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Ubiratan Iorio

Ubiratan Iorio

UBIRATAN IORIO, Doutor em Economia EPGE/Fundação Getulio Vargas, 1984), Economista (UFRJ, 1969).Vice-Presidente do Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista (CIEEP), Diretor da Faculdade de Ciências Econômicas da UERJ(2000/2003), Vice-Diretor da FCE/UERJ (1996/1999), Professor Adjunto do Departamento de Análise Econômica da FCE/UERJ, Professor do Mestrado da Faculdade de Economia e Finanças do IBMEC, Professor dos Cursos Especiais (MBA) da Fundação Getulio Vargas e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Coordenador da Faculdade de Economia e Finanças do IBMEC (1995/1998), Pesquisador do IBMEC (1982/1994), Economista do IBRE/FGV (1973/1982), funcionário do Banco Central do Brasil (1966/1973). Livros publicados: "Economia e Liberdade: a Escola Austríaca e a Economia Brasileira" (Forense Universitária, Rio de Janeiro, 1997, 2ª ed.); "Uma Análise Econômica do Problema do Cheque sem Fundos no Brasil" (Banco Central/IBMEC, Brasília, 1985); "Macroeconomia e Política Macroeconômica" (IBMEC, Rio de Janeiro, 1984). Articulista de Economia do Jornal do Brasil (desde 2003), do jornal O DIA (1998/2001), cerca de duzentos artigos publicados em jornais e revistas. Consultor de diversas instituições.

 

 

 

Só mesmo apelando para o bom humor, porque o conserto dos estragos que a esquerda produziu nas universidades públicas com sua politização e partidarização é tarefa para décadas e isso na melhor das hipóteses, que é a da eleição sucessiva de políticos em sintonia com o século XXI.

Sexta, 17 Agosto 2018 15:03

SIM, AMOÊDO É RICO. E DAÍ?

 

 

 

Para essa gente, pouco importa que Amoêdo (ou qualquer outro) tenha enriquecido honestamente, por meio de estudo e esforço pessoal, porque o que é relevante é que ele é rico e, portanto, merecedor de uma chuva de pedradas.

Antes das eleições, os candidatos invariavelmente nos apresentam dezenas de predicados e nos prometem centenas de objetos, mas só depois, quando já é muito tarde, é que, inevitavelmente, vamos saber de fato quem são os sujeitos...

Domingo, 29 Julho 2018 13:08

SÓ TROCAR DE ROUPA NÃO VAI RESOLVER

 

 

 

O que essa conhecida anedota tem a nos ensinar?  O nome do navio malcheiroso é o Brasil. A tripulação, do Comandante ao grumete, são os políticos e o imediato representa o conjunto de eleitores. A troca de roupa suja representa o cerimonial das eleições em nosso sistema político corrompido. E a lição a ser extraída é que se o imediato não aplicar medidas corretas em outubro, a embarcação continuará catinguenta.

 

 

 

O discurso deles é sempre o mesmo: educação, segurança, saúde, emprego, combate a “desigualdades” ou qualquer promessa que seja capaz de render votos. Em termos práticos, todo esse “cerca-lourenço” pré-eleitoral deve ser entendido pelos eleitores, de modo curto e grosso, como: “corram, porque lá vem o arrastão”!

 

 

 

No entanto, não é apenas o petróleo que está a exalar maus odores: todo o país parece estar insuportavelmente acatingado, a começar pelo dito colendo órgão máximo do Judiciário.

 

 

 

Corrupção à parte, políticos fingem desconhecer que escolhas significam também renúncias. Para quase todos eles, o dinheiro dos outros dá que nem capim.

Omitiram também a você, certamente, que durante a República Velha houve muitas fraudes eleitorais e o coronelismo campeava explicitamente e sempre “passaram batidos” na hora de informar sobre as suspeitas recorrentes de fraudes nas urnas Smartmatic. Ou não?

 

 

 

É verdade que o parlamentarismo tem o mérito de dissociar as figuras de chefe de Estado e de chefe de governo, tornando possível que qualquer governo dure enquanto for bom, podendo ser substituído sem problemas quando a opinião pública considerar que já não está mais servindo e pressionar os congressistas nesse sentido.

 

 

 

Mesmo assim, posteriormente, muitos brasileiros foram violentamente perseguidos e até mortos por simpatizarem com os ideais monárquicos.

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