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08 Jun 2005

Festival de Mentiras Petistas

Escrito por 

O petismo não passa de um castelo de mentiras construído sobre areia movediça. E já começou a desmoronar, vítima de suas próprias falsidades e contradições, como a defunta União Soviética.

Nas últimas décadas os comunas especialmente os enrustidos, como os petistas têm usado a opinião pública como um esgoto, onde despejam continuamente seus excrementos ideológicos.

Tudo no comunismo é mentira. Seu único objetivo é o poder e, para conquistá-lo, não tem o menor pudor em vomitar as maiores mentiras. E não falta quem acredite, o que levou o Professor Olavo de Carvalho a definir os brasileiros como “o povo mais covarde, imbecil e subserviente do universo, campeão intergalático da idiotice". Pelo menos 53 milhões de brasileiros, eleitores de Lula, merecem esta carapuça.

A mentira começa no nome do partido. O PT não é o partido dos trabalhadores, mas dos marajás. Dezenas de milhares de petistas, especialmente os rejeitados pelas urnas, encontraram abrigo sob as asas protetoras do “partido”, à custa dos contribuintes. E tome dízimos¾para aumentar ainda mais a assombrosa riqueza do PT.

Os petistas se dizem “socialistas”. Outra mentira. O petismo é apenas um disfarce do comunismo (palavra que virou palavrão). Seu sonho é implantar o regime estalinista de poder total, como ficou óbvio nas tentativas de controlar a produção audio-visual e a mídia. E Lula ainda afirmou que os jornalistas são “covardes”, por reagirem ao cabresto governamental... O governo, estalinisticamente, fez até uma medida provisória para proteger um prefeito petista que mandou às favas a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Quem duvida da natureza comunista do atual governo petista que se lembre dos bandidos, salteadores, seqüestradores, assassinos e sobretudo traidores da pátria, que queriam entregar o País aos soviéticos, nos anos 70, e agora estão sendo recompensados pela indústria das “indenizações” milionárias. Mereciam ser executados, e não premiados.

Como ocorreu na Alemanha nazista, na União Soviética, em Cuba, na Coréia do Norte, no Leste europeu comunista, o governo está desarmando os civis, enquanto os bandidos, seus cúmplices do “quanto pior melhor”, estão cada vez mais armados. Como contraponto, as Forças Armadas estão cada vez mais sucateadas e as milícias do MST cada vez mais fortes.

Os tais programas assistencialistas, como a badalada “fome zero”, têm por meta, não a apregoada justiça social, porém, além do objetivos eleitoreiros, manter os pobres cada vez mais miseráveis e dependentes do governo, como foi praxe nos fracassados países comunistas. Restaurantes populares e distribuição de cestas básicas inserem-se claramente no padrão coletivista comunista. Só falta a caderneta, como em Cuba!

Nas asas de mentiras e promessas cabeludíssimas Lula subiu a rampa do Planalto, com os votos de inocentes úteis que acreditaram no pseudo-operário. Enquanto houver idiotas que acreditem em promessas, demagogos como Lula serão sufragados nas urnas. Isso não é democracia. É libertinagem. Não é à toa que o Brasil afunda-se cada vez mais no mar de lama e de corrupção.

Sem nenhum compromisso com as promessas mirabolantes de campanha, Lula largou a economia nas mãos de Palocci e dedica-se full-time a organizar um novo eixo do mal contra os Estados Unidos, o país que representa o que ele não gosta; democracia, liberdade, Estado de Direito e prosperidade. Seu instrumento de trabalho é o aero-Lula, de cento e cinqüenta milhões de reais, uma explosão de luxo incompatível com a carência de verbas para os principais programas de cunho social, tão badalados pelo PT.

Prometeu-se um reforma tributária. Entretanto, o que ocorreu foi a elevação da carga tributária para quase 40% do PIB. Se contarmos o que os contribuintes têm que gastar para suprir a ausência do Estado, como segurança e planos de saúde, certamente a carga chegará aos 50%. O que precisamos é de redução de impostos, para que mais recursos estejam disponíveis para os setores produtivos. No tempo do governo militar, quando o País se transformou em um canteiro de obras, a carga era inferior a 20% do PIB.

Em raro momento de veracidade, o então candidato Lula afirmou que somente durante o governo militar o Brasil foi levado a sério. De fato, só naqueles saudosos tempos os recursos captados por meio de impostos eram aplicados em grande obras, como Ponte Rio Niterói, Itaipu, Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá (as maiores hidrelétricas do mundo), corredores de exportação, construção e reforma de portos, promoção de joint-ventures, criação da Embraer, da indústria naval, criação do IBDF, FGTS, FUNRURAL, CNPq, FINEP, Dataprev, Banco Central, INPS, etc. Então, havia um projeto para o País. E agora?

Enquanto o Presidente passeia de aero-Lula, seus paus-mandados descarregam mais mentiras sobre a opinião pública, até com folhetos caríssimos, impressos com dinheiro de suas vítimas. Recentemente lançaram uma sopa de mentiras cretinas, sob o título: “BRASIL, UM PAÍS DE TODOS”. A mentira começa no título. O Brasil não é de todos. Enquanto o povo rala, os petistas (e suas esposas, é claro) ocupam os melhores cargos, com os melhores salários, e a Nomenklatura brasiliense possui cartões corporativos de até um milhão de reais, mensais, sem comprovação.

Os donos do Brasil são os marajás dos três poderes, como também os funcionários das estatais, garantidos pelos privilégios assegurados pela constituição bandida de 88, como: autonomia financeira, direitos adquiridos, paridade, estabilidade e outras maracutaias, além do shangri-lá dos fundos de pensão. Ladrões de casaca, que se locupletam nas burras do Estado, também usufruem as benesses de um Estado corrupto, sem falar nos bancos que, sem culpa, auferem lucros astronômicos. No Brasil, quanto mais perto do poder, mais rico! Portanto, o Brasil não é de “todos”, mas apenas dos afilhados do poder.

No tal folheto, o desgoverno atual, que sequer tem um plano para o País, jacta-se de um pífio crescimento econômico, um dos menores do mundo. No entanto, este desenvolvimento reflete a pujança do setor empresarial brasileiro, que consegue sobreviver, não pelo apoio do governo, mas apesar de um governo incompetente, corrupto e espoliativo. Não existe um projeto para o País, a carga tributária é selvagem e confiscatória, os juros são vertiginosos, o cipoal de leis para criar dificuldades e vender facilidades, insuportável, sem falar na falta de infra-estrutura viária, ferroviária e portuária, na insegurança nas estradas e nas cidades, nos desvios de verbas e de taxas e até de planos malucos como o da transposição das águas do São Francisco que, obviamente, só tem por escopo ajudar a reeleição de Lula. Este projeto, rejeitado unanimemente pelos técnicos, custará cerca de vinte bilhões de reais, suficientes para reformar todas as estradas do País, que estão repletos de crateras (exceto as privatizadas). Para os petistas, agarrar-se ao poder é mais importante. O povo, que se dane!

Enquanto o agronegócio empresarial sustenta a balança de pagamentos, com quase 40% das exportações, os débeis mentais marxistas que desgovernam o País gastam bilhões com o crédito à agricultura de subsistência e com as milícias do MST que, além de sugar os recursos do governo, ainda pretendem realizar a revolução comunista, seguindo o modelo maoísta.

O governo não faz nada além de tentar implantar o comunismo e organizar o eixo do mal contra os Estados Unidos, seguindo as diretrizes do Fórum de São Paulo, definidas por Fidel Castro, objetivando recuperar na América Latrina o fracassado comunismo dos países do Leste Europeu.

No entanto, o petismo não passa de um castelo de mentiras construído sobre areia movediça. E já começou a desmoronar, vítima de suas próprias falsidades e contradições, como a defunta União Soviética.

Última modificação em Segunda, 09 Setembro 2013 20:07
Huascar T. do Valle

Ensaísta e advogado. Dedica-se a estudos nas áreas da filosofia, história, arqueologia, linguística, semântica geral, psicologia, psicanálise, cosmogonia, cosmologia, etologia e sociobiologia. É colunista do site Mídia sem Máscara. É autor das obras "Hino à Liberdade" e "Tratado de Economia Profana". Entre seu material inédito, constam as obras "Sociedade da Desconfiança", "Trincheiras do Iluminismo", "A Treatise on Profane Religion", "The Twilight of Gods" e "Jesus, from Abraham to Marx".

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