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Mario Guerreiro

Mario Guerreiro

Mario Antonio de Lacerda Guerreiro nasceu no Rio de Janeiro em 1944. Doutorou-se em Filosofia pela UFRJ em 1983. É Professor Adjunto IV do Depto. de Filosofia da UFRJ. Ex-Pesquisador do CNPq. Ex-Membro do ILTC [Instituto de Lógica, Filosofia e Teoria da Ciência], da SBEC [Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos].Membro Fundador da Sociedade Brasileira de Análise Filosófica. Membro Fundador da Sociedade de Economia Personalista. Membro do Instituto Liberal do Rio de Janeiro e da Sociedade de Estudos Filosóficos e Interdisciplinares da Universidade. Autor de Problemas de Filosofia da Linguagem (EDUFF, Niterói, 1985); O Dizível e O Indizível (Papirus, Campinas, 1989); Ética Mínima Para Homens Práticos (Instituto Liberal, Rio de Janeiro, 1995). O Problema da Ficção na Filosofia Analítica (Editora UEL, Londrina, 1999). Ceticismo ou Senso Comum? (EDIPUCRS, Porto Alegre, 1999). Deus Existe? Uma Investigação Filosófica. (Editora UEL, Londrina, 2000). Liberdade ou Igualdade (Porto Alegre, EDIOUCRS, 2002).

Não sei se ele relata um acontecimento real ou se é produto de sua fértil imaginação literária, o que não diminui em nada seu valor, pois seu relato se move nos limites da verossimilhança proposta por Aristóteles em sua Arte Poética: o domínio do que, ainda que não seja o que foi de fato, é o que poderia muito bem ter sido.

Quinta, 14 Julho 2011 08:16

A Ditadura das Minorias Ruidosas

Estamos ou não sob a ditadura das minorias ruidosas e daqueles que satisfazem suas pífias reivindicações como representes do povo que, na realidade, são meros porta-vozes das minorias ruidosas, destas que saem às ruas e esbravejam slogans em passeatas, conquistando a divulgação apologética de muitos midiáticos.

Mas como podemos evitar essa consequência da globalização? O que não podemos é impedir que os acionistas procurem satisfazer seu desejo de obter mais lucro, a não ser que, a exemplo de Boff, encaremos o lucro como um pecado mortal. Vade retro, Satanás.

O tempo passou rápido, a sociedade brasileira piorou muito e entramos na fabulosa época pós-moderna em que começaram a aparecer bizarrices, estultices e sandices nunca antes vistas neste mundo velho, coisas que meu querido avô nunca imaginou que um dia viessem a acontecer.

O juiz é o primeiro em Goiás, mas não será o último no Brasil. Basta aguardar: Quem viver verá. Além disso, vem bem a calhar aquela indagação terrível de Juvenal: Qui custodiet ipsos custodies?, ou seja: Quem nos guardará dos próprios guardas [no caso, os Guardiões da Constituição]?

Legitimado pelo STF a tomar a decisão, Lula decidiu negar o pedido de extradição do governo italiano. Esta desastrosa medida representou um rompimento unilateral de contrato, uma vez que o Brasil tinha um tratado de extradição com a Itália e Batttisti preenchia todos os requisitos legais para ser extraditado.

Quarta, 08 Junho 2011 14:40

Tudo Certo Como Dois e Dois São Cinco

Severos matemáticos mal-humorados devem ter feito cara feia diante de tamanha agressão à Aritmética elementar, mas os matemáticos possuidores de senso de humor certamente entenderam a intenção irônica do letrista: Dizer que tudo está tão certo como 2+2=5 é dizer que nada, absolutamente nada, está certo.

Quinta, 02 Junho 2011 08:11

Quando a Gramática Torna-se Dramática

Confesso que me senti perplexo, horrorizado e indignado com a publicação do livro didático do MEC da professora Heloísa Ramos intitulado - sem nenhuma intenção irônica - Por Um Mundo Melhor. Trata-se de um livro de Português distribuído para 500.000 alunos da rede pública de ensino.

Como antigo advogado – Ives Gandra já está com 76 anos – ele lamenta profundamente que os ministros do STF tenham adotado uma “crescente atuação como legisladores e constituintes, e não como julgadores”. Dizendo o mesmo em termos mais duros: eles têm usurpado as atribuições constitucionais do Poder Legislativo!

Como se sabe, uma coisa é o casamento civil e outra o religioso. Uma resposta afirmativa ao plebiscito, só abrirá espaço para o primeiro e não se estenderá ao segundo. Acho mesmo que um Estado democrático de direito não deve regulamentar costumes religiosos, como as formas de batismo e de casamento.

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