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22 Jun 2017

"SERÁ QUE O BRASIL ESTÁ PREPARADO PARA TER UM PRESIDENTE NEGRO?"

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Essa foi a pergunta que Joaquim Barbosa fez aos artistas em encontro recente, segundo Mônica Bergamo. Já comentei aqui sobre essa tão sonhada chapa dos artistas e “intelectuais”, com Marina Silva e Joaquim Barbosa.

 

Essa foi a pergunta que Joaquim Barbosa fez aos artistas em encontro recente, segundo Mônica Bergamo. Já comentei aqui sobre essa tão sonhada chapa dos artistas e “intelectuais”, com Marina Silva e Joaquim Barbosa.

A pergunta feita por Barbosa demonstra como a demagogia é e sempre será a marca registrada da esquerda. Como se a cor da pele fosse o verdadeiro problema com sua candidatura, e não qual negro pretende ser candidato!

Usaram a mesma cartada com Dilma, a primeira “presidenta” do Brasil. Deu no que deu. Porque era mulher? Claro que não. Porque era essa mulher, uma incompetente, petista, cúmplice de mafiosos, defensora do socialismo, metida a economista “desenvolvimentista”. Foi o desastre que nós, liberais, alertamos que seria.

Usaram a mesma cartada com Lula: o primeiro “metalúrgico” a ser presidente. Que narrativa linda! Que estética empolgante! Só havia um pequeno problema: esse pobre retirante nordestino era um canalha, desprovido de qualquer caráter, socialista, defensor de Fidel Castro, um crápula. Deu no que deu.

Usaram a mesma cartada com Obama nos Estados Unidos. Um negro na Casa Branca! Lágrimas de emoções. Só esqueceram que o negro em questão não era Thomas Sowell, mas um populista discípulo de Saul Alinsky, um comunista radical. Há quem considere seu legado bom: são só os “intelectuais” ou os que se “informam” pela CNN. Porque o povo americano o considera um dos piores presidentes americanos de todos os tempos, tanto que não foi capaz de fazer sua sucessora.

Usaram essa mesma cartada com Hillary Clinton também. A primeira mulher na Casa Branca! Esqueceram só que era uma golpista que, com seu marido, criou um enorme esquema de corrupção internacional com a Fundação Clinton. Deixaram de lado o fato de que se tratava de uma mentirosa compulsiva, de uma cúmplice do marido “predador” sexual contra mulheres, que também foi discípula de Alinksy. Não era, enfim, uma Thatcher, que muito antes chegou ao poder no Reino Unido, e com legado excelente. Felizmente o povo americano não caiu nessa.

E agora Joaquim Barbosa quer saber se o Brasil está pronto para ter um presidente negro. Ora, fosse Machado de Assis, estaria pronto há mais de um século! O que o Brasil não quer, não aguenta mais, é demagogo populista, gente oportunista. Também não quer covardes, que fogem de suas obrigações institucionais. E definitivamente não quer mais esquerdistas, que defendem a concentração de poder no estado.

O Brasil não está preparado para mais um presidente de esquerda, até porque nossa economia não sobreviveria. A cor da pele ou o sexo não interessam. Só aos que tentam se proteger de críticas atrás dessas características coletivistas.

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino é economista formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, como analista de empresas e administrador de portfolio. É autor do livro "Prisioneiros da Liberdade", da editora Soler.

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