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25 Set 2020

ONU VELHA, BRASIL NOVO

Escrito por 

"Desde o princípio, alertei, em meu país, que tínhamos dois problemas para resolver: o vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade", lutando bravamente contra uma parcela da imprensa brasileira (e estrangeira – eu acrescento) que politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população", "sob o lema 'fique em casa' e 'a economia a gente vê depois', por conta do qual quase trouxeram o caos social ao país".

 

Comedidamente, porém firme e certeiro, o Presidente Jair Bolsonaro discursou na abertura da 75ª Assembleia Nacional da Organização das Nações Unidas (ONU), na manhã da última terça-feira (22/9). Como é do seu feitio, Bolsonaro, que não fugiu dos temas polêmicos em seu discurso de 30 minutos, disse para o mundo que este precisa da verdade para superar seus desafios e, por isso mesmo, ali vinha para reafirmar o compromisso do Brasil com a ordem democrática, com a liberdade dos povos e com a busca da paz e da cooperação entre as Nações. Nada mais elevado e compatível com os princípios e objetivos daquela entidade internacional, assim previstos em sua Carta assinada em meados de 1945.

Eu nem ia comentar nada porque o pronunciamento do Presidente na velha ONU honra e faz justiça a este novo Brasil, todavia não pude sopitar o ímpeto quando ouvi e li o que disse a corja das “ONG’s venais e corruptas" e com elas os não menos corruptos e traidores do naipe da “Coliforme Fecali”; da “Ladra  Hoffman do PT”, do “Imbecil Amoedo”; do “Freixo PCCSOL” e dos vassalos dos “Barões Dólares Marinhos”, chamarem de odienta, de delirante, de  mentirosa e de vergonhosa a fala do Presidente do Brasil, aí pensei, então, que se a repercussão foi muito ruim entre os vermelhos é sinal de que o discurso foi muito bom e atingiu como um míssil “Exorcet” as más e as criminosas ações que vêm sendo encetadas pelos Malditos da Pátria.

Quem não se lembra do ataque solerte da “petralhada traidora” vendida para a “bichoca branquela” dos franceses para, mercê de risíveis fotos montagens convencer o mundo que a Amazônia brasileira estava em chamas, visando pedir na ONU que fosse permitido à França tomá-la para si, como covardemente um dia se apropriou da Guiana?

Contra tudo e todos que, direta ou indiretamente, queriam e ainda querem se apropriar do subsolo amazônico, o Presidente dos patriotas - fulminando em definitivo a pretensão “macroniana” de internacionalizar nosso território – denunciou com a coragem e a independência de um verdadeiro estadista, no Fórum próprio e no momento oportuno, que o Brasil está sofrendo "uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal", aí desmascarando a trama perpetrada e, didaticamente, demonstrando que, para começo de conversa, por ser uma área úmida a Floresta Amazônica não permite a propagação de fogo como alega falsamente a colônia de farsantes dos ecologistas da inércia e do atraso. Igualmente explicou, com outras palavras, que o apoio de instituições internacionais àquela campanha sórdida está escorado em interesses escusos que se unem a associações brasileiras, aproveitadoras e impatrióticas, que mereciam serem processadas por crimes de lesa-pátria, digo eu.

No que concerne ao tormentoso problema do vírus chinês que atingiu todas as Nações do planeta, com muito bom senso, o Presidente da República disse na ONU que o Brasil e seu líder, em particular, lamentavam profundamente cada vida ceivada pelo coronavírus, destacando que nosso País estava sendo tomado como exemplo no combate precoce à maleita, revelando também que: "Desde o princípio, alertei, em meu país, que tínhamos dois problemas para resolver: o vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade", lutando bravamente contra uma parcela da imprensa brasileira (e estrangeira – eu acrescento) que politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população", "sob o lema 'fique em casa' e 'a economia a gente vê depois', por conta do qual quase trouxeram o caos social ao país".

Denunciando ao mundo, como lhe cumpria, o “maldito extremo judiciário” dos Mandarins vendilhões do Brasil, Bolsonaro também afirmou que teve sua atuação inconstitucionalmente cerceada "por decisão judicial", em menção à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou que governadores detivessem a palavra final sobre as quarentenas em seus Estados, com o único e perverso propósito de tentar humilhar o Chefe da Nação, porque este desde que assumiu a Presidência impede os comparsas dos “Capas Pretas” de roubar. Esta atitude insana e soez fez com que o vírus se propagasse mais ainda pela falta de um combate uno e eficiente em todo o território nacional e ainda agravou os cofres da União, que se viu obrigada a cobrir os rombos causados pela incompetência de governos locais.

Devidamente cooptados pelos petistas que se venderam para OMS do Partido Comunista Chinês, os contras somente esperaram o vírus asiático chegar ao Brasil para desencadear sua nojenta campanha que visava, em última análise, a quebrar o País e a “impichar” o Capitão. Nisso já se vão quase nove meses de fogo cerrado. Agora todos foram desmascarados na abertura da Assembleia da ONU. Os energúmenos e os calhordas do tipo FHC’s da vida nem sabem onde enfiam mais suas caras depois do que o Capitão disse aquelas verdades, ao vivo e em cores, e o que é pior, logo perante uma velha ONU, cujas importantes agências (FAO, OIT, UNESCO, PAM, OMS, OMM, etc) há muito se tornaram feudos do comunismo internacional e dos “globalistas”. Atingidos em seu reduto de propagação de sua ideologia criminosa, a vermelhada entrou em pânico.

Prestando contas e dando singular exemplo para as Nações livres e soberanas, com muita classe e humildade, o Presidente disse que o governo do Brasil, de forma arrojada, implementou várias medidas econômicas que, naquele cenário, evitaram um mal maior. Dentre as medidas ele citou: - a concessão de auxílio emergencial em parcelas que somam (NO TOTAL) aproximadamente 1000 dólares para 65 milhões de pessoas, o maior programa de assistência aos mais pobres no Brasil e talvez um dos maiores do mundo; - destinação de mais de 100 bilhões de dólares para ações de saúde, socorro a pequenas e microempresas, assim como compensou a perda de arrecadação dos estados e municípios; - a assistência a mais de 200 mil famílias indígenas com produtos alimentícios e prevenção à COVID; - o estimulo, ouvindo profissionais de saúde, ao tratamento precoce da doença; - a destinação de 400 milhões de dólares para pesquisa, desenvolvimento e produção da vacina de Oxford no Brasil.

Arrematando o tema, acrescentou que não faltaram, nos hospitais, os meios para atender aos pacientes de COVID e mais que no Brasil, apesar da crise mundial, a produção rural não parou. O homem do campo trabalhou como nunca, produziu, como sempre, alimentos para mais de 1 bilhão de pessoas. Que nosso País está apto para alimentar um sexto da população mundial e que nesta crise mundial já contribuiu muito para que o mundo continuasse alimentado; que nossos caminhoneiros, marítimos, portuários e aeroviários mantiveram ativo todo o fluxo logístico para distribuição interna e exportação; que nosso agronegócio continua pujante e, acima de tudo, possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta.

Nada ficou esquecido para mostrar ao mundo que o Brasil e sua “Nova Ordem” - que surgiram dos escombros do social comunismo que se tentou implantar no País pelas ações nefandas dos governos de Sarney a Temer - se destacam não só por sua enorme capacidade de produzir alimentos ou por sua defesa moderna e realista do meio ambiente que, por sua vez, dá de dez a zero em qualquer ação defensiva desenvolvida por outra nação dos seis continentes, como também no campo interno dos direitos humanos dando mais segurança aos seus nacionais contra a corrupção e o crime organizado, tanto quanto no campo das relações internacionais pelo firme combate às narco-ditaduras da América do Sul e do Caribe, a exemplo da acolhida aos mais de 400 mil refugiados do regime criminoso de Maduro, na Venezuela.

Respondendo àqueles que envergonharam e desonraram nossa diplomacia, fazendo do Itamarati um apêndice do PT ou de um mero escritório do socialismo internacional, justo os que acusaram o novo governo de obscurantista porque, de pronto, se negou a continuar dando dinheiro para as ditaduras sanguinárias da América ou de África, Bolsonaro disse na ONU que o Brasil repudiava o terrorismo, preservava a ordem democrática e tinha a liberdade como maior bem da humanidade, inclusive e com destaque para a religiosa que repugna o insano movimento “cristófobo” da vermelhada doente.

Dando mais uma segura pregada na “esquerdalha” sem verniz, atrasada e burra daqui de dentro, o Presidente Bolsonaro (que antes foi ferozmente perseguido por estar se aliando a Israel ao invés de aos Palestinos, nossos importantes parceiros comerciais) deixou evidenciada o primarismo e a mediocridade dos lambaios de Lula e Dilma do nível do “Moleque Amorim”, saudando os acordos de paz entre Israel e os Emirados Árabes Unidos, e entre Israel e o Bahrein, três países amigos do Brasil, com os quais foram ampliadas imensamente nossas relações durante governo atual.

Bolsonaro fez questão de saudar, com entusiasmo, o Plano de Paz e Prosperidade lançado pelo Presidente Donald Trump e a retomada do caminho da tão desejada solução do conflito israelense-palestino, enfatizando que “a nova política do Brasil de aproximação simultânea a Israel e aos países árabes converge com essas iniciativas, que finalmente acendem uma luz de esperança para aquela região”.

Tão bom quanto tudo isso foi, na sequência, ouvir o discurso do Presidente Donald Trump que, em perfeita consonância e até em nítida reverência pessoal ao líder do Brasil – cuja boa imagem não se cansa de exibir nos vídeos de sua atual propaganda política como candidato a reeleição – em tudo ratificou o pronunciamento do Capitão na ONU, para alegria dos patriotas e desespero dos contras.

José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

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