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18 Ago 2020

MORTES POR OUTRAS RAZÕES, DIFERENTES DAS CAUSADAS PELO VÍRUS CHINÊS, DESABAM

Escrito por 

POR: CEZAR TAURION                                                                                                                                   

A pergunta que parece proibida é simples, e precisa ser repetida: dos 100 mil registrados, quantos realmente morreram de covid-19 no Brasil?

 

A mídia vibrou com a marca de 100 mil mortos por coronavírus no Brasil. Mas algo chama a atenção. Comparando registros de óbitos de diversas doenças desse ano da pandemia com o ano passado, vemos um fato curioso: a queda brusca do registro de mortes por outras doenças importantes.

E naturalmente surge a pergunta: quantas das 100 mil mortes foram provocadas realmente pelo coronavírus?

Os dados do registro civil sobre óbitos de pneumonia, infarto, AVC, insuficiência respiratória, septicemia e outras causas importantes trazem indícios de confusão estatística, se comparados com os do ano passado.

Só de pneumonia, no período equivalente ao da pandemia, em 2019 houve cerca de 30 mil mortes a mais do que em 2020. Não existe na série histórica oscilações dessa amplitude. O que aconteceu de 2019 para 2020 de tão especial? Como explicar o desaparecimento de mais de 70 mil mortes numa estatística que jamais oscilou dessa forma?

Aconteceu provavelmente o que a lógica sempre indicou: pessoas que morreram de pneumonia e portavam coronavírus, foram para a estatística da covid e não da de pneumonia. E não estamos falando dos casos em que o novo vírus agravou o quadro de pneumonia e levou à morte quem não iria morrer naquele momento. Esses casos não reduziriam a estatística de óbitos por pneumonia.

Mas os números estranhos vão além. Vejamos infarto. Também houve  queda brusca de mortos por infarto: 9.458 (de 41.709 em 2019 para 32.251 em 2020 — no período entre 16 de março e 10 de agosto). E também seria preciso encontrar a explicação para a redução em nada menos que 16.837 óbitos de septicemia do ano passado para este ano (de 71.480 para 54.643 no mesmo período).

O solavanco estatístico também se dá nos casos de acidente vascular cerebral. Em 2019, no período referido, 41.362 pessoas morreram de AVC, enquanto em 2020 esse total caiu para 35.886 — 5.476 óbitos a menos. Já por insuficiência respiratória foram 4.588 mortes a menos — 41.795 em 2019 contra 37.237 em 2020.

Considerando as 34.355 mortes a menos por pneumonia — de 98.438 em 2019 para 64.083 em 2020 —, só essas cinco enfermidades causaram menos 70.684 mortes de um ano para o outro, exatamente no período da ocorrência da covid-19. Como explicar o desaparecimento de mais de 70 mil mortes numa estatística que tem certa constância e jamais oscilou dessa forma?

Como já alertaram médicos em várias partes do mundo — especialmente Itália e Grã-Bretanha, onde as estatísticas estão sendo revistas —, possivelmente a maioria das mortes atribuídas à covid-19 não foi causada por ela. Organismos comprometidos por outras doenças graves e já em processo final de falência passaram a portar também o coronavírus, pela facilidade e rapidez do contágio, e não morreram por causa dele.

Se quiser de fato cuidar da saúde da população e não erguer tabus, o Brasil deveria olhar para o registro de 100 mil óbitos atribuídos à covid sem deixar de se perguntar sobre as cerca de 70 mil mortes a menos apenas nas doenças supracitadas — que não incluem câncer e outras causas letais provavelmente com muitos casos do mesmo tipo: organismos já em falência irreversível contraíram o novo vírus e foram para a estatística de óbitos por covid-19, sem que esta tenha sido a causa da morte.

A pergunta que parece proibida é simples, e precisa ser repetida: dos 100 mil registrados, quantos realmente morreram de covid-19 no Brasil?

Creio que a resposta vem da politização com que a doença foi tratada no Brasil. Os partidos de esquerda e a mídia de imediato politizaram a doença e quem ousasse contradizer os números é tachado de fascista e genocida.

Chega de histeria. Precisamos da verdade. Uma pandemia se combate com seriedade e união da sociedade, não com politicagem barata.

 

FONTE: REVISTA OESTE

Última modificação em Terça, 18 Agosto 2020 12:42
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