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Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino é economista formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, como analista de empresas e administrador de portfolio. É autor do livro "Prisioneiros da Liberdade", da editora Soler.

Sexta, 14 Julho 2017 15:29

A POLÍTICA DA NOSTALGIA

A nostalgia pode ser uma poderosa arma política. Pode ser um motivador ainda mais poderoso do que a esperança, explorada pelos revolucionários. A esperança pode trazer decepção, mas a nostalgia é irrefutável. Ela adota um pensamento mágico para a História, e o sofredor da modernidade encontra refúgio nessa magia, na ilusão de que existiu um Éden e que é possível resgatá-lo.

Essa foi a pergunta que Joaquim Barbosa fez aos artistas em encontro recente, segundo Mônica Bergamo. Já comentei aqui sobre essa tão sonhada chapa dos artistas e “intelectuais”, com Marina Silva e Joaquim Barbosa.

 

 

 

É um espanto! Mas é a típica mentalidade feminista, sinônimo de socialista. Atacar terroristas islâmicos não pega muito bem nesse mundo politicamente correto. Por isso é melhor atacar a “censura do mercado”, ou seja, a falta de desejo dos consumidores em ler histórias em quadrinhos repletas de mensagens políticas chatas, quando querem apenas boas histórias de heroísmo e, talvez, amor.

O câncer do Brasil são esses sindicatos poderosos. Acabar com o nefasto “imposto sindical” é uma necessidade urgente. Só assim essas entidades vão minguar, pois no dia em que dependerem da adesão voluntária dos trabalhadores, ficarão a ver navios. O trabalhador sabe muito bem que essa turma não o representa, e sim os interesses dos próprios sindicalistas e políticos de esquerda.

 

 

 

Potencial a gente sabe que o Brasil tem. Afinal, são tantos anos de incompetência, corrupção, ideologia equivocada, tudo criando uma gigantesca barreira ao empreendedorismo, que basta retirar alguns obstáculos para o bicho decolar. Mas a questão é essa: vão ser retirados os obstáculos?

A Petrobras registrou prejuízo de R$ 14,82 bilhões em 2016, em linha com o esperado pelo mercado. Foi o terceiro ano consecutivo de perdas. Em 2015, o resultado foi negativo em R$ 34,8 bilhões. Apesar disso, a estatal apresentou melhoras operacionais em razão da redução dos investimentos e do corte de despesas. 

 

 

 

Se continuar a emergir do pântano podres assim, é capaz até de Obama encontrar a tal certidão de nascimento e se mandar para a Quênia, em busca de “asilo político”…

Para se provar “independente”, para se mostrar “descolada” e “empoderada” (argh!), a mulher tem que praticamente se transmutar em homem, e um homem feio, descuidado, largado. Tem que virar um bicho esquisito, um ser estranho, meio andrógino. Vai entender! É muita loucura mesmo.

Terça, 31 Janeiro 2017 15:26

IMPRENSA PROGRESSISTA: O CÂNCER DO BRASIL

 

 

 

Não dá mais para suportar! É preciso declarar guerra a essa imprensa brasileira mesmo, em nome da verdade, da honestidade intelectual, das liberdades individuais, dos valores tradicionais. O que os principais veículos de comunicação têm feito em relação ao presidente Donald Trump é asqueroso demais.

 

 

 

Bem, pelo menos esse caso terminou bem, com os marginais mortos no confronto com a polícia, como deve ser. E parabéns ao jornal, que chamou as coisas pelo nome. Está vendo só, Frias, como não dói nada? Vê se a partir de agora obriga a rapaziada a chamar bandido de bandido e marginal de marginal, ok?

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