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02 Out 2020

IDIOTAS, MAS PERIGOSOS

Escrito por 

"Hoje, seu Presidente, diferentemente da esquerda não mais aceita subornos, criminosas demarcações ou infundadas ameaças. Nossa soberania é inegociável"

 

Não raro custa-me crer no que ouço ou no que leio na imprensa tradicional e aí, além de checar muito tenho que reler muitas vezes para fazer bom um juízo de valor. Esta semana as notícias me intranquilizaram por conta de duas desrespeitosas declarações contra a soberana vontade do povo deste País, tanto quanto, petulantemente, ofensivas contra a soberania nacional, que vieram da parte de dois conhecidos esquerdistas senis, que nem se importam mais em esconder a face da traição que lhes é comum. Falo dos grandes gigolôs do comunismo internacional em seus países, aqui o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e, na América do Norte, o atual candidato democrata a Presidência dos USA, Joe Binden.

Vamos começar pelo que disse FHC. Em entrevista a um programa televisivo da extrema imprensa, comandado por uma jornalista serviçal do “bonequinho de bolo de noiva”, João Dória, o tucano decaído elogiou o maior ladrão da coisa pública da era contemporânea – o mesmo “analfa” que antes já havia classificado como um “intelectual público” - e pregou a constituição de uma frente ampla contra o governo Bolsonaro, justificando que “Lula simboliza a inclusão de grupos e de trabalhadores que não estavam integradas na vida social e na vida política. O Bolsonaro não precisou trazer ninguém. Ele me parece que pertence mais ao grupo que tem mais restrições do que o Lula. O Lula é mais maleável”, disse o conhecido canastrão.

Revelando seu plano, o velho cacique sugeriu uma “união pela democracia” com participação de vários políticos, partidos e movimentos e, com outras palavras, deixou claro que estava concitando a esquerda delinquente a se unir contra o governo eleito pelo que aquela poderia contar com ele, pois não teria problema algum em se juntar com quem quer que fosse (ao tinhoso também?) para melhorar a posição dos contras, leia-se para destruir o governo legítimo que chegou em 2019. É mesmo um idiota!

O Brasil conhece as décadas do domínio sórdido e covarde do PSDB e do PT. Não há a necessidade se fazer um retrospecto. Além do caos em que a Nação Verde e Amarela foi atirada, há um ano e nove meses que as redes sociais e a verdadeira imprensa revelam, quase que diariamente, o quanto o Brasil foi roubado e seu povo vitimado e se a “Nova Ordem” não houvesse sido implantada estaríamos caminhando para virar uma Cuba, uma Venezuela ou uma Argentina. O cretinão não se dá conta do tamanho de sua imbecilidade, aliás, nunca se deu. Agora que o povo brasileiro conservador finalmente acordou, ele não tem a menor chance de ressuscitar essa surrada ideia de frente pela corrupção e pelo atraso. Como dizem os jovens: sai fora! Ora, tenham clemência, mas este velho maconheiro deve se retirar para seu palácio comprado em Paris com nosso dinheiro suado e por lá ficar, sem fazer estardalhaço, porque não vai deixar saudades no povão.

Tão deplorável quanto aquela indecente proposta do referido esquerdista metido a sebo foram as declarações do candidato à presidência dos Estados Unidos, durante o primeiro debate público com Donald Trump, na terça-feira (29), no sentido de que poderia pagar U$. 20 bilhões para o Brasil parar de "destruir" a Amazônia ou iria impor sérias restrições econômicas contra nós. É muita petulância dessa vermelhada americana.

Embora a imprensa deles esconda e falseie e a extrema imprensa daqui não faça por menos, dizem abertamente nos “Estados Unidos” que “Mister Binden” não tem condição alguma de dirigir a Nação mais poderosa da face da terra; que está inteiramente senil; que não diz mais coisa com coisa e que inclusive somente pode dar entrevistar valendo-se do recurso do “teleprompter”.

Um destemido e independente jornalista brasileiro, que hoje reside nos USA, revelou em recente vídeo nas redes sociais, que ouviu Joe Binden durante uma entrevista em uma televisão americana, assim com um jeito meio desconectado, afirmar que antes do término da tal entrevista 200 milhões de pessoas iriam morrer infectadas pelo vírus chinês. Pode se chegar a um delírio desta ordem?

Boa e irrepreensível foi a pronta resposta do Presidente Bolsonaro que, em seu twiter na última quarta-feira (30), respondeu dizendo que o governo brasileiro mudou. "Hoje, seu Presidente, diferentemente da esquerda não mais aceita subornos, criminosas demarcações ou infundadas ameaças. Nossa soberania é inegociável", esclarecendo ademais que o País tem realizado ações para proteger a Amazônia e, “charlando” para cima do gringo socialista, informando que a ajuda americana será bem recebida, pois a "Cooperação dos EUA é sempre bem-vinda, inclusive para projetos de investimento sustentável que criem emprego digno para a população amazônica, tal como revelou que tem conversado com o Presidente Trump.". O curioso é que até agora não vi ou ouvi a “esquerdalha tupiniquim” se rebelar em relação a inaceitável investida de Binden contra nosso território e contra nossa soberania, valendo-se de seus tolos chavões do tipo: “Não a subserviência ao imperialismo americano”; “Yankee go home” ou a “Amazônia é dos povos da floresta”, etc.

Também na mesma quarta-feira (30), Jair Bolsonaro discursou na Cúpula de Biodiversidade da Organização das Nações Unidas (ONU) e voltou a falar sobre o assunto. Mais uma vez esbofeteou o calhorda da turma do socialista Obama, dizendo: "Rechaço de forma veemente a cobiça internacional sobre a nossa Amazônia e vamos defendê-las de ações e narrativas que agridam a interesses nacionais”. Quando ouvi isso, disse ensimesmado: “chora vermelhada, chora, porque o valente povo lá do norte não vai mesmo votar em um socialista safado que logo de saída envergonha seu País desta maneira.”. Embora sejam idiotas, é salutar sempre ficar de olho em gente desse tipo.

José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

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