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26 Jan 2020

NOTÍCIAS DO FRONT

Escrito por 

 

 

 

Continua a guerra dos vermelhos contra o novo Brasil que insiste em emergir do lodaçal no qual foi atirado pela esquerda delinquente e pela direita usurpadora.

 

Por Dr MAURÍCIO BARCELOS

Continua a guerra dos vermelhos contra o novo Brasil que insiste em emergir do lodaçal no qual foi atirado pela esquerda delinquente e pela direita usurpadora. Não vê quem não quer e se não quer é porque, por falha de caráter, sucumbe em razão de sentimentos subalternos. O Brasil dos dias de hoje está diametralmente diferente do que o dos tempos encarnados. Ao invés de um covarde e sorrateiro propósito de destruir a família até se alcançar a Nação Verde e Amarela, temos agora uma defesa ferrenha daquela instituição e um incontido patriotismo que antes era vergonhoso se exibir.
Diferentemente de uma época de roubo e corrupção institucionalizados, tirante umas vãs e fajutas acusações de desvios de procedimento, realmente não se viu, depois de janeiro de 2019, um caso comprovado de corrupção no governo da União. Ao contrário do que se via no Planalto e no Jaburu desde 1985, os políticos safados e os patifes de todos os segmentos não mais influenciam as decisões do Executivo, nem a formulação de políticas públicas. Isto é uma das coisas que, ultimamente, mais aprecio.
As consequências são sentidas pelo povo e festejadas pelo cidadão honrado a todo instante. Por exemplo, não houve mais invasões de terras ou de imóveis urbanos, incentivada, por debaixo dos panos, pelo governo central. Hoje, Stédile e Boulos são criminosos comuns, figuras ridículas e desprezíveis aos olhos dos homens do bem. Não houve mais aquelas greves bandidas que avermelhavam o dia a dia de nossa Pátria e que custavam rios de dinheiro desviados de impostos. Os sindicatos e as confederações donos das caixas bilionárias estão à míngua com a nova ordem e com a reforma trabalhista. Um levantamento semestral do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sobre o número de greves no Brasil causou espanto entre economistas, sindicalistas e analistas ao revelar uma redução de mais de 40% no primeiro semestre de 2019, em comparação com igual período do ano de 2018, quando o número de paralisações já havia diminuído, tanto no serviço público quanto na iniciativa privada. As mais de 2100 greves anuais do passado agora são pouco mais que algumas dezenas. Por outro lado, as organizações criminosas nacionais e internacionais não mais têm vez e voz no governo atual e os partidos de esquerda estão sem recursos públicos para apoiar e incentivar as OCRIM’s e seus poderosos chefões.
No fundo, tudo isso vem ocorrendo por conta de uma única circunstância: a resistência do Capitão em comprar, com nosso dinheiro suado, o nefando apoio do establishement. Bolsonaro não deixa jornalista ladrão botar a mão em dinheiro público; Bolsonaro não consente que os Barões da Comunicação roubem mais os cofres do BNDES; Bolsonaro não permite que a canalhada artística se locuplete do erário para comprar jatinhos de milhões; Bolsonaro não se agacha diante da petulância do jornalista vermelho, invariavelmente burro e despreparado; Bolsonaro não tem rabo preso e conhece de sobra a rabiola dos “isentões” e quando um deste levanta a crista, faz como fez com o tal de “Bigodinho Pereira” – vassalo da Globo – tornando públicos os milhares de dinheiros recebidos por ele dos SENAC’s da vida. Bolsonaro não teme o confronto, não foge a luta, não se suja de medo na hora da rinha e, como é um homem de muita fé, de uma fé quase cega no novo Brasil, é destemido, absolutamente destemido. Tem horas em que ele me recorda o grande Carlos Lacerda – o Demolidor. Fico rindo sozinho quando vejo o Capitão esbofetear a “jornadalha” corrupta, diante da qual a classe política abjeta tremia de medo. É uma delícia.
Justo neste cenário é que a plebe mais ordinária da imprensa, apoiada por um “Mandarim Solta Bandidos” do STF, há pouco tempo tentou criar juntamente com a corja dos advogados de meliantes do colarinho branco um artifício jurídico para anular as muitas penas impostas ao “Ogro Duplamente Condenado” e a sua trupe, montando um circo de horrores que visava a atingir o herói nacional Sérgio Moro. Esta gente é tão ordinária que não se pejou em se aliar a um criminoso gay internacional para dar sequência a sua trama macabra. Acabaram desmoralizados e o hacker-terrorista está denunciado como membro de uma quadrilha de patifes. Se eu fosse um dirigente qualquer da Associação Brasileira de Imprensa-ABI, depois da festa que fez para o traidor da Nação Verde e Amarela, sugeriria que a antiga instituição pedisse desculpas públicas ao País.
Pois, então, eis a boa nova chegada das trincheiras do front. O MPF (Ministério Público Federal) em Brasília denunciou o vigarista dublê de jornalista Glenn Greenwald e mais seis pessoas por crimes relacionados à invasão de celulares de autoridades brasileiras no âmbito da Operação Spoofing. São apontadas as práticas de organização criminosa, lavagem de dinheiro, bem como as interceptações telefônicas engendradas pelos investigados. Para o MPF, embora Greenwald não tenha sido investigado nem indiciado no Inquérito Policial porque o Mandarim Gilmar do STF impediu, nos respectivos autos ficou comprovado que ele auxiliou, incentivou e orientou o grupo durante o período das invasões. Recordo-me de que logo quando a tal farsa foi montada, com a sorrateira participação da “ordinariazinha” do PT, Manuela D’Avila, que o Capitão, com um sorriso irônico nos lábios, vaticinou que o gringo ia acabar tomando uma cana dura no Brasil. Parece que não vai dar outra coisa.
Das trincheiras dou notícia igualmente que esta semana foi iniciada com Moro dando uma coça de criar bicho na extrema imprensa que, por puro ódio, o colocou vivo durante horas dentro de uma fossa e o cercou como um bando de abutres tentando desmoralizá-lo ou constrangê-lo e enredá-lo em uma armadilha para atacar o Capitão e acabou se dando muito mal. Todos da trupe foram buscar lã e saíram tosquiados. A semana vai terminando com a “Rede Goebbels” se emporcalhando mais uma vez ao tentar atiçar Moro contra o Capitão, em cadeia nacional, espalhando a falsa notícia de uma traição por parte do Presidente da República. A semana teve, também, a presença do mago das finanças Paulo Guedes brilhando, em nome do Brasil, no Fórum Econômico Mundial, que reúne líderes políticos e empresários em Davos, na Suíça.
O ministro da economia, Paulo Guedes – negociando importantes acordos comerciais e tributários que dignificam a nova política externa do Brasil – manteve conversas com presidentes de multinacionais, fundos de pensão e um encontro com o ministro das Finanças suíço no segundo dia do evento. O ministro também participou de painéis sobre industrialização e sobre a América Latina. Depois de se reunir com o professor Klaus Schwab, criador do Fórum Econômico Mundial participou do painel “Formando o Futuro da Manufatura Avançada”, que discutiu os avanços tecnológicos na indústria. Guedes ainda se reuniu com o presidente do Grupo UBS (conglomerado financeiro da Suíça), Axel Weber, e com o presidente e diretor jurídico da Microsoft, Brad Smith. O ministro participou de um almoço privado com representantes do banco Itaú–Unibanco, que agora sabem que o BNDES não está mais ao alcance das mãos deles. Na parte da tarde, Guedes integrou o painel “Perspectivas Estratégicas na América Latina”. Paulo Guedes também se reuniu com os ministros das Finanças da Suíça, Ueli Maurer, e o de Assuntos Econômicos e da Educação, Guy Parmelin. De lá, o ministro encontrou-se com Mark Machin, presidente e diretor-executivo (CEO) do fundo de pensão Canadian Pension Investment Board, encerrando com mais três encontros com representantes de multinacionais. Guedes conversou com o presidente da administradora de sistemas de pagamento Visa, Ryan McInerney; com o CEO global da siderúrgica indiana Arcelor Mittal, Lakshmi Mittal; e com o presidente e CEO da montadora Chevron, Mike Wirth e tudo isso com um inglês fluente, excelente e impecável. O segundo dia do ministro em Davos acabou com um jantar oferecido pelo professor Klaus Schwab, dono da festa.
Indiquem-me o nome de algum outro ministro da fazenda no Brasil que tenha sido apresentado, a exemplo do que aconteceu com o Professor Paulo Guedes, como gênio das finanças à grande plateia de Davos por Niall Ferguson, o maior dentre os maiores desde Ludwig Erhard, o grande Ministro da Economia de pós-guerra que retirou a Alemanha da terra arrasada em se encontrava. O discurso de Guedes por muitas vezes interrompido com aplausos, ao final acabou ovacionado de pé. Tal como na semana anterior nos States – no Instituto Hoover da Universidade de Stanford – Paulo Guedes, mais uma vez, lavou a honra e restabeleceu a credibilidade do Brasil no exterior, para desespero da antiga canalha de Lula e Dilma no Itamarati.
O Brasil da figura de Lula com as pernas abertas, todo urinado e bêbado, ao lado da “Anta Guerrilheira” nos salões de Davos, hoje tem o Professor Paulo Guedes, que o Mundo respeita e admira.  A esquerda brasileira, ardendo de despeito e de ódio, esconde tudo da melhor forma que sabe e o único ponto que entendeu relevante para brandir aos quatro cantos do País foi o relativo ao que Guedes disse, durante o painel “Shaping the Future of Advanced Manufacturing“, no sentido de que “o grande inimigo do meio ambiente é a pobreza”. “Destroem porque estão com fome”, explicou didaticamente o brasileiro. Em outro momento do mesmo evento, ele disse “que o mundo precisa de mais comida e salientou que é preciso usar defensivos para que seja possível produzir mais”. Foi o bastante para os histéricos “ongueiros ecológicos” caírem de pau dizendo que a fala do governo brasileiro “mais uma vez gera constrangimentos e piora a situação da imagem do país.”.
Minha vontade é perguntar à imbecil “Ongalheira do Greenpeace’ que vomitou a tal baboseira: piora para quem cara pálida? O Brasil precisa comer e matar a fome que as sanguessugas da “verdalhada” fez sentar-se à mesa do nosso povo e sair da miséria social-comunista, em que gente como aquela porcaria nos atirou. Tudo que se propõe agora nestes novos tempos começa com uma produção sustentável e a defesa do meio ambiente, como nunca se fez antes nesta Terra de Santa Cruz. A diferença é que agora a proposta é trabalhar e prosperar, ao invés de se ficar fazendo turnês e participando de estéreis congressos pelo mundo a fora à custa do caos econômico em que nos meteram. Confesso que só existe uma coisa que me irrita mais do que os vermelhos é essa cambada de parasitas ecológicos que nos sugam e atrasam há mais de três décadas. Com essas notícias do front dá para avaliar que a guerra é dura, duríssima, mas que os patriotas estão ganhando.

Fonte: Diário do Poder

 

 

 

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