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29 Dez 2019

TARCÍSIO NELES, CAPITÃO!

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Assim, fico sorrindo quando ouço dessa gente que “o governo é até bom, mas que os filhos do homem são insuportáveis”; que o governo pode está acertando, mas que o Capitão é difícil de engolir porque é insultuoso, desrespeitoso, sem compostura etc e tal. Somente não conseguem dizer que ele é ladrão ou corrupto. Sempre que ouço tais baboseiras, sinto meu peito repetir, “Chora esquerdalha, chora! A Nação Verde e Amarela é agora dos patriotas e vem sendo dirigida pelos muitos Tarcísios da equipe ministerial”.

 

Confesso que, nos tempos de agora, tenho muita dificuldade para comentar sobre o bom momento que o País atravessa e sobre as boas notícias que recebemos aqui e vindas do exterior, quanto à nossa economia e ao nosso desenvolvimento como nação civilizada, por dois motivos: tudo de grande e edificante que estamos evidenciando fica, covardemente, escondido por de trás de um crepe negro estendido pelo ódio do establishement e da mídia tradicional e, também, porque a nova ordem que nasceu em janeiro de 2019, quando não é difamada é recebida com profundo despeito e ressentimento pela antiga maioria dominadora que perdeu o poder.

Se meu caro leitor quiser ter um pequeno exemplo daquilo a que me refiro, basta que recite ou que ressalte na frente de um “petralhinha” ou de qualquer “vermelhusco” uma realização do governo do Capitão, de preferência que tenha posto fim a uma boquinha da qual, por décadas, eles se beneficiaram e fique olhando para o semblante do mesmo. Provavelmente vão se transfigurar e deixar transparecer um roxo ressentimento na forma de uma detração qualquer.

Vez por outra aceito o desafio, e quando quero irritar bastante os contras não falo do Capitão ou de suas “botinadas” dadas naquela gente que apanha dele de manhã, de tarde e de noite e não se emendam. Não falo do Professor Paulo Guedes, este mago das finanças que o mundo respeita e que pegou uma economia arrasada pelo social-comunismo assassino e já a inseriu no Concerto das Nações desenvolvidas. Não falo do herói nacional Sérgio Moro, nosso Eliot Ness do século 21, terror dos “Mandarins Solta Bandidos” e de seus Chefões na vida pública.  Falo das realizações do Capitão Tarcísio de Freitas, o jovem brilhante, competente e dinâmico Ministro da Infraestrutura, em relação ao qual a vermelhada enlouquece porque, além de tudo que representa ainda constitui uma prova cabal da superioridade da formação profissional dos milicos em comparação à classe civil desmoralizada e aviltada por causa do mau exemplo dado pelas quadrilhas de Sarney a Temer, com ênfase para a “esquerdalha” de todos os matizes.

No bom sentido, o homem é o capeta solto no meio da buraqueira. Dono de uma carreira invulgar na administração pública, o ex-aluno detentor da maior média histórica do curso do grande Instituto Militar de Engenharia – IME – instituição que, diga-se de passagem, 100 % dos parlamentares do Congresso, da intelectualidade “uspiniana”, dos príncipes e dos nababos do Judiciário, jamais reuniriam condições nem para passar perto – em menos de um ano, auxiliado pelos batalhões de Engenharia do Exército Brasileiro, revolucionou a infraestrutura e os transportes no Brasil, com o pouco que sobrou de “um caixa” roubado pela gentalha de Lula e Dilma.

Dessa forma, além das concessões de 12 aeroportos, 10 áreas portuárias e de 1.537 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul, a pasta realizou entregas e ações importantes para o setor tais como: 1) concluiu com sucesso os 23 leilões de aeroportos, portos e ferrovias, com previsão de arrecadação total de R$ 4,2 bilhões para o Governo Federal ao longo dos 30 anos de concessão, com R$ 2,377 bilhões que serão pagos à vista e na sequência anunciou a sexta rodada de concessões, que vai passar para a iniciativa privada mais 22 terminais divididos em três blocos até setembro de 2020; 2) arrendou seis áreas portuárias no Pará – cinco em Miramar, no Porto Organizado de Belém, e uma no Porto de Vila do Conde –, com arrecadação de R$ 447,9 milhões, sendo R$ 111,9 milhões pagos à vista; 3) no setor ferroviário brasileiro se conseguiu um ótimo resultado no leilão da Ferrovia Norte-Sul. Após 35 anos de espera, o projeto reduzirá custos e ampliará a oferta logística da produção. O ativo renderá R$ 2,7 bilhões – ágio acima de 100%: 4) entrega de mais um trecho duplicado da BR-101, em Alagoas; 5) conclusão de uma etapa das obras de modernização do Contorno de Iconha, na BR-101/ES; 6) a duplicação de mais de 50 quilômetros na BR-050/GO, entre os municípios de Cristalina e Catalão; 7) pavimentação de 80 quilômetros na BR-235, entre a Bahia e o Sergipe; 8) inauguração, no setor aeroportuário, do terminal de passageiros e recuperação da pista do Aeroporto de Macaé (RJ) e também da pista de pouso do aeroporto de Montes Claros (MG); 9) retomada do Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Cargas (Fórum TRC), que congrega 2,6 milhões de caminhoneiros, 37.386 empresas, 1.584 sindicatos e 75 federações e por conta do qual restou frustrada uma criminosa greve dos caminhoneiros tentada pela CUT.

Para o ano de 2020, o site do Ministério da Infraestrutura informa que estão previstos 44 leilões nos quatro modais de transporte: rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo e mais de 50 obras públicas, “o equivalente a cerca de uma obra por semana”, com destaque para: a) a duplicação de trechos da BR-381/MG, nos municípios de Antônio Dias/MG e Caeté/MG; b) a dragagem do Porto do Rio Grande/RS, que vai retirar cerca de 16 milhões de metros cúbicos de sedimentos depositados ao longo dos 30 quilômetros do canal de acesso ao porto: c) ampliação do aeroporto de Fortaleza/CE e a realização de melhorias nos terminais de Foz do Iguaçu/PR e de Navegantes/SC; d) o repasse para a iniciativa privada de duas ferrovias, nove terminais portuários e 22 aeroportos, além da renovação antecipada de quatro concessionárias do transporte ferroviário de cargas, com expectativa, somente com os leilões de 2020, de alcançar a meta de R$ 101 bilhões em investimentos; e) leilão da BR-163/230/MT/PA, no trecho de 970 km entre Sinop/MT e Miritituba/PA, pois a rodovia que foi pavimentada em 2019 é ponto focal na rota de escoamento da safra de grãos produzidos, sobretudo no estado do Mato Grosso até os portos do Arco-Norte; f) leilão com data marcada para 21/02/2020 da rodovia, BR-101/SC, sendo que o trecho de 220 km da BR, entre a divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul e o município de Paulo Lopes/SC, será repassado à iniciativa privada e promoverá a rota turística que dá acesso ao litoral do Sul do país; g) leilão do trecho de 537 km da FIOL (Ferrovia de Integração Oeste-Leste), entre Ilhéus/BA e Caetité/BA: g) a construção da Ferrogrão, no trecho de 1.142 km entre Lucas do Rio Verde/MT – Sinop/MT – Miritituba/PA que, concluída, vai desafogar o grande volume de caminhões que trafegam pela BR-163, mudando a destinação da carga da rodovia para a ferrovia; h) leilão no primeiro trimestre do ano, do Terminal Marítimo de Passageiros de Fortaleza/CE que será repassado à iniciativa privada, aumentando em 50% a movimentação de turistas no local, que desde o início das suas atividades recebeu 42 embarcações e média de 63,5 mil passageiros; i) concessão de outros oito terminais em Paranaguá/PR, Itaqui/MA, Santos/SP e Salvador/BA; j) leilão de 22 aeroportos durante a 6ª rodada concessões, incluindo os terminais de capitais como Curitiba/PR, Manaus/AM e Goiânia/GO com previsão de R$ 5 bilhões em investimentos.

Ouvi o “Ogro Duplamente Condenado” dizer durante os dias em que estava no xilindró que Bolsonaro não estava construindo nada, mas somente destruindo o que ele e a Dilma tinham feito. Não acho isso burrice ou desinformação, acho que isso é mau-caratismo mesmo, tanto quanto o é quando a grande mídia insiste em dizer que o “governo vai até mais ou menos”, mas que o Capitão coloca tudo a perder, querendo negar doentiamente que foi o próprio Bolsonaro, livre da classe politica abjeta, quem escolheu seus ministros. Deplorável é igualmente quando uns correligionários da petralhada insistem em só enxergar aspectos que na ótica dos contras desilustram a gestão atual.

Para os vendilhões de sempre o governo nada fez neste seu primeiro ano. Avaliem se tivesse! Não fez, mas a significativa melhora nas contas públicas é um fato incontestável. O déficit previsto da ordem de 139 bilhões caiu para 70 bilhões. É menos do que se esperava, porém configura uma grande vitória. Caiu a taxa Selic para 4,5%, e tende cair mais em um cenário de inflação bem abaixo da meta. Caiu o desemprego para 11,6 bilhões e as invasões de terras que no tempo da “Anta Guerrilheira” foram duzentas (200), agora não passaram de 5 (cinco). Tudo isso fortalece nossa economia, incentiva os investimentos internos e os vindos do exterior e se não fosse a insegurança jurídica promovida pelo lado negro do STF e do Congresso Nacional estaríamos no melhor dos mundos, depois da desgraceira imposta pelos vermelhos.

Assim, fico sorrindo quando ouço dessa gente que “o governo é até bom, mas que os filhos do homem são insuportáveis”; que o governo pode está acertando, mas que o Capitão é difícil de engolir porque é insultuoso, desrespeitoso, sem compostura etc e tal. Somente não conseguem dizer que ele é ladrão ou corrupto. Sempre que ouço tais baboseiras, sinto meu peito repetir, “Chora esquerdalha, chora! A Nação Verde e Amarela é agora dos patriotas e vem sendo dirigida pelos muitos Tarcísios da equipe ministerial”.

* Jose Mauricio de Barcellos, ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado.

 

 

 

Última modificação em Sexta, 03 Abril 2020 14:19
José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

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