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13 Jun 2020

SAINDO DA CRISE

Escrito por 

Eis, entretanto, que agora surge o mago das finanças para, durante a 34ª Reunião do Conselho de Governo, revelar o que estava fazendo enquanto a caterva imbecil trabalhava contra o País.

 

Não estou capitulando, mas admitindo que realmente destinamos até muito tempo ao bom combate contra àqueles que não se conformam – e não vão se conformar nunca – por terem perdido o poder, quando devíamos dedicar essa energia ao Brasil que dá certo. Se por um lado reconhecemos que não se pode transigir com o mau, por outro somos levados a reconhecer que isto não contribui efetivamente para tirar esta Terra de Santa Cruz do campo minado em que foi colocada.

O aprendizado tem sido muito doído e custoso, mas estou com a sensação de que vamos conseguir nos apartar dos contras (todos de um modo geral) para nos fixarmos no que realmente interessa, ou seja, naquilo que edifica e constrói. O Brasil que já havia se afastado da beira do precipício onde os governos passados nos deixaram vai, em breve, ultrapassar a atual crise mundial e, como bem disse o Professor Paulo Guedes, vai dar ao mundo um grandioso exemplo de superação, a uma porque reúne todas as condições para tanto e a duas porque o que hoje chamamos da “Nova Ordem” veio para ficar.

Tanto assim é que os sinais ostensivos do desespero da classe política abjeta e execrável estão por toda parte a ponto daquela gente nem mais saber o que fazer nem o que falar. Destruam Bolsonaro; prendam um filho seu; prestigiem a traição vinda de dentro e de fora do governo; ataquem e corrompam os militares; corram lá para fora do País e traiam a Pátria despudoradamente a serviço do social-comunismo perverso e assassino, vale tudo para retomar o poder e a volta a roubar.

Ia dar alguns exemplos quanto àquelas ações deletérias, mas, como disse no início, é desnecessário ou como ensina o ditado popular em relação àquela trupe que já morreu, mas insiste em se manter insepulta: “não se deve gastar vela boa com defunto ruim”. Durante a confusão provocada pelo vírus chinês e cafetinada pelos vermelhos em geral, a extrema imprensa fez de tudo para enredar e ou comprometer, com sordidez, o Ministro da Economia de Bolsonaro. Com humildade, Guedes algumas vezes tentou dar suas explicações, mas ninguém quis ouvir. Aí, então, ele e sua notável equipe fecharam-se em copas e foram trabalhar, que é o que sabem fazer de melhor.

O imbecil metido a “çábio” do FHC, vendo a chance de aparecer e sair um pouco do ostracismo a que há muito o Brasil lhe condenou, veio pelas páginas do “Sistema Goebbels”, dizer que a pandemia derrotou o ministro e que este, por sua vez, deveria pedir o boné e ir embora. Nada a estranhar. Este senhor há muito já se revelou um completo cabotino, um farsante e para mim desde quando, se julgando imbatível nas eleições de 1985, para prefeitura de São Paulo sentou-se, um dia antes do pleito (14/11/85), na cadeira de prefeito e derrotado assistiu o alcaide eleito, Jânio Quadros, desinfetar o assento com inseticida, no dia da posse, dizendo aos presentes: “...o senhor Henrique Cardoso não teria o direito de sentar-se cá e o fez, de forma abusiva. Por isso desinfeto a poltrona.... que nádegas indevidas a usaram..”

Eis, entretanto, que agora surge o mago das finanças para, durante a 34ª Reunião do Conselho de Governo, revelar o que estava fazendo enquanto a caterva imbecil trabalhava contra o País. Disse que objetivando fornecer proteção no período de enfrentamento à crise provocada pela pandemia do novo corona-vírus, o governo da União vai socorrer três milhões e duzentos mil contribuintes - pequenas empresas ou pessoas jurídicas, que sempre pagaram o “Simples” – convocando-os pela Receita Federal, não para serem cobrados ou multados como sempre aconteceu, mas para receber até 30% de seu faturamento médio dos últimos 12 meses, por conta deste período em que ninguém trabalhou presos que ficamos em nossas casas.

Com suas imbatíveis clareza e objetividade ressaltou que os pequenos vão tomar um susto quando a Receita disser: “aqui tem um dinheiro para ajudar vocês saírem da crise” e que isto representará um investimento de quase 20 bilhões, os quais somados aos outros incentivos já concedidos, se e quando alavancados pelo sistema bancário poderá chegar a um trilhão de reais, acrescentando que tal investimento – por assim dizer - realmente pressionará este ano o orçamento, mas com a volta a normalidade o Brasil recupera.

Na mesma reunião Paulo Guedes anunciou a prorrogação por mais dois meses do “Auxílio Emergencial”, pago a famílias de baixa renda, trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados. A princípio, a parcela será de 300 reais, unificando vários programas sociais em um só que vai se chamar “Renda Brasil”.

Enquanto ao longo desses últimos meses o Governo estava sendo perseguido como responsável pelo vírus da China, o ministro revelou que, cumprindo uma promessa de campanha do Presidente, sua pasta elaborou e lançará o “Programa Verde e Amarelo” que vai incluir cerca de 40 milhões de brasileiros que andam por aí pelas ruas sem carteira assinada. Por conta desta pandemia sua equipe tornou aqueles cidadãos visíveis para o Estado e agora eles já se encontram com os nomes digitalizados, com endereço de casa e tudo mais, prontos para serem incluídos no mercado de trabalho, em face do mencionado programa. Isto sim é inclusão social e não aquela porcariada com mesmo nome praticada pelo PT, que visava a angariar votos para a quadrilha e sangrar os cofres públicos.

Naquela mesma reunião o Ministro da Saúde deu uma lambada na cara da extrema imprensa e na “Goebbles” em especial que já engendravam uma nova crise alegando que Bolsonaro havia determinado, criminosamente, falsear os dados oficiais da pandemia, para então revelar a criação por sua equipe nos últimos 20 dias, de um novo software pelo qual o Brasil e o mundo poderão ter acesso irrestrito ao conjunto completo daqueles dados atualizadíssimos até o último instante, ao longo das 24 horas do dia. A “esquerdalha” toda ficou com cara de idiota, se roendo de despeito, mas já lançou a nova onda de difamação, espalhando que Bolsonaro se dobrou ao nojento “Centrão”.

Quando vejo ações e providências de governo daquela ordem, minhas esperanças no Brasil se renovam. Assim, vamos confiar, pois o Capitão segue a estratégia política de quem exerce sua autoridade com total independência e coragem, pois não tem - e nunca teve - rabo preso com ninguém e até porque, como se vê a todo instante, o povão demonstra que não quer que ele, xingando muito ou pouco, bem alto ou entredentes, mude em nada e não quer, também, que aquela gente do mal retorne ao Planalto. Eu também.

José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

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