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Alexandre Seixas

Alexandre Seixas

O Prof. Alexandre M. Seixas é formado em Direito pela PUC de Campinas, tendo realizado o curso de Aperfeiçoamento em Ciências Sociais, e Mestrado em Ciência Política na Unicamp. Realizou ainda os cursos de inglês, na Surrey Heath Adult Education Center, em Camberley, Inglaterra. É professor universitário com vinculação em Teoria Geral do Estado e Ciência Política.
Terça, 29 Março 2005 21:00

Uma Nova Mentalidade

A essência da receita de sucesso do Chile está no respeito às leis de mercado, a uma economia aberta ao mercado internacional, o que vem gerando através do comércio 55% do PIB.

Sábado, 25 Agosto 2012 00:00

Quem Sou Eu?

Rotineiramente sou taxado de conservador, reacionário e partidário da extrema-direita. Em outras palavras, eu seria um burguês contrário aos direitos individuais que pratica a idolatria do Estado.


Rotineiramente sou taxado de conservador, reacionário e partidário da extrema-direita. Em outras palavras, eu seria um burguês contrário aos direitos individuais que pratica a idolatria do Estado.

E essa ofensa à minha pessoa (pois a tomo como ofensa, e uma ofensa ética), parte geralmente de dois tipos de interlocutores: os inocentes-úteis e os esquerdistas de fato. Os primeiros são pessoas, por vezes puras de raciocínio e vítimas da descultura brasileira, que se sensibilizam pelo discurso fácil e demagogo da esquerda e saem repetindo as maiores bobagens, sem ao menos ter consciência do papel ridículo que fazem. Mas não os culpo, de forma alguma. Quanto aos segundos, esses são, em regra, mentirosos e venais, comendo soberbamente nas mãos de Gramsci e estão de plantão em todas as esquinas pronto para disseminar o discurso “social” que tanto encanta qualquer ser humano. São verdadeiras sereias: atraem com falsas promessas e acabam gerando o flagelo de uma sociedade.

Gostaria, portanto, de responder a estes meus dois grupos de interlocutores, além de expor a todos minha forma de pensar a vida em sociedade.

Caros amigos sou um liberal. Não sou de direita, de esquerda, de cima ou de baixo. E o que é ser liberal? Ser liberal é crer na liberdade do indivíduo, sobrepondo o individual sobre o coletivo, mantendo a fé de jamais temer a liberdade. Acredito no Homem, com a certeza de que cada um de nós carrega uma força e uma energia divina que espera e precisa ser despertada como forma e meio de melhorar nossa própria vida e a de nossos semelhantes. Mantenho a firme certeza de que os direitos de cada ser humano não são concessões do Estado, mas sim emanados pelas mãos de Deus, pois fomos criados por Ele e não pelo Estado.

Assim, ser liberal é acreditar no Homem, e não no Estado. Tanto a esquerda como a direita são formas doentias de governar um povo. A esquerda como a direita são co-irmãs (por favor, não se assustem, mas é verdade). No Brasil, desde a “redemocratização” do país a partir de 1985, acredita-se que ser de esquerda é estar preocupado com o “social”, imputando ao Estado obrigações para as quais ele jamais estará preparado, qual seja, a de ser o protetor do ser humano, amparando-o em suas necessidades. Eis os governos Luis Inácio/Dilma (assim como FHC), e seus infindáveis programas “sociais”, que nada mais são do que distribuição de esmolas e fontes de corrupção e imoralidade administrativa.

Em terras brasileiras, se você não está engajado na luta pelo “social”, então se tem um defensor da direita, ou seja, das elites, dos ricos, dos capitalistas. Pura bobagem. Esquerda e direita vêem no Estado todas as soluções para os problemas do Homem. A marca registrada destas duas ideologias é o intervencionismo estatal na vida do cidadão. E isto é uma afronta para mim e para o liberalismo. Vejam o ridículo Fome Zero: é o Estado quem determina o que o cidadão “premiado” pode e deve comer. E se este desvalido e azarado ser humano não comer o que o Estado quer é desligado do programa e condenado a voltar a passar fome. Isso é certo? Ao menos é ético?

Um verdadeiro liberal se aceita falível, admitindo seu erro, reavaliando suas verdades sem jamais aceitar verdades prontas e acabadas, vendidas como um produto de feira. Assim, reconheço que não sou perfeito. Por esta razão, como liberal, desconfio do Estado e, principalmente, de quem o representa, defendendo preferencialmente a iniciativa privada, sendo, portanto, contrário ao assembleísmo de Estado por acreditar que esta característica conduz uma sociedade ao completo imobilismo, uma vez que nenhuma decisão é tomada, pois o consenso é sempre difícil (senão impossível), dentro de um grupo humano no qual haverá sempre vozes dissonantes.

Resumindo, faço minhas as palavras do mestre João Mellão: “Ser liberal é repudiar a esquerda e a direita. Se imaginarmos o espaço ideológico como um triângulo, teremos em um vértice a esquerda, em outro a direita e no terceiro vértice o liberalismo. A direita é conservadora, imobilista e aferrada aos privilégios. A esquerda, por sua vez, defende um Estado onipresente, que comanda a sociedade e dita as regras da convivência humana. O liberalismo não é de direita, porque não teme a inovação e o progresso e abomina os privilégios e refuta a esquerda porque entende que os direitos dos indivíduos estão acima das imposições do Estado”.

Sexta, 25 Fevereiro 2005 21:00

Correção do Erro

Lembro-me como se fosse hoje, que pensei: “Então, esse cara (o Sr. Luis Inácio), não deve continuar sua campanha. Afinal ele não tem sequer segundo grau. Sua eventual vitória significaria um desprestígio ao cargo de Presidente”.

Sábado, 16 Outubro 2004 21:00

Espetáculo do Crescimento

E aos que ainda não imiscuíram seus pensamentos ao descrito até o presente instante, faço questão de esclarecer: no primeiro ano do governo Luis Inácio houve um crescimento da miséria no país.

O simples fato de assumir a administração de um Estado pela via eleitoral, não aponta para uma normalidade tida como democrática.

Quarta, 08 Setembro 2004 21:00

Controle Sem Controle

Em nada surpreende que o fome-zero, o bolsa-família e outras formas de intervenção do Estado em nossas vidas particulares estejam a deriva, beirando o ridículo.

Sábado, 14 Agosto 2004 21:00

Directorium Inquisitorum

Logo, por certo, as únicas diferenças entre o Tribunal da Inquisição e o Conselho Federal de Jornalismo sejam os 183 anos que os separam e, espero também, que a fogueira para os novos e potenciais hereges do jornalismo pátrio

Quinta, 05 Agosto 2004 21:00

O Estulto do Desarmamento II

Desse modo, pode-se concluir que, no papel o tal estatuto é muito bom. Na prática, continua sendo muito bom mas apenas para os criminosos. Estes, alías, deveriam agradecer a promulgação do referido instrumento legal

Sábado, 17 Julho 2004 21:00

O Estulto do Desarmamento

Afinal qual a razão de se possuir uma arma em casa? Salvo algumas exceções, que a própria lei prevê, nada justifica que o cidadão coloque uma máquina mortífera dentro de sua residência.

Sexta, 02 Julho 2004 21:00

Duas Gestações

A inevitável conclusão é que o PT em nada difere dos demais partidos políticos. A aura de partido magnânimo encontra-se atolado em um lamaçal sem precedentes.

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