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24 Fev 2019

A LEI DO ATRÁS DA MOITA

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Abaixo essa regra safada protegendo identificações. Abaixo a Lei do Atrás da Moita!

 

Como o amigo inferiu da leitura de O ANTAGONISTA,  de acordo com o regimento interno do Senado, o encenador – quer dizer: senador não pode como também deve votar secreto toda vez que a mesa da Casa assim decidir.

Isto quer dizer que ainda que o senador considere ser dever seu informar seus representados  em quem ou em que ele votará, não pode fazê-lo sob o risco de sofrer determinada sanção.

Roba da Matti! Dois entulhos autoritários da “democracia tupinambá”.

1) \De acordo com o príncípio constitucional de transparência de todo e qualquer ato público, tanto na Câmara como no Senado, nossos representantes têm que votar em aberto; nós é que temos que votar em fechado, de nodo a evitar ameaças e coisas do tipo.

No Iraque, país de araque, o voto era em aberto; e Satan Hussein -nenhum parentesco com Barack Hussein, mais conhecido como Obama - . ganhava sempre com 100% dos votos. Ma Che bella roba!!!. Quem teria a coragem  - Aristóteles diria: a temeridade,-de bradar diante das urnas o nome de um dos muitos concorrentes de Satan?! Se falasse, sifú.

2o  Outro aspecto mais autoritário ainda desse regimento é ele obrigar representantes do povo a ir contra seus princípios, como se não tivessem que dar satisfação aos eleitores de atos afetando a vida pública, como é o caso de eleições dos respectivos Presidentes da Câmara e do Senado.

Abaixo essa regra safada protegendo identificações. Abaixo a Lei do Atrás da Moita!

Mario Guerreiro

Mario Antonio de Lacerda Guerreiro nasceu no Rio de Janeiro em 1944. Doutorou-se em Filosofia pela UFRJ em 1983. É Professor Adjunto IV do Depto. de Filosofia da UFRJ. Ex-Pesquisador do CNPq. Ex-Membro do ILTC [Instituto de Lógica, Filosofia e Teoria da Ciência], da SBEC [Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos].Membro Fundador da Sociedade Brasileira de Análise Filosófica. Membro Fundador da Sociedade de Economia Personalista. Membro do Instituto Liberal do Rio de Janeiro e da Sociedade de Estudos Filosóficos e Interdisciplinares da Universidade. Autor de Problemas de Filosofia da Linguagem (EDUFF, Niterói, 1985); O Dizível e O Indizível (Papirus, Campinas, 1989); Ética Mínima Para Homens Práticos (Instituto Liberal, Rio de Janeiro, 1995). O Problema da Ficção na Filosofia Analítica (Editora UEL, Londrina, 1999). Ceticismo ou Senso Comum? (EDIPUCRS, Porto Alegre, 1999). Deus Existe? Uma Investigação Filosófica. (Editora UEL, Londrina, 2000). Liberdade ou Igualdade (Porto Alegre, EDIOUCRS, 2002).

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