Qui07272017

Last updateDom, 01 Set 2013 9am

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino é economista formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, como analista de empresas e administrador de portfolio. É autor do livro "Prisioneiros da Liberdade", da editora Soler.

“Onde quer que a liberdade esteve em perigo, os americanos com um profundo sentimento patriótico sempre estiveram dispostos a encarar o Armageddon e desferir um golpe pela liberdade e pelo Senhor”.

Partidos maiores, com acesso ao Fundo Partidário, dispostos a operar nas sombras do "caixa dois" e próximos aos sindicatos saem ganhando.

E pensar que as urnas eletrônicas escolheram a manutenção de Guido Mantega em vez de mudar para o ex-presidente do BC.

O Brasil está em uma encruzilhada, e está na hora de decidir se vamos realmente avançar, ou se seguiremos os caminhos trágicos da Argentina e da Grécia. A solução é conhecida, ao menos pelos economistas sérios.

O perdão exige penitência e remissão. Não basta dizer que errou, ainda mais assumindo um erro menor para fugir do maior. Isso é oportunismo e hipocrisia. Portanto, se Dilma quer realmente buscar o perdão por seus inúmeros erros que tornaram a vida do brasileiro um inferno, só há um caminho a seguir: a renúncia!

Quarta, 19 Agosto 2015 16:03

NOSSA BANDEIRA JAMAIS SERÁ VERMELHA

Os petistas estão, como seus camaradas bolivarianos, em desespero. Não querem largar o osso, abandonar o poder. A máquina estatal é sua vaca leiteira.

Não espere acontecer, caro leitor. Vamos fazer a hora. Vamos enfrentar o canhão no governo. Vamos com flores e com a história na mão. Porque esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. A esquerda perdeu o bonde da história. Dia 16 de agosto, todos nas ruas por um Brasil melhor, mais livre, próspero e ético!

Se é para tirar mais dinheiro do trabalhador e colocar nesse sistema falido de ensino, talvez seja até melhor poupar o esforço mesmo. Dessa “educação” o Brasil definitivamente não precisa!

O monopólio dos fins nobres dispensa o chato debate calcado em argumentos e fatos. A demonização dos adversários ideológicos, tratados como inimigos, é suficiente para a sensação de regozijo pela suposta superioridade moral. A repetição de slogans elimina a necessidade de estudo aprofundado sobre os assuntos.

Quando Leher foi assumir o cargo, uma imagem capturou toda a decadência de nossa “educação” pública, essa que tem em Paulo Freire seu “patrono” e que os “progressistas” insistem ser a solução para tudo, uma verdadeira panaceia, capaz até de salvar monstros que estupram e matam na maior frieza.

  • Copyright © 2007. www.rplib.com.br . Todos os direitos reservados.

    Republicação ou redistribuição do conteúdo do site RPLIB é permitido desde que citada a fonte. O site RPLIB não se responsabiliza por opiniões, informações, dados e conceitos emitidos em artigos e colunas assinados e nos textos em que é citada a fonte.