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Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino é economista formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, como analista de empresas e administrador de portfolio. É autor do livro "Prisioneiros da Liberdade", da editora Soler.

Para Aarão Reis, jovens demagogos e populistas que chegaram ao poder na Grécia com discurso de solução mágica para a crise são homens de caráter. Eis a mentalidade da esquerda: caloteiros viram pessoas de caráter, e aqueles que querem fazer cumprir os acordos e manter a palavra e os contratos são gananciosos insensíveis, que “humilham” um povo inocente.

Sexta, 26 Junho 2015 08:07

O ÓDIO DE VERÍSSIMO

Comentando a “entrevista” de Dilma ao apresentador Jô Soares, que confessa nem ter visto, Verissimo falou do suposto ódio da “elite” ao PT, como se fosse algo infundado, irracional, que existiria independentemente das coisas que o partido tem feito no poder, dos “desmandos”. É um ódio de classe, portanto, segundo o colunista.

Criaram o monstro, e fica por isso mesmo. Não há responsabilização por seus atos. Fingem que não é com eles, e continuam pregando as mesmas baboseiras, repetindo as mesmas ladainhas, insistindo nas mesmas falácias. Até que venha a próxima leva de bárbaros, sob o manto de justiceiros sociais que, finalmente, trarão “paz e liberdade” para o mundo, pois “um mundo melhor é possível”

Os Republicanos estão longe de serem perfeitos. Há uma ala mais reacionária e fanática, sem dúvida. Mas quando comparamos os conservadores com os “progressistas”, não resta dúvida do que seria melhor para essa grande nação, que precisa resgatar urgentemente certos valores perdidos. A guerra é cultural.

Educação sexual é coisa séria, não um instrumento de ideologia de gente autoritária com graves questões pessoais que deveriam ser tratadas num divã. É absurdo tratar os filhos dos outros como cobaias para seus experimentos ideológicos.

Eis o ponto-chave aqui: é esse estado pantagruélico que precisa ser combatido. É ele que permite tanto abuso quando uma quadrilha disfarçada de partido chega ao poder.

Num mundo em que essa trupe mandasse (“sem porcos capitalistas e indústrias farmacêuticas”), quando deprimidos e afins continuassem a aparecer, eles iriam por a culpa em traidores que mantinham sua vida “promíscua” com as desigualdades do capitalismo. O problema da esquerda não é político, é de caráter.

Sexta, 29 Maio 2015 07:57

PARE DE ACREDITAR NO GOVERNO

O Brasil tem um grande paradoxo a ser explicado: nosso povo desconfia dos políticos, classe que goza de baixíssima credibilidade, mas ao mesmo tempo ama o Estado, visto como abstração. Todas as soluções propostas para as mazelas criadas pelo intervencionismo estatal acabam envolvendo ainda mais Estado.

O praticante de esporte bem treinado e educado aprende a respeitar as regras, ser disciplinado, o que não é um mal como alega a esquerda, mas uma virtude. A cooperação também é estimulada nas aulas de educação física tradicionais.

Não caiam nessa, senadores! Ainda há tempo de mostrar quem manda, de proteger nosso estado dessa invasão bolivariana, de resguardar a democracia representativa. Traiam Dilma, mas não traiam o Brasil, senadores! Fachin, não!

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