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24 Mai 2011

Homossexualismo: Atire Você a Primeira Pedra!

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Não sou contra o ser humano pecador que Cristo amou, morreu e, ao terceiro dia, por ele ressuscitou a fim de proporcionar perdão e salvação. Claro que isso é para aqueles que crêem em Jesus Cristo e na Bíblia. Eu creio!

 

A questão homoafetiva causa polêmica. Nunca tive problema com isso. Tenho amigos homossexuais. Fui rotulado por isso. Estou me lixando! Até porque não sou melhor e nem pior do que eles por não ter a mesma prática sexual. Respeito. Mas sabem que penso sobre isso: como cristão protestante sei que a Bíblia condena a prática, não o ser humano; ao contrário, proporciona salvação por meio de Jesus Cristo. Se não aceitamos o perdão que há em Jesus já estamos todos condenados. Mas não vejo nesse ponto a causa da polêmica. Ela é conseqüência de uma sociedade que desde o tempo de Jesus, com seus religiosos chamados por Ele de “sepulcros caiados”, tenta relativizar o pecado, o erro, e classifica aquilo que a Bíblia diz ser pecado em: “pecadinho” e “pecadão”: Pecadinho é a “mentirinha branca”, o passar pelo sinal vermelho, o falar mal e “coisinhas” do dia-a-dia. Pecadão, agora sim (!), pecadão é obra do capetão (!); como o homossexualismo, o assassinato, o adultério etc.

A Bíblia não classifica pecados. Abomina sim o conceito de pecado, de desobediência a Deus. Se lermos com atenção João 8:44 veremos Jesus afirmando: “vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira”. Que dizer agora sobre a “mentirinha branca”? E aqui Jesus está classificando como homicidas e mentirosos filhos do diabo religiosos que queriam matá-lo, e que se achavam sem pecado, verdadeiros filhos de Deus. Jesus replica: “se Deus fosse, de fato, vosso Pai, certamente, me haveríeis de amar porque eu vim de Deus”. E toda essa dura conversa ocorreu após tais religiosos apresentarem a Jesus a mulher adúltera. Jesus responde: “aquele dentre vós que estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” Perceba que Jesus não diz “aquele que nunca adulterou”. Mas sim, aquele que “estiver sem pecado”!

Classificamos pecados para aliviar nossas culpas. A Bíblia diz que “todos pecaram e carecem da glória de Deus”. Nessa vida nunca deixaremos de ser pecadores, mas temos a cada milionésimo de segundo o Espírito Santo que nos convence da prática; assim buscamos o perdão de Deus Pai, por meio de seu Filho Jesus. A essência é esta. Não defendo a prática, mas o gay como pecador aproveitando para incluir o mentiroso, o caluniador, o homicida, o bêbado, a mim mesmo.

Lembremos a Constituição, art. 226 - A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado - parágrafo 3º: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”.

Não sou contra o ser humano pecador que Cristo amou, morreu e, ao terceiro dia, por ele ressuscitou a fim de proporcionar perdão e salvação. Claro que isso é para aqueles que crêem em Jesus Cristo e na Bíblia. Eu creio!

Última modificação em Segunda, 10 Março 2014 21:51
André Plácido

André Arruda Plácido nasceu em Pirajuí (SP) e é cidadão português. Reside em Londrina (PR) onde graduou-se em Relações Públicas e Teologia. Em Bauru (SP) concluiu o curso de Jornalismo. Fez especialização em Comunicação e Liderança em Missões Mundiais pelo Haggai Institute em Cingapura. É professor de comunicação, poeta, radialista, cronista e fotógrafo.

Website.: fotologue.jp/andrearrudaplacido

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