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18 Jul 2018

DISSE E ACONTECEU

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A história registra terríveis desastres sociais que poderiam ser evitados caso as sociedades atingidas não tivessem se deixado influenciar ou conduzir por aqueles que, de forma pusilânime e inconsequente, resolveram transigir com o mal. Dou um exemplo: Hitler não teria ido tão longe se não fosse a covardia da “Camarilha de Neville Chamberlain” – Primeiro Ministro da Inglaterra de 1937 a 1940. Pondo fim à política de apaziguamento, Churchill salvou os ingleses a tempo.

 

Por JOSÉ MAURÍCIO DE BARCELLOS

A história registra terríveis desastres sociais que poderiam ser evitados caso as sociedades atingidas não tivessem se deixado influenciar ou conduzir por aqueles que, de forma pusilânime e inconsequente, resolveram transigir com o mal. Dou um exemplo: Hitler não teria ido tão longe se não fosse a covardia da “Camarilha de Neville Chamberlain” – Primeiro Ministro da Inglaterra de 1937 a 1940. Pondo fim à política de apaziguamento, Churchill salvou os ingleses a tempo.

Nos meus dois últimos artigos, deixei evidenciada a existência de um plano perverso para “comunizar” o Brasil e, “dando nome aos bois”, falei a respeito da gravidade daquela ação nefanda, bem como dos recursos de que o tal movimento dispõe, sobretudo, acerca dos seus artífices e, também, com quem estes podiam contar no governo e fora dele. Falava daquilo que me chegou ao conhecimento acerca da delação do ex-ministro Antônio Palocci e, antes disso, enfatizei tudo que é público e notório relativo ao Ministro Dias Toffoli.

A vista do que comentei, deixei claro o que se segue. O projeto de poder da “esquerda gramsciniana” – que tem Lula e Dilma como agentes, marionetes ou laranjas há mais de trinta anos – no mundo inteiro possui recursos quase que inesgotáveis que podem comprar toda classe política abjeta, bem como assim toda gente colocada, pelos políticos desprezíveis, nos três poderes da República, principalmente nos altos escalões.

Ressaltei que esse projeto poderá ser totalmente destruído caso sobreviva a patriótica Operação Lava Jato e não fiquem a salvos todos quantos que, por sua causa, foram pegos pelas malhas da lei ou os que já se encontram presos. Avisei que se encontravam em curso ações, medidas e procedimentos de todo tipo que visam a neutralizar a primeira e grande luta de nossa sociedade contra a corrupção e suas mazelas.

Assim, percebam as evidências que ratificam tudo para o que venho alertando. Pergunto: o que de fato aconteceu com as investigações e as operações fantásticas da Polícia Federal que, até o ano passado, diariamente atingiam, em cheio, a corja política e a pegavam com a boca na botija? Por que a PGR de agora só quer proteger os ativistas de algumas minorias e dos “direitos dos manos”? Por que as denúncias diárias promovidas pelo antigo Procurador Geral da República desapareceram, como num passe de mágica? Não vejo mais notícia alguma relativa ao andamento ou ao prosseguimento dos inquéritos já instaurados contra os facínoras do Congresso. Em contrapartida, a toda hora sai uma decisão prolatada por um “Mandarim Solta Bandido” do Supremo arquivando um inquérito por falta de provas e por decurso de tempo ou absolvendo uns asseclas da quadrilha de Lula e Dilma.

Não me venham que essa história de garantias constitucionais e outros “bla, bla, blás”. Existe algo de muito grande e grave por conta dessa brusca mudança de situação. Que os calhordas não façam pouco caso da nossa inteligência. Digo que está tudo pronto para não se prender mais ninguém, para também soltar os que estão presos e abafar o que se pode, sem “balançar a roseira” até as eleições de 2018, quando toda a canalha política voltará “absolvida nas urnas” para roubar tudo novamente até que se implante, nestes muitos Brasis, o social-comunismo nocivo e corrupto que a esquerda delinquente almeja, desde quando se livrou dos regimes de 1964. Em última análise foi isso que falei nos mencionados artigos e é o que tenho que ficar repetindo, repetindo e repetindo como um monótono realejo.

Dito e feito. Não deu outra coisa. Quando acabei de publicar os tais artigos aquele ousado Mandarim, ex-lacaio e assalariado do guerrilheiro-ladrão Zé Dirceu, humilhou o herói nacional Sérgio Moro e mandou que ficasse totalmente livre seu antigo patrão.  Tudo isso ocorreu porque, como antes havia ressaltado, o “Gerentão de Lula” – já condenado há mais de trinta anos de cadeia – é uma peça fundamental para dar continuidade ao plano de “comunizar” o País, pois, com Lula e Dilma, deve estar livre para movimentar os recursos e o patrimônio que sustentam sua trama contra esta Nação verde e amarela.

Reparem como aconteceu. Tendo José Dirceu sido libertado pela maioria da 2ª Turma do STF, o bravo Juiz de Curitiba, pretendendo apenas resguardar o País das tais ações criminosas a que, indiscutivelmente, o bandido do PT dará sequência, determinou ao apenado o cumprimento de algumas medidas restritivas da liberdade, como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de contatos com testemunhas arroladas em sua ação penal, para dar exemplo.  O petulante ministro Dias Toffoli, revogou a ordem do ínclito magistrado e libertou totalmente o condenado. Por dever de ofício Moro voltou atrás e acatou a ordem do tal Ministro. Na prática resultou que temos assim que engolir um ex-serviçal de um político vagabundo e ladrão soltando seu antigo patrão e nosso paladino da Justiça obrigado a abaixar a cabeça. Por hora é tudo que temos. Lamento.

É esta a situação que está sendo esfregada na cara dos cidadãos de bem neste País. Isto fere nossos brios e nos revolta de tal forma que, a rigor, não poderíamos nem pensar em tolerar. Inobstante ainda há quem venha imbuído das covardes “concepções chamberlistas” argumentando que essa história de comunismo no Brasil é tolice, é delírio; que vem dizer que esse ou aquele político não é comunista não, ou seja, é um santo socialista; que Lula está preso não porque roubou, mas somente porque lidera as enganosas pesquisas de intenção de votos; que Zé do Mensalão roubou, mas foi por uma boa causa; que Sarney, FHC, Collor, Dilma, Aécio, Serra, Temer foram todos acusados injustamente por Janot enquanto esteve na PGR ou, como disse um “caçador de racistas” e mix de apresentador de noticiários da televisão paga na Rede Gloebells, “que nossa Suprema Corte (esquerdista até a medula) ainda que erre há que ser endeusada”. Ora, se não for muita covardia só pode ser má-fé.

Em relação à decisão de soltar José Dirceu prefiro ficar com as afirmações postadas nas redes sociais pelo intrépido Procurador da República em Curitiba, Deltan Dallagnol: “Parece notória a desavergonhada proteção do ex-subordinado ao ex-ministro. Tem-se a nítida impressão de que Toffoli ainda continua subordinado a Dirceu. A rigor, esse ministro deveria se dar por suspeito para julgar qualquer coisa ligada ao petista. Toffoli, além de amigo intimo, foi assessor justamente na época em que Dirceu surrupiava os cofres públicos do povo brasileiro”.

No que tange aos empedernidos Mandarins do STF, bem como em relação aos políticos e poderosos, que estão a desafiar a Nação Brasileira e dispostos a qualquer coisa para manter seus privilégios, sempre me pergunto: essa corja procede assim porque se o caldo entornar, ou seja, se o povo se rebelar, além de perder tudo que tem poderá vir a ser caçada como cães sarnentos pelos crimes que praticaram contra Pátria ou porque está convicta de que, neste País, por mais que venham a delinquir, não há quem possa apeá-los do poder?

Aquela gente já demonstrou que é capaz de tudo e de muito mais. Pois bem, então, considerem que podem libertar o “Ogro Encarcerado”. Pensem que o dinheiro da esquerda delinquente pode fraudar muito as urnas eletrônicas como alertou Antônio Palocci em sua delação e, neste caso, eleger o petista ladrão Presidente da República. E se ao cabo for imposto a esta Nação o socialismo vermelho, como reagiria a turma dos covardes, dos incrédulos e dos acomodados “neos-chamberlianos”?

 

Fonte: Diário do Poder

José Maurício de Barcellos, ex-Consultor Jurídico da CPRM-MME, é advogado

 

 

 

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