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Last updateDom, 01 Set 2013 9am

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino é economista formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, como analista de empresas e administrador de portfolio. É autor do livro "Prisioneiros da Liberdade", da editora Soler.

Retirar as tropas israelenses unilateralmente já foi tentado antes, e não deu certo. Minto: deu muito errado! Estive ali e pude ver o quão pequena é a faixa de terra que separa o local do conflito de Tel Aviv, por exemplo.

O que vemos, na verdade, é que a simbiose entre artistas e governo dá em samba ruim, em poesia sombria, em propaganda enganosa, proselitismo puro. Em troca dos prêmios e das verbas culturais, muitos artistas se vendem e passam a elogiar o governo, mesmo esse governo, detestado pela imensa maioria da população brasileira. É triste ver tanta subserviência dos artistas engajados, e são os mesmos de sempre.

Ou o quadro muda, a começar pela saída do PT do poder, ou o “brain drain” vai continuar a ganhar força, e o futuro brasileiro será tão sombrio quanto o de seus vizinhos bolivarianos. Weston, onde vivo na Flórida, já ganhou o apelido de “Westonzuela”, pela grande quantidade de fugitivos do chavismo.

Quinta, 29 Outubro 2015 13:27

UMA ELITE MEDÍOCRE

Um ano. Lembro-me como se fosse ontem. Dia 26 de outubro de 2014, um clima de esperança, a contagem dos votos avançada e muitos dando como certa a derrota de Dilma. Finalmente, o país acordava. COMO FOI POSSÍVEL MANTER UMA GENTE TÃO POPULISTA, CÍNICA, INCOMPETENTE e CORRUPTA NO PODER POR TANTO TEMPO? Mas isso agora chegaria ao fim, e uma nova fase de ajustes teria começo. A DECEPÇÃO foi diretamente proporcional à esperança.

Terça, 20 Outubro 2015 10:23

BRINCANDO COM FOGO

A crise atual tem sua origem justamente nas irresponsabilidades do governo populista do PT, que achou ser possível “pedalar” como se não houvesse amanhã, como se austeridade fiscal fosse um palavrão, uma invenção de “neoliberais”. Os alertas dos “Pessimildos” se mostraram acertados, e agora o governo precisa enfrentar a dura realidade.

Quinta, 15 Outubro 2015 16:13

MEU MALVADO FAVORITO

A situação do grupo de Vilma e Mula era insustentável. Havia podridão para todo lado, e a gestão temerária fazia a empresa sangrar uma verdadeira hemorragia.

O PSDB tratou com um respeito imerecido o PT por tempo demais, sem perceber que isso jamais aliviaria o partido dos ácidos ataques petistas.

“Onde quer que a liberdade esteve em perigo, os americanos com um profundo sentimento patriótico sempre estiveram dispostos a encarar o Armageddon e desferir um golpe pela liberdade e pelo Senhor”.

Partidos maiores, com acesso ao Fundo Partidário, dispostos a operar nas sombras do "caixa dois" e próximos aos sindicatos saem ganhando.

E pensar que as urnas eletrônicas escolheram a manutenção de Guido Mantega em vez de mudar para o ex-presidente do BC.

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