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19 Set 2020

CRIME SEM CASTIGO

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Não são por motivos diversos que um farsante daquele, metido a grande intelectual, se vê autorizado a trair despudoradamente o Brasil, pois há décadas que uma vergonhosa impunidade encoraja os autores dos públicos e notórios crimes do PT e do PCCSOL.

 

Eu não gosto do traidor e gosto menos ainda quando sua traição resulta de abominável covardia que invariavelmente explica toda a infâmia de um soez e vil desertor, ou seja, daquele que desertou de sua indeclinável condição de patriota. Acho que nenhum homem de honra gosta. A repulsa e a condenação são antigas, existem desde que o mundo é mundo e nos antigos manuais da guerra dava lugar à morte de quem traía e desertava. Hoje em dia, conquanto não caiba mais a aplicação da pena física – com raríssimas exceções de casos que ocorram em tempo de guerra – a morte cívica pela execração pública ou pelo menos a justa e correta punição pela aplicação da pena de prisão é no mínimo exigível e, no Brasil, temos lei para isso, a Lei de Segurança Nacional que, nos idos de 1980 instituiu as regras referentes à segurança nacional, à ordem social e econômica e contra distúrbios internos no País.

A Lei 7.170/1983, decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente da República, define os crimes contra a segurança e a tranquilidade pública, prevê em seu artigo 1º, inciso I, os atos de seus nacionais que lesam ou expõem a perigo de lesão a soberania nacional que compreende as leis, as ordens social e econômica imprescindíveis à proteção do território, de pessoas e bens. Pune a tentativa criminosa como a mesma pena aplicável ao crime consumado (art.3º) e na dosimetria da condenação diz que se agrava a pena quando o crime é praticado com o concurso ou o auxílio de grupos estrangeiros para dar ensejo a atos de hostilidade contra o Brasil (art.3º c/c art.º 8º), assim como tipifica como crime a propaganda pública que promove a perseguição religiosa (art. 22, II).

Aqueles que acusam de anacrônica a Lei de Segurança Nacional ou que pretendem desmoralizá-la porque teria sido imposta pelo governo dos Estados Unidos aos países da América Latina, para conter o avanço do comunismo no continente, esquecem que essa legislação patriota existe em quase todo mundo civilizado como, por exemplo, em Portugal (Lei nº 31-A/2009) e nos próprios EUA (Nacional Security Act of 1947), para citar Nações irmãs que conosco guardam estreita relação cultural.

Estou chamando a atenção disso tudo para dizer que as expressas declarações do vermelhusco esquizoide Paulo Coelho, a meu juízo estão incursas nas penas da Lei de Segurança Nacional por ter ele, em conluio criminoso com grupos estrangeiros e com o concurso da mídia internacional, exposto a grave lesão a soberania da Nação Verde e Amarela no que tange a sua boa ordem econômica e social, difamando e hostilizando no exterior os produtos produzidos pela nossa gente sofrida, tanto quanto por promover e acirrar uma odiosa perseguição religiosa, nominando de terroristas talibãs o povo cristão, desta Terra de Santa Cruz.

Realmente, no último domingo (13/09), Paulo Coelho fez um post em seu twitter pedindo boicote aos produtos brasileiros, fomentando um injusto protesto ao governo Bolsonaro e também em prol da versão mentirosa da destruição da Amazônia e do Pantanal – regiões consabidamente alvos da cobiça da “esquerdalha” internacional - alinhando-se ao movimento "Defund Bolsonaro", que prega boicotes econômicos ao Brasil, como uma das muitas maneiras de que a “petralhada” vem se utilizando na vã tentativa de voltar ao poder, para voltar a roubar. O ato deste assecla de Lula e Dilma teve também outro viés: pregar o boicote às exportações brasileiras objetivando destruir o País que, na sua cabeça de traidor da Pátria, se encontra na iminência de ser controlado pelo “Taleban Cristão”.

Impende salientar que a ação criminosa daquele cretino arrogante aconteceu justo quando grupos varejistas, ativistas e até a UE vêm defendendo a retirada de itens do Brasil das prateleiras em resposta à política ambiental do governo Bolsonaro. Diante de medidas recentes do governo atual, ONG’S bandidas vêm endurecendo o discurso a favor do boicote a produtos agroalimentares brasileiros. De um mês para cá, movimentos do tipo têm ocorrido na Alemanha e no Reino Unido. No ano passado, houve boicote também na Suécia. É bom lembrar que 14 anos atrás, um boicote semelhante desencadeou a moratória da soja, que nos trouxe prejuízos incalculáveis.

É claro que o homem comum, o povão nem conhece esse proxeneta do mercado editorial; esse cínico canastrão que hoje vive em castelos na Europa desfrutando do muito que chupitou da nossa gente trabalhadora, mas se tivesse ideia do quanto um patife deste jaez lhe prejudicou, por décadas e décadas, ganhando rios de dinheiro sem nada dar em troca pelo País, talvez ao encontrá-lo pelas ruas daria o mesmo tratamento com o qual, por último, tem escorraçado aqueles que tanto mal fizeram ao Brasil.

O lamentável é que aquele pilantra faz um negócio deste e o crime fica sem castigo. Devidamente instruído, no mesmo domingo em que tornou público seu crime contra a segurança nacional, o espertalhão, covarde e sem verniz, retirou da rede social a sua manifestação que tipificava incitação à perseguição religiosa e, ao que parece tudo vai passar incólume. Assim é cômodo e fica fácil para os ricos e para os poderosos delinquir à vontade.

Avalie se uma coisa dessas acontece nos Estados Unidos. Aquele povo lá de cima não tolera traidor, mas aqui não é bem daquele jeito. Aqui, por ordem dos vermelhos se mandou assassinar, durante a campanha eleitoral, o Presidente da República, com grandes possibilidades do envolvimento do “Ogro Duplamente Condenado”, de um deputado baitola e fujão acobertado pela Mesa Câmara dos Deputados e outros que tais e até agora, por determinação da Suprema Corte, contando com a ferrenha cobertura da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, tudo se mantém em segredo e assim ficará em segredo de uma justiça canalha, parcial e corrupta, que sentou em cima do processo e não admite a busca pela verdade.

Não são por motivos diversos que um farsante daquele, metido a grande intelectual, se vê autorizado a trair despudoradamente o Brasil, pois há décadas que uma vergonhosa impunidade encoraja os autores dos públicos e notórios crimes do PT e do PCCSOL.

Quem matou o Toninho do PT; o ex-prefeito Celso Daniel e as oito testemunhas daquele crime; o ex governador Eduardo Campos; o Ministro Teori Zavascki e outros que ficaram pelo caminho durante os últimos governos civis? Cadê o “Mistério Público” para mandar toda aquela gente assassina para cadeia? Porém quando é revelado, pelas redes sociais, o belo exemplo dado por um humilde comerciante de bairro que aplaudiu e incentivou um pobre menino engraxate a ganhar a vida decentemente e a honrar seus pais, aí logo apareceu um nababo privilegiado desses do “calhorda judiciário xiita” para punir, perversamente, o bom brasileiro por crime de incentivo ao trabalho infantil. Quão boa será a hora quando chegar o momento de acertar as contas com um “esquerdopata” daquele tipo, quanto mais não seja só para saber em que têmpera um patife desse foi forjado?

Releve o meu caro leitor, minha indignação e meu esperneio de sempre. Tudo nesta vida tem limites e a paciência de um povo ordeiro e pacífico como o nosso é um excelente exemplo disso. Só avalio o resultado se um dia a coisa ferver e a brava gente brasileira, exausta e rebelada, tomar seu poder constitucional nas mãos para levar toda essa canalha às barras de um “Tribunal do Povo” para julgar, com igual rigor e celeridade com que nossa Justiça pune o preto e o pobre, aqueles Malditos da Pátria. A história já viu isso por muitas vezes.

José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

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