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Heitor de Paola

Heitor de Paola

Médico, escritor e analista político. Membro do International Board of Directors da Drug Watch International, Diretor Cultural da BRAHA (Brasileiros Humanitários em Ação), autor do livro O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial. Articulista do site Midia Sem Máscara, dos Jornais Inconfidência e Visão Judaica.

Quarta, 25 Maio 2011 08:39

A Quarta Fronteira

No último encontro dos articulistas do Jornal Inconfidência, no Rio de Janeiro, assistimos a uma brilhante apresentação do Cel. Manuel Soriano Neto sobre Estratégias de Defesa das Fronteiras Brasileiras, abordando as fronteiras terrestre, marítima e aérea. Há poucos dias tivemos a oportunidade de assistir na TV Bandeirantes à entrevista do Gen. Augusto Heleno Pereira com especial ênfase na fronteira da Amazônia e as enormes dificuldades de patrulhar tão extenso território - são 11.000 km só de fronteira na selva com uma quantidade incontável de rios, riachos e igarapés - com o orçamento apertado das FFAA brasileiras.

Na minha intervenção naquela memorável reunião pus ênfase no fato de que, por mais que se possam defender eficientemente essas fronteiras físicas, há outra fronteira, invisível aos olhos de quem não estudou a matéria, mas que é tão ou mais importante: aquela que, na falta de um termo melhor, denomino genericamente fronteira ideológica. Não me refiro ao conceito hegeliano de ideologia, mas à infiltração muitas vezes subliminar, de idéias que minam não somente o conceito de nacionalidade, como também as crenças religiosas, os valores pátrios e as tradições nacionais, a moral e os costumes, a linguagem - enfim, tudo o que mantém nosso país uno e indivisível.

Não há espaço para abordar todas as fronteiras num único artigo. Limitar-me-ei, portanto, a uma delas, a mais palpitante na atualidade, deixando as demais para as próximas edições.

A FRONTEIRA LINGUÍSTICA

"Não tomem quartéis, tomem escolas e universidades, não ataquem blindados, ataquem idéias". Antonio Gramsci

Um dos fundamentos que nos une é a língua. Na Espanha, um país de várias etnias e identidades regionais que se preparava para conquistas além mar, Elio Antonio de Nebrija, professor da Universidade de Salamanca, redigiu a primeira gramática européia em língua vulgar em 1492 - a Grammatica castellana - e a dedicou a Isabel de Castilla, a Católica. Como esta não entendeu sua utilidade, Nebrija esclareceu: "Majestade, a língua é o instrumento do Império", se referindo ao idioma como sinal de identidade que facilitaria a unificação política da Espanha e de suas futuras conquistas naquele mesmo ano. Três anos depois redigiu o primeiro dicionário espanhol. Os primeiros sinais de que este país está em risco de desaparecer como unidade nacional foi a adoção do catalán como língua oficial da Catalunha e a retirada do Espanhol do currículo oficial. Mais modestamente o mesmo está ocorrendo na Galícia.

O Brasil, assim como Estados Unidos e Canadá, teve a felicidade de adotar uma única língua com gramática unificada, absorvendo a linguagem nativa. Os nomes de Estados Paraná, Dakota, Saskatchewan, são exemplares.

O que se pretende fazer oficialmente em nosso País com a nova "gramática" que elimina a norma culta e a substitui não somente por regionalismos como oficializa erros grosseiros de linguagem com base na eliminação de "preconceitos"? O que é a Gramática senão uma série imensa de pré-conceitos para a fala e a escrita - a regência, a conjugação, a concordância? Entre as funções da palavra talvez a mais importante seja a definição de algum conceito. E o que é a unidade da língua senão o fato de todos os que a falam entenderem este conceito com clareza?

A obra de Rondon e dos primeiros indigenistas, civilizando os índios e ensinando-os o português, tornando-os, portanto, brasileiros, foi da maior importância para a unificação da Pátria. Hoje, como atesta o General Heleno, os índios integrados às FFAA têm uma função importantíssima, pois conhecem a selva amazônica como ninguém.

Não é coincidência que simultaneamente com os ataques às fronteiras físicas por partes de ONGs estrangeiras que se valem do entreguismo de brasileiros 'defensores do meio ambiente', o Ministério da Educação una-se ao do Meio Ambiente, ao da Justiça para, numa ação integrada, cumprir a missão de imbecilizar nossas crianças e adolescentes, os futuros professores, através da destruição da nossa língua.

É um plano integrado seguindo as orientações de Gramsci [i]. Estão transformando a Gramática numa "gramscimática", a Novilíngua do esquema de poder - ou pudê - revolucionário. Não é burrice nem inocência: é pura má-fé revolucionária.

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Nota:

[i] Abordarei num próximo artigo as noções de Gramsci sobre a linguagem hegemônica. Ver Gramsci e o Estado, Christine Buci-Glucksman, Ed. Paz e Terra, 1980. Para as contribuições da Escola de Frankfurt ao tema: O Marxismo Ocidental, José Guilherme Merquior, Nova Fronteira, 1986. 

Sábado, 23 Abril 2011 23:15

Os "Especialistas" Atacam Novamente!

Todos estes ‘especialistas’ são claros exemplos de como Narciso só pode ouvir o Eco de sua própria voz. E tal como o personagem mitológico são condenados a morrer de fome.


Mal tive tempo para lamentar e me horrorizar com ocorrido na Escola de Realengo e logo vieram as ‘interpretações’ e falsas medidas profiláticas que já eram esperadas: os psico-qualquer-coisa e suas teorias sobre as causas para o assassino levar a cabo seu ato macabro, e os sócio-sabe-se-lá-o-quê com suas medidas para evitar que tais ocorrências venham a se repetir. Os ‘especialistas’ de sempre!

Os primeiros logo descobriram que o coitadinho do assassino de crianças agiu por ter sido ‘vítima de bullying’ naquela mesma escola, Que bosta é esta, bullying? Pwelo que entendi é a velha gozação entre colegas, que algumas vezes pode até chegar às vias de fato! Eu, que tenho um nariz proeminente, tinha o apelido de ‘nariz’, ‘narigudo’, e outros impublicáveis a respeito do uso que poderia fazer de tal órgão. Oh, que trauma que eu tenho!!! Nada me consola! Vai ver que é por isto que me tornei comunista: para acabar com todos os narizes normais do mundo! Além disto, toda minha experiência como esportista se resumiu a 15 minutos jogando basquete: eu era tão ruim, mas tão ruim, que o professor me mandou sair do time! E, ao que eu saiba, fui um dos raros, se não o único, que ficou duas vezes em segunda época em educação física. Imaginem as gozações! Meu trauma foi tão grande que até hoje brigo com meu cardiologista quando ele diz que eu devo caminhar e eu me recuso. Além disto, para me integrar na turma sem jogar coisa nenhuma, fui sucessivamente tesoureiro e presidente do time de futebol. Que frustração.

Um grande amigo de infância tinha um corpo tão esquisito que seu apelido era abacate. Que coisa horrível! Deve ser por isto que o pobre coitado acabou sendo Professor de cálculo I e II numa Faculdade de Engenharia! Pra entender destes troços só um grande trauma de infância causado por bullying mesmo! Na última vez que nos encontramos entornamos algumas doses de Johnnie Walker Black Label de tão traumatizados estávamos!

Outro amigo de infância tinha um respeitabilíssimo traseiro e foi ‘vítima’ de alguns sujeitos que hoje seriam considerados heróis da homossexualidade pedófila, que o assediavam a ponto de obrigá-lo a faltar aulas. Este tal bullying na época era chamado bolinação mesmo. Poverelo, fez uma brilhante carreira e hoje é um vovô aposentado cheio de filhos e netos! Um dos que mais o assediavam acabou com o belíssimo apelido de merda-merda e sua vida foi um total fracasso. Um gago, perdão, não sei como se chamaria hoje – talvez deficiente silábico! – que jamais gaguejava ao passar cantadas em garotas, tinha o apelido de qui-qui, ou então fumacê ou boleteiro por causa de hábitos que na época ainda eram reprimidos. A última vez que o encontrei era um industrial respeitável e uma das cantadas dera tão certo que já tinha, talvez gaguejando horrores, seis filhos. Vai gaguejar assim na p.....!!!

Esta idiotice de bullying tem três vertentes conhecidas. Para esta abordagem é necessário fazer uma incursão teórica que talvez não interesse à maioria dos leitores. São elas: o politicamente correto marxista e as ‘idéias’ pseudo-psicanalíticas de um escocês – incrível que alguém daquela estirpe de bravos pictos e escotos pudesse ser tão idiota! – Donald Winniccott, e um alemão residente em Chicago, Heinz Kohut.

O primeiro, um pediatra travestido de psicanalista e por isto mesmo é respeitadíssimo no Brasil como tudo que é falso, contestou Freud dizendo que não existe a agressividade inata do homem, resultado apenas de uma fantasiosa mãe-não-suficientemente-boa, que não preenche as necessidades psíquicas de seu filho causando enormes frustrações, seguida na vida por um ambiente incapaz de aceitar as frescuras de algumas hipersensíveis criaturas.

Kohut, criador da psicologia do self, é um dos responsáveis pela exacerbação do narcisismo nos Estados Unidos. Dizia que o narcisismo é importante componente do desenvolvimento mental e deve ser estimulado desde a infância. Baseado numa ululante obviedade – as crianças realmente precisam de aplausos e reconhecimento de suas qualidades e potencialidades – criou uma teoria que eterniza a infância pela vida adulta afora. O maior problema é não distinguir entre potencialidades boas e más! Winniccott não diria melhor!

Aqui é preciso uma digressão: os leigos, incluindo grandes amigos meus de outras áreas do conhecimento, costumam se referir à época atual como o reino da egolatria ou do egocentrismo. O problema é que estes termos têm sido mal empregados. Ego é uma palavra grega que supostamente teria sido usada por Freud, mas realmente não passa de uma tradução estapafúrdia do Alemão Ich feita para o Inglês usando, sabe-se lá por qual razão, palavras Gregas. Freud escrevia num alemão erudito, mas escorreito e não pedante e usou o termo Ich (eu) para se referir a uma parte da mente que controla os impulsos instintivos irracionais e inconscientes. Uma pessoa egocêntrica, se tal maravilha existisse, seria o mais normal dos seres humanos com grande consideração e respeito por si mesmo e pelos demais. O que estamos vivendo hoje é a época do narcisismo exacerbado, da falência completa do controle dos impulsos instintivos, que ficam soltos, atuando dentro da mente e dominando-a como senhores absolutos.

Não é o verdadeiro orgulho pessoal derivado do amor, mas a arrogância e o total desconhecimento dos outros, o reino do modernoso conceito de auto-estima, que nada tem a ver com a psicanálise, derivada dos impulsos destrutivos mais recônditos da maldade humana e que expressa a completa negação da existência do outro! Lenin, Stalin, Hitler, Mao, Pol Tot são exemplos de pessoas com ‘alta auto-estima’. Outros dois autores Britânicos são os responsáveis por estas descobertas: Herbert Rosenfeld identificou na clínica os efeitos devastadores na vida pessoal e social do narcisismo destrutivo, e Wilfred Bion demonstrou que a eclosão de arrogância resultante deste fenômeno leva à estupidez e indica a existência de uma catástrofe mental. Nas palavras do autor: ‘na personalidade em que predominam os impulsos amorosos (de vida) o orgulho se transforma em respeito por si mesmo (self-respect), enquanto naquelas em que predomina a maldade o orgulho se transforma em arrogância’.

Uma pessoa que modernamente se considera ter uma alta auto-estima, não passa de um arrogante e estúpido - no sentido de burrice mesmo! - alguém incapaz de aprender com os outros, pois vive num mundo à parte, dominado pelo pontificado do onipotente eu acho e, portanto, nada tenho a aprender com ninguém! O domínio de Narciso inclui sua apaixonada ninfa Eco, que apenas ressoa eternamente, envergonhada, os pensamentos de seu amado, pois nada nem ninguém mais existe. O cogito, ergo sum é uma expressão filosófica desta arrogância.

Detive-me mais nos ‘especialistas’ psi que se arrogam conhecer o mais recôndito da mente do assassino, até mesmo reconstruir sua história. Deixei os demais, os sócio-alguma-coisa, os defensores do desarmamento como solução para a violência, para outros autores mais qualificados, não sem antes mostrar a arrogância destes últimos que acham que sabem o melhor para o povo do que o próprio cuja vontade foi expressa em Referendo.

Todos estes ‘especialistas’ são claros exemplos de como Narciso só pode ouvir o Eco de sua própria voz. E tal como o personagem mitológico são condenados a morrer de fome: fome de conhecimentos, a estupidez de quem vive admirando sua própria imagem e é incapaz de beber das ricas fontes que os outros seres lhe oferecem.

Quinta, 07 Abril 2011 14:32

A Armadilha do SBT: Mistura Explosiva

Minha Carta ao General Torres de Melo teve inúmeras repercussões, inclusive na equipe de produção da novela Amor e Revolução, produzida pelo SBT, escrita por Tiago Santiago que abordará ‘o movimento revolucionário que ocorreu nos anos de chumbo’. Bruna Mathias, a produtora responsável pelos depoimentos que estão sendo gravados, entrou em contato comigo e tomei conhecimento depois, com muitos outros, na sua maioria militares. Na carta que encaminhou aos mesmos – a mim foi um email sucinto – ela afirma ‘ter estado em Brasília semana passada, em reunião com alguns generales (sic) do exército para esclarecer algumas questões do projeto, e muito atenciosos se comprometeram a colaborar para que possamos contextualizar esse período’, e acrescenta: ‘ao contrário do que a mídia tem especulado a respeito da novela, a mesma não irá denegrir a imagem das Forças Armadas e dos militares. Pelo contrário, o nosso protagonista interpretado pelo Claudio Lins, será um militar, filho de um General linha dura, que luta contra a revolução de 64’.

Segundo ela, para dar credibilidade à história e acontecimentos narrados durante a novela, será exibido no final de cada capítulo um depoimento de 1 a 3 minutos de pessoas que tiveram grandes experiências nesse período tão importante para o Brasil, com ‘o intuito de mostrar a realidade da época, homenagear os depoentes e resgatar a memória das pessoas que foram assassinadas (De ambos os lados)’.

O texto está sendo escrito com base em acontecimentos reais, porém em um contexto ficcional por se tratar de uma novela.

Aí é que a porca torce o rabo, como diria minha mãe! Pelas razões que passo a explicar respondi a ela que numa obra de ficção não cabem depoimentos, só num documentário, e recusei o convite recomendando a ela o livro O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial. O busilis da questão é que esta é uma mistura explosiva! Já existem 70 depoimentos gravados por parte de integrantes e familiares que foram supostamente atingidos pelos grupos de militares da época, e 'até o momento, nenhum depoimento por parte de militares ou familiares, para questionar algumas afirmações e acusações citadas em depoimento. Inclusive, atentados organizados pelos movimentos armados da época'. Por que será que colheram tantos depoimentos antes de lançar a novela, que já está no ar desde 05/04 às 22:15 – logo após a da Globo, óbvio! – e só agora pedem depoimentos do ‘outro lado’? Será mesmo pela ‘importante participação de ambos os lados para que o tele-espectador possa fazer um verdadeiro juízo de valor sobre a realidade dos fatos’?

Se assim for, por que o uso da expressão ‘anos de chumbo’, um óbvio e antigo partis pris já levado ao ar numa série pela concorrente anos atrás e expressão amplamente divulgada no Telecurso 2000 para se referir aos anos em que o Brasil estava sob a inspiração da linha dura, do Ato Institucional nº 5 e da ideologia da “segurança nacional”? Este conceito contém um ataque direto ao Governo Médici: ‘com Médici no poder, o país passou por uma das mais duras fases de restrição política da História da República. Médici foi o ápice dessa ideologia, que apesar de falar em paz social e democracia, levava o Estado ao aperfeiçoamento dos órgãos da repressão violenta para aniquilar os grupos armados, chamados de "terroristas" e "subversivos". Seus militantes, quando presos, perdiam qualquer direito político ou humano. Em nome do desenvolvimento dizia-se ser necessária a segurança, e por segurança subentendia-se a eliminação de qualquer tipo de oposição’.

Embora a produção alegue que pesquisou inclusive em fontes do "TERNUMA", tais como, ‘o atentado à Guararape (sic) e outros atentados que comprometeram a vida de militares e civis e seria de extrema importância, que nos indicassem pessoas vítimas da luta armada, assim como familiares e amigos que foram atingidos por esse movimento’, os capítulos iniciais já indicam o rumo do script: o tal filho de General (de Divisão) que mora numa mansão bilionária, é um Capitão cuja namorada metera-se inocentemente com grupos comunistas ligados a Cuba, China e URSS e fora executada na primeira cena por mascarados de coturno militar. Seu irmão, Major e seu pai são ligados à ‘linha dura’, numa nítida tentativa desde o início de satanizar a parte da oficialidade e da polícia que, com o apoio de todos os demais, meteram a mão na sujeira da luta armada. Já no segundo capítulo aparecem cenas de tortura ao vivo, o que jamais se teve notícias nos idos de 64, só depois do AI 5.

Noutra cena o Embaixador americano, ao visitar outro General, comunica que tem ordens de Washington para prestar todo apoio ao golpe (sic) militar. E la nave va....!

­É fato notório para qualquer um que conhece a história do comunismo que este convite não passa da velha tática comunista de ter sempre uma minoria contrária para mostrar como são democráticos, mas só depois de garantir a maioria, os 70 depoimentos. Assim os bolcheviques agiram em 1917: verificando que jamais obteriam maioria na Duma (parlamento russo) em eleições gerais, pois eram rejeitados pelo povo, Lenin e Trotsky abandonaram a luta parlamentar, fundaram os soviets (comitês) de operários e soldados (o dos camponeses foi deixado de lado porque a maioria não queria a estatização de suas terras e ficaram guardados para serem dizimados oportunamente) não antes de assegurarem folgada maioria absoluta e lançaram o slogan Todo Poder aos Soviets! Os idiotas úteis não bolcheviques que integravam os soviets serviam de massa de manobra para fingir uma livre discussão democrática na qual a vitória estava assegurada para os továrich!

Assim fomos instruídos para organizar assembléias, simpósios, encontros e o que mais fosse durante o período em que fiz parte da AP. Assim ocorre ainda em todos os sindicatos, associações, uniões de trabalhadores e também no MST, onde alguns entram com a legítima pretensão de arrumar uma terrinha para trabalhar sem a mínima idéia de que os objetivos são outros.

A segunda razão para a aceitação destas minorias é desmoralizá-las e eliminá-las assim que isto seja possível. Dmitri Manuilsky já ensinava isto em suas aulas na Escola Lenin de Guerra Política na década de 30.

O objetivo da novela é sim denegrir as FFAA brasileiras – senão de toda a América Latina, pois é possível que toquem da ‘Operação Condor’ – e se segue à proibição de comemorar o dia 31 de março nas unidades militares. A esperança é que a produção é de uma qualidade sofrível, a filmografia de péssima qualidade, os atores parecem robôs repetindo slogans de tal forma que quando duas pessoas conversam não há diálogo, mas dois monólogos repletos de chavões imbecís! Tudo dentro do tradicional padrão SBT!

Pode parecer exagero voltar atrás tantos anos – e voltaremos mais ainda – mas é aí que começam a se delinear o que Hitler tinha como objetivo: criar uma comunidade tribal – Volksgemeinshaft – uma rígida nação auto-confiante, “nosso Partido”, na verdade uma Nova Ordem, a Germanennorden.

Segunda, 07 Outubro 2013 15:58

O PAPA, OS JOVENS E AS "DOENÇAS MENTAIS"

O alerta do Papa servirá para impedir que nos tornemos “uma nação sob terapia”, como denunciado por Christina Hoff Sommers & Sally Satel em One Nation under Therapy: How the Helping Culture is Eroding Self-Reliance? Ou pior ainda, seguiremos os passos do famigerado The UN Plan for Your Mental Health?

É necessário perguntar: será que a liberdade e a democracia são realmente valores primariamente cristãos, ou já se encontravam no Velho Testamento, a Torah? Os judeus já conheciam a liberdade e a ampla discussão das Escrituras milênios antes do nascimento de Jesus.

Sábado, 14 Setembro 2013 11:52

QUINZE MINUTOS DE BLÁ-BLÁ-BLÁ E BLEFES

A ‘crise’ atual é, felizmente, mais um exemplo do quanto é perigosa, incoerente e hipócrita a política externa de Obama para a América e o mundo. Felizmente porque não vai mudar nada. Enquanto o mundo olha para as reviravoltas de Obama em relação à Síria há importantes ocorrências no Egito: os militares, com ajuda da Arábia Saudita e alguns emirados do Golfo estão exitosamente suprimindo a Irmandade Muçulmana.

Terça, 10 Setembro 2013 14:50

O RATO QUE RUGE: BRASIL JÁ VAI À GUERRA?

O recente episódio das denúncias de espionagem americana dos e-mails e telefonemas da presidAnta do Brasil, acabaram se tornando um ridículo de fazer dó!

Sexta, 06 Setembro 2013 20:23

A ABJETA RETRATAÇÃO DO JORNAL O GLOBO

No último domingo o Jornal O Globo publicou uma dos mais abjetos e repugnantes Editoriais já publicados na imprensa brasileira: Foi um erro editorial o apoio ao golpe de 1964.

Tenho recebido inúmeras cartas que, enviadas para o jornal, não foram publicadas nem seus remetentes receberam qualquer resposta. Pensei em publicá-las, mas como o teor de cada uma difere das demais, decidi escrever este artigo.

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