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21 Fev 2020

QUEM É GREENNPEACE?

Escrito por 

Em 1991, o grupo abriu escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Manaus. Um dos seus primeiros alvos foi o programa nuclear brasileiro.

 POR: HÉLIO P. LEITE

Recentemente o presidente Bolsonaro formulou as seguintes perguntas: "Quem é Greenpeace"; "Quem é essa porcaria chamada Greenpeace"; e ele mesmo respondeu: "Isso é um lixo".
 
É possível que a maioria dos brasileiros já ouviu falar do grupo Greenpeace, a mais conhecida ONG ambientalista do mundo, porém, não sabe quem verdadeiramente é esta organização não governamental, que até o ano de 2000 atuava em 30 países, dentre esses o Brasil.
 
Segundo as informações que coletei nos livros: "Máfia Verde – O ambientalismo a serviço do Governo Mundial", 10ª Edição, editada pela CAPAX DEI, em 2006, com coordenação editorial de Lorenzo Carrasco, e " Máfia Verde 2 – Ambientalismo, Novo Colonialismo", 2ª Edição, editada pela CARPAX DEI, em 2005, a criação do Greenpeace foi um dos mais bem sucedidos  projetos do "Clube das Ilhas" na configuração do movimento ambientalista, o qual foi executado por intermédio do WWF e de alguns veteranos dos serviços de inteligência britânicos.
 
Sua fundação remonta a 1969, em Vancouver, Canadá, com o nome de Comitê Não Faça Ondas, cujo objetivo era protestar contra testes nucleares estadunidenses.
 
Os primeiros membros da organização foram recrutados entre membros do Sierra Club Canadense, do grupo terrorista estadunidense Weathermen, da Frente de Libertação de Vancouver e de grupos locais de hippies, maoístas e trotskistas. Outro grupo relevante nesta fase foi o Quakers Canadense Pela Paz, liderado por Irving Stone e financiado pelo Fundo Cadbury.
 
Em 1971, o Comitê Não Faça Ondas mudou o nome para Fundação Greenpeace. Em 1972, juntou-se à organização  canadense David Mctaggert, que logo assumiu sua liderança.
 
A partir de 1977, com o apoio financeiro explícito do WWF, o Greenpeace iniciou sua expansão internacional, com a instalação de um escritório em Londres e a aquisição do primeiro navio de sua frota.
 
A partir de 1978, sob a coordenação do diretor executivo do WWF Sir Peter Scott e do príncipe Philip, o WWF e o Greenpeace estabeleceram uma "força tarefa" para dominar a Comissão Internacional de Caça à Baleia (IWC) e acabar totalmente com a indústria baleeira.
 
Em 1985, outro ramo prototerrorista surgiu na cúpula do Greenpeace contra a indústria de peles, o Lynx (Lince), acusado de desfechar uma série de ataques a bomba contra Lojas de departamentos londrinos que comercializavam peles.
 
Outra organização eco terrorista, com a qual o Greenpeace tem vínculos notórios é o Earth First!  (Terra Primeiro !), fundado nos EUA em 1979, por dissidentes do Serra Club e da Wilderness Society, célebre por suas ações de sabotagem de equipamentos de indústrias acusadas de "devastação ambiental".
 
Até 2006, o Greenpeace tinha escritórios em 30 países, com um orçamento de 100 milhões de dólares.
 
Em 1991, o grupo abriu escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Manaus. Um dos seus primeiros alvos foi o programa nuclear brasileiro.
 
Em 1999, o Greenpeace anunciou uma grande campanha na Amazônia, com o objetivo de denunciar a exploração predatória de madeira, com um orçamento superior a 5 milhões de dólares.
 
Enfim, o movimento ambientalista internacional é organizado e controlado hierarquicamente, a partir dos círculos mais elevados do "Estabilisment" oligárquico reunido no chamado "Clube das Ilhas". Em linhas gerais, a estrutura do movimento pode ser dividida em três escalões:
 
1.      O "Estado-Maior", diretamente vinculado à cúpula do Estabilisment, no qual são elaboradas as diretrizes gerais do movimento. Neste nível, encontram-se a União Internacional para a Conservação da natureza (UICN) e o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), que recebem apoio direto do "Clube 1001", além de outras fontes ligadas à cúpula oligárquica.
 
2.      O 'comando operacional e logístico", no qual as diretrizes são transformadas em programas de ação, tanto envolvendo governos nacionais como organizações não governamentais (ONGs).

Aí se encontram:

a) as entidades das Nações Unidas envolvidas com as questões ambientais (PNUMA, PNUD, UNESCO, Organização meteorológica Mundial, etc.);

b) Clube de Roma, que coordena as atividades de uma série de organizações internacionais encarregadas da difusão da ideologia malthusiana dos "limites ao crescimento";

c) o Instituto  Tavistock, responsável pela elaboração dos programas de "engenharia social" (ou "arquitetura social") para tornar o ambientalismo socialmente aceitável;

d) as organizações "de inteligência", como o World Resources Insttute e o Woldwatch Institute; e

e) o aparato de financiamento dos programas, das ONGs e da formação  dos quadros especializados necessários, integrado por agências de ajuda internacional de governos como os dos EUA, Grã-Bretanha, Canadá, etc., fundações familiares e uma rede de empresas "fita azul" do Estabilisment.
 
3.      As "tropas de choque", representadas pelas ONGs de "ação direta". Estas, por sua vez, podem ser subdividas entre um seleto grupo de "organizações  respeitáveis", dirigidas por "cidadãos acima de qualquer suspeita" (Nature Conservancy, Environmental Defense Fund, Conservations Internacional, Natural Resources Defense Council etc.) e as organizações radicais, que geralmente protagonizam as ações de grande impacto propagandístico, como o Greenpeace, Amigos da Terra, etc. Entre estas, os níveis de radicalismo vão crescendo até se chegar a organizações prototerroristas e abertamente terroristas.
 
Finalizando, creio que agora será possível ao brasileiro comum responder a pergunta feita pelo nosso presidente Jair Bosonaro, no dia de ontem 13.02.2020.
 
E quem viver haverá de ver um novo Brasil, livre das ONGs estrangeiras e nacionais que atuam em nosso território para desestabilizar governos e impedir o progresso de nossa nação, até porque o nosso atual presidente não é vendável e muito menos o nosso ministro da Justiça, dr. Sergio Moro.

Última modificação em Quinta, 20 Fevereiro 2020 22:32
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