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24 Set 2008

Outra Resposta Necessária

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Como é que pode apenas a menção feita, por uma indigna pessoa como eu, sobre a validade do voto nulo deixou tantas pessoas ouriçadas.

"Nada é tão admirável em política quanto uma memória curta." (John K. Galbraith)

"É necessário que os princípios de uma política sejam justos e verdadeiros." (Demóstenes)

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Como é que pode apenas a menção feita, por uma indigna pessoa como eu, sobre a validade do voto nulo deixou tantas pessoas ouriçadas. Bem, isso faz parte da ambiente democrático e são justamente essas divergências que dão o tom desta criação grega.

Mais uma vez, lá estava o meu perfil no Orkut recebendo comentários sobre o meu artigo PENSO, LOGO ANULO. Todavia, desta vez não era uma pessoa magoada e manhosa que estava tecendo os seus queixumes quanto as minhas convicções políticas, não mesmo. A pessoa levantou um questionamento bastante interessante, o que literalmente demonstra que a pessoa que escreveu o comentário meditou e refletiu sobre minhas parvas palavras e isso, meus caros, muito me alegra, pois, neste caso, sinto que atingi o meu magno intento, que é o de convidar as pessoas a pensarem com a devida seriedade e serenidade sobre um momento como este e não apenas se empastelar em panelinhas de petralhas que torcem por “A”, “B”, “C” ou por nenhum deles.

Este novo comentador questionava-me sobre o fato que nós deveríamos dar um voto de confiança, sim, para os políticos, pois, via de regra, os pais dão um voto de confiança para nós, professores, no momento que eles matriculam seus mancebos em uma Instituição de Ensino.

Muito bem, ótima colocação. Mas, vamos analisar um pouco esta observação. Se os pais dos jovens e crianças confiam em nós, professor, da mesma forma que eles confiam nos representantes públicos, muito se explica porque o sistema educacional brasileiro está do jeito que está, não é mesmo? Aliás, o maior fruto de nosso sistema educacional que muitos pais confiam cegamente são alunos que, nos testes internacionais, sempre ficam nos últimos lugares (WEBER; 2007).

De mais a mais, se os pais colocam os seus filhos nas escolas da mesma forma que eles elegem um candidato, não teremos como discordar do filósofo Olavo de Carvalho quando ele afirma que a diferença do sistema educacional brasileiro e do crime organizado seria que o crime é organizado (CARVALHO; 2007).

Ainda sobre este ponto, o economista Claudio de Moura Castro (2001), fala-nos que “O programa mostra que a escola brasileira não está ensinando seus alunos a ler um texto escrito e a retirar dele as conclusões e reflexões logicamente permitidas. ‘Das mil coisas e conteúdos que a escola faz ou tenta fazer, o Pisa está nos mostrando que ela se esquece da mais essencial: dar ao aluno o domínio da linguagem’."

Bem, um pai que confia, cegamente, a formação de seus filhos para um sistema educacional como o brasileiro, deve se questionar o mais rápido possível sobre a confiança que ele deposita nesta instituição decrépita que é o ensino obrigatório em Instituições de Ensino (ILLICH; 1977). Aliás, nós, professores, se realmente amamos nosso ofício, devemos, urgentemente, também refletir sobre este ponto e, fundamentalmente, agir para modificar este cenário.

Doravante, se fôssemos calcular a porcentagem de pais que acompanham a vida escolar de seus filhos o número seria assustador, visto que, estes, ao “confiarem” a educação de seus filhos para uma Escola, não o fazem como faria um bom cidadão, fiscalizando tanto o andamento do seu filho como o funcionamento da Escola onde o pequeno fora matriculado, mas sim, age como a maioria dos cidadãos brasileiros de meia-pataca: largando (não confiando) seus filhos nas mãos dos educadores e apenas vão se preocupar como eles se, porventura, ele vier a reprovar de ano ou não. Ora, não é assim que acontece?

E mais! As Instituições de Ensino não são entidades etéreas que existem acima da sociedade. Estas, via de regra, refletem e reproduzem os valores da própria sociedade (BOURDIEU; 1998) e, para piorar o angu, servem muitas vezes (no Brasil, constantemente) como um mecanismo de controle do Estado e não como um ambiente para fomentar o crescimento individual do aluno (ALTHUSSER; 1974).

No caso de nosso país, também não podemos esquecer que as escolas, tal qual a sociedade em que ela está inserida, impera a troca de favores, o apatrinhamento (velado ou não), os redutos eleitorais (ou currais eleitoreiros, se preferirem), o mandonismo e tutti quanti. Estes, que se fazem presentes e muitíssimo vivos na cultura política de nosso país também estão dentro da maioria avassaladora das Instituições de Ensino brasileiras (ALMEIDA; 1996). Infelizmente, não temos como negar este fato (bem que eu gostaria de ser desmentido).

Por essas e outras que reiteramos o que já havíamos dito no artigo citado no início desta missiva (2008a) e no artigo UMA RESPOSTA NECESSÁRIA (2008b). A parte de menor relevância na vida política de uma cidade é o ato de votar. O que é mais importante na vida cívica é o que você faz no dia a dia em sua CIVITAS.

Claro que não se deve dar tanta importância para as palavras escritas por um professor caipira como eu. Por isso, vejamos como os gregos, nos áureos tempos de Péricles (pai da democracia), faziam. Nestes idos, em muitas ocasiões não havia votação para ocuparem-se determinados cargos públicos. Fazia-se apenas um sorteio entre os cidadãos, pois, para serem cidadãos, os indivíduos deveriam ser pessoas dignas e que tivessem servido ao bem da POLIS (WELLS, 1970). Ou seja, no nascedouro da democracia, o votar não era o centro da vida cívica. O ponto central era a sua dedicação na preservação dos valores da comunidade (HELD; 2001). Cada cidadão não via o governo como algo externo e distante, mas sim, se consideravam como parte integrante e atuante da máquina governamental (ROSTOVTZEFF; 1977).

Ora, se formos tecer uma análise, por mais breve que seja, a respeito de nossa sociedade e de sua cultura política, tomando como modelo comparativo a cultura política da Grécia Clássica, inevitavelmente chegaremos a conclusão que nos é apresentada pelo Estagirita (ARISTÓTELES; [s/d]). Este nos diz que quanto um governante (Rei, Aristocratas ou Povo) governam para o bem, nós temos um governo virtuoso (Monarquia, Aristocracia e Democracia, respectivamente). Todavia, quando os governantes governam para o seu próprio bem, nós temos o governo dos medíocres tomados e cegos pelos vícios. Ou seja: uma Tirania, uma Oligarquia ou uma Oclocracia.
Nossa cultura política, como ela é vivida em nosso dia a dia e que é reproduzida em nossas Instituições de Ensino se enquadraria em qual dos “tipos” apresentados pelo filósofo grego Aristóteles? Seja sensato.

Muito bem. No que tange o sistema educacional, as considerações tecidas no parágrafo acima também são necessariamente cabíveis, principalmente em uma sociedade como a nossa onde as Potestades Estatais controlam direta e indiretamente todo o sistema educacional e ameaçam prender todo pai e toda mãe que ouse educar os seus filhos em casa contrariam os ditames dos iluminados do MEC (HOFFMAN; 2008).

E mais! Junte a isso uma sociedade tomada pelo parasitismo clientelista e pelo descaso em relação a vida cívica e você terá uma clara visão deste acampamento de refugiados chamado Brasil. Se você quer se entregar a esse angu (depre)cívico, tudo bem, eu respeito. Mas, não me peça para participar disso como se fosse algo digno, elevado e bom, pois, a duras penas, venho me esforçando para deixar de ser tal qual a sociedade brasileira descrita por Machado de Assis: uma sociedade cínica e dissimulada.

E confesso: nadar contra toda esta maré, não é fácil. Mas creio, piamente, que vale a pena, pois a reforma do sistema educacional não começa pelas instituições ou pela troca de governantes, mas sim, pela reforma de nossas atitudes e, conseqüentemente, de nós mesmos. Eis aí, o grande desafio político e educacional de nossa nação que nós preferimos nos esquivar através do fascínio ululante que um ano eleitoral causa em nossas almas.

________________________________________________________________________________________

REFERÊNCIAS:

ALMEIDA, Ana Maria Fonseca de. O jogo com a regra – Clientelismo na administração da educação pública. In: Revista Educação & Sociedade – UNICAMP (pág. 52 – 89), n. 54 – 1996.

Alunos brasileiros ficam em último lugar em ranking de educação. In: Folha de São Paulo, 04 de dezembro de 2001. Disponível na internet:  http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u7328

ARISTÓTELES. A Política. Tradução de Nestor Silveira Chaves. São Paulo: Editora Atenas, 6ª edição, [s/d].

ALTHUSSER, Louis. Ideología y aparatos ideológicos de Estado. Traducido por Alberto J. Pla. Buenos Aires/Argentina: Ediciones Nueva Visión, 1974.

BOURDIEU, Pierre. Escritos de Educação. Petrópolis: Editora Vozes, 1998.

CARVALHO, Olavo de. De Platão a Mangabeira. In: Jornal do Brasil, 04 de outubro de 2007. Disponível na internet: http://www.olavodecarvalho.org/semana/071004jb.html

HELD, David. Modelos de democracia. Madrid/Espanha: Alianza Editorial, 2001.

HOFFMAN, Matthew Cullinan. Adolescentes que estudam em casa alcançam vitória surpresa em confronto com o governo. IN: Escola em Casa, 04 de setembro de 2008. Disponível na internet: http://escolaemcasa.blogspot.com.

ILLICH, Ivan Illich. Sociedade sem Escolas. Petrópolis: Editora Vozes, 1997.

ROSTOVTZEFF, Michael. História da Grécia. Tradução de Edmond Jorge. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1977.

WEBER, Demétrio. Entre os piores também em matemática e leitura. In: O Globo, 05 de dezembro de 2007. Disponível na Internet:http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=398093

WELLS, Herbert George. História Universal – Vol. 03. Tradução de Anísio Teixeira. São Paulo: Editora Companhia Nacional, 1970.

ZANELA, Dartagnan da Silva. PENSO, LOGO ANULO. In: FALSUM COMMITTIT, QUI VERUM TACET, 31 de agosto de 2008a. Disponível na internet:http://dartagnanzanela.k6.com.br.

__________. UMA RESPOSTA NECESSÁRIA. In: FALSUM COMMITTIT, QUI VERUM TACET, 04 de setembro de 2008b. Disponível na internet: http://dartagnanzanela.k6.com.br

"Nada é tão admirável em política quanto uma memória curta." (John K. Galbraith)

"É necessário que os princípios de uma política sejam justos e verdadeiros." (Demóstenes)

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Como é que pode apenas a menção feita, por uma indigna pessoa como eu, sobre a validade do voto nulo deixou tantas pessoas ouriçadas. Bem, isso faz parte da ambiente democrático e são justamente essas divergências que dão o tom desta criação grega.

Mais uma vez, lá estava o meu perfil no Orkut recebendo comentários sobre o meu artigo PENSO, LOGO ANULO. Todavia, desta vez não era uma pessoa magoada e manhosa que estava tecendo os seus queixumes quanto as minhas convicções políticas, não mesmo. A pessoa levantou um questionamento bastante interessante, o que literalmente demonstra que a pessoa que escreveu o comentário meditou e refletiu sobre minhas parvas palavras e isso, meus caros, muito me alegra, pois, neste caso, sinto que atingi o meu magno intento, que é o de convidar as pessoas a pensarem com a devida seriedade e serenidade sobre um momento como este e não apenas se empastelar em panelinhas de petralhas que torcem por “A”, “B”, “C” ou por nenhum deles.

Este novo comentador questionava-me sobre o fato que nós deveríamos dar um voto de confiança, sim, para os políticos, pois, via de regra, os pais dão um voto de confiança para nós, professores, no momento que eles matriculam seus mancebos em uma Instituição de Ensino.

Muito bem, ótima colocação. Mas, vamos analisar um pouco esta observação. Se os pais dos jovens e crianças confiam em nós, professor, da mesma forma que eles confiam nos representantes públicos, muito se explica porque o sistema educacional brasileiro está do jeito que está, não é mesmo? Aliás, o maior fruto de nosso sistema educacional que muitos pais confiam cegamente são alunos que, nos testes internacionais, sempre ficam nos últimos lugares (WEBER; 2007).

De mais a mais, se os pais colocam os seus filhos nas escolas da mesma forma que eles elegem um candidato, não teremos como discordar do filósofo Olavo de Carvalho quando ele afirma que a diferença do sistema educacional brasileiro e do crime organizado seria que o crime é organizado (CARVALHO; 2007).

Ainda sobre este ponto, o economista Claudio de Moura Castro (2001), fala-nos que “O programa mostra que a escola brasileira não está ensinando seus alunos a ler um texto escrito e a retirar dele as conclusões e reflexões logicamente permitidas. ‘Das mil coisas e conteúdos que a escola faz ou tenta fazer, o Pisa está nos mostrando que ela se esquece da mais essencial: dar ao aluno o domínio da linguagem’."

Bem, um pai que confia, cegamente, a formação de seus filhos para um sistema educacional como o brasileiro, deve se questionar o mais rápido possível sobre a confiança que ele deposita nesta instituição decrépita que é o ensino obrigatório em Instituições de Ensino (ILLICH; 1977). Aliás, nós, professores, se realmente amamos nosso ofício, devemos, urgentemente, também refletir sobre este ponto e, fundamentalmente, agir para modificar este cenário.

Doravante, se fôssemos calcular a porcentagem de pais que acompanham a vida escolar de seus filhos o número seria assustador, visto que, estes, ao “confiarem” a educação de seus filhos para uma Escola, não o fazem como faria um bom cidadão, fiscalizando tanto o andamento do seu filho como o funcionamento da Escola onde o pequeno fora matriculado, mas sim, age como a maioria dos cidadãos brasileiros de meia-pataca: largando (não confiando) seus filhos nas mãos dos educadores e apenas vão se preocupar como eles se, porventura, ele vier a reprovar de ano ou não. Ora, não é assim que acontece?

E mais! As Instituições de Ensino não são entidades etéreas que existem acima da sociedade. Estas, via de regra, refletem e reproduzem os valores da própria sociedade (BOURDIEU; 1998) e, para piorar o angu, servem muitas vezes (no Brasil, constantemente) como um mecanismo de controle do Estado e não como um ambiente para fomentar o crescimento individual do aluno (ALTHUSSER; 1974).

No caso de nosso país, também não podemos esquecer que as escolas, tal qual a sociedade em que ela está inserida, impera a troca de favores, o apatrinhamento (velado ou não), os redutos eleitorais (ou currais eleitoreiros, se preferirem), o mandonismo e tutti quanti. Estes, que se fazem presentes e muitíssimo vivos na cultura política de nosso país também estão dentro da maioria avassaladora das Instituições de Ensino brasileiras (ALMEIDA; 1996). Infelizmente, não temos como negar este fato (bem que eu gostaria de ser desmentido).

Por essas e outras que reiteramos o que já havíamos dito no artigo citado no início desta missiva (2008a) e no artigo UMA RESPOSTA NECESSÁRIA (2008b). A parte de menor relevância na vida política de uma cidade é o ato de votar. O que é mais importante na vida cívica é o que você faz no dia a dia em sua CIVITAS.

Claro que não se deve dar tanta importância para as palavras escritas por um professor caipira como eu. Por isso, vejamos como os gregos, nos áureos tempos de Péricles (pai da democracia), faziam. Nestes idos, em muitas ocasiões não havia votação para ocuparem-se determinados cargos públicos. Fazia-se apenas um sorteio entre os cidadãos, pois, para serem cidadãos, os indivíduos deveriam ser pessoas dignas e que tivessem servido ao bem da POLIS (WELLS, 1970). Ou seja, no nascedouro da democracia, o votar não era o centro da vida cívica. O ponto central era a sua dedicação na preservação dos valores da comunidade (HELD; 2001). Cada cidadão não via o governo como algo externo e distante, mas sim, se consideravam como parte integrante e atuante da máquina governamental (ROSTOVTZEFF; 1977).

Ora, se formos tecer uma análise, por mais breve que seja, a respeito de nossa sociedade e de sua cultura política, tomando como modelo comparativo a cultura política da Grécia Clássica, inevitavelmente chegaremos a conclusão que nos é apresentada pelo Estagirita (ARISTÓTELES; [s/d]). Este nos diz que quanto um governante (Rei, Aristocratas ou Povo) governam para o bem, nós temos um governo virtuoso (Monarquia, Aristocracia e Democracia, respectivamente). Todavia, quando os governantes governam para o seu próprio bem, nós temos o governo dos medíocres tomados e cegos pelos vícios. Ou seja: uma Tirania, uma Oligarquia ou uma Oclocracia.
Nossa cultura política, como ela é vivida em nosso dia a dia e que é reproduzida em nossas Instituições de Ensino se enquadraria em qual dos “tipos” apresentados pelo filósofo grego Aristóteles? Seja sensato.

Muito bem. No que tange o sistema educacional, as considerações tecidas no parágrafo acima também são necessariamente cabíveis, principalmente em uma sociedade como a nossa onde as Potestades Estatais controlam direta e indiretamente todo o sistema educacional e ameaçam prender todo pai e toda mãe que ouse educar os seus filhos em casa contrariam os ditames dos iluminados do MEC (HOFFMAN; 2008).

E mais! Junte a isso uma sociedade tomada pelo parasitismo clientelista e pelo descaso em relação a vida cívica e você terá uma clara visão deste acampamento de refugiados chamado Brasil. Se você quer se entregar a esse angu (depre)cívico, tudo bem, eu respeito. Mas, não me peça para participar disso como se fosse algo digno, elevado e bom, pois, a duras penas, venho me esforçando para deixar de ser tal qual a sociedade brasileira descrita por Machado de Assis: uma sociedade cínica e dissimulada.

E confesso: nadar contra toda esta maré, não é fácil. Mas creio, piamente, que vale a pena, pois a reforma do sistema educacional não começa pelas instituições ou pela troca de governantes, mas sim, pela reforma de nossas atitudes e, conseqüentemente, de nós mesmos. Eis aí, o grande desafio político e educacional de nossa nação que nós preferimos nos esquivar através do fascínio ululante que um ano eleitoral causa em nossas almas.

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REFERÊNCIAS:

ALMEIDA, Ana Maria Fonseca de. O jogo com a regra – Clientelismo na administração da educação pública. In: Revista Educação & Sociedade – UNICAMP (pág. 52 – 89), n. 54 – 1996.

Alunos brasileiros ficam em último lugar em ranking de educação. In: Folha de São Paulo, 04 de dezembro de 2001. Disponível na internet:  http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u7328

ARISTÓTELES. A Política. Tradução de Nestor Silveira Chaves. São Paulo: Editora Atenas, 6ª edição, [s/d].

ALTHUSSER, Louis. Ideología y aparatos ideológicos de Estado. Traducido por Alberto J. Pla. Buenos Aires/Argentina: Ediciones Nueva Visión, 1974.

BOURDIEU, Pierre. Escritos de Educação. Petrópolis: Editora Vozes, 1998.

CARVALHO, Olavo de. De Platão a Mangabeira. In: Jornal do Brasil, 04 de outubro de 2007. Disponível na internet: http://www.olavodecarvalho.org/semana/071004jb.html

HELD, David. Modelos de democracia. Madrid/Espanha: Alianza Editorial, 2001.

HOFFMAN, Matthew Cullinan. Adolescentes que estudam em casa alcançam vitória surpresa em confronto com o governo. IN: Escola em Casa, 04 de setembro de 2008. Disponível na internet: http://escolaemcasa.blogspot.com.

ILLICH, Ivan Illich. Sociedade sem Escolas. Petrópolis: Editora Vozes, 1997.

ROSTOVTZEFF, Michael. História da Grécia. Tradução de Edmond Jorge. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1977.

WEBER, Demétrio. Entre os piores também em matemática e leitura. In: O Globo, 05 de dezembro de 2007. Disponível na Internet:http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=398093

WELLS, Herbert George. História Universal – Vol. 03. Tradução de Anísio Teixeira. São Paulo: Editora Companhia Nacional, 1970.

ZANELA, Dartagnan da Silva. PENSO, LOGO ANULO. In: FALSUM COMMITTIT, QUI VERUM TACET, 31 de agosto de 2008a. Disponível na internet:http://dartagnanzanela.k6.com.br.

__________. UMA RESPOSTA NECESSÁRIA. In: FALSUM COMMITTIT, QUI VERUM TACET, 04 de setembro de 2008b. Disponível na internet: http://dartagnanzanela.k6.com.br

Dartagnan Zanela

Professor e ensaísta. Autor dos livros Sofia Perennis, O Ponto Arquimédico, A Boa Luta, In Foro Conscientiae e Nas Mãos de Cronos – ensaios sociológicos.

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