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01 Mai 2004

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Esse é o terror, seja comunista ou islâmico: não basta assassinar; é necessário "tripudiar" o adversário, com mentiras e hipocrisias.

A Europa ainda se recupera dos efeitos do ataque terrorista desfechado em Madri, cujos efeitos políticos podem ser terríveis não apenas para o velho continente, mas também para os EUA e Israel, e novas ações do terror são cometidas em outras partes do mundo.

No Iraque explosões e assassinatos de civis, iraquianos e estrangeiros, são as novas táticas dos terroristas para tentar abalar as forças da coalizão estacionadas no país.

As ações cometidas pelos assassinos no Iraque - carros-bomba e simulação de bloqueios policiais - são cópias das que foram empregadas durante a sangrenta campanha terrorista na Argélia nos anos 90, quando fundamentalistas islâmicos, com apoio de regimes como os do Irã e Sudão, desencadearam horrores monstruosos, cometendo dezenas de milhares de assassinatos - onde uma das "técnicas" mais utilizadas eram a mutilação e decapitação das vítimas - numa “orgia” de violência que atingia tanto civis argelinos quanto estrangeiros.

O objetivo é claro: causar tamanha onda de terror entre a população iraquiana, que de forma geral não demonstra grande hostilidade contra as forças estrangeiras e está satisfeita com a derrubada de Saddam Hussein, que ela deixe de apoiar os esforços para recuperar o país, tornando a situação das forças internacionais e de um novo governo iraquiano insustentável.

Em vista do que aconteceu na Espanha, onde os rumos eleitorais e da política externa de um país foram alterados da noite para o dia em decorrência de um atentado, não é de se duvidar que novos e sangrentos ataques do terror aconteçam, tanto no Iraque quanto em outros países.

Mas o exemplo mais forte da hipocrisia com que o terror atua vem da Colômbia, onde a polícia de Bogotá desativou um carro-bomba, armado pelos terroristas comunistas das FARC.

Só para lembrar, trata-se da mesma organização que há anos utiliza-se não só de carros-bomba, mas também de “bicicletas-bomba”, “mulas-bomba”, “crianças-bomba”, e “colares-bomba”, para assassinar a população civil e membros das forças de segurança.

Certamente contando com a notória cumplicidade da mídia engajada – a mesma que transforma o líder do Hamas, morto por Israel, num simples “velhinho de cadeira de rodas” – as FARC escarneceram a tragédia espanhola na semana passada, ao enviarem um "comunicado de repúdio aos acontecimentos em Madri". E agora, em casa, a organização terrorista colombiana pretendia fazer exatamente o que "condenou" na Espanha.

Esse é o terror, seja comunista ou islâmico: não basta assassinar; é necessário "tripudiar" o adversário, com mentiras e hipocrisias.

Última modificação em Quarta, 30 Outubro 2013 20:32
Editoria - MSM

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