Sáb12142019

Last updateDom, 01 Set 2013 9am

22 Ago 2004

Criminalidade no Brasil? A ONU Resolve

Escrito por 

Demonstrando que os interesses da sociedade brasileira são o que menos importa, o governo do PT, através do ministro da justiça, decide ouvir o que a ONU pensa sobre a lei contra crimes hediondos

Em meio a onda de totalitarismo que corre pelos salões do poder petista, com censura à imprensa e controle estatal sobre a cultura estando na ordem do dia, mais uma proposta saída da “casa de horrores” na qual se converteu o governo Lula revela que a população brasileira é a última prioridade na escala de valores do desgoverno de Brasília.

Trata-se da idéia de revogar a lei contra crimes hediondos. Para o ministro da Justiça, Thomas Bastos, ela “não resolveu o problema da criminalidade” e, além disso, “piorou o problema da superlotação no sistema carcerário”. Ou seja, segundo a fantástica lógica do ministro do governo Lula, já que não é possível combater o crime e recolher os marginais, deve-se facilitar ainda mais a sua vida.

No meio dos “malabarismos verbais” que o ministro e as autoridades estão utilizando para justificar medida tão descabida, encontra-se o velho e mofado discurso esquerdista do qual o PT sempre foi porta-voz: que “repressão não funciona” e que os criminosos são “vítimas da sociedade”, alegações típicas de todos os demagogos socialistas que sempre tiveram na criminalidade um aliado para seus objetivos, inclusive no Brasil, como provado pelo senador Eduardo Suplicy que, recentemente e para não perder o hábito, esteve “prestando solidariedade” a um rapper que foi detido pela polícia por porte de drogas. Isso para não falar das visitas que parlamentares petistas sempre fizeram a terroristas, seqüestradores, ladrões, assassinos e todo tipo de marginal e celerado, ao longo dos últimos anos, como foi fartamente documentado pela mídia.

Sobre a falta de vagas no sistema penitenciário, seria interessante que a sociedade soubesse porque não existem recursos para presídios, cuja construção foi anunciada várias vezes, inclusive pelo governo Lula. Recursos financeiros devem exisitir, pois dinheiro público é o que não falta quando o presidente Lula decide apoiar um bufão autoritário como Hugo Chávez, um ditador assassino como Fidel Castro, ou sair perdoando dívidas na África. Também não são poupadas despesas quando se trata de recompensar, através de indenizações milionárias, membros de organizações terroristas que fizeram de tudo para implantar um regime totalitário no Brasil. Mas quando se trata de investir na segurança da população brasileira, a coisa muda de figura, e apela-se para a demagogia e o relativismo moral esquerdista.

Para completar o quadro, o governo decidiu “ouvir o que a ONU” pensa sobre o assunto. Em outras palavras, a questão de segurança pública no Brasil vai ser debatida com um burocrata ligado a um organismo corrupto, ou a uma das ONGs brasileiras que operam com a desenvoltura de governos paralelos, influenciando em decisões estatais. Fica a pergunta: para que servem os parlamentares eleitos? Ou o Congresso Nacional? E a opinião pública, cansada de ser alvo dos criminosos que recebem “solidariedade” de parlamentares do partido do governo na porta da cadeia?

No final das contas, o povo brasileiro vai continuar pagando o preço de não saber mais o que é certo e errado neste país do “faz-de-conta” em que o Brasil se transformou, controlado por autoritários oportunistas e demagogos intoxicados de idéias coletivistas e ambições sem-limites.

Última modificação em Quarta, 30 Outubro 2013 20:16
Editoria - MSM

MÍDIA SEM MÁSCARA é um website destinado a publicar as idéias e notícias que são sistematicamente escondidas, desprezadas ou distorcidas em virtude do viés esquerdista da grande mídia brasileira.

Deixe um comentário

Informações marcadas com (*) são obrigatórias. Código HTML básico é permitido.

  • Copyright © 2007. www.rplib.com.br . Todos os direitos reservados.

    Republicação ou redistribuição do conteúdo do site RPLIB é permitido desde que citada a fonte. O site RPLIB não se responsabiliza por opiniões, informações, dados e conceitos emitidos em artigos e colunas assinados e nos textos em que é citada a fonte.