Sáb07042020

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Mario de Oliveira Seixas

Mario de Oliveira Seixas

Mario de Oliveira Seixas é General-de-Brigada, na reserva do Exército brasileiro. Realizou todos os cursos militares, nos níveis de graduação, mestrado e doutorado, assim como o Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército, o de mais elevado nível da carreira. É engenheiro de telecomunicações formado pelo Instituto Militar de Engenharia. No exterior, cursou o British Army Staff College (curso de Comando e Estado-Maior do Exército Britânico) e a Defence School of Language (curso da língua inglesa). Na PUC-Rio, especializou-se em Educação à Distância. Na FAAP, em São Paulo, realizou o Curso de MBA em Excelência Gerencial, com Ênfase na Gestão Pública. De 2005 à 2009 foi o Secretário Municipal de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública da Cidade de Campinas - SP. De 2009 a 2018 foi Superintendente Geral da entidade Movimento Vida Melhor - MVM, em Campinas - SP, cujo propósito é retirar das ruas da cidade adolescentes em risco social.

Constatou-se que estímulos falsos e/ou referências inadequadas, adotadas erroneamente, levariam a decisões discrepantes daquelas que teriam sido tomadas caso as referidas distorções não tivessem ocorrido.

Aquele que não se apercebe manipulado (“escravizado”), jamais lutará por libertar-se.

Acredita-se como absolutamente lógico, que se aceite que, no âmbito da coletividade, se identifique conjuntos de integrantes que possuam interesses, necessidades, se não iguais, muito próximas.

Domingo, 14 Junho 2020 19:57

JERÔNIMO, O HERÓI DO SERTÃO

A televisão no Brasil ainda engatinhava. Assim, minhas fontes de informação se concentravam nos livros que eu consumia com voracidade, no cinema e episodicamente no rádio.

O propósito básico é o de questionar o verdadeiro significado de ser livre para o ser humano, hoje, instintivo-intelectivo.

Neste artigo, se deseja analisar uma outra etapa do Ciclo da Tomada de Decisão (a detecção) e como ela interfere no processo decisório.

Há que se ter em mente, durante todo o tempo, que o que aqui se busca é avaliar o significado de se ser efetivamente livre nos dias atuais, particularmente no Brasil.

Ao só enxergar o coletivo, esquecendo o individual, se comete erro crasso e o que decorrer daí carregará erro congênito.

A, por vezes angustiante, experiência dicotômica vivenciada pelo homem ao longo de sua história (concreto x abstrato; realidade x intangibilidade; horizontal x vertical), segundo o filósofo catarinense Huberto Rhoden, tende a, no dia-a-dia, se materializar no conflito “querer” versus “dever”.

Publicado inicialmente em 28 de março de 2011

 

"O homem é um ser evolvível. Foi meramente instintivo. Hoje, é instintivo-intelectivo. Amanhã, será instintivo-intelectivo-intuitivo, ou seja, racional"                                            
(Huberto Rhoden – O Pensamento Filosófico da Antiguidade).

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