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21 Jun 2020

OS MALDITOS DA PÁTRIA

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Ou o Presidente eleito consente a volta da roubalheira, do desmando e da incompetência ou não governa e, quem sabe, nem termina seu mandato.

 

Em relação ao atual cenário político nacional já se escreveu, também já se disse e, igualmente, já se desenhou acerca de tudo e muito mais ainda no que diz respeito à guerra travada pelos contras para impedir que o País seja retirado de vez das mãos do que há de mais sórdido e nocivo na sociedade brasileira. Nada parece ser o bastante e o resumo da ópera é o seguinte: “Bolsonaro deve entender que, embora tenha sido o escolhido pelo povo justamente porque jurou (e está cumprindo lealmente) não dividir ou lotear a máquina e os cofres públicos com a classe política abjeta e execrável, ele deve, isto sim, trair a vontade soberana do povão e deixar que os canalhas voltem a roubar”.

Todo clima atual de insegurança e de instabilidade, tudo gerado artificialmente – absolutamente tudo – gravita em torno desta premissa básica. Ou o Presidente eleito consente a volta da roubalheira, do desmando e da incompetência ou não governa e, quem sabe, nem termina seu mandato. No âmago de nossa extrema dificuldade para soerguer o “Gigante” tungado e prisioneiro da estrada do descaminho e do caos encontra-se aquela infeliz determinação dos vermelhos. É terrível! É doido, “miserere nobis”!

Quando a banda podre do Supremo – podre e ilegítima – usa da instituição para fustigar e usurpar os poderes da Presidência da República até o limite do insuportável, a coisa é pessoal e segue fielmente as orientações da “cacicalhada” política que nomeou para os mais altos postos do Judiciário Brasileiro seus paus mandados, sem caráter e sem espinha dorsal. O que se podia esperar de um canastrão posto no Supremo por um dos mais antigos ladrões da coisa pública, Jose Sarney, segundo a Lava Jato? O que acham que no STF faria de diferente do que vem fazendo um ex-empregadinho do bandidaço Zé Dirceu, o asno corrupto Dias Toffoli, ou um ex-advogado de cooperativas da facção criminosa PCC, Alexandre de Moraes, ou seja, o careca do “Corrupto dos Porões do Jaburu”? Boa coisa não se poderia esperar nunca daquela canalhada.

Todavia ponderem o que se segue. Será que essa gente asquerosa e sem qualidade, quais sejam, todos os chefes e membros das quadrilhas de Sarney a Temer acham que vão mesmo despejar o Capitão de dentro do Planalto e ficar por isso mesmo? Não vai ser desse jeito. O povo não quer mais lidar com esse pus da humanidade. São vermelhos, são covardes, são ladrões que infelicitaram nossa gente. É somente isso que eles são e nada mais, porém é revoltante como ainda arranjam uns gatos pingados que os defendem.

Assim, quando vejo um chupim da máquina governamental torcer o nariz para a “Nova Ordem” e, por odioso despeito, prestigiar a extrema imprensa algoz dos novos tempos na pessoa, por exemplo, de uma vendida aos “Barões Marinhos” tal como a covarde ladra-terrorista Miriam Leitão ou mesmo quando escuto uns poucos incautos elogiarem o socialismo do pérfido FHC e de outros que tais, então, sou levado a concluir que eles não são menos corruptos do que os incensados e, também, que são estes capadócios que acabam por encorajar aquela plêiade de patifes, sem se importar ou cobrar pelo mal que fizeram ao Brasil.

Nem bem um ataque contra o Governo eleito vira pó de excremento da esquerdalha, outro surge na calada da noite. Agora é a vez de escandalizar o caso do tal de Queiroz, que o Governador Wilson Witzel mandou prender para desviar o foco em cima das acusações que pesam sobre o governante traidor do povo carioca. Entretanto, a petralhada não está muito animada porque o Queiroz é fichinha em comparação com as “maracutaias” (rachadinhas) do PT, PDT, DEM, MDB, PSB, PSDB, PCCSOL e das demais quadrilhas semelhantes e que, como tantos outras tentativas difamatórias, não arranharam a credibilidade do Capitão. Quem viver verá.

Contudo, a perseguição aos patriotas tornou-se petulantemente perigosa. Por um lado, continuam a soltar os facínoras ou manter os ladrões em liberdade; por outro, estão prendendo qualquer um que fizer uma careta para “Mandarim Solta Bandido” do STF. Como está é insustentável prosseguir. Estou esperando para qualquer hora o início do fim desta situação que desafia a vontade soberana do “Supremo Dono do Poder”, o povo, e nem sei se a coisa se resolverá com a capitulação da vermelhada ou se haverá muito derramamento de sangue porque o povo, que foi escravizado pelos maus e perversamente tungado pelos nababos e pelos poderosos do passado, já está pintado para guerra e, como um dia vaticinou Getúlio Vargas, “não será mais escravo de ninguém”.

Os patriotas não querem mais ver o sorriso de escárnio dos Gilmar Mendes da vida, nem suportar a cara de ódio da esquerda delinquente dos Freixos; dos Paulo Teixeira; dos Ivan Valente ou dos Molon do pedaço, enquanto mais uma facada é cravada no bucho do “Mito das Ruas”. O tempo desses malditos já passou, a hora do acerto virá, não tarda e aí veremos em que têmpera essa gente é forjada.

Sem qualquer cabotinismo, estou exausto de ver onde não se vê ou não se quer enxergar coisa alguma. Conheço a têmpera, a fraterna disciplina e a inexcedível lealdade dos militares, mas a esta altura do campeonato pouco se me dá se serão eles que, cumprindo o juramento de “Defesa da Pátria” – não ao código de proteger corrupto, ladrão e comunista, nominado de constituição – chegarão primeiro para trancafiar os vermelhos usurpadores ou se o povão antes destes últimos, por seus próprios meios (ou caminhões, quem sabe), farão o serviço. O que sei é que daqui de onde chegamos não tem volta e que os “Malditos da Pátria” estes sim não voltarão ao poder. Aposto e dobro qualquer parada.

Somente tenho pena porque a coisa poderia fluir normalmente, seguir em paz e, brevemente, o Brasil estaria no lugar de liderança e prestígio que lhe é reservado no mundo. Ainda um dia desses o Professor Paulo Guedes, dando uma bofetada no corrupto da Odebrecht que preside a Câmara Alta e que saiu do seu quadrado para afrontar o mago das finanças dizendo que o governo está fazendo muito pouco, disse ao magano que, enquanto a “Rede Goebbels” estiver apoiando o tal vagabundo eleito por uns minguados números de votos, que ele, então, e o legislativo de um modo geral, continuarão impedindo a votação de, nada mais nada menos, 16 projetos do executivo, dos quais – digo eu – “estão se servindo para chantagear o governo da União”, quais sejam: a) Na Câmara Federal: PL 6407/2013 (Nova Lei do Gás); PLP 149/2019 (Plano de Equilíbrio Fiscal); PLP 200/1989 (Autonomia do Banco Central); PLP 5877/2019 (Privatização da Eletrobrás); PL 6229/2005 (Recuperação Judicial); PL 5387/2019 (Simplificação da Legislação de Câmbio); PL 3443/2019 (Governo Digital); PL 7316/2019 (Certificação Digital); PLP 295/2016 (Nova Lei de Finanças Públicas); PL 7063/2017 (Lei de Concessões); b) No Senado Federal: PLS 232/2016 (Marco Legal do Setor Elétrico); PLS 261/2018 (Novo Marco Legal de Ferrovias); PL 3261 (Marco Legal do Saneamento Básico); PL 3178/2019 (Alteração do Regime de Partilha); c) No Congresso Nacional: MP 902 (MP da Casa da Moeda); MP 905/2019 (MP do Emprego Verde e Amarelo).

A rigor, no ideário do povo, traduzido pela voz das multidões que estão nas ruas, mais do que a cruel perseguição contra o Capitão, contra seus filhos e contra sua equipe, só aquela chantagem safada seria bastante para colocar toda essa gente ruim no xilindró. Já pensaram o quanto estaria vingado o povo que eles desgraçaram se todos esses “Malditos da Pátria” fossem presos deixando o Brasil seguir seu glorioso destino em razão daquilo tudo, ou seja, da “Nova Ordem”?

 

José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

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