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Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino é economista formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, como analista de empresas e administrador de portfolio. É autor do livro "Prisioneiros da Liberdade", da editora Soler.

Ou o quadro muda, a começar pela saída do PT do poder, ou o “brain drain” vai continuar a ganhar força, e o futuro brasileiro será tão sombrio quanto o de seus vizinhos bolivarianos. Weston, onde vivo na Flórida, já ganhou o apelido de “Westonzuela”, pela grande quantidade de fugitivos do chavismo.

Quinta, 29 Outubro 2015 12:27

UMA ELITE MEDÍOCRE

Um ano. Lembro-me como se fosse ontem. Dia 26 de outubro de 2014, um clima de esperança, a contagem dos votos avançada e muitos dando como certa a derrota de Dilma. Finalmente, o país acordava. COMO FOI POSSÍVEL MANTER UMA GENTE TÃO POPULISTA, CÍNICA, INCOMPETENTE e CORRUPTA NO PODER POR TANTO TEMPO? Mas isso agora chegaria ao fim, e uma nova fase de ajustes teria começo. A DECEPÇÃO foi diretamente proporcional à esperança.

Terça, 20 Outubro 2015 09:23

BRINCANDO COM FOGO

A crise atual tem sua origem justamente nas irresponsabilidades do governo populista do PT, que achou ser possível “pedalar” como se não houvesse amanhã, como se austeridade fiscal fosse um palavrão, uma invenção de “neoliberais”. Os alertas dos “Pessimildos” se mostraram acertados, e agora o governo precisa enfrentar a dura realidade.

Quinta, 15 Outubro 2015 16:13

MEU MALVADO FAVORITO

A situação do grupo de Vilma e Mula era insustentável. Havia podridão para todo lado, e a gestão temerária fazia a empresa sangrar uma verdadeira hemorragia.

O PSDB tratou com um respeito imerecido o PT por tempo demais, sem perceber que isso jamais aliviaria o partido dos ácidos ataques petistas.

“Onde quer que a liberdade esteve em perigo, os americanos com um profundo sentimento patriótico sempre estiveram dispostos a encarar o Armageddon e desferir um golpe pela liberdade e pelo Senhor”.

Partidos maiores, com acesso ao Fundo Partidário, dispostos a operar nas sombras do "caixa dois" e próximos aos sindicatos saem ganhando.

E pensar que as urnas eletrônicas escolheram a manutenção de Guido Mantega em vez de mudar para o ex-presidente do BC.

O Brasil está em uma encruzilhada, e está na hora de decidir se vamos realmente avançar, ou se seguiremos os caminhos trágicos da Argentina e da Grécia. A solução é conhecida, ao menos pelos economistas sérios.

O perdão exige penitência e remissão. Não basta dizer que errou, ainda mais assumindo um erro menor para fugir do maior. Isso é oportunismo e hipocrisia. Portanto, se Dilma quer realmente buscar o perdão por seus inúmeros erros que tornaram a vida do brasileiro um inferno, só há um caminho a seguir: a renúncia!

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