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13 Nov 2020

BIDEN VERSUS BOLSONARO

Escrito por 

Que droga de sentimento é este que leva as pessoas a sofrerem tanto, justo agora que o Brasil não é mais governado por um falso e covarde “comunistóide” como FHC?

 

Até aqui, em momento algum me surpreendeu o frenesi da corrupta e da vendida mídia tradicional - colocada para escanteio pelo Capitão - quando eufórica repassa e divulga, desavergonhadamente, as inverdades e as solertes distorções acerca da vitória do candidato democrata nestas eleições americanas e com as quais o mundo está perplexo. Acompanho de perto aquela gente, há algum tempo, e bem sei avaliar seus delírios de rancor por ter sido impedida de continuar sangrando os cofres públicos.

O mesmo não posso dizer em relação aos ex-detentos do social-comunismo que, em flagrante violação a liberdade condicional que a “Nova Ordem” lhes proporcionou, torcem em segredo contra os patriotas, justos aqueles que os resgataram da vida desonrada que levavam, ansiando por voltar a se avermelharem ostensiva e novamente.

Até o momento em que ficou evidente que o tal lacaio do comunismo chinês, Joe Biden e sua quadrilha aliada à dos Clintons e à dos Obamas, não ganhariam este pleito sem roubo ou muita fraude, vi e ouvi de gente que já julgava curada do vírus do esquerdismo delinquente, explodir de alegria, se fartar de revanchismo, se despir do pudor e da vergonha, para saudar tudo isso como um prenúncio certo e indissociável da derrota dos conservadores, aqui em 2022.

Por exemplo. Ao som dos primeiros ecos de uma vitória midiática de Biden, um vassalo dos “Barões Marinhos”, “Bigodinho Pereira” - justo aquele com cuja longa reputação de bom moço o Capitão destruiu, com um peteleco, ao revelar suas “maracutaias” para tungar os dinheiros públicos dos cofres do SENAC-RJ – sustentou durante dias em sua coluna, hoje sem muito alcance e sufocada pelas redes sociais que, com a irreversível queda de Trump, a tão sonhada derrota de Bolsonaro em 2022 seria inevitável.

Por conta de procedimentos semelhantes, pude também distinguir em pessoas de boa cepa que se diziam (ou propagavam) sua repulsa aos crimes e aos malfeitos da vermelhada infame, o rancor que sufocam dentro do peito contra tudo e todos que se identificam com esse “Novo Brasil”, porque simplesmente não aceitam, não se conformam, não admitem que um patriota, conservador, católico, defensor da família e da propriedade, tenha chegado para resgatar o País do caos em que foi atirado por governos socialistas de ladrões e de corruptos que a vida toda eles incensaram.

Que droga de sentimento é este que leva as pessoas a sofrerem tanto, justo agora que o Brasil não é mais governado por um falso e covarde “comunistóide” como FHC? Que porcaria de sofrimento é este que leva um cidadão a padecer, se o Brasil não está mais a mercê do furor assassino ou da voraz ganância dos ladrões de Lula e Dilma? Que raio de sentimento é este que arrasta o “vermelhusco” para um ódio irracional contra um homem que quase entregou sua vida para lutar por seu País. Será despeito? Será inveja? Que mau sentimento será?

A rigor, aposto que na verdade tudo não passa de um reles interesse contrariado. Quando vejo que alguém, sem motivo aparente ou qualquer razão de ordem lógica, está sofrendo ou está contrariado, inobstante tudo quanto já se fez, neste novo governo, pela Nação Verde e Amarela em menos de dois anos, não posso deixar de imaginar se aquela pessoa não teria perdido privilégios ou vantagens para si ou qualquer dos seus. Nesta ordem de consideração concluo que o gajo é mesmo mal formado, porque seu indefensável posicionamento e infundado sofrimento ou sua ira irracional não enobrecem seu caráter, muito ao contrário, representam tudo que o faz mesquinho e vingativo.

É mesquinho mesmo porque sua contrariedade é que o faz torcer a favor do pedófilo fraudador, Joe Biden, convicto de que o novo governo americano vai entrar em rota de colisão com o Brasil, sem avaliar que o povo dos Estados Unidos não pode prescindir de seu paredão democrático na América do Sul.

É mesquinho e tem alma de traidor, tal como aquele vendido para o “Sistema Goebells" com bigodinho e tudo, quando augura que os norte americanos vão nos tratar como uma Venezuela ou uma Cuba, ignorando a presença no mercado internacional do único país continente do planeta onde se planta e colhe três vezes no ano e subestimando a força da 8ª economia do mundo.

É mesquinho e não tem boa memória porque esquece que a antiga e muito sólida parceria estratégica entre Brasil e Estados Unidos, sob governos republicanos e democratas, com maior ou menor intensidade manteve-se firme apesar da pérfida e desastrosa política externa dos vendilhões vermelhos, encetada pelos ex ministros das Relações Exteriores: Fernando Henrique Cardoso, Celso Amorim, Luiz Felipe Lampreia, Celso Lafer, Antônio Patriota, José Serra, Aloisio Nunes, só para citar alguns dos mais nefandos  que se colocaram a serviço da Rússia, China, Cuba e de ditadores assassinos de África. Aliás, não fossem tão pequenos reconheceriam no Chanceler Ernesto Araújo o “Libertador do Itamarati”.

Do que afinal aqueles mesquinhos ressentidos acusam Trump e Bolsonaro? Não podem dizer que roubaram; que venderam seus países para potências estrangeiras; que deixaram seus povos na miséria, etc. Alegam que ambos são ameaças à democracia, que não toleram a ilegal interferência nos poderes que os seus povos lhes confiaram, ou seja, são intransigentes patriotas, amantes da lei e da ordem. Por isso mesmo a vingança daqueles vendilhões da Pátria, aqui e acolá, está mal direcionada. Eles bem sabem disto e em nome da democracia pretendem mesmo é ultrajá-la para afinal destruí-la. Chamam isso de progressismo, de globalismo ou de outros “ismos” malditos.

O pior ainda é que há quem pense que é possível conviver com essa bestialidade ideológica, fruto de uma deformidade patológica (Gramscismo), antes nominada de social-comunismo e agora, sordidamente, de progressismo, querendo que se ignore ou que se esqueça de que nas sociedades onde vicejou, o retrocesso, a estagnação, e a miséria se instauraram, as destruindo permanentemente.

Infelizmente o mal do progressismo não é recente nos Estados Unidos, nem no Brasil. A doença já teria se alastrado de forma irreversível nas Américas se não fosse por Trump e Bolsonaro. Aqui os governos civis das últimas três décadas, de nítido viés socialista ou progressista, mormente no que tange a gentalha de FHC, Lula e Dilma, nos levou a beira do precipício. Bolsonaro tem sido a salvação.

Nos Estados Unidos, conquanto há décadas o progressismo avance, vem sendo administrado em pequenas doses, contudo seguras e constantes, como se viu nos governos de Bill Clinton e de Obama. O pior presidente da história dos Estados Unidos, Barack Obama, deixou de herança para Trump aproximadamente quase cinquenta milhões de norte americanos na linha da pobreza, sem falar que algumas regiões dos Estados Unidos se deterioraram de tal maneira que atingiram um ponto quase irreversível, sem possibilidades de recuperação. Embora o padrão de vida nos EUA ainda seja relativamente superior ao de muitos outros países, diversas regiões da nação chegaram a um nível de miséria tão extremo, que antes só se via na “América Latrina”.

Em síntese, o regozijo e a alegria da vermelhada, tanto quanto a perfídia dos vendilhões da Pátria que nestes dias de luta de duas Nações irmãs para afastar de seus países o cancro do comunismo mundial, estão aí para dizer a nós patriotas que, com muita seriedade, paciência e obstinação, temos que enfrentar aqueles demônios dos tempos atuais, torcendo para que a reeleição de Trump e Bolsonaro, no mínimo, os façam se recolher para seus buracos, cheios de inveja e de despeito.

José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

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