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10 Dez 2020

GLOBALISTAS INSISTEM NA PAUTA DO RACISMO SISTÊMICO

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Mas os globalistas não vão descansar enquanto o Brasil não for segregado entre pretos e brancos, sem a maioria parda no meio.

 

"O problema com os globalistas é que são previsíveis demais, falta-lhes sutileza. Quando perceberam o sucesso da estratégia radical do Black Lives Matter, um movimento marxista que deseja implodir o "sistema", nos Estados Unidos, logo deixaram claro que tentariam importar a mesma pauta para o Brasil, um país mestiço, miscigenado, em que 40% da população se considera parda.

O incidente no Carrefour foi a tentativa mais escancarada até aqui. Tentaram, e muito, contando com apoio de ministros do STF, de ex-juízes, de globais, de todo o "sistema", lamentando a morte causada pelo... racismo. Mas não colou! O sujeito era um agressor de mulheres, tinha agredido um segurança, e todos perceberam que sua morte nada tinha a ver com racismo.

Mas os globalistas não vão descansar enquanto o Brasil não for segregado entre pretos e brancos, sem a maioria parda no meio. O Estadão publica hoje uma reportagem sobre um "estudo" que denuncia o "racismo sistêmico" na polícia brasileira. Como chegaram a essa conclusão? Ora, morrem mais "negros" em ações policiais!

Deixando de fora o truque estatístico de considerar pardo como negro, o que o "estudo" ignora é que a imensa maioria desses que morreram em ações policiais era formada por criminosos. Ou seja, a polícia não mata porque o alvo é negro, e sim porque carrega um fuzil que dispara contra a mesma polícia.



Reparem que a "pesquisadora" não quer saber se era legítima defesa, ou se a "vítima" era um criminoso. Isso, para ela, não tem relevância. Apenas a cor da pele, e jogando pardos no grupo dos negros, para inflar a estatística e força-la a confessar aquilo que a ideologia desejava. Ela queria muito enxergar racismo como causa dessas mortes, e fez de tudo para tanto. Só há um problema: trata-se de uma enorme falácia!

Essa gente não morre por ser negra; morre por ser marginal. Há casos, uma minoria, de inocentes, mas mesmo assim não morrem porque são negros, e sim porque são pobres e moram em periferias ou favelas dominadas pelo crime. Se a polícia chega nesses locais e é recebida com chumbo grosso, estamos falando de um cenário de guerra, e lógico que há mais risco de "bala perdida". A culpa é da polícia ou dos criminosos, não importa sua cor?"

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino é economista formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, como analista de empresas e administrador de portfolio. É autor do livro "Prisioneiros da Liberdade", da editora Soler.

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