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Márcio Coimbra

Márcio Coimbra

Márcio Chalegre Coimbra, é advogado, sócio da Governale - Políticas Públicas e Relações Institucionais (www.governale.com.br). Habilitado em Direito Mercantil pela Unisinos. Professor de Direito Constitucional e Internacional do UniCEUB – Centro Universitário de Brasília. PIL pela Harvard Law School. MBA em Direito Econômico pela Fundação Getúlio Vargas. Especialista em Direito Internacional pela UFRGS. Vice-Presidente do Conil-Conselho Nacional dos Institutos Liberais pelo Distrito Federal. Sócio do IEE - Instituto de Estudos Empresariais. É editor do site Parlata (www.parlata.com.br) articulista semanal do site www.diegocasagrande.com.br e www.direito.com.br. Tem artigos e entrevistas publicadas em diversos sites nacionais e estrangeiros (www.urgente24.tv e www.hacer.org) e jornais brasileiros como Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Zero Hora, Jornal de Brasília, Correio Braziliense, O Estado do Maranhão, Diário Catarinense, Gazeta do Paraná, O Tempo (MG), Hoje em Dia, Jornal do Tocantins, Correio da Paraíba e A Gazeta do Acre. É autor do livro “A Recuperação da Empresa: Regimes Jurídicos brasileiro e norte-americano”, Ed. Síntese - IOB Thomson (www.sintese.com).

Segunda, 14 Março 2016 14:43

MATURIDADE INSTITUCIONAL

É assim que se constrói uma nação de verdade, sob a luz do dia, mediante institutos democráticos, soberanos e republicanos.

Quinta, 17 Dezembro 2015 11:07

TEMPOS SOMBRIOS

A perda do grau de investimento impulsiona também o aumento do dólar, uma vez que os investidores tendem a se refugiar na segurança da moeda estrangeira. O resultado é aumento da inflação. O dólar, que é o responsável por determinar o preço de bens como soja, milho e petróleo, pressionará a inflação, que deve aumentar.

Quinta, 03 Dezembro 2015 12:44

A VIRADA DE MACRI

A eleição de Mauricio Macri para presidente da Argentina representa uma mudança de fundo na política do país e também na região.  O anúncio do movimento em denunciar a Venezuela diante da cláusula democrática do Mercosul evidencia uma disposição urgente de reposicionar a Argentina no cenário internacional.

Sexta, 30 Outubro 2015 08:32

QUEM SERÁ O NOSSO TRUMP?

Se você acredita que a política brasileira enfrenta um período turbulento, imagine só como estão os nervos aqui em Washington. Os republicanos, que teriam tudo para vencer a próxima disputa presidencial, começaram a se complicar. No lado dos democratas, as coisas também não andam como deveriam.

Quinta, 01 Outubro 2015 19:25

DILMA EM APUROS

Dilma mostra-se incapaz de implementar os ajustes necessários, não consegue articular sua base de apoio e sofre a intensidade do fogo amigo que passou enxergar seu afastamento como uma forma de blindar seu legado e seu retorno.

Collor olhou no relógio, assinou a mensagem de seu afastamento temporário do cargo e retirou-se do Palácio do Planalto. Este é hoje um dos maiores pesadelos de Dilma Rousseff, ou seja, seguir os passos do Presidente que sofreu o impeachment.

Sexta, 03 Julho 2015 21:32

SAÍDA HONROSA

83% dos brasileiros desaprovam a maneira de governar de Dilma, enquanto 78% afirmam não confiar nela. 82% enxergam seu segundo governo pior do que o primeiro. Em qualquer democracia são números de uma administração moribunda, que respira por aparelhos e espera simplesmente o fim. A questão é que Dilma ainda tem 3 anos e meio de mandato pela frente. Como disse antes, é uma agonia interminável.

No sentido de racionalizar este sistema, existe o modelo distrital misto, onde o eleitor vota duas vezes: no representante de seu distrito e também em um outro nome, que concorre proporcionalmente em seu estado. Este é o sistema adotado pela Alemanha.

Terça, 05 Maio 2015 15:13

NO PLANALTO, O PATO É MANCO

Lame duck ou pato manco. É assim que a política se refere a um mandatário fraco, sem poderes, que permanece no cargo. Diante da terceirização do governo, conduzido por Michel Temer na política e por Joaquim Levy na economia, não há como não enxergar em Dilma a mais perfeita materialização dessa expressão.

Terça, 24 Março 2015 14:08

REALIDADE PARALELA

Neste momento toca o despertador. Dilma acorda-se de supetão no Palácio do Alvorada. O ano é 2015. Lá fora, escutam-se grilos e é possível inclusive ouvir o silêncio. Em seu coração um misto de alívio e desespero, na dúvida se aquilo era um sonho, premonição ou pesadelo.

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