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21 Mar 2020

POLÍTICOS BRASILEIROS (HÁ UM CHILENO) E SEU DESAMOR PELO BRASIL

Escrito por 

Nem o menor país do mundo tem políticos iguais aos nossos, tão insignificantes, tão medíocres e, principalmente, mercenários.

POR: ALEIDA DE MATTOS OLIVEIRA

Há uma constante entre os que concorrem às eleições, no Brasil. Desejam um emprego bem-remunerado, com todas as facilidades pagas pelo contribuinte, porque o que mais desejam é ficar nas costas do Estado, e, não, dar a sua contribuição ao país. Além disso, aqueles que fazem parte desse grande grupo, escolhem, a dedo, o melhor plano de saúde para eles e a sua família, além de receberem um ‘aplicativo’ da FAB para qualquer viagem. Dizem que o ‘aplicativo' foi cancelado. Será?
Sem qualquer civismo, são culturalmente subdesenvolvidos, porém, peritos na arte de dilapidar os cofres públicos, além da natural subserviência a dirigentes estrangeiros, que devem se sentir envergonhados por somente terem visto tanta sordidez, em políticos brasileiros. Estes nem sequer imaginam como são classificados ao lhes darem as costas! São os Raony da Câmara, do Senado e ex-Presidentes da República.
Nem o menor país do mundo tem políticos iguais aos nossos, tão insignificantes, tão medíocres e, principalmente, mercenários.
Não sei se estou certa, mas FHC foi um dos maiores mascates que o Brasil já teve. Com seus livrinhos de sociologia, seguros pelas axilas, ia para o confessionário europeu criticar o país que dizia governar e buscar a sua cota de presidente subalterno, para encher mais um pouco a sua burra, sem deixar a pose de pilantra sabido da antiga Lapa carioca.
Todos, da velha e nova esquerda, sem exceção, correm à Europa para ajoelhar-se aos pés dos gringos, mostrar-lhes servidão, e envergonhar o país, pedindo apoio para golpes, porque o novo Presidente, eleito pelo povo, não lhes deixa afanar o erário. Até o Chileno, achou-se com tutano suficiente para, às custas do contribuinte, fazer um tour pela Europa e visitar o rei da Espanha que, segundo consta, morreu de vergonha ao ver, à sua frente, um pedinte político, intrigante, um insignificante, rotundo e abominável homem dos trópicos.
Na Microsoft Solitaire Collection, surge, de vez em quando, a publicidade de um jogo (Batalha do Dinheiro) que pensava ter sido o Chileno, o inspirador. É um filme de guerra em que todos saem carregando malas cheias de cédulas. As imagens são de homens corajosos e de corpos atléticos, coisas que o hediondo personagem da Câmara Federal está longe de ser e de ter.
De qualquer forma, é uma maneira de ele se inspirar para roer, mais ainda, os trinta do orçamento.
Até quando o Brasil terá que conviver com gente dessa espécie, elegendo-se, para denegrir o país no estrangeiro e, paralelamente, vivendo às custas do dinheiro que o povo, uma parte ainda idiotizada e que lhe dá votos, despeja na conta desses sujeitos.

A AUTORA É DOUTORA EM LÍNGUA PORTUGUESA, ACADÊMICA FUNDADORA DA ABD, MEMBRO DO CEBRES E ACADÊMICA DA AHIMTB.

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