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28 Jul 2020

O QUE SERÁ QUE VÃO INVENTAR AGORA?

Escrito por 

Aí, fico pensando e convido o prezado leitor a refletir também sobre o que deve estar povoando a cabeça dos “inimigos” do atual Presidente.

 

Meus amigos

Há alguns dias, foi veiculado o resultado de uma pesquisa, mostrando que a aprovação do governo do Presidente teria aumentado

Na sequência, foi criado um site que convida a população a votar no seu candidato para a eleição presidencial de 2022.

Diferentemente das pesquisas das empresas que se dedicam a essa tarefa, as quais, ouvindo a posição de pouco mais de mil, duas mil pessoas, a partir da aplicação de “metodologias estatísticas” inferem um resultado de toda a população, essa pesquisa, abre a possibilidade de que, todos os que desejem, possam registrar o seu candidato preferido entre dez alternativas disponibilizadas.

Hoje, o número de votantes ultrapassa dois milhões e seiscentos mil participantes. Como o programa impede que o mesmo indivíduo vote mais de uma vez, essa pesquisa sugere espelhar de forma mais fidedigna a posição da população no presente momento.

Mesmo tendo entre as alternativas a possibilidade de se votar no Pinóquio, o atual presidente, desde o início lidera a pesquisa com votação crescente, no momento, superior a 52%.

Detalhes interessantes:
1- os dois menos votados até aqui são Witzel e Dória;
2-  na visão dos resultados por estado, Bolsonaro vence em todos. (inclusive nos estados do Nordeste),  menos no Maranhão.

Completando o quadro, a Revista Veja acaba de divulgar resultado de pesquisa em que são apresentados três cenários de primeiro turno e seis de segundo turno. Nos três de primeiro turno, são variados os possíveis candidatos (em um deles, incluído o Pinóquio) e nos seis de segundo turno altera-se aquele que concorreria com o atual Presidente.

Em todos os nove cenários criados, Bolsonaro vence. O que varia é a diferença para os adversários, mas, em nenhum o resultado sugere a possibilidade de se admitir o que essas empresas definem com “empate técnico”, dentro da margem de erro considerada.

Aí, fico pensando e convido o prezado leitor a refletir também sobre o que deve estar povoando a cabeça dos “inimigos” do atual Presidente. Uso inimigo, porque não acredito que fosse adequado falar em adversários políticos ou demais concorrentes.

Devo usar inimigos porque têm se mostrado dispostos a qualquer coisa para desqualificar (eles usam desconstruir) a imagem do Presidente perante a opinião pública. Recentemente, chegaram a perder a compostura a ponto de publicamente pedir a sua morte (já tentada).
Houve até quem, a título de galhofa, se dizendo incapaz de propor a morte de alguém, sugerisse que ele fosse enterrado vivo.

O prezado leitor deve se lembrar que esse esforço de desconstrução s iniciou mesmo antes da eleição de 2018.

Já no período eleitoral, as grandes personalidades do ambiente político nacional, (FHC, Pinóquio, Dilma, Ciro, Alckmim e um sem número de “analistas” políticos) em manifestações isoladas ou em conjunto, desenvolveram reflexões as mais diversas, para justificar que o então candidato não teria a mínima possibilidade de se eleger.

As colocações tinham normalmente conotação de deboche, sugerindo que só o fato de admitir se candidatar, por si só, demonstrava o ridículo da situação. Infelizmente para esses indivíduos, circula pela internet vídeo editado com essas manifestações que pretendiam ser vaticínios para o resultado da eleição, colocando a todos em situação profundamente constrangedora.

O desespero que passou a impregnar os inimigos à medida que o cenário passou a amedrontá-los com o risco da derrota, gerou duas consequências: primeiro, o discurso de que a candidatura, naturalmente, se desidrataria, no tempo e, segundo, frustrada essa expectativa, a tentativa de assassinato.

Após a eleição, passou-se a nova fase de enfrentamento, numa inquestionável manifestação de desrespeito pela decisão da população, focada em desqualificar toda e qualquer iniciativa do governo e do comportamento pessoal do Presidente.

Quanto ao comportamento pessoal, particularmente os órgãos de imprensa, capitaneados pelo tripé, Globo, Folha de São Paulo e UOL, diretamente, ou indiretamente, passaram a vender a ideia de que o Presidente era tosco, grosseiro, sem capacidade para estar à altura do cargo, não se portava como exigido pela liturgia do cargo, buscando confirmar a presunção de qualificações que se buscou lhe impingir desde sempre: machista, racista, homofóbico....

Na esteira desse esforço buscou-se comprometê-lo indiretamente, acusando seus filhos, sua sogra, seus parentes mais próximos. Então ocuparam o noticiário Queiroz, mulher do Queiroz, o fato do uso de palavrões em reunião ministerial fechada e uma infinidade de picuinhas que só serviam para medir a mediocridade dos acusadores.

Na área administrativa, estruturou-se uma frente parlamentar que, inconformada com a mudança dos procedimentos do executivo, em não mais se valer da política do toma-lá-dá-cá e preocupada com a perspectiva de, sem ela, perder a oportunidade de trabalhar financeiramente sua reeleição, agradando seu curral eleitoral e, nesse contexto, perdendo chance de algum tipo de vantagem financeira pessoal, passou a sabotar todas as iniciativas do governo que pudessem lhe render frutos à sua imagem, além de propor e buscar aprovar legislação que encapsulasse financeiramente o governo, numa tentativa clara de chantagem, que o levasse a mudar sua postura.

O surgimento da pandemia, no corrente ano, contribuiu decisivamente para reforçar a estratégia dos inimigos do governo, agora com a adesão vergonhosa do judiciário e da mídia.

Engessando a ação do governo com o desavergonhado apoio do judiciário e a desonesta e criminosa participação da mídia, atemorizando a população, têm buscado atribuir ao governo federal todas as consequências negativas da pandemia.

O comportamento traiçoeiro de políticos que haviam “surfado” na onda decorrente da eleição do Presidente e de alguns ministros que, por uma leitura errada do quadro político, imaginaram que Bolsonaro, finalmente, estaria se enfraquecendo, criou uma realidade que, na visão desses inimigos, era definitiva. Em questão de tempo, se expurgaria do governo o inimigo indesejado e “tudo voltaria ao normal”.

Como a evolução não acontecia na velocidade desejada, identificadas as redes sociais como o canal que continuava assegurando que a população fosse mantida adequadamente informada e, com isso, infensa a ação desonesta orquestrada pela mídia, abriu-se nova frente de ataques, agora protagonizado, de forma inacreditavelmente vergonhosa, ilegal e inconstitucional pelo judiciário, num esforço desesperado de calar os canais de divulgação da verdade, e na esperança de, cortando esse vínculo com a população, conseguir amordaçar as vias de contato do Presidente com seus seguidores, isolando-o definitivamente.

O desespero é de tal ordem que não há constrangimento de afrontar a Constituição, implantar descaradamente a censura, acreditando que que os atores dessa nova ignomínia não correm risco de qualquer forma de se verem na contingência de terem que vir a responder por seus atos.

A angústia desses pobres coitados se agudiza na medida em que se aproxima a eleição desse ano, quando temem que se reedite resultados, no nível municipal, do que ocorreu em 2018 e porque ainda nesse fim de ano começam as mudanças dos atores do STF.

Daí se justificar o título desse artigo. O que será que vão inventar agora?

Última modificação em Quarta, 05 Agosto 2020 18:57
Mario de Oliveira Seixas

Mario de Oliveira Seixas é General-de-Brigada, na reserva do Exército brasileiro. Realizou todos os cursos militares, nos níveis de graduação, mestrado e doutorado, assim como o Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército, o de mais elevado nível da carreira. É engenheiro de telecomunicações formado pelo Instituto Militar de Engenharia. No exterior, cursou o British Army Staff College (curso de Comando e Estado-Maior do Exército Britânico) e a Defence School of Language (curso da língua inglesa). Na PUC-Rio, especializou-se em Educação à Distância. Na FAAP, em São Paulo, realizou o Curso de MBA em Excelência Gerencial, com Ênfase na Gestão Pública. De 2005 à 2009 foi o Secretário Municipal de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública da Cidade de Campinas - SP. De 2009 a 2018 foi Superintendente Geral da entidade Movimento Vida Melhor - MVM, em Campinas - SP, cujo propósito é retirar das ruas da cidade adolescentes em risco social.

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