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12 Out 2020

MILHARES DE CIENTISTAS DENUNCIAM FRAUDE DA PANDEMIA DE COVID 19 E RISCOS DE ISOLAMENTO

Escrito por 

POR: CRISTIAN DEROSA                                                                                                                              

A conclusão da investigação alemã alerta para uma verdadeira pandemia de crimes sendo cometidos por governos contra os seus próprios cidadãos.

 

Desde meados de julho de 2020, um grupo independente de cientistas alemães vêm colhendo depoimentos de médicos de todo o mundo para responder aos questionamentos sobre o novo coronavirus. O resultado foi exposto pelo comitê German Corona Investigation, que chegou à conclusão de que a crise do coronavírus, iniciada a partir de fevereiro de 2020, foi uma imensa fraude científica que, no entanto, alterou os hábitos, a política e a economia do mundo inteiro. Eles acusam as autoridades médicas internacionais, como o presidente da OMS Tedros Adhanon, e nacionais (da Alemanha) por crimes contra a humanidade e exigem altas punições.

Enquanto isso, no Reino Unido, uma outra iniciativa reuniu milhares de cientistas e profissionais de saúde para expressar “sérias preocupações” com os efeitos de políticas restritivas, como o lockdown, colocadas em prática por conta da covid-19. O resultado foi a Declaração de Great Barrington, assinada por mais de seis mil médicos e profissionais de saúde de todo o mundo. A carta inclui nomes importantes como Phil Hammond, Rosemary Leonard e outros com passagem pela Associação Médica Britânica.

A conclusão da investigação alemã alerta para uma verdadeira pandemia de crimes sendo cometidos por governos contra os seus próprios cidadãos. Os cientistas recomendam renomear a crise do coronavírus, também chamada de pandemia, para “Escândalo Corona”. Eles apontam fatos já observados por sites e pesquisadores independentes, de que não foi verificada uma mortalidade excessiva devido o coronavírus, especialmente na Alemanha, argumentando que o vírus chinês teria um potencial letal no máximo idêntico ao das gripes sazonais.

Os cientistas alemães concluíram que 94% das mortes italianas, em Bergamo, foram causadas pela transferência de pacientes doentes para asilos, o que teria provocado a infecção em idosos com sistema imunológico já comprometido. Valendo-se dos milhares de testemunhos recebidos, os cientistas afirmam ainda que os médicos e hospitais de todo o mundo teriam sido pagos para declarar mortes como covid e que a imensa maioria teria morrido de doenças preexistentes. Além disso, segundo eles não houve aumento substancial de internações em hospitais, deixando muitos deles vazios e à beira da falência devido aos altos gastos desnecessários com leitos.

Testes e “assintomáticos”

O comitê da German Corona Investigation questiona os testes de tipo PCR, que teriam grandes taxas de resultados falsos positivos, o que explicaria a tese dos “assintomáticos”, também questionada pelos cientistas. Segundo eles, a contaminação só ocorre de fato quando há sintomas como ocorre com qualquer outra gripe sazonal.

“Muitos cientistas chamam isso de uma pandemia de testes PCR e não uma pandemia de corona”, disse Reiner Fuellmich, advogado que representou o comitê em um de seus vídeos recentes.

A imunidade de rebanho, que foi desacreditada pela mídia e pela OMS desde o início, necessitaria de 15-25% da infecção da população, o que os cientistas garantem já ter sido alcançada.

Reiner Fuellmich tem experiência em grandes processos envolvendo escândalos de corrupção e expôs suas conclusões no painel do Comitê, resumido no site da Global Research. Ele acusa os jornais do mundo inteiro de terem falhado terrivelmente em reportar a verdade, levando a democracia a uma crise sem precedentes.

“A democracia corre o risco de ser substituída por modelos totalitários fascistas”, diz Fuellmich. Ele acusa Christian Drosten, principal promotor do teste PCR na Alemanha, e Tedros Adhanon, presidente da OMS, por crimes contra a humanidade, conforme definido no Código Penal Internacional. O comitê defende a punição imediata das autoridades internacionais pelo escândalo de fraude científica de proporções mundiais.

Declaração de Barrington alerta para problemas mentais.

Já documento de Barrington se limita a alertar para graves riscos à saúde física e mental das políticas adotadas por governos de diversos países e chama a atenção principalmente para a ideia de esperar uma vacina para flexibilizar as medidas, o que considera extremamente perigoso para os mais frágeis.

A declaração, assinada por mais de seis mil médicos e outros 50 mil signatários, pede que as atividades voltem imediatamente à normalidade.

“Aqueles que não são vulneráveis devem ser imediatamente autorizados a retomar a vida normal. Medidas simples de higiene, tais como a lavagem das mãos e a permanência em casa quando estão doentes devem ser praticadas por todos para reduzir o limiar de imunidade de grupo”, diz a declaração.

“Manter estas medidas em vigor até que uma vacina esteja disponível causará danos irreparáveis, com os mais desfavorecidos a serem desproporcionadamente prejudicados”, diz o documento.

Uma abordagem mais compassiva que equilibra os riscos e benefícios de alcançar a imunidade de grupo, é permitir que aqueles que estão em risco mínimo de morte vivam normalmente a sua vida para construir imunidade ao vírus através da infecção natural, ao mesmo tempo que protege melhor aqueles que estão em maior risco. Chamamos a isto Protecção Focalizada”.

 

FONTE: ESTUDOS NACIONAIS.COM

Última modificação em Sábado, 17 Outubro 2020 18:50
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