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09 Fev 2005

A Famosa Carta de Uma Holandesa

Escrito por 

A critica ao próprio país, como o brasileiro costuma fazer, decorre dos problemas que o brasileiro vive, embora em muitos aspectos hajam paradoxos interessantes para se analisar.

Provavelmente muitos já receberam a tal carta, a qual teria sido escrita por uma holandesa em visita ao Brasil. Circula pela Internet, várias e várias vezes. É redistribuída com boa intenção por muita gente mas, contém uma série de impropriedades, as quais, creio que vale a pena serem, finalmente, confrontadas, racionalmente. Nem mesmo se sabe da veracidade dessa carta. Não importa. A motivação é suficiente para falar sobre alguns dos pontos que a mesma toca. Antes que você comece a ler este texto, peço desculpas por ser um pouco extenso. Mas vale a pena, por que se você se pegar falando mal do Brasil, não vai se sentir um apátrida...

A critica ao próprio país, como o brasileiro costuma fazer, decorre dos problemas que o brasileiro vive, embora em muitos aspectos hajam paradoxos interessantes para se analisar. A questão da fome, por exemplo, foi desmistificada pelo IBGE, razão aliás, que leva o governo atual a tentar a censura sobre seus trabalhos, antes da divulgação pública.

Falar mal ou bem de seu próprio país nada tem a ver com patriotismo. Este tem mais a ver com o sentimento natural que se tem sobre o pedaço de terra natal do que com o País, propriamente dito. Aliás, a imposição do patriotismo, associando-o com auto-estima, cria um conjunto de distorções de visão de cada cidadão sobre as realidades do país. Exemplo disso, é a exigência de um ditador como Castro, para que o sofrido e oprimido povo por seu país tenha sentimentos patrióticos, com os quais, consegue se manter no Poder, criando factóides e fantasmas contra La Revolución. Mesmo amando seu país, seus compatriotas arriscam a vida nas 90 milhas de mar, rumo à costada Flórida, cheio de perigos e tubarões, para tentar fugir do país que ama, mas sobre o qual, nada pode fazer individualmente. O orgulho se associa com a realidade. O orgulho é vencido pela realidade.

Não há dúvida de que o Brasil têm muito pontos positivos, e em vários aspectos, é um paraíso. Mas deixar de enfatizar os aspectos negativos propostos por uma mensagem de caráter e fonte duvidosos – a internet aceita muita coisa – é o caminho da aceitação dos mesmos. O texto se utiliza de uma técnica ardilosa de desviar a mente do foco dos problemas para o foco do que ainda restou, quando o correto mesmo, é desviar o foco dos problemas para a busca de soluções objetivas.

O texto coloca determinados aspectos tais como algumas “conquistas” (você vai entender as aspas) e, pior ainda, distorce fatos e pesquisas, de maneira a criar uma série de reações tais como, o ufanismo, a xenofobia e o anti-americanismo. Para exemplificar melhor, permito-me pontuar alguns dos “fatos” levantados pelo ghostwrither que se intitulou em “holandesa”:

COMENTÁRIOS DE UMA HOLANDESA SOBRE O BRASIL, MARAVILHADA COM O QUE VIU AQUI E CHOCADA COM O QUE OUVIU DOS "BRASILEIROS":

Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil. Realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. A baixa auto-estima foi construída ao longo de muitos anos e reflete também o contraste do extraordinário potencial deste País e suas realidades pouco recomendáveis.

Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e pasmem! Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado. Pode ser verdade mas é difícil acreditar que só exista uma cia. de telefones em um país de Primeiro Mundo. O quadro descrito parece Cuba, ou algum país africano, latino-americano ou asiático. Ou mesmo de alguns da Europa, pois há ainda, alguns países com problemas estruturais sérios, especialmente os que saíram de ditaduras e regimes comunistas. Mas a Holanda...

Quanto a demora nas eleições, o que importa não é velocidade mas a lisura dos resultados. Holandês é originário anglo-saxão, é um país rico, que supera sua condição de “país-baixo” com extraordinária vontade e tecnologia.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Sou filho de europeu e conheço muitos europeus. É simplesmente absurda a afirmação, embora, em todo e qualquer lugar do mundo existam “porcos”. Tenho amigos nos EUA, inclusive brasileiros que para lá se mandaram – e nem pensam em voltar – os quais relatam diversas esquisitices, típicas de cada cultura e sempre de forma localizada, sem generalizar.

Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com a mesma mão suja entregam o pão ou a carne. Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta. É possível que isso possa ser observado em feiras livres mas em casos bem isolados. Ainda mais o inglês! Mas o Fantástico da Rede Globo já retratou cenas semelhantes...aqui no Brasil. Problemas de educação e higiene existem em todos os países.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador. Foi na Europa que começaram diversas campanhas tabagistas...difícil acreditar nisso.

Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer  garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de "Como conquistar o Cliente". Hummmm, isso é verdade, em parte, muitos franceses, especialmente os mais velhos, ainda não globalizados, são grosseiros, segundo amigos que estiveram passeando por lá. Mas nem todo mundo é assim. Os jovens estão mudando isso.

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece geralmente na hora em que estamos mais emotivos. Isso não é a busca da destruição nem imposição de cultura e sim, propaganda ou ufanismo de seus respectivos países. O Brasil faz a mesma coisa com o Paraguai, a Bolívia, dentre outros e só não consegue fazer com a Argentina porque eles... bem, eles são argentinos, ora! E os chilenos, porque estes moram numa “Suíça Sul Americana”, exatamente porque se associaram aos países ricos como os EUA, ao invés de acharem que sua cultura estaria sendo anulada.

Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa. Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Mais bobagens, porque até na China Comunista, que vem se “capitalizando” o inglês é obrigatório para quem quiser fazer negócios globais. Enquanto no Brasil o inglês foi abolido nas provas de acesso à carreira diplomática, o Chile – de novo – adota o idioma quase que oficialmente, para que toda a população fale e se comunique com o mundo. Meu pai é húngaro e falava três idiomas como muita gente na Europa, por razões óbvias. “Um dos mais importantes fundamentos teóricos da antropologia é não emitir juízos de valor etnocêntrico” é uma frase extraída de um dos artigos de Luiz Antonio Marins Filho, presidente da Atropus, entidade citada no tópico seguinte...

Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais. Os dados são da Antropos Consulting: 1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial. Tudo que se trata sobre a doença ainda não é conclusivo, pois a camisinha liberalizou o sexo a ponto da libertinagem, ampliando os problemas. Aqui e no resto do mundo. O problema está na perda de valores e não no combate aos efeitos, onde a Aids é uma deles. Além disso, o Brasil não pode se orgulhar em quebrar patentes de medicamentos que compõe o tal do coquetel, porque a quebra da propriedade industrial inibirá novos investimentos  privados – a única possibilidade de se gerar riqueza é através de empresas que devem ter suas inovações protegidas temporariamente – já que governos nada produzem, apenas usufruem do que a sociedade cria.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma. Ponto para um grupo de cientistas que fugiu da espera pelo Estado e criou uma rede própria de desenvolvimento. Tem pesquisadores que tiram dinheiro do próprio bolso para custear parte da mesma ou mesmo a sua própria sobrevivência – ou seja, trabalha de graça, pelo amor à ciência. Sem dúvida, a garra desse povo brasileiro é extraordinária!

3.Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária. Gostaria de ter tido acesso aos dados da pesquisa – quem pesquisou, qual pesquisa? - resultados individuais, cruzados e metodologia. Fazer pesquisa na favela da Rocinha é uma coisa, na Favela do Recreio é outra, na Lagoa Rodrigo de  Freitas é outra e na Barra, certamente, outra. Rio de Janeiro, como São Paulo, Nova York, Cidade do México dentre outras grande metrópoles possuem, sem que sejam percebidas, regiões sócio-culturais distintas dentro de cada cidade, como se fossem cidades diferentes. Qualquer estudo sério de sociologia já constatou isso.

3.Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral - TRE estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando   em xeque a credibilidade do processo. A pergunta que não quer calar é: porque o “avançado” sistema de eleições eletrônicas, não foi adotado, embora pesquisado, por países que produzem tecnologia como os EUA, por exemplo?  Por que as autoridades brasileiras se recusam a garantir lisura com a impressão do voto para um backup físico em urnas físicas ao lado das urnas eletrônicas?

4.Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina. É verdade, ainda bem! Mostra o potencial desse povo que se habitua rapidamente com qualquer tecnologia, especialmente a internet, produto do capitalismo que foi considerada a mais importante invenção dos últimos 25 anos, especialmente pelo fato de ter mudado o way of life de todo o mundo (por isso o neologismo inglês...) ou seja, mais democrático do que isso, nada foi jamais inventado.

5.No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma. O Brasil tem potencial para figurar entre as três maiores potências do planeta, basta fazer a lição de casa: federalismo pleno das autonomias estaduais e municipais, radical diminuição da burocracia, dos impostos, do tamanho e peso do Estado, ampliar sua força como Estado de Direito – impondo respeito às instituições através do cumprimento dos fundamentos constitucionais,  sem relativismos que colocam toda a Nação no ambiente da ambigüidade jurídica e de valores éticos, cívicos e morais.

6.Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando. Estudando para comer na escola, mas sem aprender a ler e escrever funcionalmente, o problema revela-se como grave. Muito grave. O conceito de alfabetização internacionalmente reconhecido é simples: escrever de próprio punho sobre si, em uma folha de papel. Quantos podem fazer isso? Quantos conseguem?

7.O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês. O que demonstra claramente que esse povo quer viver bem, ter conforto, adota rapidamente as tecnologias pelas quais consegue ter acesso.

8.Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.

9.Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina. O Brasil é um país de contrastes, todo mundo sabe disso. Interessante notar que os números revelam a potencialidade extraordinária desse país, mas não se pode compará-la dessa forma com economias como a Argentina, cujo PIB  é bem menor do que o brasileiro. Já o México deve ser estudado melhor, porque já ultrapassou o Brasil no quesito PIB, exatamente por ter tomado a decisão de se alinhar com seu poderoso vizinho, no Nafta. Parece ser bom negócio aliar-se aos fortes...

10.O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos. Mais uma prova da potencialidade desse país. Imaginem então, se o Brasil estiver liberado, após uma reforma federativa, para crescer 10, 12 até 15% ao ano? E tem tudo para isso!

11.Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

12.Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano? A produção de títulos deve ser separada. Não sei o percentual mas, poderia-se dizer que muito desse percentual é feito pelo próprio governo, especialmente o federal, como por exemplo, a edição de livros escolares. O problema é grave, porque se esmagam culturas regionais com essa prática, uma das resultantes de tantos problemas psico-sociais – assunto para outro comentário – além dos efeitos catastróficos da centralização da educação em Brasília. A taxa de leitura, no entanto, é de 0,9 livro per capita/ano. A Argentina e os EUA mais que 10, a Europa em países como Alemanha, Inglaterra, França, Itália , bem mais do que isso.

13.Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta? Pode-se modernizar modelos absolutamente anacrônicos como é o sistema de cheques no Brasil. Começa pela transformação do cheque, como ordem de pagamento à vista, em título simples, permitindo que, em 2004, fossem devolvidos, rápida e eficientemente, 33 milhões de cheques. Um prejuízo enorme ao comércio, acarretando uma série de outros problemas sistêmicos, discutíveis em outro artigo. Além disso, não há regras para atuação de bancos nacionais nos estados, eliminando o pequeno banco local. Nos EUA existem, com seu “anacrônico” sistema, cerca de 14 mil bancos, desde aquele pequeno banco local, em uma pequena cidade, que dá crédito através do “fio de bigode” até gigantes como o Chase, Citi e Chemical. No Brasil, quantos bancos existem? Não chegam a 100. Os grandes bancos retiram dinheiro do Acre e o levam para o centro financeiro de São Paulo. Num piscar de olhos.

14.Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais? A criatividade brasileira é reconhecida no mundo. Pena que não a usam, como nos bons filmes publicitários, na produção cinematográfica nacional, ávida em produzir “centrais do Brasil", “carandirus” e coisas do gênero, sempre retratando o pior. Americanos revelam-se mestres em marketing, porque se auto-atribuem como os melhores através de seus filmes. Cada filme, até os idiotas de pancadaria, trazem, com algumas exceções, mensagens estimuladoras de que o bem sempre vence o mal, de que vale a pena ser íntegro, vale a pena ter honra e caráter e por aí afora. Modelagem retratando o que deveria ser, pois o ser humano é mimetista por natureza, isso é responsabilidade social. No Brasil, filmes e novelas condenam os que fazem dinheiro através de muito trabalho, empresário é ladrão, safado, o vilão das estórias... como se pode pensar em ter auto-estima quando o povo se mira nesses exemplos, produzidos por tecnicamente competentes produtores e produtoras, incluindo as redes de TV?

15.Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários? Há um forte empreendedorismo no brasileiro, o que reforça o ponto sobre a extraordinária potencialidade desse País. Quanto ao trabalho voluntário, há muito chão para se andar, se comparado com outros países, pois a ação das Ongs é questionada, com felizes e boas exceções. Ponto a se discutir com fatos e dados. A cerveja nos happy hours e a novela parecem ser fortes concorrentes com o considerável tempo  gasto em voluntariado...

16.Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo? Não se pode chamar de democracia um país no qual, o voto é obrigatório, um dos poucos do mundo. Assim, é provável que seja, sim, o terceiro em democratismo.

17.Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados? Mesmo entre os ratos existem acertos de contas internos, tal como ocorre nas prisões super lotadas. Não quero aqui generalizar, pois ainda existe gente boa e séria na política, que já descobriu o Legislativo como “cemitério de ideais”. O modelo político está falido no Brasil, pois o sistema representativo encontra-se completamente distorcido em face da centralização excessiva das decisões políticas e legislativas em Brasília. O resultado não poderia ser outro.

18.Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro,  que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem? Sem dúvida esse é um dos pontos fortes do brasileiro, o que reforça ainda mais a potencialidade extraordinária desse povo.

19.Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando. Isso não á atributo exclusivo de brasileiros. Todos ou quase todos os povos fazem piadas de si e de suas mazelas. Que o digam os ingleses, mestres nesse gênero.

É! O Brasil é um país abençoado de fato.  Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos. Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques. Bendito  este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente. Bendita seja, querida pátria chamada Brasil. Nesses e em mais alguns aspectos, o Brasil é realmente um paraíso. Mas para se evitar que se produza aqui, o seu próprio inferno, deve-se eliminar a causa primária – centralismo crônico encastelado em Brasília – e para isso, seu povo, cada brasileiro, deverá abrir mão do conforto de deixar que os outros resolvam o que ele deve resolver em sua própria localidade, em sua própria região, em seu próprio estado. O conjunto dessas diversidades, livres para enriquecer cada brasileiro, fará desta Nação, uma das mais poderosas do Planeta, garantindo a permanência do paraíso divino para nós e nossos descendentes. E, é claro para quem quiser vir para cá. Inclusive a tal holandesa...

Última modificação em Domingo, 22 Setembro 2013 17:22
Thomas Korontai

Thomas Korontai é consultor em propriedade industrial e Presidente Nacional do Partido Federalista.

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