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06 Nov 2020

E A GRANDE IMPRENSA?

Escrito por 

Neste aspecto a situação nos Estados Unidos em relação ao Brasil com certeza é muito mais grave.

 

Quem quer que, em definitivo, vença as eleições presidências nos Estados Unidos e eu espero firmemente que seja Donald Trump, inobstante o mar de fraudes eleitorais praticadas no País inteiro, o certo é que mais uma vez ficará claro e evidente o quanto a imprensa tradicional e seus incontáveis tentáculos da comunicação se desviaram de sua missão mais elevada e do seu papel mais relevante para atender os espúrios interesses dos proprietários de seus conglomerados.

É espantoso. Por todos os meios que me foram dadas condições para acessar, a mim não chegaram, daqui ou do exterior, notícia alguma, quaisquer comentários, vídeos ou fotos acerca das eleições americanas deste ano, que não deixassem transparecer que a realidade dos fatos estava sendo escamoteada ou desvirtuada e sempre a favor da corrente esquerdista, socialista, progressista ou de outra porcariada congênere, nunca a favor dos conservadores ou dos liberais.

Neste aspecto a situação nos Estados Unidos em relação ao Brasil com certeza é muito mais grave. Nas bandas de lá, em relação às principais empresas da área da comunicação, com exceção das independentes “FOX” e “New York Post” (da “New Corporation”, de propriedade do bilionário australiano de nascença Rupert Murdoch), todo o resto está vendido ou, pelo menos, comprometido com o social-comunismo chinês ou russo e há muito tempo.

Desde o dia seguinte da eleição de Trump, a imprensa norte-americana passou a insultar e a difamar o Presidente eleito e de lá para cá não deixou um só dia de fazê-lo. Todos os programas que desenvolveu, todas as realizações que trouxeram o pleno emprego e a fantástica recuperação econômica que soergueu o País já antes entregue e submetido, pelos democratas esquerdistas, ao narcotráfico, aos chineses, tanto quanto ao “globalismo” de uma Europa falida, estuprada por milhões de mulçumanos e cativa do terrorismo mundial, não foram suficientes para que reconhecessem a importância e o valor daquele patriota para a brava Nação do norte ou sua inquestionável contribuição para garantia da liberdade no mundo inteiro, porém de efetivo nada conseguiram contra a honra e a competência do intrépido Donald Trump.

Aí, então, através de uma torpe e soez jogada de marketing político que, neste período eleitoral, visou obstinadamente a colar nas costas de Trump o ônus de um vírus produzido na China e espalhado criminosamente pelo mundo para atender os sórdidos propósitos do Partido Comunista Chinês, a tal da “esquerdalha yankee” escolheu um senil senador de má fama para liderar esta campanha midiática suja e para disputar, a qualquer preço, o lugar do homem mais poderoso do mundo, inobstante todas as terríveis consequências que sabiam poder advir desta insanidade.

Apesar de todos os bons nomes existentes nas hostes dos democratas, avaliem o tipo escolhido. Há quem diga que, tal como os Clintons, os Bidens são os Lulas de lá. São corruptos, são ladrões, são capazes de entregar os segredos do País, o dinheiro, o lugar ou os postos de trabalho dos americanos para potências estrangeiras e muito mais, como outrora já se viu a escumalha de Lula e Dilma fazer aqui também.

Nós aqui no Brasil nada sabemos sobre o tal “Caso Hunter Biden”, que diz respeito às canalhices do filho do ex vice-presidente do nefasto Barak Obama e atual oponente de Donald Trump, o democrata lacaio da China, Joe Biden. Acerca dessa história, muito procurei a verdade por aqui, nas páginas dos jornais independentes do tacão do “Sistema Goebbels” e nas matérias veiculadas pelos bons jornalistas para destarte vencer as inúmeras barreiras dos contras, das meias verdades e das mentiras trazidas pelas mídias tradicionais, acerca deste affaire.

Como era de se esperar, a verdade surgiu no território livre da rede mundial de computadores, através de um vídeo do ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani - hoje advogado de Trump - que em síntese traz o seguinte. Hunter Biden - o filho drogado de Joe Biden, sócio de uma das empresas da família Biden (BHR) - com anuência do pai e com evidente apoio do então presidente Barack Obama, foi contratado como “Consultor de Negócios” da poderosa Burisma, empresa de gás e energia da Ucrânia. Nos últimos anos do governo Trump, por conta dos inúmeros inquéritos instaurados contra o Presidente a pedido dos democratas, o FBI desenvolveu uma exaustiva investigação objetivando apurar o ainda nebuloso apoio financeiro da China à BRH dos Bidens e, por conta de uma de suas muitas operações, acabaram entregues ao FBI uns computadores de Hunter Biden.

Diz o ex prefeito de Nova York que Hunter, sob efeito de muita heroína deixou dois ou três de seus laptops para consertar numa pequena oficina de Washington e não apareceu mais para retirá-los. Disse ainda que o dono da oficina notou que os aparelhos continham material explosivo e os entregou ao FBI, fazendo antes várias cópias dos seus drives. Como reinava o dissimulado Barak Obama e se tratava do filho do então vice-presidente, o FBI engavetou as provas, sem saber que tempos depois o lojista iria entregar uma daquelas cópias a um jornalista do New York Post, com acesso a Trump.

Já na reta final desta campanha o jornal New York Post publicou toda a matéria. Quando o assunto me chegou às mãos passei a esperar a renúncia de Biden, mas nada aconteceu e a extrema imprensa americana, escrita, falada e televisada (exceto a Fox e alguns canais alternativos sustentados por jornalistas independentes) fizeram total silêncio sobre o assunto, enquanto desencadearam uma jamais vista campanha de “abafa o caso” apoiada em pesquisas nitidamente fraudulentas que colocavam Biden uma dezena de pontos percentuais na frente de Trump. A propósito. Foi exatamente o que fizeram aqui durante as eleições presidenciais de 2018, com o “Corrupto do Kit Gay Para Criancinhas”, Fernando Haddad.

Além disso, o Twitter e o Facebook bloquearam despudoradamente a veiculação do caso Hunter no mundo inteiro e tanto fizeram que o Senado americano convocou o big shot de cada uma daquelas redes sociais para explicar a absurda censura ao material do “Caso Hunter” e agora, na reta final da campanha, um dos parceiros de negócio de Hunter, Tony Bobulinski, confirmou tudo o que aparece nos laptops, em entrevista concedida no badalado talk show, “Tucker Carlson Tonight”, da Fox News.

Depois disso perguntei diretamente a colegas, conhecidos e parentes, que há muito residem e trabalham nos Estados Unidos, em quem o povão votaria nestas eleições. A resposta veio unânime: é claro que em Trump, porque Biden está inteiramente decrépito, gagá, e é um velho trampolineiro venal, bem conhecido from coast to coast in the United States. Tomara que estejam com a razão.

Além das inúmeras evidências da prática de fraude grossa nestas eleições americanas, que agora estão sendo espalhadas pelo mundo inteiro, o triste e o vergonhoso desta história é ver em que se transformaram a imprensa e o jornalismo de um modo geral, aqui e em todo canto do mundo, com raríssimas exceções como, por exemplo, esta Tribuna corajosa e independente na qual semanalmente escrevo. Os grandes e sérios jornais, tanto quanto alguns de seus jornalistas de nomeada se perderam e sua reputação foi ao chão, assim que a internet nasceu livre, independente e indomável, revelando que muitos haviam se transformado em antros imorais, sectários e partidários, destinados a desinformar e a manipular em favor de quem melhor lhes pagar. De novo mesmo só os meios que criam e engendram visando a cercear, de todas as maneiras, as mídias sociais, tais como suas mercenárias “agências de checagem de notícias”. É de se lamentar!

José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

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