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03 Dez 2015

ESQUEÇA A TEMIDA PALAVRA "RECESSÃO": AGORA É DEPRESSÃO MESMO!

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Os infindáveis escândalos de corrupção no governo petista pululam nas páginas dos jornais e não se fala de outra coisa. O caderno de política virou caderno de polícia, muito graças ao PT, que mais parece uma quadrilha do que um partido político.

 

Os infindáveis escândalos de corrupção no governo petista pululam nas páginas dos jornais e não se fala de outra coisa. O caderno de política virou caderno de polícia, muito graças ao PT, que mais parece uma quadrilha do que um partido político.

Mas não dá para deixar de lado o assunto economia também, até porque uma coisa está ligada à outra. Adoraria crer que toda a revolta popular com Dilma e o PT se deve única e exclusivamente aos desvios éticos, mas sabemos que o estrago econômico tem grande parcela nisso.

E as coisas vão piorar! Se todo político teme a palavra “recessão”, o que dizer de “depressão”? Só foi usada poucas vezes na história, pois, afinal, não é todo governo que chega ao auge da incompetência e consegue produzir uma catástrofe tão grande assim. Mas Dilma é imbatível, não se contenta com pouco, e se não tem meta, quando chegar lá vai dobrá-la. Eis a capa do jornal hoje:

Globo

Não é brincadeira, gente! O PT e a Dilma conseguiram. A atividade econômica vai despencar mais de 5% em apenas dois anos, e a inflação acumulada no mesmo período vai encostar nos 20%. Milhões estarão desesperados em busca de emprego em breve, mas vai faltar oportunidade. O investimento secou. O governo quebrou. E quebrou junto o país.

Nada disso foi por falta de aviso. Não faltaram alertas dos economistas sérios. Mas a turma preferiu acreditar no marqueteiro do PT, um sujeito imoral que tem culpa no cartório também. Preferiram acreditar nos “intelectuais” que repetiam que só o PT liga para os mais pobres. Onde estão os eleitores petistas hoje? Por onde andam os “formadores de opinião” que demonizaram Aécio Neves durante a campanha eleitoral?

A Ucrânia, para quem não sabe, está em plena guerra civil. O Brasil, em período de “paz”, consegue criar um cenário similar de destruição. Não precisamos de inimigos externos: temos o nosso próprio governo, eleito pelas urnas eletrônicas. Quem tem o PT como “amigo” não precisa de inimigo.

Não há como tergiversar: ou o Brasil se livra logo do PT, ou o PT destrói o Brasil. Na Argentina já colocaram o genérico bolivariano, o PT deles, para correr. E nós? Vamos esperar que o barco afunde de vez? Vamos aguardar até que as chamas do “desenvolvimentismo” consumam todos os pilares do Plano Real para recolher as cinzas depois?

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino é economista formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, como analista de empresas e administrador de portfolio. É autor do livro "Prisioneiros da Liberdade", da editora Soler.

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