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08 Ago 2020

O VATICÍNIO

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O roubo aos cofres públicos foi descoberto e se tornou conhecido pela população de norte a sul do País.

 

Desta feita vou registrar, mas não vou comentar as afrontas e os acintes contra o povo – isto mesmo, contra o povo - perpetrados esta semana, pelos “Mandarins Solta Bandidos” do STF, nem as investidas dos vermelhos contra a “Ordem Nova”. Além de concorrer para tornar cada vez mais conhecidas essas verdadeiras molecagens ou esses atos de bandidagem daquela gente, também comentar a respeito acaba sendo pura perda de tempo porque o homem de bem já conhece todos aqueles, de longa data.

Teve Mandarim do FHC - o maior e o mais execrável dentre todos do gênero “solta bandido”, Gilmar-Jacob-Barata-Mendes, insultando novamente o Governo eleito por conta do vírus chinês e do frustrado plano de paralisar o País, para culpar o Capitão. Teve Mandarim do “Corrupto dos Porões do Jaburu”, juntamente com o comparsa ex-empregadinho do bandidaço Zé Dirceu, experimentando medir força com empresas estrangeiras como se fosse ditador bolivariano e, para não ir mais longe, teve também a feiosa Mandarim de “Aécinho-Xerador” interferindo, por estrelismo, não nas calhordas decisões prolatadas pelo do colega “Xande do PCC” contra as liberdades individuais como bem lhe cumpria, mas ilegal e abusivamente nas corretas medidas administrativas do Ministério da Justiça, visando a dar cobertura aos terroristas dos “Antifas”, colocados na máquina governamental pela esquerda sem verniz, que ela idolatra desde seus idos tempos de “esquerdinha provinciana”.

Como se não fosse o bastante, teve ainda um Mandarim de Dilma, companheiro de outro que nestes dias ficaram conhecidos, pela denuncia do destemido ladrão Roberto Jefferson, como a dupla gay do STF: “Boca de Veludo e Carmem Miranda”, que o jornalista Allan dos Santos - lá de dentro de sua trincheira no exterior, onde se abrigou da fúria assassina da vermelhada – acusou dos crimes de prevaricação e de traição à Pátria, detalhando e provando os delitos praticados por ambos, relacionados às escutas ilegais do celular do Presidente da Republica.

Mas não é só. Há mais, porém. Teve a figura pegajosa do Presidente da Câmara Alta, o tal Rodrigo-Nhonho-Botafogo-Jatinho-Doriano-Maia, urdindo a tramitação de uma lei objetivando transformar os militares em cidadãos de segunda classe, impedidos de exercer cargos no executivo. Trocando em miúdos, aquele ordinário de uma figa, quer estabelecer, por lei, que a presença no governo de corrupto como ele envolvido na Lava Jato pode, de apaniguado incompetente da máquina pública também pode, de político bandido, aí pode, de parlamentar derrotado nas urnas é que pode mesmo, mas de general ou oficial graduado das três armas, estes não podem ser aproveitados.

Gente abominável! Maus brasileiros, chupins do erário, covardes lacaios comprados por ideologias sanguinárias que o mundo há muito condenou, será que não lhes peja a dor de nossa gente trabalhadora, nem vendo o que se fez, nestas últimas décadas, com cerca de 25 milhões de compatriotas? Não veem porque não querem e nem lhes interessa enxergar, mas com o dinheiro suado do povão se lambuzam todo dia, comendo lagosta regada aos mais finos vinhos e desfrutando de seus códigos de regalias e vantagens. “Malditos da Pátria”, vocês não perdem por esperar! Vou relembrar um pouco como tudo aconteceu e dizer o que ocorrerá. É o meu vaticínio!

O roubo aos cofres públicos foi descoberto e se tornou conhecido pela população de norte a sul do País. Inicialmente aquela realidade ficou intramuros, assim escondida pelos poderosos. Depois, entretanto, ganhou rápida notoriedade pela ação das redes sociais e por causa da ação desabrida e descarada da classe política abjeta que, embora apanhada pelas malhas da lei mesmo assim continuava a se locupletar e, por fim, tornou-se pública, nacional e internacionalmente, em razão do desastre que jogou o nome do Brasil na lama, perante o mundo.

Mais do que por sentimento patriótico, talvez até por puro instinto de sobrevivência, nossa gente pôs fim a três décadas de corrupção e escândalos, iniciando um movimento verdadeiramente revolucionário – realmente 2 ou 3 milhões de cidadãos constantemente gritando nas ruas e praças contra o sistema é uma revolução pura – que rompeu em definitivo com o establishment reinante.

Durante um curtíssimo espaço de tempo, a sociedade supôs que os responsáveis pela desgraça que se abateu sobre a Nação Verde e Amarela fossem recuar. Todavia, os bandidos, agindo igualmente por instinto de sobrevivência (não vivem sem roubar), não largaram o osso e continuaram a assaltar o erário, reiniciando sua maléfica trajetória. Para não parecer um argumento falacioso, vamos a um exemplo concreto: Consta de um vídeo desses veiculado na rede mundial de computadores que, certa vez o criminoso “Zé do Mensalão Dirceu” ao receber, no xilindró, a visita de seu amigo e antigo comparsa, “Ciro Drogado Gomes” e ao ser lembrado, a boca pequena, que aquela situação ruim era consequência do fato de que ele Dirceu havia roubado demais que, então, o condenado teria simplesmente confessado o seguinte: “Ocorre Ciro que eu não posso viver com menos de 100 mil por mês”. É crível uma patifaria desta ordem?

Por causa disso tudo, logo após a posse de Bolsonaro, de sua equipe ministerial e da apresentação de seus planos e programas de governo, a bandidagem sem chance de retornar ao poder, aliada aos corruptos de sempre e às sociedades de criminosos travestidas de partidos políticos deram início à mais fantástica campanha difamatória que jamais se assistiu na história política desta Nação nos últimos 100 anos, com um único e evidente objetivo: retomar o poder nem que para tanto seja necessário destruir de vez a Nação Verde e Amarela. Para reforçar o argumento lembro, também, que uma “ordináriazinha” dessas do “Sistema Goebbels”, uma tal de não o sei o quê Torres (viúva da Lei Rouanet) recentemente postou um vídeo em sua rede social em que dizia que preferia ver, no Brasil, muitos mortos pelo vírus chinês do que assistir ao sucesso de Bolsonaro.

Por conta de tudo aquilo também, estamos assistindo à mídia tradicional cujas mãos foram retiradas dos cofres públicos; à “cacicalhada” política e suas respectivas trupes varridas de dentro do Planalto; aos mandarins, aos príncipes e aos nababos da máquina governamental que tiveram os privilégios e a incompetência escancarados da noite para o dia; ao empresariado corrupto antes donos de espúrias sociedades com BNDES; enfim à toda a esquerda delinquente e à direita safada e ladra, isto é, todas as células doentes que formam um carcinoma que insiste em apodrecer nosso tecido social, tudo unido ao que de pior existe no social-comunismo mundial, para tentar voltar a mandar no Brasil.

O Presidente da república, seus ministros e colaboradores já chegaram ao limite de suas possibilidades e do que lhes impõe o ordenamento vigente. Aliás, a traição dos mais perigosos, tal como a do abominável FHC e a de suas quadrilhas antigas e atuais, leia-se Dória, MBL, Witzel, et caterva – piores até do que a da própria gentalha de Lula e Dilma – tem como objetivo provocar o Capitão e as Forças Armadas até o nível do insuportável e da intolerável afronta aos seus princípios de amor ao povo e a Pátria, para se vitimarem perante a tal comunidade internacional. Para isso contam e esperam pelo apoio e pela interferência dos ditadores sanguinários de Cuba, da Venezuela e agora do aprendiz de feiticeiro que se elegeu na Argentina. Dessa forma, conquanto uma boa parte dos patriotas cobre do Governo Central uma ação que de plano afaste o perigo vermelho, é preciso compreender que, com isto, talvez se esteja fazendo exatamente o que o inimigo espera.

A meu sentir a medida mais forte, a reação mais eficaz e contundente um dia virá efetivamente do homem comum, virá dos caminhoneiros, por exemplo, virá do povão. Este, através de um movimento popular irresistível, ou seja, de uma ação dos verdadeiros donos do poder constitucional, vai fazer valer sua soberana vontade, livrando e esvaziando todas as instituições republicanas da presença do mal.

Se de início, 2 ou 3 milhões de patriotas corajosos cercarem Brasília-DF exigindo o afastamento dos 11 Mandarins do STF para serem julgados por um Tribunal isento; se este mesmo povo exigir que no Congresso Nacional sejam entregues à Justiça para julgamento todos os parlamentares que, de uma forma ou de outra, já foram acusados pela Justiça; se esta mesma onda popular se colocar diante das sedes dos governos e das assembleias estaduais para exigir providências semelhantes, não haverá força física alguma abaixo dos Céus que impeça a brava gente brasileira de fazer o certo ou de livrar o Brasil de todos quantos nos desgraçaram.

Nem se diga que no Brasil isso não acontece porque nossa gente jamais chegará a tanto por conta de seu pacifismo. Somos um povo pacífico, é verdade, mas não estamos mais dispostos, mormente depois do milagre das redes sociais, a suportar o desmando e a ladroagem “cordeiramente”. Sempre que falo deste assunto lembro-me de outro povo, igualmente pacífico e paciente por índole e natureza, o do antigo Sião, hoje a desenvolvida Tailândia, que, nas décadas de 1980 e 1990, enquanto o Brasil se entregava ao social-comunismo, experimentou um acelerado crescimento econômico que colocou o país como exemplo para o mundo de qualidade de vida e de elevado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Em 1932, os siameses derrubaram 150 anos de uma monarquia absolutista e quase 800 de domínio dos reis, sem qualquer derramamento de sangue. Quando o Rei determinou que os milhões de tailandeses que haviam ordeiramente, ocupado todas as imediações de seu palácio real, fossem fuzilados pelas Forças Armadas, os militares se juntaram ao povo e um novo regime constitucional foi estabelecido. Se isso ocorre deste jeito nesta Terra de Santa Cruz, duvido e faço pouco que um só militar atire em qualquer de seus irmãos, bem como, também, que afastados que sejam todos os Mandarins da República de qualquer dos três poderes, um só pai de família ou cidadão honrado vá para as ruas protestar.

Aqueles que, mesmo depois do que nossa gente padeceu ainda pretendam se opor às transformações destes tempos da “Ordem Nova”, consintam lembrar o que um dia escreveu o escritor, romancista, nacionalista e editor brasileiro de Taubaté-SP, Monteiro Lobato: “Há dois meios de se realizarem transformações políticas. Um, dolorosíssimo, pela violência, como na Rússia; outro suave, pela evolução, como na Inglaterra. A revolução vem quando os de cima erguem muralhas contra as aspirações populares; a evolução se dá quando em vez de muralhas os de cima preparam rampas”.

José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

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