Qui12032020

Last updateDom, 01 Set 2013 9am

18 Abr 2020

O VÍRUS DA OMS

Escrito por 

 

Não vão conseguir! O Brasil é grande demais para ser empurrado para trás e está amarrado em quase 60 milhões de estacas que o mantém fortemente escorado.

 

Exausta da exploração social comunista da União Europeia, a Inglaterra deu adeus aos “globalistas” em 31 de janeiro de 2020, depois de 47 anos de dominação e para onde antes foram objetivando apenas construir um “Mercado Comum”, na Europa. Ainda ressoam nos meus ouvidos as palavras de Nigel Farage – líder do partido do Brexit do Reino Unido – em seu último discurso no Parlamento Europeu: “Amamos a Europa, apenas odiamos a União Europeia”, que por décadas extorquiu os ingleses exigindo pesadas contribuições financeiras para intuições socialistas, tribunais esquerdistas, entidades verdadeiramente comunistas e agora querem até ter um exército particular, dando em troca muito pouco ou quase nada. Ao final de seu pronunciamento Farage sentenciou: “... Acabou a condescendência... Os britânicos são grandes demais para serem intimidados”.

Sempre que vejo o Brasil acossado pela vermelhada internacional de olho na Amazônia, atacado solertemente pelos organismos estrangeiros comprados pela Internacional Socialista; aviltado por instituições mundiais que se transformaram em meros redutos da “esquerdalha” terrorista ou insultado através de seus braços e agências apoiadas pelos vendilhões de nossa Pátria e pelo “partido político da imprensa podre – PIP”, lembro-me de duas coisas. A primeira é o fato de que são desprezíveis os intelectuais brasileiros fanzocas daquelas entidades e muito bem classificados pelo Mestre Olavo Carvalho de despreparados e imbecis e, a segunda são as palavras de Farage naquele memorável pronunciamento, que parafraseio aqui dizendo: “Os brasileiros são grandes demais para serem intimidados”.
É a isso que me agarro quando vejo a longa mão do comunismo internacional, representada no Brasil pela classe política defenestrada do poder executivo e pelos patifes ainda homiziados no STF e no Parlamento, trabalhando feroz e freneticamente para, nestes dias de “panicodemia”, arrastar o País para o caos. Estão fazendo de tudo para a Nação Verde e Amarela retornar para a beira do precipício, onde a “petralhada” nos deixou. Não vão conseguir! O Brasil é grande demais para ser empurrado para trás e está amarrado em quase 60 milhões de estacas que o mantém fortemente escorado.
Quando ouvi duas das figuras mais execráveis da vida pública nacional - o Mandarim Solta Bandidos “Sapão Mendes” e o “Rodrigo-Nhonho-Botafogo-Jatinho-Primeiro Ministro-Maia”, dos quais fala a crônica diária - dizerem que a nossa Suprema Corte ou o Congresso Nacional iriam enquadrar e limitar as decisões do Presidente da República caso não viesse a se curvar aos caprichos ou às vilanias de um marxista-leninista-maoísta Tedros Adhamom Ghebreyes - (assecla da China comunista que chefia a OMS, o mesmo que, por sua vez, encheu aquela instituição de petistas enxotados do Brasil como indecentes e más figuras) e, também, caso não viesse a submeter o Brasil aos ditames do tal etíope vermelho, somente não fiquei surpreendido porque bem conheço a atuação daqueles dois pulhas.
É verdade sim! Ninguém me contou não! Eu ouvi tudo quando assisti, pelas redes sociais, aqueles dois cafajestes brandirem tais ameaças, sem o menor pudor. A propósito. Relativamente àqueles maus brasileiros, é consabido que esta gente se vale de qualquer oportunidade ou circunstância adversa para dizer ao Planalto, sem descanso: “ou nos deixa roubar e as nossas quadrilhas igualmente, ou não governa, seja lá que preço o Brasil tenha que pagar”. Não há outra interpretação plausível para seus procedimentos. Em outubro de 2018 o Brasil não elegeu a OMS para conduzir seu destino e as meras recomendações daquela hoje desacreditada organização internacional não têm o condão de afrontar nossa soberania e de se sobrepor ao ordenamento pátrio, ou seja, à nossa constituição e às nossas leis, por óbvio.
Antes, porém, de tentar atazanar a vida do presidente ou de, como em vezes anteriores, desmoralizar seu País no exterior, deveriam aqueles capadócios criticar o desserviço que a OMS vem prestando ao Brasil e às nações livres, neste tempo da peste chinesa. Posto que se dispuseram a falar no assunto poderiam estar defendendo o Brasil deixando claro o que sinteticamente destaco: 1) A OMS, conivente com o Partido Comunista Chinês na criação e na propagação pelo planeta do tal Covid. 19 fez recomendações erradas ou sem embasamento científico e espalhou informações falsas e inteiramente alarmantes; 2) Bem no início de suas recomendações, a OMS, em seu primeiro vídeo institucional, acerca do uso de máscaras, não informou corretamente qual o modo de usá-las; 3) A OMS não recomendou medidas claras a respeito da disseminação assintomática da COVID-19, casos em que o uso de máscaras é inócuo para impedir o contágio; 4) A OMS chegou a ridicularia de afirmar que seriam dispensáveis o uso de máscaras e a busca para tratamento caso em que a pessoa se sentisse saudável, como se o cidadão pudesse adivinhar se e quando cairia doente: 5) Errando, também, tal qual a maioria dos Países ao defender que a distância entre as pessoas deve variar de 1,5m a 2m pelo menos, a OMS fixou o distanciamento em 1,0m, esquecendo-se todos juntos e cruelmente de que as classes menos favorecidas passam suas vidas aglomerados em dezenas em espaços diminutos. Qual a recomendação para essa gente? 6) A OMS não recomendou o uso generalizado de máscaras que é, sem dúvida, prática eficaz no combate à transmissão assintomática do vírus chinês, tanto quanto até hoje não se posicionou a respeito da “transmissão pela fala” e quanto em relação “ao toque nos olhos” ou a outros hábitos de risco; 7) O viés político ideológico da Direção Geral da OMS a levou à falta de controle e de checagem e, por via de consequência, a disseminar informações incorretas, incompletas ou simplesmente falsas como, por exemplo, as de 14.01.20 em que afirmou não haver a menor evidência de transmissão do vírus entre humanos, chegando as de 28 de marco do corrente em que divulgou que o Covid.19 não estaria no ar, sendo, portanto, desnecessário o uso de máscaras em locais de muita aglomeração, como “call centers”, igrejas, mercados e grandes centros de serviços como estações de metrô.
Eu não estou inventando nada disto. Repito aqui o que disseram alguns expert’s de renome cujas falas busquei confrontar com os fatos mencionados no site da própria OMS e nas suas publicações no “Youtube”, checando tudo com o conteúdo de algumas publicações da área médica, da autoria de especialistas do quilate do ex Ministro e Médico Sanitarista Osmar Terra - uns dos poucos gestores públicos no Brasil com efetiva experiência em lidar com várias pandemias. Não tenho a menor intenção de enlamear a reputação daquela organização da ONU, mas de deixar evidente o quanto esses organismos internacionais se colocaram a serviço da esquerda delinquente no Mundo e aqui no Brasil, em especial, como elemento de pressão da bandidagem da vida pública nacional, para ficar claro que as recomendações da OMS jamais podem se sobrepor à vontade soberana do povo brasileiro que confiou ao Capitão Bolsonaro o Comando Supremo na guerra contra este “virus morbis”.
Consoante o último Relatório do Banco Mundial divulgado no domingo de Pascoa, “O Brasil poderá enfrentar a maior retração do PIB nos últimos 120 anos, De acordo com o Banco, estima-se que o país tenha uma retração de 5% no PIB em 2020, de 2,5% em 2021 e de 2,3% em 2022, em virtude da crise decorrente do vírus que a China espalhou pelo Mundo. As perspectivas "não são boas" para a região da América Latina e Caribe, onde o PIB deverá chegar a cerca de 4,6%, diz o tal Relatório. No entender dos economistas do Banco Mundial, é necessário que os países afetados ampliem programas sociais e retomem urgentemente sua produção visando a salvar os trabalhadores que vão perder seus postos de trabalho, em meio ao isolamento social. Até aqui só vejo o Presidente eleito e sua valorosa equipe ministerial insistir nesta saída. Entretanto, por causa de sua visão e determinação, estão sendo vilipendiados noite e dia pelos contras.
Deixem estar! Avaliem que os brasileiros são grandes demais para serem tutelados pelas OMS’s da vida ou vencidos pelos Gilmar’s ou Maia’s do pedaço. O governo do Brasil tem dito reiteradas vezes, desde o sempre, que a questão econômica é tão importante quanto à da saúde porque, simplesmente, da cura da doença não pode advir a morte de milhões e milhões de brasileiros e o caos econômico. Isto é de uma obviedade absoluta. Não enxergar isto ou não perceber toda essa impatriótica posição da vermelhada, se não for má fé só pode ser cegueira cívica ou burrice encarnada mesmo.

Última modificação em Sexta, 24 Abril 2020 21:57
José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

  • Copyright © 2007. www.rplib.com.br . Todos os direitos reservados.

    Republicação ou redistribuição do conteúdo do site RPLIB é permitido desde que citada a fonte. O site RPLIB não se responsabiliza por opiniões, informações, dados e conceitos emitidos em artigos e colunas assinados e nos textos em que é citada a fonte.