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31 Mar 2016

PT PROTOCOLOU 50 PEDIDOS DE IMPEACHMENT EM 12 ANOS: UM A CADA TRÊS MESES

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Nada como um dia após o outro para derrubar as mentiras petistas, expor seu evidente duplo padrão, sua hipocrisia. Pedir impeachment de Collor era democracia. Pedir impeachment de FHC inúmeras vezes, por motivos banais, era democracia. Pedir o impeachment de Dilma é “golpismo”, algo que até os ministros “petistas” do STF rechaçam como algo absurdo. Essa turma é patética. Ninguém sério leva mais o PT a sério.

 

Incomodada com a insistência do governo federal e do PT de classificar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff de “golpe”, contrariando a opinião até de ministros do Supremo Tribunal Federal, a senadora Ana Amélia Lemos encomendou levantamento sobre a conhecida relação íntima entre PT e impeachment.

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O jornalista Clésio Andrade analisou a pesquisa que identificou 50 petições de impeachment de todos os presidentes da República entre 1990, para fazer um cálculo e concluir que ocorreram 50 pedidos em 12 anos, o que, arredondando, resulta em 4 por ano. Ou 1 a cada três meses, sem descontar os períodos de férias de julho e dezembro.

Conta Clésio Andrade:

Ana Amélia mencionou, para ilustrar, o pedido de impeachment feito pelo PT contra o então presidente Fernando Henrique, em 1999, início do segundo mandato. A acusação dizia que o FH havia cometido crime de responsabilidade na execução do Proer, o programa de estímulo à reestruturação do sistema financeiro nacional.

Ao final do discurso, a senadora gaúcha avisou:

— Interpretam os fatos conforme as conveniências. Nada como um dia após o outro. Nada como documentos, nada como a história.

Nada como um dia após o outro para derrubar as mentiras petistas, expor seu evidente duplo padrão, sua hipocrisia. Pedir impeachment de Collor era democracia. Pedir impeachment de FHC inúmeras vezes, por motivos banais, era democracia. Pedir o impeachment de Dilma é “golpismo”, algo que até os ministros “petistas” do STF rechaçam como algo absurdo. Essa turma é patética. Ninguém sério leva mais o PT a sério.

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino é economista formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, como analista de empresas e administrador de portfolio. É autor do livro "Prisioneiros da Liberdade", da editora Soler.

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