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13 Ago 2005

"Cervisso Cecreto Sentral"

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O presidente despreparado que se gaba por não ter diploma atacou de médico e disse que os brasileiros precisam cuidar da saúde para irem menos ao médico e tomarem menos remédios.

O Casseta e Planeta lançou o “Cervisso Cecreto Sentral”, com dois agentes: “agente fomos” e “agente tamos”. Óbvio escárnio ao governo do besteirol inaugurado por Lula e sua trupe. No Piauí, Lula explicou: “Então eu vim aqui trazer uma mensagem positiva para vocês, uma mensagem que eu já falei na fábrica, lá em Floriano, mas eu vou ler aqui, porque eu pensei que vocês estavam lá. Se eu soubesse que vocês estavam aqui, e não lá, eu não tinha feito o discurso lá, tinha deixado para fazer aqui”.

Enquanto isso, segundo a Folha, os maiores saques das contas de Marcos “Mensalão” Valério coincidem com vitórias do governo no Congresso. A aprovação das reformas da Previdência e tributária ocorreram em meses com maior número de saques das contas das empresas do publicitário. “O mensalão foi montado seguindo modelo do crime organizado, deixou rastro de corrupção, lavagem de dinheiro e outros delitos. As provas se aproximam do Palácio.”, disse o deputado Carlos Sampaio, sub-relator de Sistematização dos Trabalhos da CPI dos Correios.

Percebe que José Dirceu, Sílvio Pereira, Genoino e Delúbio afundaram na lama e saíram de cena sem punição? Delúbio, réu confesso, foi “afastado” por 90 dias do PT bem de mansinho. É que se ele abrir a boca, implode o projeto petista de poder ao estilo do PRI mexicano. Tudo não passou de um plano macabro a partir da via gramsciana e do aparelhamento do Estado, da compra de parlamentares, ampliação do aparato partidário e da mordaça da imprensa por meio do Conselho Nacional de Jornalistas que não vingou. Amém!

Uma quadrilha se implantou no Palácio do Planalto agregando estatais e mais de 100 parlamentares que, segundo a Agência Estado, trocaram de partido em apenas dois anos por conta do esquema de corrupção que já movimentou pelo menos R$ 1,7 bilhão. Mas Lula não dá um pio a respeito da crise política e moral jamais vista “na história da República”. Ao invés de trabalhar, prefere discursar, abraçar o povo e citar emocionado sua mãe, que segundo ele, nasceu analfabeta e que parece não ter conseguido incutir-lhe preceitos básicos de boas maneiras. O governo(?) Lula acabou. É um verdadeiro salve-se quem puder. Lula-lá, cada dia mais populista, passa o tempo amparado na economia neoliberal por ele tão criticada e iniciada pelos tucanos, mas faz o sinal da cruz marxista quando os espíritos dos quatro cavaleiros do apocalipse proletário, Delúbio, Jefferson, Pereira e Valério se apossam de sua mente primitiva. Em nome de Lênin, saiam desse corpo que não lhes pertence!

Pergunta da Folha ao senador Aloízio Mercadante (PT-SP): “Dizia-se à época do Collorgate que o dinheiro sujo de PC Farias também era coisa de campanha. Verificou-se depois que bancava até gastos da Casa da Dinda. Agora, já ficou constatado que o caixa dois do Delúbio pagou honorários do advogado Aristides Junqueira, parte da festa da posse de Lula e dívidas com agência de Duda Mendonça. O sr. não receia que Lula, assim como Collor, acabe sendo atraído para o epicentro da crise?” A resposta: “Não vejo comparação entre os dois...”

O presidente despreparado que se gaba por não ter diploma atacou de médico e disse que os brasileiros precisam cuidar da saúde para irem menos ao médico e tomarem menos remédios. “Se todo mundo andasse uma hora por dia, a gente não precisava de remédio ou hospital”, receitou. “Andem uma hora por dia. Larguem o compromisso por meia hora para cuidar da saúde. Dediquem uma hora por dia para a saúde de vocês. Não pode ficar escrachado no sofá, tomando remédio para acordar, tomando remédio para dormir”. Completou convicto de que assim sobrará dinheiro para uma cerveja, um vinho ou até uma pizza. Pizza? Vinho?! Quá, quá, quááá!! Lula: Dr. Jeckill ou Mr. Hyde?

“Eu não sabia para que prestava a mamona. Quando eu tomei posse, um companheiro me procurou e falou: “Presidente, nós poderemos fazer uma revolução com a mamona”. Eu falei: é comigo mesmo”. Será que Lula sabia para quê “prestava” o Brasil? Depois de se comparar ao Papa, filosofou: “Prefiro perder voto a perder a vergonha”. Seus atos desesperados gritam tão alto presidente, que não conseguimos ouvir o que “vossa excelência” diz...

Uma fonte me ligou quarta-feira para dizer que uma revista vai publicar no final de semana a cópia de um cheque da empresa de Marcos Valério que teria sido usado para pagar uma televisão de plasma para Lulinha paz e amor. Se isso for verdade, o impeachment do proletário será uma imposição de suas aventuras capitalistas. Vamos esperar para ver...

A “gente fomos” vítimas de criminosos e pelo jeito a “gente tamos” sem “capitão” no time.

Última modificação em Domingo, 01 Setembro 2013 13:37
André Plácido

André Arruda Plácido nasceu em Pirajuí (SP) e é cidadão português. Reside em Londrina (PR) onde graduou-se em Relações Públicas e Teologia. Em Bauru (SP) concluiu o curso de Jornalismo. Fez especialização em Comunicação e Liderança em Missões Mundiais pelo Haggai Institute em Cingapura. É professor de comunicação, poeta, radialista, cronista e fotógrafo.

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