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Huascar T. do Valle

Huascar T. do Valle

Ensaísta e advogado. Dedica-se a estudos nas áreas da filosofia, história, arqueologia, linguística, semântica geral, psicologia, psicanálise, cosmogonia, cosmologia, etologia e sociobiologia. É colunista do site Mídia sem Máscara. É autor das obras "Hino à Liberdade" e "Tratado de Economia Profana". Entre seu material inédito, constam as obras "Sociedade da Desconfiança", "Trincheiras do Iluminismo", "A Treatise on Profane Religion", "The Twilight of Gods" e "Jesus, from Abraham to Marx".

Quarta, 21 Maio 2008 21:00

Finalmente; A Verdade sobre o MST

Chega de blá-blá-blá! Vamos falar a verdade, para variar! Prepare-se para conhecer, pela primeira vez, a verdade sobre o MST e outros movimentos terroristas congêneres.

Chega de blá-blá-blá! Vamos falar a verdade, para variar! Prepare-se para conhecer, pela primeira vez, a verdade sobre o MST e outros movimentos terroristas congêneres.

Existe uma conspiração na mídia para não expor a realidade sobre a grande ameaça do MST, que torna-se cada vez mais perigosa e já se aproxima das cidades. O psicopata comunista Stédile está de fato implantando sua versão tupiniquim da revolução comunista, para deleite do Presidente e de seus acólitos, com o apoio do desvairado comunista dom Balduíno, presidente da Pastoral da Terra, que defende a invasão de terras produtivas. Ambos cometem o crime de incitação à violência e deveriam ser enjaulados.

No entanto, os dois criminosos contam com a cumplicidade do Ministério da Justiça, do Ministério Público, da Polícia Federal e até do Poder Judiciário, que toleram essa loucura, como se ignorassem as desgraças que o comunismo acarretou em mais de quarenta países, no século passado, ao tentar a coletivização da agricultura. Dezenas de milhões morreram na União Soviética e na China, que se tornaram os maiores compradores de grãos dos Estados Unidos, pois o setor agrícola foi dizimado pelas mesmas idéias que agora animam os stédiles e balduínos da vida. Preparemo-nos para o pior!

Qual foi o fenômeno que detonou este fenômeno terrível, com milhões de sem-terra zanzando pelos campos, sem-emprego, praticando o terrorismo rural, com a cumplicidade dos comunas que assumiram o governo? Este é um grande segredo, que tem sido guardado a sete chaves pela mídia e pelos medalhões que dão entrevistas pela televisão que, como sempre, desfilam uma hemorragia de asneiras, cuidadosamente evitando tocar no verdadeiro estopim que deflagrou esta imbecilidade.

Ao contrário do que afirmam os dementes do PT e do MST, a culpa da existência do enorme contingente de sem-terra e sem-teto, no campo, não é dos latifúndiários. Isto é conversa dos comunistas para dar vazão a seus rasteiros instintos assassinos e obedecer ao catecismo vermelho de Marx, Stálin, Mao Tsé-tung e outro profetas da baderna e do genocídio.

A verdadeira origem do terrorismo do MST e congêneres, embora não seja politicamente correto revelá-lo, foi exatamente a APLICAÇÃO DAS LEIS TRABALHISTAS NO CAMPO. Sim! Como era de se esperar, foi deflagrado pelos tecno-burocratas do governo. Como disse o grande estadista iluminista Thomas Jefferson, o governo não é a solução. O governo é o problema! Apesar de sua arrogância e prepotência, os “sapientíssimos” burocratas só fazem asneiras. Arrasam o País, embora nunca se esqueçam de se enriquecer, no processo.

Pasmem todos! A intenção explícita dos burocratas, ao mandar aplicar no campo as leis trabalhistas foi, deliberamente, destruir a antiga estrutura rural, que se havia formado há séculos e vivia em estado de equilíbrio, a fim de expulsar mão-de-obra do campo para as cidades, para proporcionar mão-de-obra abundante e barata, facilitando a industrialização do País. Sem dúvida, atingiram seu objetivo, quanto a este objetivo.

No entanto, erraram na dose e, qual aprendizes de feiticeiro, não souberam interromper a mágica. Derramaram uma verdadeira catadupa de migrantes dos campos para os centros urbanos, particularmente para São Paulo, inflacionando a oferta de mão-de-obra e jogando milhões de miseráveis nas favelas das periferias urbanas.

O pior é que, ao serem violentamente aplicadas no campo, as leis trabalhistas sofreram a infecção virulenta das idiotices marxistas, tal como a “mais valia”, a “luta de classes” e outros dogmas retrógrados que habitam a mente pervertida de petistas e de outros adoradores do fracassado totalitarismo soviético.

Antes da aplicação nefasta da CLT (uma lei trabalhista tipicamente urbana), no campo, os fazendeiros e seus “colonos” viviam em estado de harmonia, como se fossem grandes famílias e muitos deles, com o tempo, conseguiam transformar-se em proprietários. De fato, estava ocorrendo uma reforma agrária espontânea, sem violência, sem ódio, respeitando o Direito de Propriedade e o Estado de Direito.

Nem uma bomba atômica teria feito tanto estrago na estrutura social e econômica do campo quanto a aplicação das leis trabalhistas, impregnadas de imbecilidades marxistas, que acabou com a antiga simbiose entre os fazendeiros e os “colonos” e a substituiu pela “luta de classes”, semeando o ódio e a discórdia. Infelizmente, muitos juizes compraram a idéia e passaram a castigar os patrões, agora considerados burgueses e inimigos dos trabalhadores. Foi uma hecatombe. Como sertanista de longa data, conheço de perto o problema. Freqüentei o sertão das gerais por décadas e acompanhei de perto, estarrecido, o desastre causado pela truculenta aplicação da CLT no contexto rural, sem discussão, sem aviso prévio, sem as adaptações necessárias e que, não obstante, prevalecem até hoje.

Os empregados e colonos, que antes eram amigos dos fazendeiros, de repente foram impregnados do ódio marxista contra os antigos parceiros, proprietários de terras. Milhares deles foram à justiça, a fim de “exigir seus direitos”: férias, fundo de garantia, décimo-terceiro, horas-extras, condução, limitação do horário de trabalho, carteira assinada, indenizações e tudo o mais que os advogados pudessem imaginar, inspirados na famigerada CLT. Naquele tempo, havia até a estabilidade do empregado rural que, como os funcionários públicos, a partir do momento da garantia do emprego, param de trabalhar de verdade.

Surgiu até uma nova profissão, no interior: “testemunhas profissionais”, para atuar nas audiências de instrução e julgamento. Muitos fazendeiros foram à falência, pois tiveram que se desfazer de suas propriedades a fim de pagar os infinitos “direitos” de seus novos inimigos e também fugiram para as cidades. Os que não foram à falência desfizeram-se dos empregados, pois cada um deles passou a representar uma terrível ameaça.

O objetivo da justiça trabalhista, de fato, consiste em tirar até a última gota de sangue do patrão, justificado pela estupidez marxista da “devolução da mais-valia” e pelo novo princípio, que jogou por terra a verdadeira justiça: “in dubio pro misero”. Somado à lei do usucapião, segundo a qual os “colonos” podiam furtar legalmente as terras do proprietário, onde antes viviam tão bem, houve uma explosão no êxodo rural. Para se defenderem das ameaças trabalhistas, os fazendeiros tiveram que despedir e expulsar de suas terras os antigos colonos e empregados, criando a nova classe dos “sem-terra” e “sem emprego”, no campo, e também as imensas favelas urbanas, valhacouto de bandidos e traficantes, que infernizam a vida de pessoas decentes, que também habitam muitas favelas. Obra dos tecno-burocratas.

Um grande amigo fazendeiro, que tinha mais de duzentos “colonos”, foi obrigado a expulsá-los de suas terra, abandonar a lavoura e praticar a pecuária, com apenas três empregados. Uma questão de sobrevivência. Este exemplo repetiu-se, ad infinitum, pelo Brasil afora.

Até aí, os petardos atingiram apenas o campo. Porém, quais foram suas conseqüências nos centros urbanos? Ora, o súbito aumento da oferta de mão-de-obra teve um resultado imediato favorável, ao permitir a atração de muitos investimentos, contribuindo para a industrialização do País.

No entanto, o erro na dosagem do purgante causou uma verdadeira diarréia de mão-de-obra disposta a trabalhar a qualquer preço, redundando no aviltamento dos salários dos antigos assalariados, principalmente no ABC paulista, onde se concentravam as mais importantes indústrias do País e os sindicatos entupidos de comunistas da mais alta virulência.

Os sindicatos, principalmente a CUT, o mais importante núcleo comunista do País, não gostaram, pois sua função, como fanáticos que são, seria a de promover a devolução da “mais valia” de seus patrões, aumentando os salários de seus sindicalizados, se possível até levar seus empregadores à falência, e nunca mediam as conseqüências de suas badernas. Até faziam greves com destruição de carros nos pátios. Os comunas concluíram que tinham que fazer qualquer coisa para evitar que os expulsos do campo corressem para as cidades, oferecendo-se para trabalhar a qualquer preço e aviltando os salários dos sindicalizados.

A solução para o problema encontraram no catecismo de Marx e Lênin. Tomaram duas providências, que vieram desaguar no desastre que atualmente vitima o País. Primeiro, tiraram do fundo do baú a fracassada “reforma agrária”, que causou desgraças horripilantes em todos os países onde foi experimentada, porém que, para eles, veio a calhar, pois represava a mão-de-obra ociosa no campo, preservando as “conquistas” salariais de seus sindicalizados.

Segunda providência: resolveram apostar todas as fichas em um partido comunista disfarçado, que jamais usaria a palavra “comunismo”, que havia virado palavrão, tamanhas foram as desgraças causadas em todos os países onde foi implantado. Afinal de contas, poderiam usar o eufemismo “socialismo”. Assim nasceu o PT, o braço político da CUT que, naturalmente, adotou também a bandeira furada da reforma agrária--de fato a favelização do campo, pois a verdadeira reforma agrária que o País necessita é proteger os empresários rurais e proporcionar-lhes infra-estrutura adequada, com a qual o Brasil se tornaria imbatível no setor agropecuário, além de criar empregos no campo, de verdade, e não de conversa fiada, como as promessas mirabolantes do Lula.

Assim, todo o Brasil se encontra refém dos interesses dos sindicatos do ABC, à custa do caos em que se encontra a administração pública e do fracasso retumbante do governo do cripto-comunista Lula.

A estupidez da esquerda é tamanha que, em vez de colocar na cadeia os terroristas rurais, está cedendo às chantagens dos stédiles da vida e aumentando as verbas para os bandidos invasores de terras, que jamais produziram uma espiga de milho como excedente para comercialização. Enquanto fazem essas asneiras, combatem as contribuições da engenharia genética, não consertam as estradas esburacadas, não constroem silos para o armazenamento de grãos, aumentam o contigente de marajás mamando nas tetas do governo e nem tomam conhecimento da fila de milhares de caminhões de soja no Porto de Paranaguá, que já atinge mais de cem quilômetros.

Temos aí a verdadeira dimensão do custo Brasil: a burrice dos débeis mentais da esquerda, que assomaram ao poder à custa de mentiras e promessas demagógicas, do tipo “quarenta anos em quatro”, como prometeu Lula, no Estado do Acre.

Só se forem quarenta anos de atraso! Já começou bem: sete nações já passaram na frente do Brasil e estamos retornado para a 48.ª posição que tínhamos, antes do governo militar, que elevou o Brasil à posição de oitava potência no ranking das nações industrializadas. Em nome de muitos milhões de brasileiros, que aspiram por ordem e progresso, eu lamento: Que saudades dos tempos do governo militar!

Pensamento do dia: “Propriedades particulares são invadidas por agressivos movimentos ditos sociais, sob a desculpa da reivindicação de terras, ante a complacência dos poderes públicos. Pior ainda, mediante o financiamento da União, que aumentou o valor a ser dado a fundo perdido para cada família “assentada”, de R$ 7.700,00 para R$ 16.100,00, um inédito aumento de 109%, segundo publicado no Diário Oficial de 14 de abril. Ou seja, o Governo está subsidiando a violação ao Estado de direito, premiando, na maioria das vezes, indivíduos que não passariam de criminosos. Se hoje as propriedades rurais podem ser invadidas, por que amanhã as propriedades urbanas ficarão a salvo desse tipo de ação? Cândio Prunes, Vice Presidente do Instituto Liberal (14.04.04).


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Data de Publicação: 18/04/2004

Sexta, 27 Abril 2007 21:00

Marxismo: A Burrice Vermelha

O grande erro de Marx é que, historicamente, a luta de classes mais importante tem sido entre cobradores e pagadores de impostos. Ou seja, entrre o governo e os cidadãos.
Por incrível que pareça, existem, principalmente em universidades, milhares de intelectuais que se confessam marxistas. Ou seja, eles interpretam o mundo e a história sob a ótica de um demente paranóico com incrível capacidade de distorcer os fatos e apresentar as maiores bobagens disfarçadas em profundas verdades.
 
Os postulados de Marx, apesar de exibirem o pomposo nome de "materialismo dialético", são tão ingênuos e absurdos que só podem ser entendidos como resultado da fé, ou seja, de uma religião secular, pois, quando alguém começa a crer, pára de pensar.
 
Por exemplo, a badalada "luta de classes". Marx afirma, solenemente que, por toda história, houve conflitos de classes, o que não passa de uma obviedade infantil. No entanto, desta premissa simplória ele conclui que os maiores males da humanidade advêm da "luta" entre empresários e empregados e que o caminho para uma "sociedade justa e solidária" seria os operários cortar a garganta dos patrões e assumir a direção das empresas. Ora, no passado esta "solução" foi tentada dezenas de vezes e nunca deu certo. Para que insistir? Hem, Lula?
 
O grande erro de Marx é que, historicamente, a luta de classes mais importante tem sido entre cobradores e pagadores de impostos. Ou seja, entrre o governo e os cidadãos. No Brasil, por exemplo, a quadrilha dominante surrupia quase metade do que produzem os cidadãos e o fruto desta roubalheira é principalmente distribuída entre as elites do poder, sob a forma de altos proventos, sem falar na corrupção que, aqui, atinge proporções ciclópicas. Suspeita-se até do comércio de liminares e sentenças em tribunais superiores (quando os culpados são "punidos" com aposentadorias milionárias).
 
Chamar de exploradores aos empresários é de uma burrice assustadora. São eles que criam riqueza, que é distribuída por toda a sociedade, inclusive por meio de salários pagos aos empregados. Também pagam os impostos que sustentam o governo. Afirmar, como fazem os comunistas/marxistas, que o empregado se apropria da "mais valia" de empregado é outra idiotice. É mais lógico supor que são os empregados que se beneficiam da criatividade e da coragem de assumir riscos dos empresários. Tanto assim que países, como a URSS, que tentaram acabar com os empresários, só conseguiram fazer com que os operários trabalhassem instituindo regimes de terror e campos de trabalhos forçados (gulags). No capitalismo, ao contrário, vigora o regime de recompensa e do respeito ao Direito de Propriedade, com melhores resultados e sem necessidade de exterminar milhões de cidadãos, como ocorreu nos países comunistas.
 
Outra sandice comunista é o uso malicioso da palavra "imperialismo". Os Estados Unidos venceram duas guerras mundiais e não se apropriaram de nem um metro quadrado de território, enquanto a URSS, após a II Guerra Mundial, anexou dezenas de países e os manteve subjugados a poder de fuzis e tanques, como Hungria, Checoslováquia e Alemanha Oriental. No entanto, comunas de todo o mundo referem-se aos Estados Unidos como país imperialista e esquecem-se que a URSS, esta sim, a nação mais imperialista de todos os tempos, anexou tantos países que chegou a atingir 21 milhões de quilômetros quadrados (quase três brasis). Comunas vivem no mundo da lua e não cultivam o menor compromisso com a realidade nem com a coerência. Só desejam o poder, para usar e abusar.
 
Outra mega-burrice vermelha consiste em não tirar proveito das lições da História. A experiência comunista, em essência, a concentração de poderes em um grupo dirigente (exatamente o contrário da democracia) sempre colheu resultados pavorosos, como: a criação de uma nova aristocracia privilegiada (Nomenklatura); o genocídio de milhões de pessoas inocentes; a instituição de regimes policiais que usam o terror como instrumento social e político; o espírito bélico que resulta sempre em guerras, com milhões do mortos e destruição de cidades inteiras; o fracasso econômico, chegando a causar mortes aos milhões, por fome.
 
Na Coréia do Norte o governo chegou a estimular a população a comer capim (apesar de substancial ajuda financeira da China ex-comunista, hoje praticando o capitalismo selvagem e a pirataria econômica, além de verdadeiro regime de escravidão - operários trabalhando quinze horas por dia, sem domingos nem feriados). Em Cuba ocorrem mortes por inanição, pois as rações fornecidas pelo governo são ridículas. No entanto, é proibido aos médicos diagnosticar "inanição", sob pena de irem parar nas quase mil penitenciárias existentes. Antes do comunismo, o ditador Fulgêncio Baptista mantinha apenas seis penitenciárias, sem as horrorosas merdácias, onde certos presos são punidos com banhos diários de excrementos humanos. Mesmo assim, comunistas disfarçados de petistas nutrem o sonho de transformar o Brasil em uma gigantesca Cuba. Oscar Niemeyer, comunista fanático, declarou que "o regime cubano é o que serve ao Brasil". Como não podemos considerar burro o grande arquiteto, temos que admitir que sofre de demência parcial, quando se trata de assuntos políticos. O comunismo, verdadeira religião, baseada na fé, paralisa a razão, até mesmo de sumidades como Niemeyer.
 
A verdade é que comunistas sabem do fracasso do comunismo, no entanto sempre se imaginam fazendo parte da Nomenklatura privilegiada. Ninguém quer ser operário em países comunistas, onde, para começar, sindicatos são proibidos.
 
Em regimes coletivistas, como no comunismo, sempre existe a busca do fanático perfeito. No Camboja, Pol Pot , à procura do comunista perfeito (ignorante e obediente) exterminou cerca de um terço da população, em seus campos de reeducação política. Enquanto isso, fez uma gigantesca coleção de crânios. O caso do Camboja lembra a Inquisição, que também torturou e matou barbaramente milhões de supostos hereges ou bruxas, em busca do católico perfeito. Os expurgos de Stálin vitimaram cerca de 60 milhões de soviéticos. O holocausto nazista é outro exemplo de busca da purificação da raça. Todos os regimes coletivistas, de concentração do poder, sempre levam a um tipo qualquer de genocídio. Os comunas sabem disto, no entanto, desejam ardentemente o genocídio e a tortura, pois o comunismo é uma religião do mal, derivado do Stanismo praticado por Marx e Engels, alunos do satanista Moses Hess.
 
Como declarou o pastor Wurmbrand, o comunismo não passa de uma fachada para o Satanismo, onde o ideal não é o bem, mas o mal. Não à toa comunistas adoram badernas, "justiçamentos", seqüestros, assaltos, guerrilhas, invasões, revoluções e guerras. Sempre pregam a violência como arma política. Em Belo Horizonte, que tem um prefeito comunista, foi erigido disfarçadamente um altar para Satan, em via pública, sugerindo a existência de algum pacto demoníaco.
 
Triste é constatar que, no Brasil, que tem um presidente comunista, que tem Cuba como modelo ideal, consideráveis avanços têm sido feitos no sentido da comunização do País, sem que a grande maioria da população, e também a mídia, percebam este desastre. O MST (terroristas rurais protegidos pelo Governo) é um bom exemplo. Como disse John Philpot Curran: "O preço da liberdade é a eterna vigilância".
 
Além de burros, os comuno-petistas-socialistas-social-democratas são também absolutamente cretinos. Para constatar basta ver a propaganda do PCdoB, do PPS, do PSOL, do PSD, et caterva. Com a maior cara-de-pau seduzem o eleitorado prometendo "liberdade" e "democracia", quando intenção deles é instaurar a tirania e o Estado policial-terrorista, conforme fizeram em todos os países. Ou alguém acredita que eles vão mudar? Hugo Chávez que o diga!
 
Pensamento do dia, do General Mark W. Clark, comandante das forças americanas na Itália durante a II Guerra Mundial.: "Não queremos da Itália senão um pedaço de terra – o suficiente para enterrarmos nossos mortos".
Segunda, 19 Março 2007 21:00

Palhaçadas Bolivarianas

Desde da fundação do Foro de São Paulo, a América está voltando ao caos primitivo, como sempre aconteceu em países que adotaram o comunismo.

Um ano antes de sua morte, ocorrida em 1830, o grande herói iluminista Simón Bolívar, El libertador, cuja memória tem sido profanada pelo histrião-caudilho Hugo Chávez, legou-nos palavras proféticas, de impressionante atualidade:

"Durante vinte anos tive o poder e tirei umas poucas conclusões inquestionáveis: 1. A América é ingovernável por nós. 2. Quem serve à causa da revolução perde tempo. 3. A única coisa a fazer na América é emigrar. 4. Este País cairá infalivelmente nas mãos de um bando desenfreado de tiranos mesquinhos de todas as raças e cores, que não merecem consideração. 5. Devorados por todos os crimes e aniquilados pela ferocidade, seremos desprezados pelos europeus. 6. Se fosse possível que parte do mundo voltasse ao caos primitivo, esta parte seria a América."

Desde da fundação do Foro de São Paulo, a América está voltando ao caos primitivo, como sempre aconteceu em países que adotaram o comunismo. Vários países estão caindo nas mãos de tiranos mesquinhos (alguns camuflados de democratas), como Fidel Castro, Noriega, Hugo Chávez, Néstor Kirchner, Evo Morales e Lula, fundador do Foro de São Paulo e, nas horas vagas, presidente do Brasil. Outros comunas são os presidente do Chile, Equador e Uruguai, e outros vêm por aí, na esteira do populismo barato que seduz os latino-americanos.

Uma demonstração deste caos foi a visita do presidente Bush a países da América Latina. Em todo o Continente houve demonstrações de rua, queimando bandeiras dos Estados Unidos e bonecos do presidente Bush. Na Argentina, que foi aliciada por alguns bilhões de petrodólares bolivarianos, o biltre Chávez financiou frotas de ônibus para trazer idiotas da periferia para aumentar o volume das passeatas e para encher o estádio onde fez um comício, como sempre, com sua lenga-lenga contra Bush e os Estados Unidos. É a velha técnica consagrada por Hítler: arrebanhar a massa ignara por meio de um inimigo comum.

Nota-se, pela aparência dos manifestantes, que se tratam de pessoas do mais baixo nível: moleques de rua, arruaceiros, vagabundos, pivetes, bebuns, bandidos. vândalos, marginais e também estudantes, de mentes imaturas, manipulados pelos comunas. Especializaram-se em organizar badernas de rua como se fossem manifestações expontâneas da população. Uma verdadeira palhaçada, mas funciona, principalmente pela cumplicidade da mídia, que divulga as manifestações de meia dúzia de marginais como se fosse o clamor de toda uma nação. Os manifestantes não sabem quem é Bush, quem são os Estados Unidos, e, a troco de alguns centavos, fazem manifestações contra qualquer causa. Uma palhaçada, totalmente incompatível com o ideário da verdadeira democracia. É a volta do caos primitivo profetizado por Bolívar. E o líder deste caos é o psicopata Hugo Chávez, um louco perigosíssimo, porque tem os bolsos recheados de petrodólares e está comprando a consciência de vários países.

O tresloucado está se armando fortemente, adquirindo aviões, navios e submarinos de última geração, enquanto o Brasil compra sucatas voadoras da França. O passado de glórias de nossa pátria está ameaçado por um futuro de humilhações.

Por que estamos caindo neste precipício? Há alguns séculos o Brasil estava mais adiantado que os Estados Unidos, e um mapa deste país ostentava os dizeres: tierras de ningun provecho. Por que os Estados Unidos evoluíram e enriqueceram tanto, enquanto o Brasil, hoje, não passa de um caudatário do novo líder das esquerdas no continente, o energúmeno Hugo Chávez?

A História nos responde. Os Estados Unidos foram fundados sob os princípios do Iluminismo, que representam o ápice da civilização ocidental, exatamente o oposto da barbárie. Não à-toa o grande Roberto Campos diagnosticou sucintamente o drama de nossa época: "O dilema esquerda-direita acabou. A dicotomia que hoje vivemos é entre o Iluminismo e a barbárie".

O Iluminismo é o fim do absolutismo e da tirania, é a divisão dos poderes, a igualdade dos cidadãos perante a lei, a separação absoluta entre igreja e Estado; o Estado de Direito (o Império da Lei), a supremacia da razão sobre a autoridade, o triunfo da ciência sobre a superstição, a ênfase no homem e neste mundo, antes que em especulativas noções sobre uma vida após a morte; respeito à propriedade; garantia ao cumprimento de contratos; o fim do autoritarismo e do coletivismo, a supremacia do individualismo e o principio da responsabilidade pessoal (e não coletiva), com seu aspecto político representado pela democracia e seu aspecto econômico pelo capitalismo.

Os países que adotaram os princípios do Iluminismo prosperaram e os países que só os adotaram parcialmente tiverem índices de progresso proporcionalmente menores. Os que não os adotaram regrediram à barbárie, como a Alemanha de Hítler, a Itália de Mussolini, os países comunistas e certos países árabes, como o Afeganistão dos talibãs e o antigo Iraque. Os países bárbaros, sempre tiranias ou teocracias, são obcecados com a guerra, como Cuba, Coréia do Norte, Irã. Os países iluministas só fazem guerras defensivas e não incorporam territórios alheios, como os Estados Unidos, que salvaram o mundo em duas guerra mundiais, libertaram vários países, como Cuba, Panamá e Filipinas e ajudaram a reerguer seus antigos inimigos, como Japão e Alemanha. Hoje estão sendo azucrinados pela Coréia do Norte, Irã, Síria e os paus-mandados do sargentão Hugo Chávez, inclusive nosso Presidente.

A decadência do Iluminismo é obra da tentativa de volta do absolutismo e do coletivismo, representado pelo socialismo-comunismo, uma religião profana disfarçada de teoria política-econômica, lançada em 1848 por Karl Marx e Friedrich Engels, no famigerado Manifesto do Partido Comunista, que se inicia com estas palavras proféticas: "Um espectro ronda a Europa - o espectro do comunismo". Poderiam ter dito: "O espectro da barbárie, agora com nova roupagem".

Temos que reconhecer a progressiva derrota do Iluminismo frente ao avanço da barbárie do comunismo, principalmente no Brasil, que caiu nas mãos de um comunista espertíssimo e de um partido que exibiu, em seus quatro anos de mandato, o maior espetáculo de roubalheira e corrupção jamais sonhado nem pelos mais pessimistas dentre os autodenominados cientistas políticos. Bárbaros não têm ética!

Só quem é cego não percebe o caos que atingimos, vaticinados pelo iluminista Bolívar. Basta assistir aos noticiários televisivos, com sua oferta diária de fatos escabrosos: balas perdidas fazendo várias vítimas por semana, policiais sendo executados em serviço e fora dele (recentemente onze foram eliminados em uma semeara), menino de seis anos arrastado por sete quilômetros por pivetes ladrões de carro, dezenas de seqüestros por semana, criança de ano e meio sendo estuprada e assassinada; escolares sendo executados na saída das aulas, menores aos milhares sendo aliciados pelo mundo do crime e da prostituição, para se beneficiarem do Estatuto do Menor, quadrilhas especializadas em assaltar caminhões ou bancos, pelo interior do País; as pessoas com medo de sair às ruas entregues a bandidos e morando em fortalezas, pois o governo não proporciona segurança (que saudades dos tempos do regime militar!), arrastões em praias e condomínios de luxo.

A corrupção campeia solta em todos os níveis do governo, minando os recursos que deveriam ser empregados para o bem da Nação. A Controladoria apurou irregularidade em mais de 90% das prefeituras do interior, que freqüentemente não passam de quadrilhas de malfeitores. Não é surpresa, pois o Procurador Geral da União declarou que o governo petista não passa de uma organização criminosa. O exemplo vem de cima.

Além disso, com todo nosso potencial de crescimento, o Brasil continua patinando, disputando com o Haiti a lanterninha do crescimento econômico, com uma tributação predatória duas vezes maior que de outros países emergentes. E crescendo! O Congresso e até a cúpula do Poder Judiciário revelam-se submissos diretamente ao presidente e indiretamente ao Foro de São Paulo e seu novo chefe, o demoníaco Hugo Chávez. A legislação e o burocratismo selvagens impedem a criação de empresas. A corrupção campeia em todos os níveis; a impunidade é um estímulo para a bandidagem. As estradas estão esburacadas. A roubalheira "legal" das tais indenizações aos perseguidos políticos é um escândalo. O plano megalomaníacos da transposição das águas do São Francisco custará, de fato, cerca de 20 bilhões e promete ser uma fonte infinita de corrupção. Se isto não é o caos, o que é?

Finalmente, um brilhante pensamento do ilustre pensador liberal J. O. de Meira Penna: "Atribuir o nazismo e o comunismo ao Iluminismo é uma ofensa à razão". Assino embaixo.

Domingo, 04 Março 2007 21:00

Mais um Pacotaço! Que Horror!

Para quem enganou mais de cinqüenta milhões de eleitores, lançar mais um pacotão de mentiras e sonhos é café pequeno.

Para quem enganou mais de cinqüenta milhões de eleitores, lançar mais um pacotão de mentiras e sonhos é café pequeno.

No primeiro mandato, com o maior estardalhaço, Lula prometeu o "espetáculo do crescimento!" No entanto, o que assistimos foi o espetáculo da corrupção, dos mensaleiros, dos sanguessugas. Sempre protagonizado pelo PT!

Quanto ao crescimento, só o miserável Haiti cresceu menos que o Brasil. Mesmo assim, uma multidão de aloprados deu a Lula mais quatro anos de mandato, com carta branca para cometer mais asneiras.

Mais uma vez confiante na ingenuidade e na ignorância do eleitorado, aí incluída a burritsia brasileira, Lula repetiu a promessa do "espetáculo", agora com outro nome: "Plano de Aceleração do Crescimento", um pacotaço gerado principalmente na cabeça da ex-terrorista Dilma Roussef, figura de proa do staff ministerial do Presidente.

Tão certo quanto dois mais dois são quatro, o pacotaço, como todos os anteriores (Plano Congelado, Plano Verão, Plano Collor) vai dar com os burros na água, por um motivo muito simples. Em vez de atacar os principais óbices ao nosso crescimento, vai agravá-los.

Em vez de diminuir o gigantismo do Estado, vai aumentá-lo. Em vez de reduzir a intolerável tributação acima de 40% do PIB, vai inflá-lo ainda mais. Em vez da meritocracia contatará petistas e sindicalistas para cargos-chave. Em vez de combater a praga do marajaísmo, vai elevá-lo a novas alturas, no processo, apropriando-se do Estado. Em vez de submeter o País a um choque de capitalismo e de liberdade, Lula vai agachar-se, como sempre, perante seus mentores políticos comunistas, disfarçados de "socialistas": Fidel Castro, Hugo Chaves e Evo Morales. Em vez de estimular transações comerciais com países do primeiro mundo, especialmente os Estados Unidos e os países da União Européia, Lula vai associar-se a países do terceiro, quarto e quinto mundos, de preferência aqueles entregues a regimes ditatoriais ou socialistas, tão a seu gosto.

Após a Segunda Guerra mundial, graças aos Estados Unidos, o capitalismo salvou o Japão, a Coréia do Sul, a Itália, a França, a Alemanha e a Inglaterra (graças a Thatcher). Agora novamente o capitalismo está salvando Índia, China, Taiwan, Cingapura, Indonésia e até a Irlanda, hoje o maior padrão de vida do mundo. Enquanto isto o socialismo irá afundar a Venezuela, o Equador, a Bolívia e provavelmente Uruguai, Argentina e Brasil.

Em suma, como acelerar o crescimento se nosso presidente pretende engatar marcha-a-ré e repetir os erros do socialismo, um regime que, no século passado, produziu monstrengos como a Alemanha nazista, a Itália fascista e países comunistas tal como União Soviética, China, Camboja, Cuba, Coréia do Norte e alguns países do Leste Europeu? Poderá o socialismo, um regime retrógrado e fracassado, lograr êxito no Brasil, onde nem a democracia deu certo?

Mesmo se o País almejasse superar esses óbices, tal não seria possível, pois, além de termos um congresso que mais parece um balcão de negócios, estamos tolhidos por uma falsa constituição, de cunho comunista, preparada pelos cobradores e não pelos pagadores de impostos, como deveria ser uma verdadeira constituição (tal qual a famosa Carta Magna de 1215, na Inglaterra). O espírito de nossa constituição é completamente diferente da Carta Magna e tristemente semelhante ao Código de Manu, da Índia Antiga, que estipulava os "direitos", ou melhor, os "privilégios" dos marajás e os "deveres" das castas inferiores.

Por incrível que pareça, também a Igreja Católica divide a sociedade em castas, conforme a encíclica "Vehementer Nos", de autoria do Santo Papa Pio X (papa 1903-14, canonizado em 1954). Conforme ela, divide-se a sociedade em três castas. A mais importante é a Igreja, "o corpo místico de Jesus Cristo", seja lá o que for isto. Cabe a esta casta superior mandar, doutrinar, "salvar", cobrar dízimos e impostos! A segunda casta é dos nobres, a quem cabe guerrear, promover a paz interior e também cobrar impostos, é claro. A terceira casta, "a grei" (rebanho de gado miúdo), tem a função de obedecer, "como um dócil rebanho" (sic), trabalhar e sustentar, com impostos, a vida boa, o luxo e a riqueza da primeira e segunda castas. No entanto, se Cristo hoje realizasse a parousia (a segunda vinda ao mundo), só entraria no Vaticano e na Opus Dei com o mesmo chicote com que expulsou os vendilhões do Templo de Herodes.

No mesmo diapasão, nossa constituição ressuscita a tendência, muitas vezes milenar, de dividir a sociedade em castas, cada qual gozando de determinados privilégios ou determinadas obrigações. No Brasil, a casta superior são os marajás do serviço público, aquinhoados com salários milionários, estabilidade no emprego (quanto vale este privilégio?), confortabilíssimos ambientes de trabalho, além de uma série de penduricalhos, como qüinqüênios acumulativos, décimo quarto e décimo quinto salários, e uma pletora de adicionais que não nos é dado conhecer – simples mortais que somos. Apenas um exemplo: em muitos órgãos públicos existem elevadores exclusivos para juizes, seres superiores que não podem se rebaixar a se misturar com a plebe ignara – a mesma que paga seus salários milionários. A propósito, os juizes estaduais acabam de ser aquinhoados com um aumento, mensal, de quase sete salários mínimos. Chamam a isso "conquistas". À nossa custa, é claro.

Segundo a constituição safada de 88, párias são os trabalhadores do setor privado, que têm a obrigação de trabalhar e pagar impostos para sustentar o luxo e a vida boa dos marajás, que fingem que pagam impostos, extraindo-os de seus proventos artificialmente aumentados para facilitar esta manobra.

Por exemplo: a Câmara de Deputados de Brasília, que já conta com mais de mil jornalistas, vai contratar mais de duzentos outros, com proventos de mais de nove mil reais, fora os penduricalhos. O mesmo cargo, no setor privado, paga pouco mais de mil reais. Assim são as castas no Brasil. Por isso, está ocorrendo um monstruoso êxodo do setor privado, que paga preço de mercado, para o shangri-lá do setor publico, com salários milionários, garantia de estabilidade e penduricalhos mil. Quando todos forem barnabés, quem vai produzir riqueza? Estamos seguindo o caminho da União Soviética. E este caminho termina em um abismo e não em um espetáculo de crescimento.

O caminho da verdadeira aceleração do crescimento passa pela promulgação de uma constituição de verdade, a ser elaborada pelos pagadores de impostos e não pelos cobradores, como atualmente.

É impressionante como luminares da Ciência Jurídica, muitos deles bafejados pelas benesses do marajaísmo estatal, não acordaram para o fato de nossa constituição constituir-se em verdadeiro assalto contra o setor privado, pleno de armadilhas para garantir os privilégios de casta dos marajás, como: direitos (privilégios) adquiridos; isonomia; autonomia financeira, estabilidade no emprego e direito de greve (dois privilégios incompatíveis pois, juntos, proporcionam aos servidores públicos um poder ilimitado de reivindicação); aposentadorias com paridade mensal (crescentes) enquanto o setor privado, criador de riqueza, aposenta-se com pensões minguantes.

A Constituição, em certos aspectos, parece-se a um estatuto de bandidos, destinado a assaltar o dinheiro do povo, para enriquecimento sem causa dos apaniguados da mãe pátria. Não é este o caminho da aceleração do crescimento. Lembro-me quando, no filme Titanic, o dono da empresa ordena ao comandante "a todo vapor" – para bater recordes de velocidade. Deu no que deu!

Como quase tudo está errado no Brasil, a tal farsa da "aceleração" vai topar pelo caminho com um iceberg gigantesco, que atende pelo nome de socialismo, que já afundou tantas nações e afundará tantas outras. Como sentenciou o filósofo George Santayana: "Quem não conhece a história está condenado a repeti-la".

Outro iceberg monumental no caminho do País é a famigerada CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), gerada pelo ultra populista Getúlio Vargas, "pai dos pobres", que já levou tantos empresários à falência e impede a criação de milhões de empregos. Cerca de metade dos empregados do setor privado está fora da CLT, pois o espírito deste estatuto é que os empresários são exploradores dos empregados e devem ser punidos pela idiota "devolução da mais valia". Os sindicatos e certos políticos continuamente lutam por mais "conquistas", que só beneficiam os já empregados, porém desencorajam novas contratações além de provocar demissões. O objetivo imbecil dos sindicatos, quase todos comunistas, é levar à falência os empresários (seus empregadores!). Seu objetivo é óbvio: estatizaçao total dos bens de produção, de acordo à idiotice marxista.

Que eu saiba, o Brasil é um dos poucos países que têm uma justiça do trabalho, com um código próprio (a CLT) e tribunais especializados. Uma aberração, de inspiração marxista, pois o Código Civil é mais que capaz de dirimir pendências trabalhistas, sem a necessidade do colossal e caríssimo aparato destinado a proteger os "coitadinhos" dos "operários" dos "selvagens" capitalistas. Mais uma idiotice comunista, que ignora o fato que, sem empresários, não haveria empregos, exceto empregos públicos. Entretanto, sem empresários, que criam riquezas, o Estado, que vive de sugar impostos do setor privado, morreria de inanição.

Necessário se torna, também, combater, de maneira séria, os bandidos, que têm prosperado graças à proteção de esquerdistas e socialistas (mesma coisa) que os consideram aliados na luta contra as "elites dominantes". Lula, da mesma maneira que protege, com verbas fabulosas, os bandidos do MST, já se declarou contrário à redução da maioridade penal, pois, para ele, a sociedade capitalista é a culpada pela existência de criminosos, especialmente menores.

Os estudantes, imaturos culturalmente, como sempre manipulados pelos comunistas, ingenuamente repetem a mesma ladainha.

Comunistas e socialistas, quando fora do poder, são contra a pena de morte. Presidem toda sorte de ONGs em defesa dos "direitos humanos" (direito dos bandidos), para salvar da forca seus futuros aliados. No entanto, quando assumem o poder, entregam-se a verdadeira orgia de execuções. Lênin matou 10 milhões, Stálin, 60 milhões. Mao Zedong, 65 milhões, Pol Pot liquidou quase metade da população de Camboja, à procura do comunista perfeito (não encontrou nenhum mas conseguiu uma maravilhosa coleção de crânios). " Fidel foi responsável por cerca de cem mil mortes. E continua matando. O comunismo é sempre assim. Todo ele fundamentado em mentiras, falsidades, enganações, genocídio. Mentem tanto que até acreditam nas próprias mentiras, com toda a força da fé, segundo Eliphas Levy, "a razão dos imbecis".

Concluindo: sem corrigir as tremendas distorções de nosso arcabouço jurídico, sem incorporar os avanços sociais e econômicos do Iluminismo, nenhum pacotaço será bem sucedido, principalmente quando elaborado por mentes doentias, contaminadas com idiotices marxistas.

Após a Segunda Guerra mundial, graças aos Estados Unidos, o capitalismo salvou o Japão, a Coréia do Sul, a Itália, a França, a Alemanha e a Inglaterra (graças a Thatcher). Agora novamente o capitalismo está salvando Índia, China, Taiwan, Cingapura, Indonésia e até a Irlanda, hoje o maior padrão de vida do mundo. Enquanto isto o socialismo irá afundar a Venezuela, o Equador, a Bolívia e provavelmente Uruguai, Argentina e Brasil.

Sexta, 22 Dezembro 2006 21:00

Lula - Uma Biografia Não Autorizada

Lula tem pavor que sua vida pregressa seja "passada a limpo".

Em breves dias os brasileiros teremos a oportunidade de escolher a quem entregar os destinos do País. Ou salvamos a Pátria ou a entregamos aos que confessaram que fazem política metendo a mão em "matéria fecal"!

De um lado temos um político reconhecidamente honrado, Geraldo Alckmin, consagrado nas urnas pelo eleitorado de São Paulo, onde ganhou o primeiro turno contra Lula. Se fizer no Brasil o choque de gestão que fez em São Paulo sairemos do mar de lama e de incompetência com que o PT inundou a administração pública do País.

Alckmin tem mais de trinta anos de experiência pública, como vereador, prefeito, deputado, duas vezes governador, sempre com sucesso, aprovação popular, grandes realizações e sem se envolver em corrupção, como aconteceu com o partido de seu adversário que, como diz a expressão popular, está "mais sujo que pau de galinheiro".

Já Lula é chefe de um governo definido pelo Procurador Geral da República como uma "organização criminosa", que ainda se destaca pela demagogia populista com que seduz a opinião dos simplórios.

Além de montar o maior esquema de corrupção de todos os tempos, apesar das cretinas promessas de "ética", o partido de Lula envolveu-se até em assassinatos, além do uso descarado da máquina pública com fins eleitoreiros, como o badalado programa bolsa esmola. Fascinados pelo mito criado pela propaganda, seus eleitores não percebem que ele dá migalhas a seus eleitores, para reduzi-los a pedintes eternos e eleitores de cabresto, porém, para os banqueiros, destina, por ano, cerca de 160 bilhões de reais. Só estes não têm o que queixar do governo Lula, pois nunca ganharam tanto dinheiro. E ainda há débeis mentais que acreditam que Lula só se preocupa com os "excluídos".

Confiante na inocência e na burrice de seus eleitores, Lula tem a ousadia de falar em ética. Uma relação dos crimes cometidos por assistentes diretos e indiretos de Lula, desde a caixa dois, o mensalão, dólares na cueca, até o dossiê, ocuparia várias páginas e tem sido amplamente divulgada pela mídia e pela internet.

Ele teve a ousadia de se comparar a Jesus, imprimindo na opinião pública a imagem paterna de um político bonzinho, que só se preocupa com os marginalizados da sociedade. Nada mais longe da verdade. Analisando sua biografia surpreendemo-nos com decisões que nada têm de santidade. Para começar, é impressionante a facilidade com que foram atirados às feras seus "companheiros", no assalto ao poder, desde Dirceu e Genoíno até os envolvidos no escândalo do "dossiê".

A verdade, entretanto é que o cubano-brasileiro Dirceu, representante direto do moribundo Fidel, continua dando as cartas, em surdida. Evidentemente, se Lula ganhar, a quadrilha toda volta.

Lula tem pavor que sua vida pregressa seja "passada a limpo". Quando foi entrevistado por Bóris Casoy, não admitiu que o jornalista fizesse perguntas sobre o Foro de São Paulo, por ele fundado, junto ao genocida Fidel Castro, com o objetivo de "recuperar na América Latina" o comunismo que fracassou no Leste Europeu. Mais tarde o PT conseguiu defenestrar Bóris Casoy da TV, pelo crime de falar a verdade!

Sua biografia também tem sido sonegada à população, para não manchar sua imagem de santo, quase uma reencarnação de Jesus! Segundo reportagem amplamente documentada e ilustrada, publicada em 10 de março de 2003 pela Revista Época, ainda metalúrgico da Villares, em 1969 Lula casou-se com uma cândida mineirinha, na igreja, com véu, grinalda e direito a lua-de-mel em Poços de Caldas. Envolvido como sempre em greves e campanhas para incitar os operários a depredar as fábricas, esqueceu-se da suave Maria de Lourdes, dela só se lembrando quando comunicado de sua morte, como diria Lula, "por negligência da rede hospitalar". Desde então agia como se não tivesse nada a ver com a tragédia. Não sabia de nada, não estava nem aí, com a mulher grávida e em coma hepático no hospital.

Com ela morreu também seu primeiro filho. Ela sofria de grave doença, mas os médicos, por falta de alguém que se interessasse por ela, diziam que se tratava de complicações da gravidez, que era assim mesmo etc...

Este trauma deve ter tido grande influência em sua carreira, possivelmente fazendo com que perdesse certas qualidades de caráter e optasse pelo comunismo, o regime mais cruel que jamais existiu, responsável pelo genocídio de mais de cem milhões de vítimas, além de arruinar economicamente dezenas de países. Perdendo a sensibilidade, pretende implantar este regime no Brasil, sabendo que será um desastre, mas que ele e sua trupe se sairão bem, como acontece com a Nomenklatura de todos os países comunistas.

Fenômeno semelhante aconteceu com Hítler. Apaixonado por sua sobrinha, porém muito possessivo e autoritário, por ocasião de uma viagem proibiu-a até de chegar à janela, tal era seu ciúme doentio. Quando voltou ela havia se suicidado, para livrar-se do demônio. Ele se vingou na humanidade.

Lênin, um dos maiores genocidas da História, também passou por um trauma na juventude, ao assistir o enforcamento de seu irmãos, pela polícia do Czar. Ao assumir o poder, entregou-se a uma orgia de assassinatos, principalmente dos proprietários rurais, causando carestia e fome responsáveis pela morte de mais de dez milhões de compatriotas.

Algo semelhante aconteceu com outro monstro, ainda de maior envergadura, Joseph Stálin. Em seus tempos de guerrilheiro e assaltante, apaixonou-se perdidamente. Entretanto, seus colegas de partido comunista decidiram, com sua anuência, que sua namorada deveria entregar-se a empresários e fazendeiros ricos, para conseguir fundos para o partido. Sabendo da concordância de seu namorado, ela preferiu suicidar-se. Mas tarde, a primeira esposa de Stálin também pôs termo à vida. Daí em diante, como confessou, uma morte seria uma tragédia, mas a morte de milhões apenas uma "estatística". Calcula-se que ele tenha torturado e matado cerca de sessenta milhões de pessoas. O horror dos gulags foi bem descrito por Soljenitsin no famoso "Arquipélago Gulag" e nas ilustrações do Coronel Baldalaiev. Em seus famosos expurgos, Stálin tirou a vida de praticamente todos seu antigos aliados, da mesma maneira que Lula tem expurgado, às mancheias, seus antigos companheiros, com a maior frieza. O que interessa é sua sobrevivência e a do projeto de comunização do País.

Stálin, também um ditador teflon, cometeu os maiores crimes e, no entanto, ainda tem admiradores, como Lula, Fídel Castro, Hugo Chávez, etc. Poucos sabem que Stálin foi filho espúrio de um rico fazendeiro que, não querendo assumi-lo, contratou um sapateiro beberrão para criá-lo, como se seu pai fosse. Quando tinha 18 anos seu pai biológico foi assassinado e todas as suspeitas caíram sobre ele. Começou assim a carreira de um dos maiores serial killers do mundo, não obstante hoje emulado por todos os partidos de esquerda, como o PT, o PcdoB, o PDT, o PSOL, o PSTU, etc.

A absoluta falta de ética de Lula, que se irradia pelo partido, é obra de um fanático obcecado pelo poder, que não conhece limites para atingir este objetivo. Mentir descaradamente, prometer aquilo que os eleitores desejam, explorar a boa fé dos pobres, comprar seus votos com o fruto de impostos escorchantes, para ele é tão ético que, com a maior cara de pau, declarou-se o homem mais ético do País! Aprendeu com Goebels, o Ministro da Propaganda de Hítler: quanto maior a mentira, maior a credibilidade. Quase 50% do eleitorado caiu em suas armadilhas, nele depositando seus votos, tão hipnotizados por sua catadupa de mentiras que não percebem que, em quatro anos de desmandos e de passeios em seu avião de ultra-luxo, Lula fez o pior governo de que temos notícia e tudo faz para alinhar o Brasil ao comunismo internacional, hoje liderado pelo boçal Hugo Chávez.

No concerto das nações, o Brasil está na lanterninha, só na frente do Haiti, que é uma grande favela, destruída por outro comunista. O sucesso de que Lula tem se jactado não ocorreu por sua causa, mas apesar de toda a sabotagem que tem efetuado contra o Brasil, que se revela na subserviência que tem demonstrado para com Fidel Castro, Hugo Chávez e até para com o cocaleiro Evo Morales. Afinal de contas, Lula é presidente do Brasil ou do Foro de São Paulo? Votar em Lula é crime de lesa-pátria

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Pensamento do dia (1): "Não dou esmola a um pobre que é são. Ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão". De uma canção com letra de José Souza Dantas Filho.

Pensamento do dia (2): "A lama soterrou a esperança". Jarbas passarinho, em artigo no Jornal do Grupo Inconfidência.

Domingo, 12 Novembro 2006 21:00

A Volta da Barbárie

Na campanha para o segundo mandato, Lula inundou o País com mais um tsunami de mentiras, atribuindo a seu governo todas as conquistas do País, conseguidas "apesar dele" e não por causa dele.
Lula não ganhou o segundo turno. Foi Alckmin quem perdeu! Como homem, como político, como administrador, como patriota, a superioridade de Alckmin é tão grande que só mesmo um desastre explica sua derrota na disputa à presidência.
 
Tayllerand, que sobreviveu a seis regimes nos atribulados anos da Revolução Francesa, legou-nos um pensamento que lança luz sobre este desastre, ou seja, sobre a vitória do presidente mais corrupto e incompetente de todos os tempos: Sentenciou ele: "Só existe uma arma mais letal que a mentira: a verdade!"
 
Lula ganhou, não só o primeiro, como também o segundo mandato, brandindo com maestria a temível arma da mentira. Alckmin perdeu porque não teve a coragem de falar a verdade por inteiro, ou seja, denunciar que Lula é, acima de tudo, um comunista a serviço de interesses do Foro de São Paulo, um traidor da Pátria, um pau mandado do moribundo Fidel Castro, do oligofrênico Hugo Chavez, do arrivista Evo Morales e até do encrenqueiro montoneiro Néstor Kischner, irmanados no ideal de trazer para nosso sofrido País todas as desgraças que o comunismo, no século passado, trouxe para dezenas de países, deixando em sua esteira mais de cem milhões de cadáveres, além do mais arrasador fracasso social e econômico. Este é o projeto inconfessável de Lula, que, de fato, está sendo implantado, na surdina, com a maior competência.
 
Tudo em Lula é mentira, desde seus tempos de agitador comunista, quando incitava os operários a destruir fábricas, conforme manda o dogma marxista da luta de classes. Comunista radical, sempre escondeu esta falha de caráter, com as piores intenções, disfarçando-se como "sindicalista" ou "socialista", o que, no fundo, é a mesma depravação.
A vitória de Lula foi um desastre para o País, pois nunca tivemos um presidente tão inconveniente, tão corrupto, tão mentiroso, além de ser um agente infiltrado, na presidência do País, da ralé comunista de todo o mundo.
 
Em outras paragens, Nicarágua já caiu nas mãos do comuna Ortega e até nos Estados Unidos os democratas – a esquerda daquele país - conquistaram o domínio da Camara dos Deputados e do Senado. Parece que o pêndulo mundial está oscilando para a esquerda, e a culpa é que as conquistas do Iluminismo têm sido derrotadas tragicamente pelo fanatismo comunista detonado em 1848 pelo Manifesto do Partido Comunista, de Karl Marx, em seguida turbinado por Lênin e depois por Gramsci, dentre outros psicopatas igualmente peçonhentos. A explicação é que esquecemo-nos da profética admoestação do revolucionário irlandês John Philpot Curran: "A condição pela qual Deus concedeu a liberdade ao homem é a eterna vigilância, sob pena de sermos condenados à escravidão e ao castigo".
 
Lula, como todo comunista, nunca teve um projeto de governo. Tão somente um projeto de poder. Sempre mentindo, apresentou-se como campeão da ética e da democracia e dedicou-se a sabotar todas as iniciativas de todos os governos anteriores, sempre com o objetivo final de implantar, no País, o tão sonhado comunismo. Tão logo assumiu o poder, passou a plagiar descaradamente as políticas econômicas e sociais de seu antecessor, apenas mudando o nome e colocando-as a serviço da cata de votos.
 
Protegendo-se com uma blindagem política do tipo "não sei de nada", Lula montou, por meio de seus auxiliares diretos, o maior esquema de corrupção jamais imaginado. No entanto, em denúncia enviada ao Supremo Tribunal Federal, ninguém menos que o Procurador Geral da República, Antônio Fernando Souza (por ele nomeado), denunciou que o governo petista não passa de uma "sofisticada organização criminosa" para, por meio do tal mensalão, "angariar ilicitamente o apoio de outros partidos políticos para formar a base de sustentação do governo federal". Em 136 páginas o Procurador citou nominalmente quarenta membros da quadrilha, mas esqueceu-se de falar no "mensalinho" da bolsa-família, um deslavado programa eleitoreiro, com dinheiro público. Nem Al Capone seria capaz de tamanha baixaria. Surpreendentemente, Lula declarou-se o homem mais ético do País!!! Em outra ousadíssima bravata, recusou-se a comungar, alegando não ter pecados a confessar... Mesmo assim sempre teve, como principais aliados, clérigos católicos, no papel de inocentes úteis.
 
Quarenta mil petistas foram "aparelhados" no governo, a maioria com salários de marajás, com a mais sinistra das intenções. Lula colocou sindicalistas no lugar de técnicos, alforriou os facínoras do MLST, liberou bilhões de reais para os bandidos do MST e também para os terroristas de antanho ("anistiados"), hoje guindados a cargos estratégicos no governo, augurando o momento da "ruptura", quando espera assumir o poder absoluto. Nem precisará fechar o Congresso nem amordaçar a mídia e nem mesmo o Judiciário, pois já estão todos comendo em sua mão. Sempre utilizou a máquina pública com este objetivo. Faltou a Alckmin coragem para denunciar este esquema diabólico.
 
Enquanto aplicou "apenas" dez bilhões de reais para comprar os votos dos inocentes, com um prato de comida, destinou quase DUZENTOS bilhões de reais para os banqueiros, os maiores beneficiários de sua política econômica. Além disso, aumentou a carga tributária, que já era a maior do mundo, para sobrar mais dinheiro para a corrupção e para o marajanato petista, doador de dízimos para o Partido. Com objetivos políticos perdoou dívidas de muitos países e ainda cedeu aos apelos dos piratas chineses, considerando a China como "economia de mercado", prejudicando enormemente os empresários brasileiros, ameaçando liquidar de vez com a indústria têxtil brasileira.
 
Na campanha para o segundo mandato, Lula inundou o País com mais um tsunami de mentiras, atribuindo a seu governo todas as conquistas do País, conseguidas "apesar dele" e não por causa dele. Chegou até a furtar aplausos da ONU dirigidas a Kofi Annan...
 
Alegou que criou mais de sete milhões de empregos, sem reconhecer que foram criados principalmente em São Paulo e Minas, governados pelo PSDB. Com o maior cinismo gabou-se do pífio progresso econômico – em verdade, estagnação econômica, com assustador nível de desemprego - enquanto a verdade é que o País perdeu o bonde da história, pois nunca o cenário econômico mundial esteve tão favorável. Só cresceu mais que o Haiti, que não passa de uma grande favela. A Argentina cresceu quase cinco vezes mais que o Brasil. A educação e a saúde estão em petição de miséria, as estradas abandonadas e esburacadas e a falta de investimentos no controle de tráfego aéreo causou o caos por ocasião do feriado prolongado de finados, porque as verbas para atualização do setor foram desviadas. Por várias vezes Lula tentou amordaçar a opinião pública, controlando a mídia e o audiovisual e até a Polícia Federal foi aliciada para pressionar a imprensa, achacando repórteres da Revista Veja . Bóris Casoy foi defenestrado do noticiário da TV, sob pressão do governo, o grande anunciante. Até o cronista Carlos Chagas, que sempre entoou loas aos comunas, está sendo perseguido. Bem feito! A KGB tupiniquim vem por aí, em passo de ganso...
 
Apesar deste descalabro, Alckmin, mal assessorado em questões de propaganda, limitou-se a prometer os lugares comuns de sempre, nos quais ninguém mais acredita, deixando de usar contra Lula a mais perigosa das armas, a VERDADE, ou seja, a denúncia de que Lula é, acima de tudo, um comunista a serviço de interesses do comunismo internacional que, ao contrário do senso comum, nunca esteve tão vivo e tão ativo, agora com a cumplicidade dos terroristas islâmicos, todos eles inimigos dos países que prezam a liberdade, como os Estados Unidos. A Idade Média, pré-iluminista, bate à nossa porta...
 
Como sentenciou Roberto Campos, com o brilho de sempre: "A verdadeira dicotomia do momento não é mais entre a esquerda e a direita, mas entre o ILUMINISMO e a BARBÁRIE". Lula é a barbárie, como cansou de demonstrar, porém quase sessenta milhões de idiotas o sufragaram nas urnas. Envergonho-me de ser brasileiro.
Terça, 25 Julho 2006 21:00

Alerta Vermelho!

Qual será o destino do País, ameaçado de ser atacado por um país vizinho, dirigido por uma caricatura de Hítler, tendo, no entanto, na presidência e em milhares de cargos públicos, agentes infiltrados do comunismo internacional.

"Si vis pacem, para bellum". Se desejas a paz, prepara-te para a guerra", diz o clássico aforismo latino de Tucídes. Não se iludam! Sempre haverá guerras, e o Brasil está na fila de espera. E estamos condenados a sermos derrotados e humilhados, porque não estamos fazendo o dever de casa.

Primeiro, consultemos a História. Foi tal o horror da Primeira Guerra mundial que ela foi cognominada "a guerra para acabar com todas as guerras". Também ao final da Segunda Guerra Mundial os inocentes de plantão acharam que, agora sim, seria mesmo a última guerra.

Ledo engano. Às duas guerras mundiais sucedeu-se o horror da guerra fria, ameaçando um armagedon nuclear capaz de destruir toda a vida humana na Terra. Além disso, dezenas de guerras têm pipocado pelos quadrantes do Globo, enquanto muitas outras estão em gestação. A China continua de olho em Taiwan e, a longo prazo, até nos Estados Unidos. A Coréia do Norte, com a população morrendo de fome, gasta milhões para manter seu enorme exército e desenvolver armas atômicas. Pretende ocupar a Coréia do Sul e, por que não, o Japão. No Oriente Médio, temos uma guerra, entre Israel e palestinos, que dura mais de três milênios, hoje apoiada pela Síria, e pelo Irã, país que também planeja transformar-se em uma potência nuclear, como sempre, de olho nos Estados Unidos. Todos os países retrógrados têm inveja dos Estados Unidos e o elegem como inimigo preferencial.

No Brasil, acredita-se que estamos blindados contra a eventualidade de uma guerra. Aproveitando-se deste mito, o atual governo, agente do movimento comunista internacional, tem sucateado as Forças Armadas, que vivem uma penúria de fazer dó. Certas republiquetas da América Latina seriam capazes de dar-nos uma tremenda surra. Enquanto isso, Lula continua cortando recursos das Forças Armadas. Esbanjou quase toda a verba da Aeronáutica em um avião luxuosérrimo, para estabelecer, em escala mundial, um Império do Mal contra os Estados Unidos. Só tem colhido fracassos e humilhações.

Para ludibriar as Forças Armadas, presenteou a Aeronáutica com sucatas voadoras, descartadas por outros países. A Marinha também ganhou um monte de ferro velho apelidado de porta-aviões, para "calar a boca dos rapazes", e o projeto da construção de um submarino atômico, em associação com a Alemanha, foi engavetado, pois as verbas foram "contingenciadas" para subsidiar o aparelhamento do Estado pelo PT, descrito pelo Procurador Geral da União como "sofisticada organização criminosa". Agora no poder! Claro, o presidente teflon foi preservado, apesar de que os setores esclarecidos da sociedade sabem muito bem quem é o chefe da quadrilha.

A história não registra casos de nações que se armaram até os dentes sem desaguar em atividades guerreiras. No início do século passado o Japão, em uma fúria militarista, venceu a Rússia, invadiu a Mongólia e vários países do sul asiático. Em 1941, covardemente tentou destruir a armada americana em Pearl Harbor. Depois, tentou acabar o serviço em Midway, quando sofreu arrasadora derrota pelos americanos.

A partir da ascensão de Hítler ao poder, em 1933, a Alemanha, rasgando o Tratado de Versalhes, também entregou-se com afinco a construir a maior força bélica do Planeta, enquanto o mundo assistia o patético Primeiro Ministro inglês Chamberlain assinar com Hítler o Pacto de Paz de Munique (1938). Uma piada! Fez papel de palhaço, brandindo o pacto, enquanto Hítler incorporava a Áustria e os sudetos tchecoslovacos, e preparava-se para invadir a Polônia, a França, a Dinamarca, a Bélgica, a Holanda, a União Soviética e a própria Inglaterra.

Atualmente, no submundo latino-americano, a mídia brasileira, que só publica matéria de interesse de seus anunciantes (o maior anunciante é o governo, claro) , mantém-se silenciosa a respeito de uma futura guerra que está sendo gestada em nosso continente, na qual o Brasil certamente será invadido, derrotado e humilhado. Não temos mais poderio bélico, que foi destruído pelos últimos presidentes de esquerda que se sucederam ao governo militar, culminando com o comunista Luiz Inácio Lula da Silva, que joga no time de Hugo Chávez e do cocaleiro Evo Morales, e não no time do Brasil.

Hugo Chávez, um arruaceiro montado em petrodólares, do mesmo estofo de Hítler, Stálin, Saddam Hussein, Armadinejad, Idi Iamim Dadá e outros degenerados, está entregue a um feroz programa armamentista e, certamente não é para distribuir bombons a seus vizinhos, particularmente à Colômbia e ao Brasil. A agressão sofrida pela Petrobrás na Bolívia, que foi arquitetada em uma reunião entre Fidel Castro, Evo Morales e Hugo Chávez, amiguinhos de Lula, não deixa dúvidas a respeito do futuro vexaminoso que aguarda o Brasil. Conforme já previu Olavo de Carvalho, cujas previsões sempre se confirmam, a presença de mais de vinte mil soldados cubanos na Venezuela e de tropas da Venezuela nas FARC colombianas sugere que Chávez pretende provocar uma reação dos Estados Unidos para aliciar toda a América Latina contra os americanos. Não podemos subestimar a paranóia de Chávez, para não corrermos o risco de nos transformarmos em chamberlains dos trópicos.

Não há dúvida que uma corrida armamentista, unilateral foi deflagrada na América Latina. Chávez já adquiriu centenas de milhares de fuzis russos e está montando um fábrica dos mesmos na Venezuela. Em sua coluna semanal, em um periódico de São Paulo, José Sarney revelou que o demente, montado em petrodólares, pretende gastar sessenta bilhões de dólares em armamentos, lembrando a Alemanha nazista do século passado. Tem planos de adquirir caças Sukhoi russos, 600 mil bombas, estações de radar ultra sofisticadas, produzidas pela China, mais de dez submarinos, além de outros equipamentos de alta tecnologia. A história se repete, como sempre!

Não temos mais um Caxias para nos defender. Ao contrário, temos Lula, inimigo do Brasil, comunista escrachado, anti-americanista paranóico, submisso aos planos comunistas de Chávez, Fidel Castro e Morales, alheio aos interesses do Brasil, como ficou claro quando de sua capitulação ao verdadeiro ato de guerra da Bolívia, que invadiu com suas forças armadas as instalações da Petrobrás, ou seja, do povo brasileiro. Lula colocou-se francamente a favor de Morales, dizendo que o Brasil poderia ajudar a minorar a pobreza dos bolivianos, enquanto o ultra-comunista Marco Aurélio Garcia, puxa-saco de Hugo Chávez, eminência parda de Lula, declarou que a Petrobrás já havia ganho muito dinheiro na Bolívia, sugerindo que , por isso, poderia ser expropriada pelo cocaleiro teleguiado por Fidel e Chávez.

A situação torna-se mais séria porque só os Estados Unidos poderiam acudir-nos, porém o desgoverno Lula não se cansa de demonstrar hostilidade ao grande irmão do Norte, explicitamente recusando-se a entrar para a Alca e tentando organizar uma frente do mal contra os Estados Unidos, reunindo a escória dos países do Globo, obedecendo às decisões do Foro de São Paulo e agachando-se vergonhosamente perante a trinca Fidel, Chávez e Morales. Está participando até em um plano para transformar o Mercosul no embrião de uma futura aliança militarista, com vistas a hostilizar os Estados Unidos, como sempre.

No front interno Lula, ao mesmo tempo que enfraquece as Forças Armadas, fortalece as quadrilhas do MST e do MLST, fornecendo bilhões de reais para que eles se armem para ajudá-lo a implantar um sistema autocrático que ele, eufemisticamente, apelidou de socialismo. É óbvio que essas quadrilhas, disfarçadas em "movimentos sociais", são as reais forças armadas de Lula que, de fato, não passa de um agente do Foro de São Paulo, infiltrado no mais alto escalão do governo, devido à ingenuidade de 53 milhões de brasileiros que acreditaram em suas mentiras.

Qual será o destino do País, ameaçado de ser atacado por um país vizinho, dirigido por uma caricatura de Hítler, tendo, no entanto, na presidência e em milhares de cargos públicos, agentes infiltrados do comunismo internacional, sem falar nas hostes do MST e do MLST, todos eles aliados aos psicopatas que pretendem estabelecer a tal República Bolivariana, presidida por ninguém menos que Hugo Chávez, hoje o líder incontestável do império do mal que está se formando na América Latina, estritamente de acordo com os objetivos delineados no Foro de São Paulo? Preparem-se para o pior. A única luz que podemos distinguir no fim do túnel é o de uma locomotiva a todo vapor: uma locomotiva chamada Hugo Chávez.

PENSAMENTO DO DIA: "As Forças Armadas não podem ficar caladas. Esses comandantes estão aí a obedecer a quem? Reajam comandantes militares, reajam enquanto é tempo, antes que o País caia na desgraça de uma ditadura sindical presidida pelo homem mais corrupto que já chegou à Presidência da República". Senador Antônio Carlos Magalhães, 6 de junho 2006.

Domingo, 25 Junho 2006 21:00

Sapo Escaldado

A população perdeu a capacidade de indignar-se. Por muito menos do que o PT foi acusado, Collor foi impichado.

Se você jogar um sapo em água quente ele saltará imediatamente, e salvar-se-á. No entanto, se for esquentando a água aos poucos, o sapo não perceberá, até morrer escaldado. É uma fábula antiga, porém serve como uma luva no Brasil de hoje. Desde o que se convencionou chamar "volta à democracia", nos anos 80, a roubalheira tem experimentado um crescendo vertiginoso, enquanto a população vai sendo anestesiada aos poucos e não percebe que está sendo escaldada em gatunagens cada vez maiores. O que houve, de fato, foi a "volta à cleptocracia".

Todas as semanas estouram escândalos, cada vez maiores. As "autoridades" prometem inquéritos e encomendam pizzas. A população perdeu a capacidade de indignar-se. Por muito menos do que o PT foi acusado, Collor foi impichado.

No Brasil, segundo o Pe. Antônio Vieira, rouba-se "em todos os tempos e modos". A arte de furtar tem crescido como bola de neve. Só ladrões de galinha desafiam a lei e são presos. Hoje, a maior roubalheira tem sido por meio do governo, onde impera a impunibilidade. Os ladravazes da República roubam ao abrigo de leis que eles mesmos fazem, como, por exemplo, a constituição bandida de 88. São ainda peritos em manobras semânticas. Disfarçam as roubalheiras como "imposto", "taxa", "indenização", "adicionais", "gratificações", direitos adquiridos, isonomias etc., etc., etc.

Países emergentes como o Brasil, tais como Argentina e México, têm uma carga tributária de menos de 20% do Produto Interno Bruto. No Brasil, no governo, ou melhor, no desgoverno FHC, a carga tributária subiu de 24 para 36% do PIB. Uma calamidade. Quais grandes obras foram realizadas com este aumento aterrador da tributação, além do apagão? Temos o direito de supor que este aumento de arrecadação foi simplesmente roubado ou aplicado no aparelhamento do Estado, o que é ainda pior que roubar.

Lula deu mais um empurrão e a carga tributária aproximou-se de 40%. Por enquanto! Se contarmos o que o cidadão é obrigado a gastar para suprir o que o governo não proporciona, apesar de recolher imposto para tanto, como as despesas com planos de saúde, com segurança, os prejuízos causados pelas estradas esburacadas, a dupla cobrança de impostos para a inexistente manutenção das estradas, e outras, a carga tributária avizinhar-se-á dos 50%, um horror!

Como muito bem se expressou Grover Cleveland, duas vezes presidente dos Estados Unidos: "Quando parte do sustento do cidadão é extraída na forma de tributação superior ao que seria necessário para cumprir as obrigações justas do governo e de uma administração sóbria, esta tributação não passa de uma impiedosa extorsão e uma violação dos princípios fundamentais de um governo livre".

Falou e disse! No governo militar, de saudosa memória, o governo, porque não roubou, realizou grandes obras de infra-estrutura, sem as quais o Brasil estaria no mesmo nível da Bolívia. Hoje, com o dobro da tributação, incidindo sobre um PIB quatro vezes maior, o governo utiliza esta montanha de dinheiro, não em favor da população, mas para pagar salários milionários a certas castas de marajás; para pagar mensalões e para ser roubada pelos sanguessugas que pululam em Brasília. Prova disso são os escândalos que se sucedem, especialmente envolvendo o PT, o partido que, segundo José Dirceu: "não rouba nem deixa roubar". Que cara de pau!!! Nem o Barão de Münchhausen mentia tanto!

Nos anos 60 e 70, do século passado, inúmeras quadrilhas de bandidos, da pior espécie, usando como pretexto a fracassada ideologia marxista, cometeram toda espécie de crimes hediondos: assassinatos a sangue frio, tortura, justiçamentos, assaltos a bancos e a carros-fortes, trens e minas (para roubar explosivos), seqüestros e atos de terrorismo. O objetivo destas quadrilhas era o mais torpe possível: implantar a ditadura vermelha. Se conseguissem, depois da matança de sempre estaríamos em um "miserê danado", igual a Cuba, nas palavras de Lula. No entanto, depois de perder a guerra nas ruas e nos campos, deflagraram a guerra das mentiras e enganaram toda a Nação. Vestiram peles de cordeiro e se apresentam como vítimas daqueles que não fizeram mais que cumprir, com denodo, o dever de controlar seus crimes. Os homens da lei é que foram vítimas desta ralé.

As roubalheiras são tantas que necessitariam um dossiê de milhares de páginas. No entanto, se tivéssemos de dar um "Oscar" para a maior das roubalheiras, em andamento, não teríamos nenhum dúvida em apontar o escândalo das indenizações aos supostos perseguidos políticos pelo que eles chamam ditadura. Com a mendacidade que os caracteriza, os comunas manipulam a opinião pública, invertendo valores e se enriquecendo à custa da ingenuidade e, porque não dizer, burrice, da opinião pública brasileira. A verdade é que eles não queriam, de maneira nenhuma, combater, porém implantar uma ditadura comunista, sob a égide dos facínoras de Moscou. Pelotão de fuzilamento é o que mereciam.

Escândalo dos escândalos! No governo do cripto-comunista FHC, promulgaram uma lei que não só isentava os bandidos de penalidades pelos crimes horrorosos praticados, como ainda lhes concedia "indenizações" milionárias e salários estratosféricos. Total inversão de valores, que é a essência do comunismo. Os bandidos, em vez de punição, foram recompensados e, freqüentemente, alçados a altos cargos na administração pública. Temos, por exemplo, uma terrorista, que participou de várias ações armadas, inclusive o assalto ao cofre de Adhemar de Barros (consta que o assalto rendeu dois milhões de dólares) e que foi brindado com um ministério... . Não conheço, nem no Código Penal nem alhures, nenhum artigo que diga que crimes cometidos por motivos ideológicos merecem recompensas em vez de castigo. Se existisse tal artigo, seria o caos. Aliás, é o que está ocorrendo...

Até o Presidente Lula, que nunca foi um perseguido político, recebe uma pensão mais de dez vezes maior do que recebe um operário de salário mínimo, por ter ficado preso por 31 dias, com todas as mordomias, por ter cometido um delito (liderando uma greve declarada ilegal). Ao contrário de "crime e castigo", como diria Dostoyevsky, no Brasil temos "crime, recompensa e glória!"

O escritor de esquerda Carlos Heitor Cony, alegando que hoje estaria ganhando uma fortuna, foi indenizado com mais de um milhão de reais e uma pensão mensal de mais de sessenta salários mínimos, como recompensa por tentar entregar o País aos tacões dos bárbaros soviéticos. No Brasil, o crime compensa, sim, senhor!

E o que ocorreu com aqueles que morreram nas mãos dos selvagens comunistas como os do bando de Marighela, como aconteceu com um cabo do Exército que, antes de ser morto a coronhadas, foi torturado e obrigado a engolir os próprios testículos? Suas famílias recebem indenizações milionárias, como acontece com as famílias dos facínoras que queriam entregar o País aos bolchevistas? Não! Só os criminosos foram recompensados...

É impossível imaginar absurdo maior que este. No entanto, ninguém reclama. É a lei - feita pelos bandidos! A mídia ignora o assalto aos cofres públicos e a inversão de valores, que recompensa, em vez de punir, bandidos. A água está esquentando, e ninguém nota. Breve, o sapo estará escaldado além da possibilidade de recuperação.

No limitado escopo de um artigo não cabem todas os crimes e atrocidades cometidos pelos bandidos que hoje recebem recompensas e são homenageados com estátuas, nomes de praças e de ruas. Para tanto, recomendo a leitura do magnífico livro do Coronel Brilhante Ustra, denominado "A Verdade Sufocada". Como comandante do DOI/CODI do II Exército ele foi testemunha da guerra suja que os comunas, pretextando motivos ideológicos, moveram contra o País, objetivando estabelecer um regime totalitário comunista. A verdadeira natureza criminosa desses bandidos é revelada em toda sua crueza pelo Coronel Ustra. Imperdível!

Em "comemoração" à data, os militantes do MST invadiram fazendas em São Paulo e em Minas, afrontaram o governo do Pará, e o INCRA, em Alagoas.Por ocasião do décimo aniversário do suposto "massacre do Eldorado dos Carajás", mais uma vez a população foi insultada com as mentiras de sempre.

O MST, o maior bando de facínoras do País, aproveitou a data para dar uma demonstração de força, exibindo o que seriam capazes de fazer na eventualidade de um impeachment de Lula e ainda demonstrando que estão preparados para a eclosão da sonhada "revolução comunista" – um fantasma que persegue o Brasil há tanto tempo.

Em "comemoração" à data, os militantes do MST invadiram fazendas em São Paulo e em Minas, afrontaram o governo do Pará, e o INCRA, em Alagoas. Reuniram quatro mil bandidos para saquear caminhões de comida em São Lourenço da Mata, Pernambuco, e bloquearam várias estradas, inclusive a "curva do S", onde se deu o incidente. Em Salvador, a horda sanguinária, brandindo suas bandeiras vermelhas, "exigiu a punição dos culpados." Outros quadrilheiros saquearam a fazenda da Empresa Suzano de Papel e Celulose, em Teixeira de Freitas.

O MST constitui um estado paralelo, com leis próprias, apoiado, com verbas milionárias pelo governo, que também está nas mãos de uma "sofisticada organização criminosa, comandada pelo PT", nas palavras do Procurador Geral da República, Antônio Fernando de Souza.

A farsa do "Massacre de Carajás", há tantos anos explorada pela canalha vermelha, obteve foros de verdade junto à opinião pública, como mais uma prova de que "a versão é mais importante que o fato". Segundo a propaganda vermelha, os policiais militares, que ali foram liberar a estrada ocupada pelos baderneiros, "massacraram" covardemente dezenove sem-terra. Esta, a VERSÃO!

A verdade, entretanto, mostrada centenas de vezes pela televisão, foi bem diferente. Os falsos "sem-terra", armados com foices, facões, ancinhos, porretes, facas e também armas de fogo, investiram furiosamente contra os policiais. Nas expressões dos rostos dos policiais percebia-se o horror perante o avanço daquela horda de bárbaros enlouquecidos. Embora armados, fugiram, para evitar o confronto, que teria conseqüências terríveis. Sua fuga foi impedida por um caminhão. Ficaram acuados. Tiveram que defender-se. Sua reação foi em legítima defesa. Se não reagissem, teriam sido, no mínimo, degolados. Consta que os sem-terra, aproveitando-se do tumulto, livraram-se de alguns elementos indesejáveis de seu grupo, com tiros a queima-roupa, na certeza de que os militares seriam culpados.

Sob a desculpa esfarrapada de "causas sociais", a corja vermelha transformou as vítimas em criminosos e os criminosos, em vítimas. Os eleitores de Lula, com a burrice que lhes é apanágio, insistem que o coronel Pantoja e o capitão Lameira, comandantes da tropa, cumprindo ordens superiores, deveriam ser condenados a centenas de anos de cadeia.

Os verdadeiros bandidos, no entanto, foram os falsos "sem-terra", teleguiados pelos comunas, e não os policiais, que ali estavam cumprindo sua missão. Com o cretinismo de sempre, os canalhas vermelhos repetem ad nauseam que foram os "bárbaros" militares que "massacraram" os sem-terra. Ora, se tivessem intenção de exterminar os sem-terra, as vítimas contar-se-iam às centenas.

O mentecapto Stédile, que sempre gozou de generosa cobertura da mídia, defendeu os bandidos, da mesma maneira que deu parabéns às duas mil mulheres da Via Campesina (uma organização comunista INTERNACIONAL) que destruíram o laboratório da Aracruz, arruinando vinte anos de pesquisa. Devia estar na cadeia há muito tempo, pois faz apologia descarada do crime, delito capitulado no Código Penal. No entanto, está "blindado", pois é o líder do MST, o braço armado do PT, o poder paralelo que se prepara para o momento da ruptura, quando será estabelecida a sonhada ditadura "socialista" (de fato, "comunista"), antes de iniciar a matança de sempre!

Cada vez o MST fica mais forte e as Forças Armadas mais sucateadas, porque os "sem terra" são as forças armadas de Lula, preparando-se para a "ruptura". O MST já opera mais de duas mil escolas de terrorismo, por todo o País, além de uma universidade do crime, apoiado por verbas federais. O seu! O meu! O nosso imposto! O MST conta ainda com a cumplicidade da Via Campesina e das FARC colombianas.

A massacrante catilinária em torno do incidente de Carajás faz parte de um maquiavélico plano gramsciano para colocar os militares de joelhos (para que não repitam 64). Se encostarem as mãos nos bandidos, serão malhados pelo PT e por outros partidos bolchevistas, trotskistas ou maoístas, secundados pelos evaristos arns da vida, pelos políticos comunistas, pela Anistia Internacional e pela mídia, já domesticada pelo governo por meio de propinas disfarçadas em verbas publicitárias e até por generosos financiamentos.

Estamos vivendo uma crise pior que a de 1964, nas vésperas do golpe de estado esquerdista preparado pela camarilha de Jango e de Brizola. Lula, o arquiteto mor da comunização do País, co-fundador, com o multi-milionário Fidel Castro, do Foro de São Paulo, tem obtido grandes vitórias na comunização do País e até mesmo do continente, enquanto os analfabetos políticos exaltam as vitórias da "democracia" brasileira, já em seu derradeiro estertor. Já existe cheiro de sangue no ar.

"Aproveitem e reivindiquem em meu governo", aconselhou Lula, baixando a aguarda, recentemente, na cidade de Tenente Portela, do dia 19 de abril, em um comício para agricultores e índios. No mesmo discurso Lula atacou os fazendeiros, chamando-os de "caloteiros". Já vimos esse filme antes, e o artista era Lênin.

Pouco a pouco Lula e sua malta comunista aparelham o Estado, aproximando-se da ditadura do partido único. Segundo a "Folha de S. Paulo" de 16 de abril, Lula já criou 37,5 mil cargos públicos em três anos de mandato. Claro, para petistas... Recentemente, por meio de uma simples medida provisória, de número 269, o atual desgoverno criou 4.175 cargos, que custarão quase um bilhão de reais anuais ao erário. Serão 8.290 braços a menos para trabalhar e mais 4.175 bocas a mamar nas tépidas tetas da mãe-pátria.

O presidente da Câmara, o comunista Aldo Rebelo, assim como o cripto-comunista Renan Calheiros, presidente do Senado, comem na mão de Lula como cãozinhos amestrados. Nélson Jobim, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, que deveria ser um ícone de retidão e justiça, descaradamente proferiu vergonhosas decisões protegendo quadrilheiros do PT. Montesquieu deve estar se revolvendo em seu túmulo. É a volta da barbárie. Não podemos mais falar que o comunismo vem aí. Para quem tem olhos para ver, ele já chegou!

O fracasso econômico do Brasil, cujo crescimento só não foi maior que o do devastado Haiti, deve-se principalmente ao tamanho mastodôntico do Estado, que paga salários pornográficos, além de mordomias mil, a certas castas de servidores públicos, para isso extorquindo da população quase 40% de tributação (o dobro do que tributam outros países emergentes, como México e Argentina). Os juros oficiais, com o objetivo de capturar capitais para sustentar os salários astronômicos da Nomenklatura oficial e alimentar o assustador nível de corrupção do leviatã estatal, são os mais altos do mundo, inibindo o crescimento econômico, a criação de empregos e estourando a dívida pública, que já ultrapassou a alarmante montante de um trilhão de reais!

Enquanto isso, quanto mais fétido se torna o lamaçal petista, cada vez mais arrogante fica Lula em suas cabeludas mentiras. Recentemente, no auge da crise, com a maior cara de pau, em tom de campanha, gabou-se de que " ...o PT trouxe a mudança para o País". Claro que trouxe! Para pior!
Quinta, 30 Março 2006 21:00

Porquê Não Votar em Lula

Votar em Lula significa votar neste modelo podre. É o caminho do abismo.

Imaginem se colocassem na presidência do Brasil um agente da CIA! Seria uma grita geral! Toda a burritzia nacional, além de jornalistas, artistas, políticos, estudantes, sindicalistas, protestariam, em coro, nas ruas, pelos jornais, pela TV.

No entanto, temos na presidência um agente declarado do comunismo internacional, eleito por 53 milhões de inocentes que acreditaram que Lula teria a intenção de governar o Brasil para o bem dos brasileiros.

O País foi abandonado à matroca. Cresceu economicamente menos que a média mundial e menos que todos os países da América Latina, exceto o conturbado Haiti. Cuba não conta, pois não é um país. É uma ilha-presídio, que, depois de implantado o comunismo, só conseguiu sobreviver à custa de esmolas de outros países.

Lula é, de fato, um agente do Foro de São Paulo (FSP), por ele fundado, em 1990, juntamente com o sanguinário ditador Fidel Castro, com o objetivo explícito de "recuperar na América Latina o que foi perdido no leste europeu".

Votar em Lula equivale a endossar o plano subversivo do Foro de São Paulo, que pretende rejeitar todas as conquistas da civilização ocidental e voltar à barbárie do totalitarismo, vigente em todos os países comunistas, que levou todos eles à ruína, depois de causar a morte de mais de cem milhões de pessoas. É isto que deseja Lula. Ele e seu bando conhecem o fracasso do comunismo no século passado porém não se importam com isso desde que estejam no poder, onde poderão gozar dos privilégios que sempre bafejaram as elites comunistas. Há pouco tempo ele declarou, ipsis literis, que "Cuba vive num miserê danado". É verdade! Porém, todos os anos, Fidel Castro comparece na mídia como um dos homens mais ricos do mundo.

A Folha Online de 16 de março do ano passado revelou que a Revista Forbes, uma das mais idôneas revistas econômicas do mundo, incluiu o nome do barbudo do Caribe (que teria acumulado uma fortuna de US$ 550 milhões) na lista das pessoas mais ricas do mundo. Entre políticos e chefes de Estado só estão à frente de Fidel o rei da Arábia Saudita, o sultão de Brunei, o príncipe de Liechtenstein, o primeiro-ministro da Tailândia e a rainha da Inglaterra.

Desde a revolução na qual Fidel derrubou o ditador Fulgêncio Batista, em 1959, Cuba e os cubanos não param de empobrecer, enquanto a fortuna pessoal do ditador não pára de crescer. Ainda, segundo a revista, Fidel teria conseguido sua fortuna por meio de "uma rede de negócios pertencentes ao Estado". Não é de admirar que Lula tenha tanta admiração por Fidel Castro, o modelo que pretende seguir. Nada mal para quem iniciou sua carreira como metalúrgico e sindicalista do ABC...

Lula sabe que não pode implantar o comunismo no País nos moldes da defunta União Soviética ou da agonizante Cuba, porque conquistou a presidência porém não detém ainda o poder total. No entanto o está fazendo aos poucos. Por três vezes tentou amordaçar a imprensa mas não foi bem sucedido. Tentou também manipular os dados do IBGE e, recentemente, a TV Record, sob pressão do PT, defenestrou Bóris Casoy, cujos comentários sobre o mensalão incomodavam a cúpula do PT, envolvida até o pescoço com o maior esquema de corrupção da história do Brasil.

Lula, como todo comunista, é mestre na dissimulação e na mentira. Se os verbos não possuíssem o tempo futuro, ele não poderia fazer discursos pois, como todo demagogo, conquista votos à custa de prometer e mais prometer: fome zero, milhões de empregos, justiça social, ética na política (?!?,) desenvolvimento econômico, inclusão social, bolsa família, primeiro emprego, etc. Quando foi que o comunismo, que ele chama de "socialismo", cumpriu essas promessas?

Ao contrário, o PT bateu todos os recordes de corrupção e crimes: assalto aos cofres públicos e denúncia de queima de arquivo no assassinato de Celso Daniel. No dia 17 de janeiro, na CPI dos Correios, um ex-petista revelou que foi expulso do partido por ter revelado a Lula a corrupção em muitas prefeituras do PT, extorquindo dinheiro de empresários, para aplicar na campanha à presidência. Que inocente: pensou que Lula não sabia...

Com a maior carga tributária do mundo (mais que o dobro de outros países em desenvolvimento) e juros também recordistas, o setor produtivo só se mantém à custa do heroísmo dos empresários. Entretanto, o setor mais lucrativo da economia, sem culpa no cartório, é o setor bancário, que tem auferido lucros inimagináveis. Para sustentar o marajanato da Nomenklatura, o governo é obrigado a seduzir os investidores com os juros mais altos do mundo, transformando o setor bancário no mais lucrativo do País, a ponto de D. Odilo Scherer, secretário-geral da CNBB, ter acusado Lula de ter criado um "paraíso financeiro".

Em países civilizados os salários administrados raramente chegam a dez vezes o salário mínimo. No Brasil, recentemente foi promulgado um "teto", no mínimo obsceno, para os salários dos marajás. Nada menos que vinte e quatro mil reais, ou seja, o equivalente a OITENTA salários mínimos (fora dezenas de privilégios e "adicionais")! Um escândalo! Certas castas da Nomenklatura tupiniquim estão se enriquecendo à custa de salários pagos com impostos das classes produtivas, que passam fome a fim de subsidiar o luxo das elites do poder, tal qual na finada União Soviética - modelo de Lula. Votar em Lula significa votar nos super-salários dos detentores do poder, garantidos pela constituição bandida de 1988. São os trabalhadores e os empresários, geradores de riqueza, que deveriam ganhar super-salários e não os burocratas do Estado predador.

Seguindo conselhos de Lênin, Lula não hesita em dar um passo atrás para, depois, dar dois passos à frente. Imagino que, quando põe a cabeça no travesseiro, dá boas gargalhadas à custa das milhões de pessoas que ele engana, principalmente a mídia, que não percebe o processo, que ele comanda, de acelerada comunização do País. As Forças Armadas estão sucateadas e desmoralizadas, e ele teve o desplante de comprar um ferro-velho flutuante para a marinha e, para a Aeronáutica, aviões de segunda mão, pois a maior parte da verba foi aplicada no luxuriante Aero-Lula.

As verdadeiras "forças armadas" de Lula são o MST e outras associações dos sem-terra, que estão estudando terrorismo em mais de duas mil escolas pelo País afora. Possuem até uma "universidade". Quando chegar o sonhado momento da "ruptura", na certa serão armados pelo cupincha de Lula, Hugo Chávez, que está esbanjando o dinheiro do petróleo na compra de armas.

Recentemente, os falsos "sem-terra’, financiados pelo governo federal e pelo governo do Rio Grande do Sul, em verdade agentes do comunismo internacional, vandalizaram um laboratório da Aracruz, destruindo vinte anos de pesquisa, recebendo aprovação pública do psicopata João Pedro Stédile, que considerou a ação uma ato revolucionário válido para chamar a atenção sobre os movimentos comunizantes contra o direito de propriedade. Trata-se de: "apologia do crime".

Não existe nenhum país completamente capitalista nem completamente socialista. Também o Brasil se divide em setor estatal, socialista, e o setor privado, capitalista. O setor público, como todo mundo sabe, é ineficiente e corrupto e goza de privilégios pornográficos. Não produz riqueza mas consome impostos crescentes. Já o setor produtivo produz riqueza, cria empregos e paga impostos confiscatórios, que sustentam as mordomias e os super-salários das elites do poder. Lula e seu bando, no poder, têm por objetivo inchar o setor parasita do governo e murchar cada vez mais o setor produtivo, até levar o País à falência, como aconteceu com a União Soviética e com dezenas de países colonizados pelo Império do Mal. Votar em Lula significa votar neste modelo podre. É o caminho do abismo.

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