OS 126 FANTASMAS QUE ASSOMBRAM A ESQUERDA

Difícil discordar. Ninguém precisa aplaudir o regime militar – algo que eu jamais faria – para compreender que essa tentativa de se reescrever a história é nefasta. 

Esta quarta-feira foi o dia dos relatórios chapas-brancas. Primeiro, a Comissão Nacional da Verdade (CNV) divulgou um calhamaço de 4 mil páginas concluindo seus longos trabalhos, à custa do “contribuinte”, em tom de revanchismo e enaltecimento daqueles que lutavam contra o regime militar, esquecendo-se que lutavam por outra ditadura, muito pior.

Quarta, 10 Dezembro 2014 15:38

A VERDADEIRA RAIZ DA CORRUPÇÃO

Quer reduzir bastante a corrupção? Então, além de reduzir a impunidade e o prêmio com a vitória, é necessário tirar o PT do poder.

Sexta, 05 Dezembro 2014 16:18

LUGAR DE SININHO É ATRÁS DAS GRADES

A “ativista” Elisa Quadros, mais conhecida como Sininho, está foragida. Seu mandado de prisão foi expedido após ficar claro que havia desrespeitado a medida cautelar que a proibia de participar de novos protestos. A paixão revolucionária falou mais alto. A inclinação à delinquência foi forte demais.

A questão essencial para Spencer é se as vidas dos cidadãos sofrem mais ou menos interferência, não a natureza da agência que interfere. Spencer estaria assim antecipando aquilo que Hayek defenderia depois, alegando que não é a fonte, mas a limitação de poder que evita que ele seja arbitrário.

O “fracasso” que os socialistas tentam incutir no capitalismo, para terem companhia em seus experimentos desgraçados, é o maior sucesso da história da humanidade. É a diferença entre a vida e a morte. Entre a liberdade e a escravidão. Entre a prosperidade e a miséria.

A receita para solucionar o problema da “intolerância” aos petistas também é simples: o PT deixar de ser o PT, sair do poder, desaparecer da política nacional. Do contrário, podem estar certos de que o antipetismo só vai aumentar, pois o resultado de sua incompetência autoritária e corrupta será cada vez pior para o povo.

Ainda estamos em 2014, nos últimos dias dos quatro anos medíocres do governo Dilma, que a maioria dos eleitores (votos válidos) resolveu postergar por mais quatro anos. Mas os sinais de fumaça já estão por todos os cantos, talvez forçando uma reflexão da própria presidente sobre o que ela mesma plantou e vai, agora, colher.

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