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03 Jul 2018

A DELAÇÃO PALOCCI

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Sendo desta forma, tal delação é importantíssima na medida em que pode permitir destruir este terrível propósito da “esquerda gramsciniana”, mormente se lograrmos, de alguma forma, alcançar um regime liberal democrático e anticomunista no Brasil. Se quisermos derrotar a esquerda neste País é por aqui que se começa.

 

Por JOSÉ MAURÍCIO DE BARCELLOS

O acordo de delação do ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma – Antônio Palocci – demorou, mas foi homologado no Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Seus termos estão em sigilo. Contudo, à boca pequena, se diz que revelam centenas de falcatruas praticadas pelos mencionados petistas e, também, que o delator se viu obrigado a denunciar fatos realmente graves e importantes, porque a Polícia Federal e o Ministério Público não se contentaram com coisas superficiais.

O que de lá me chegou, com foros de veracidade, dá conta que essa roubalheira toda, nos últimos 30 anos e que precedeu os governos do PT, nunca visou somente ao enriquecimento pessoal de alguns políticos ou de grupos deles, mas efetivamente um projeto maior e muito mais ambicioso, que visa a implantar o regime socialista com um viés comunista no Brasil e na América Latina.

Sendo desta forma, tal delação é importantíssima na medida em que pode permitir destruir este terrível propósito da “esquerda gramsciniana”, mormente se lograrmos, de alguma forma, alcançar um regime liberal democrático e anticomunista no Brasil. Se quisermos derrotar a esquerda neste País é por aqui que se começa.

Com aqueles objetivos Palocci disse, por exemplo, que podia provar 1) que Lula e Dilma possuem bilhões de dólares e de euros em bancos internacionais, em nome de laranjas de várias nacionalidades dentre eles Chineses, Palestinos e Cubanos, que prioritariamente se destinam a custear seu projeto político ideológico; 2) que os recursos emprestados a outros países eram na verdade destinados às contas internacionais de Lula e Dilma e que FHC e Sarney eram também beneficiados conjuntamente, na medida em que integravam o plano maldito; 3) que o cancelamento de aposentadorias por doença no INSS e a propaganda da falência do Instituto foi cuidadosamente forjada para disfarçar desvios de recursos destinados à organização sinistra que teve cerca de 8 bilhões destinados a seu caixa; 4) que a exportação do petróleo a preço de custo para países comunistas eram para subsidiar o projeto do Foro de São Paulo; 5) que eram tantos recursos que se chegou ao ponto de se pretender comprar um banco para servir de fachada, porque milhares de envolvidos recebiam dinheiro e tudo estava chamando muita atenção.

Palocci contou, igualmente, que fraudar as urnas eletrônicas fazia parte do processo para implantação do socialismo no Brasil. O projeto acabou muito prejudicado pela reação das outras correntes ávidas por uma fatia do poder. Por conta destas ações os eleitos constavam de listas ajustadas com os outros partidos da base governista, em cada pleito, acrescentando que os políticos contemplados sabiam de antemão que teriam o dever de indicar funcionários comissionados federais, estaduais e municipais, também com o propósito de agir em prol da implantação do regime socialista.

O ex-ministro falou de vários acordos firmados com indústrias, mormente as automotivas, para azeitar a máquina eleitoral e que, por outro lado a JBS era apenas uma das dezenas das empresas utilizadas para lavar o dinheiro do BNDES destinado a “comunizar” o País, tudo com a ajuda e o trabalho de bicheiros e doleiros em todo território nacional.

Palocci deixou clara a implacável retaliação do sistema por eles criado contra empresários, empresas e entidades que não faziam parte da organização. Tudo devia ser automaticamente destruído, tanto quanto qualquer opositor tinha que ser desconstruído pela propaganda por eles financiada e veiculada nos conglomerados da comunicação. A ordem era perseguir os empreendimentos dos inimigos através dos órgãos governamentais de fiscalização.

Por fim, Palocci confessa que o maior erro dele e de seus comparsas foi acreditar que tinham subjugado todo o Judiciário e achar que era, como os demais poderes, também corrompível, quando foi justamente pela firmeza dos jovens juízes, procuradores e delegados federias que tudo se perdeu.

Hoje eu não tenho a menor dúvida no sentido de que Lula, Dilma, José Dirceu, Palocci, Mantega foram, sem equívoco, os grandes “luas pretas” dessa trama urdida durante décadas a fio pela esquerda tupiniquim no Brasil sob o comando de entidades internacionais. Por outro lado, penso também que, a par da enorme incompatibilidade dessa ideologia sórdida, sorrateira e covarde com a índole e a natureza do povo desta Terra de Santa Cruz, o projeto daqueles rastaqueras sempre esteve, desde o nascedouro, fadado ao insucesso. Só foi mesmo muito adiante por causa de nossa inércia e omissão. É uma pena.

Realmente, tirante o finório FHC e alguns patifes do seu naipe que poderiam até arquitetar algo maior, aquela gentalha de Lula e Dilma, com Zé do Mensalão e caterva, nunca tiveram estofo para liderar completamente, doutrinar e dominar uma Nação como a nossa. Seria necessário que tivessem a grandeza e a coragem de um Winston Churchill em tempos de guerra, a sabedoria e a força de uma Margareth Thatcher em tempos de paz ou a liderança e o carisma de um John Kennedy em todos os tempos. Quanto a tudo aquilo aqueles pobres energúmenos nunca chegaram nem perto.

Quem são aquelas pessoas? Consultem suas biografias, confiram as trajetórias. São aventureiros, sem história, sem origem, sem verniz. São bucaneiros, mal nascidos, mal formados, sem princípios e valores cujas carreiras não foram além da de meros proxenetas de um povo indigente, inculto e desprotegido. Acho que são tão ruins que até para perenizar o mal acabaram se atrapalhando todos. São muito ineptos e incompetentes, porém ladrões dos mais ousados. Estão mais para Chaves e Maduro do que para os Fidel’s que, há mais de meio século, escravizam e matam sua gente cabocla.

Com isso não quero dizer que aqueles porcarias estão aniquilados e que podemos descansar tranquilos enquanto estiver atuando a Operação Lava Jato. Não, não é isso! Os citados vagabundos e suas quadrilhas ainda possuem muito dinheiro em suas algibeiras e, como lidam com gente sem escrúpulo algum, podem ainda comprar, de variadas maneiras, muitas sanguessugas da riqueza nacional e muita gente graúda nos três poderes da República, como continuam fazendo.

Percebam como estão agindo. Confiram como está sendo difícil manter o “Ogro” encarcerado. A toda hora uns “Mandarins Solta Bandidos” do STF tentam resgatá-lo da prisão. Recentemente o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, confirmando uma entrevista sua à TV portuguesa “RTP”, disse ao JORNAL DO BRASIL que a Constituição Federal estabelece que a presunção de inocência é cláusula pétrea, prevista no artigo 5º, e que a prisão do maior ladrão dos cofres públicos da história do País somente poderia ter ocorrido após se esgotarem os recursos em instâncias superiores. Assim enfatizou. “E desta forma, a partir do momento em que sustento que (prisão) só após o trânsito em julgado, por consequência toda prisão, não apenas a do ex-presidente Lula, mas toda prisão açodada, temporã, é inconstitucional”. Traduzindo: no entender do Ministro deve se colocar na rua de Cabral a Lula, isto é, todos quantos desgraçaram nossa gente e envergonharam este País, perante o Mundo e desta forma, como ocorreu com o velho Maluf, levar mais vinte anos para prendê-los novamente. Até lá o projeto vermelho estará implantado nesta Terra.

O Ministro Edson Fachin da 2ª Turma do STF vem lutando bravamente contra a tal quadrilha indicada por Palocci, que cooptou parte da Suprema Corte e que não descansa enquanto não destruir a corajosa “Operação Lava Jato”. A toda hora surge uma nova tentativa de recompor a trupe dos malfeitores, para fazer ressurgir o projeto de poder delatado por Palocci. Dias atrás, sem que ninguém mais estivesse esperando, soltaram de novo o grande gerente de Lula, o guerrilheiro-ladrão Zé Dirceu e, pela undécima vez, os advogados do bandido-mor enxovalham seu juramento e tentam soltá-lo do xilindró. Em torno de tudo correm rios de dinheiro sujo sem que nenhuma sociedade de advogados se manifeste. Está feia a coisa.

Lula não precisa ser candidato a cargo algum para dar continuidade à ação nefanda que Palocci denunciou. Ele pode contar com uns tantos que o apoiam por ideologia e sede de poder, com muitos por causa de dinheiro e com todos para roubar os cofres públicos. Sua quadrilha sabe que talvez seja melhor que continue inelegível, mas carece de ser solto para, junto com Dilma e sua legião de laranjas e asseclas, movimentar os dinheiros e o patrimônio necessário para implantar o socialismo vermelho no Brasil. Não é por outra razão que o Ministro Marco Aurélio advoga que Lula seja solto, ainda que permaneça impedido de se candidatar.

O que se está esperando? As instituições faliram, a economia não se erguerá e, por mais que cresça e avance, a máquina publica aparelhada pelos canalhas a destruirá numa proporção avassaladora. O crime tomou conta de nossas cidades e o cidadão desarmado pela esquerda bandida, triste e acuado se esconde como pode. O caos moral e social se implantou de vez em razão da nociva e insidiosa ação dos grandes conglomerados da comunicação dominados pela esquerda delinquente. A desgraça já se abateu sobre esta “Terra Brasillis”. Até quando Brasília e seus corruptos nos dominarão?

Não há novidade alguma em tudo que falo. As pessoas do bem e de coragem neste País estão cansadas de saber disto e, com muito acerto, podem prever o que vem pela frente com as próximas eleições. Por conta desta situação, tenho pregado abertamente a ruptura constitucional com tudo isso que aí está.

Tenho pedido, com muita insistência, que o povo se rebele e que as Forças Armadas cumpram seu papel constitucional e não consintam que o comunismo destrua nossa democracia, nossas famílias, nossa cultura judaico-cristã e nossa sociedade. No momento auguro que, quando a hora chegar, nossa gente humilhada e exausta de custear os privilégios de tantos calhordas, marche sobre Brasília e às tapas e pontapés apeie do poder os Gilmar, osLewandowski, os Tóffoli, os Marco Aurélio da vida para que o Mundo veja como tratamos os vendilhões da Pátria. Enquanto estivermos sozinhos, o que mais podemos fazer meu Deus?

Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Juridico da CPRM-MME é advogado.

Fonte: DIÁRIO DO PODER

 

 

 

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