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22 Mai 2008

Finalmente; A Verdade sobre o MST

Escrito por 

Chega de blá-blá-blá! Vamos falar a verdade, para variar! Prepare-se para conhecer, pela primeira vez, a verdade sobre o MST e outros movimentos terroristas congêneres.

Chega de blá-blá-blá! Vamos falar a verdade, para variar! Prepare-se para conhecer, pela primeira vez, a verdade sobre o MST e outros movimentos terroristas congêneres.

Existe uma conspiração na mídia para não expor a realidade sobre a grande ameaça do MST, que torna-se cada vez mais perigosa e já se aproxima das cidades. O psicopata comunista Stédile está de fato implantando sua versão tupiniquim da revolução comunista, para deleite do Presidente e de seus acólitos, com o apoio do desvairado comunista dom Balduíno, presidente da Pastoral da Terra, que defende a invasão de terras produtivas. Ambos cometem o crime de incitação à violência e deveriam ser enjaulados.

No entanto, os dois criminosos contam com a cumplicidade do Ministério da Justiça, do Ministério Público, da Polícia Federal e até do Poder Judiciário, que toleram essa loucura, como se ignorassem as desgraças que o comunismo acarretou em mais de quarenta países, no século passado, ao tentar a coletivização da agricultura. Dezenas de milhões morreram na União Soviética e na China, que se tornaram os maiores compradores de grãos dos Estados Unidos, pois o setor agrícola foi dizimado pelas mesmas idéias que agora animam os stédiles e balduínos da vida. Preparemo-nos para o pior!

Qual foi o fenômeno que detonou este fenômeno terrível, com milhões de sem-terra zanzando pelos campos, sem-emprego, praticando o terrorismo rural, com a cumplicidade dos comunas que assumiram o governo? Este é um grande segredo, que tem sido guardado a sete chaves pela mídia e pelos medalhões que dão entrevistas pela televisão que, como sempre, desfilam uma hemorragia de asneiras, cuidadosamente evitando tocar no verdadeiro estopim que deflagrou esta imbecilidade.

Ao contrário do que afirmam os dementes do PT e do MST, a culpa da existência do enorme contingente de sem-terra e sem-teto, no campo, não é dos latifúndiários. Isto é conversa dos comunistas para dar vazão a seus rasteiros instintos assassinos e obedecer ao catecismo vermelho de Marx, Stálin, Mao Tsé-tung e outro profetas da baderna e do genocídio.

A verdadeira origem do terrorismo do MST e congêneres, embora não seja politicamente correto revelá-lo, foi exatamente a APLICAÇÃO DAS LEIS TRABALHISTAS NO CAMPO. Sim! Como era de se esperar, foi deflagrado pelos tecno-burocratas do governo. Como disse o grande estadista iluminista Thomas Jefferson, o governo não é a solução. O governo é o problema! Apesar de sua arrogância e prepotência, os “sapientíssimos” burocratas só fazem asneiras. Arrasam o País, embora nunca se esqueçam de se enriquecer, no processo.

Pasmem todos! A intenção explícita dos burocratas, ao mandar aplicar no campo as leis trabalhistas foi, deliberamente, destruir a antiga estrutura rural, que se havia formado há séculos e vivia em estado de equilíbrio, a fim de expulsar mão-de-obra do campo para as cidades, para proporcionar mão-de-obra abundante e barata, facilitando a industrialização do País. Sem dúvida, atingiram seu objetivo, quanto a este objetivo.

No entanto, erraram na dose e, qual aprendizes de feiticeiro, não souberam interromper a mágica. Derramaram uma verdadeira catadupa de migrantes dos campos para os centros urbanos, particularmente para São Paulo, inflacionando a oferta de mão-de-obra e jogando milhões de miseráveis nas favelas das periferias urbanas.

O pior é que, ao serem violentamente aplicadas no campo, as leis trabalhistas sofreram a infecção virulenta das idiotices marxistas, tal como a “mais valia”, a “luta de classes” e outros dogmas retrógrados que habitam a mente pervertida de petistas e de outros adoradores do fracassado totalitarismo soviético.

Antes da aplicação nefasta da CLT (uma lei trabalhista tipicamente urbana), no campo, os fazendeiros e seus “colonos” viviam em estado de harmonia, como se fossem grandes famílias e muitos deles, com o tempo, conseguiam transformar-se em proprietários. De fato, estava ocorrendo uma reforma agrária espontânea, sem violência, sem ódio, respeitando o Direito de Propriedade e o Estado de Direito.

Nem uma bomba atômica teria feito tanto estrago na estrutura social e econômica do campo quanto a aplicação das leis trabalhistas, impregnadas de imbecilidades marxistas, que acabou com a antiga simbiose entre os fazendeiros e os “colonos” e a substituiu pela “luta de classes”, semeando o ódio e a discórdia. Infelizmente, muitos juizes compraram a idéia e passaram a castigar os patrões, agora considerados burgueses e inimigos dos trabalhadores. Foi uma hecatombe. Como sertanista de longa data, conheço de perto o problema. Freqüentei o sertão das gerais por décadas e acompanhei de perto, estarrecido, o desastre causado pela truculenta aplicação da CLT no contexto rural, sem discussão, sem aviso prévio, sem as adaptações necessárias e que, não obstante, prevalecem até hoje.

Os empregados e colonos, que antes eram amigos dos fazendeiros, de repente foram impregnados do ódio marxista contra os antigos parceiros, proprietários de terras. Milhares deles foram à justiça, a fim de “exigir seus direitos”: férias, fundo de garantia, décimo-terceiro, horas-extras, condução, limitação do horário de trabalho, carteira assinada, indenizações e tudo o mais que os advogados pudessem imaginar, inspirados na famigerada CLT. Naquele tempo, havia até a estabilidade do empregado rural que, como os funcionários públicos, a partir do momento da garantia do emprego, param de trabalhar de verdade.

Surgiu até uma nova profissão, no interior: “testemunhas profissionais”, para atuar nas audiências de instrução e julgamento. Muitos fazendeiros foram à falência, pois tiveram que se desfazer de suas propriedades a fim de pagar os infinitos “direitos” de seus novos inimigos e também fugiram para as cidades. Os que não foram à falência desfizeram-se dos empregados, pois cada um deles passou a representar uma terrível ameaça.

O objetivo da justiça trabalhista, de fato, consiste em tirar até a última gota de sangue do patrão, justificado pela estupidez marxista da “devolução da mais-valia” e pelo novo princípio, que jogou por terra a verdadeira justiça: “in dubio pro misero”. Somado à lei do usucapião, segundo a qual os “colonos” podiam furtar legalmente as terras do proprietário, onde antes viviam tão bem, houve uma explosão no êxodo rural. Para se defenderem das ameaças trabalhistas, os fazendeiros tiveram que despedir e expulsar de suas terras os antigos colonos e empregados, criando a nova classe dos “sem-terra” e “sem emprego”, no campo, e também as imensas favelas urbanas, valhacouto de bandidos e traficantes, que infernizam a vida de pessoas decentes, que também habitam muitas favelas. Obra dos tecno-burocratas.

Um grande amigo fazendeiro, que tinha mais de duzentos “colonos”, foi obrigado a expulsá-los de suas terra, abandonar a lavoura e praticar a pecuária, com apenas três empregados. Uma questão de sobrevivência. Este exemplo repetiu-se, ad infinitum, pelo Brasil afora.

Até aí, os petardos atingiram apenas o campo. Porém, quais foram suas conseqüências nos centros urbanos? Ora, o súbito aumento da oferta de mão-de-obra teve um resultado imediato favorável, ao permitir a atração de muitos investimentos, contribuindo para a industrialização do País.

No entanto, o erro na dosagem do purgante causou uma verdadeira diarréia de mão-de-obra disposta a trabalhar a qualquer preço, redundando no aviltamento dos salários dos antigos assalariados, principalmente no ABC paulista, onde se concentravam as mais importantes indústrias do País e os sindicatos entupidos de comunistas da mais alta virulência.

Os sindicatos, principalmente a CUT, o mais importante núcleo comunista do País, não gostaram, pois sua função, como fanáticos que são, seria a de promover a devolução da “mais valia” de seus patrões, aumentando os salários de seus sindicalizados, se possível até levar seus empregadores à falência, e nunca mediam as conseqüências de suas badernas. Até faziam greves com destruição de carros nos pátios. Os comunas concluíram que tinham que fazer qualquer coisa para evitar que os expulsos do campo corressem para as cidades, oferecendo-se para trabalhar a qualquer preço e aviltando os salários dos sindicalizados.

A solução para o problema encontraram no catecismo de Marx e Lênin. Tomaram duas providências, que vieram desaguar no desastre que atualmente vitima o País. Primeiro, tiraram do fundo do baú a fracassada “reforma agrária”, que causou desgraças horripilantes em todos os países onde foi experimentada, porém que, para eles, veio a calhar, pois represava a mão-de-obra ociosa no campo, preservando as “conquistas” salariais de seus sindicalizados.

Segunda providência: resolveram apostar todas as fichas em um partido comunista disfarçado, que jamais usaria a palavra “comunismo”, que havia virado palavrão, tamanhas foram as desgraças causadas em todos os países onde foi implantado. Afinal de contas, poderiam usar o eufemismo “socialismo”. Assim nasceu o PT, o braço político da CUT que, naturalmente, adotou também a bandeira furada da reforma agrária--de fato a favelização do campo, pois a verdadeira reforma agrária que o País necessita é proteger os empresários rurais e proporcionar-lhes infra-estrutura adequada, com a qual o Brasil se tornaria imbatível no setor agropecuário, além de criar empregos no campo, de verdade, e não de conversa fiada, como as promessas mirabolantes do Lula.

Assim, todo o Brasil se encontra refém dos interesses dos sindicatos do ABC, à custa do caos em que se encontra a administração pública e do fracasso retumbante do governo do cripto-comunista Lula.

A estupidez da esquerda é tamanha que, em vez de colocar na cadeia os terroristas rurais, está cedendo às chantagens dos stédiles da vida e aumentando as verbas para os bandidos invasores de terras, que jamais produziram uma espiga de milho como excedente para comercialização. Enquanto fazem essas asneiras, combatem as contribuições da engenharia genética, não consertam as estradas esburacadas, não constroem silos para o armazenamento de grãos, aumentam o contigente de marajás mamando nas tetas do governo e nem tomam conhecimento da fila de milhares de caminhões de soja no Porto de Paranaguá, que já atinge mais de cem quilômetros.

Temos aí a verdadeira dimensão do custo Brasil: a burrice dos débeis mentais da esquerda, que assomaram ao poder à custa de mentiras e promessas demagógicas, do tipo “quarenta anos em quatro”, como prometeu Lula, no Estado do Acre.

Só se forem quarenta anos de atraso! Já começou bem: sete nações já passaram na frente do Brasil e estamos retornado para a 48.ª posição que tínhamos, antes do governo militar, que elevou o Brasil à posição de oitava potência no ranking das nações industrializadas. Em nome de muitos milhões de brasileiros, que aspiram por ordem e progresso, eu lamento: Que saudades dos tempos do governo militar!

Pensamento do dia: “Propriedades particulares são invadidas por agressivos movimentos ditos sociais, sob a desculpa da reivindicação de terras, ante a complacência dos poderes públicos. Pior ainda, mediante o financiamento da União, que aumentou o valor a ser dado a fundo perdido para cada família “assentada”, de R$ 7.700,00 para R$ 16.100,00, um inédito aumento de 109%, segundo publicado no Diário Oficial de 14 de abril. Ou seja, o Governo está subsidiando a violação ao Estado de direito, premiando, na maioria das vezes, indivíduos que não passariam de criminosos. Se hoje as propriedades rurais podem ser invadidas, por que amanhã as propriedades urbanas ficarão a salvo desse tipo de ação? Cândio Prunes, Vice Presidente do Instituto Liberal (14.04.04).


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Data de Publicação: 18/04/2004

Chega de blá-blá-blá! Vamos falar a verdade, para variar! Prepare-se para conhecer, pela primeira vez, a verdade sobre o MST e outros movimentos terroristas congêneres.

Existe uma conspiração na mídia para não expor a realidade sobre a grande ameaça do MST, que torna-se cada vez mais perigosa e já se aproxima das cidades. O psicopata comunista Stédile está de fato implantando sua versão tupiniquim da revolução comunista, para deleite do Presidente e de seus acólitos, com o apoio do desvairado comunista dom Balduíno, presidente da Pastoral da Terra, que defende a invasão de terras produtivas. Ambos cometem o crime de incitação à violência e deveriam ser enjaulados.

No entanto, os dois criminosos contam com a cumplicidade do Ministério da Justiça, do Ministério Público, da Polícia Federal e até do Poder Judiciário, que toleram essa loucura, como se ignorassem as desgraças que o comunismo acarretou em mais de quarenta países, no século passado, ao tentar a coletivização da agricultura. Dezenas de milhões morreram na União Soviética e na China, que se tornaram os maiores compradores de grãos dos Estados Unidos, pois o setor agrícola foi dizimado pelas mesmas idéias que agora animam os stédiles e balduínos da vida. Preparemo-nos para o pior!

Qual foi o fenômeno que detonou este fenômeno terrível, com milhões de sem-terra zanzando pelos campos, sem-emprego, praticando o terrorismo rural, com a cumplicidade dos comunas que assumiram o governo? Este é um grande segredo, que tem sido guardado a sete chaves pela mídia e pelos medalhões que dão entrevistas pela televisão que, como sempre, desfilam uma hemorragia de asneiras, cuidadosamente evitando tocar no verdadeiro estopim que deflagrou esta imbecilidade.

Ao contrário do que afirmam os dementes do PT e do MST, a culpa da existência do enorme contingente de sem-terra e sem-teto, no campo, não é dos latifúndiários. Isto é conversa dos comunistas para dar vazão a seus rasteiros instintos assassinos e obedecer ao catecismo vermelho de Marx, Stálin, Mao Tsé-tung e outro profetas da baderna e do genocídio.

A verdadeira origem do terrorismo do MST e congêneres, embora não seja politicamente correto revelá-lo, foi exatamente a APLICAÇÃO DAS LEIS TRABALHISTAS NO CAMPO. Sim! Como era de se esperar, foi deflagrado pelos tecno-burocratas do governo. Como disse o grande estadista iluminista Thomas Jefferson, o governo não é a solução. O governo é o problema! Apesar de sua arrogância e prepotência, os “sapientíssimos” burocratas só fazem asneiras. Arrasam o País, embora nunca se esqueçam de se enriquecer, no processo.

Pasmem todos! A intenção explícita dos burocratas, ao mandar aplicar no campo as leis trabalhistas foi, deliberamente, destruir a antiga estrutura rural, que se havia formado há séculos e vivia em estado de equilíbrio, a fim de expulsar mão-de-obra do campo para as cidades, para proporcionar mão-de-obra abundante e barata, facilitando a industrialização do País. Sem dúvida, atingiram seu objetivo, quanto a este objetivo.

No entanto, erraram na dose e, qual aprendizes de feiticeiro, não souberam interromper a mágica. Derramaram uma verdadeira catadupa de migrantes dos campos para os centros urbanos, particularmente para São Paulo, inflacionando a oferta de mão-de-obra e jogando milhões de miseráveis nas favelas das periferias urbanas.

O pior é que, ao serem violentamente aplicadas no campo, as leis trabalhistas sofreram a infecção virulenta das idiotices marxistas, tal como a “mais valia”, a “luta de classes” e outros dogmas retrógrados que habitam a mente pervertida de petistas e de outros adoradores do fracassado totalitarismo soviético.

Antes da aplicação nefasta da CLT (uma lei trabalhista tipicamente urbana), no campo, os fazendeiros e seus “colonos” viviam em estado de harmonia, como se fossem grandes famílias e muitos deles, com o tempo, conseguiam transformar-se em proprietários. De fato, estava ocorrendo uma reforma agrária espontânea, sem violência, sem ódio, respeitando o Direito de Propriedade e o Estado de Direito.

Nem uma bomba atômica teria feito tanto estrago na estrutura social e econômica do campo quanto a aplicação das leis trabalhistas, impregnadas de imbecilidades marxistas, que acabou com a antiga simbiose entre os fazendeiros e os “colonos” e a substituiu pela “luta de classes”, semeando o ódio e a discórdia. Infelizmente, muitos juizes compraram a idéia e passaram a castigar os patrões, agora considerados burgueses e inimigos dos trabalhadores. Foi uma hecatombe. Como sertanista de longa data, conheço de perto o problema. Freqüentei o sertão das gerais por décadas e acompanhei de perto, estarrecido, o desastre causado pela truculenta aplicação da CLT no contexto rural, sem discussão, sem aviso prévio, sem as adaptações necessárias e que, não obstante, prevalecem até hoje.

Os empregados e colonos, que antes eram amigos dos fazendeiros, de repente foram impregnados do ódio marxista contra os antigos parceiros, proprietários de terras. Milhares deles foram à justiça, a fim de “exigir seus direitos”: férias, fundo de garantia, décimo-terceiro, horas-extras, condução, limitação do horário de trabalho, carteira assinada, indenizações e tudo o mais que os advogados pudessem imaginar, inspirados na famigerada CLT. Naquele tempo, havia até a estabilidade do empregado rural que, como os funcionários públicos, a partir do momento da garantia do emprego, param de trabalhar de verdade.

Surgiu até uma nova profissão, no interior: “testemunhas profissionais”, para atuar nas audiências de instrução e julgamento. Muitos fazendeiros foram à falência, pois tiveram que se desfazer de suas propriedades a fim de pagar os infinitos “direitos” de seus novos inimigos e também fugiram para as cidades. Os que não foram à falência desfizeram-se dos empregados, pois cada um deles passou a representar uma terrível ameaça.

O objetivo da justiça trabalhista, de fato, consiste em tirar até a última gota de sangue do patrão, justificado pela estupidez marxista da “devolução da mais-valia” e pelo novo princípio, que jogou por terra a verdadeira justiça: “in dubio pro misero”. Somado à lei do usucapião, segundo a qual os “colonos” podiam furtar legalmente as terras do proprietário, onde antes viviam tão bem, houve uma explosão no êxodo rural. Para se defenderem das ameaças trabalhistas, os fazendeiros tiveram que despedir e expulsar de suas terras os antigos colonos e empregados, criando a nova classe dos “sem-terra” e “sem emprego”, no campo, e também as imensas favelas urbanas, valhacouto de bandidos e traficantes, que infernizam a vida de pessoas decentes, que também habitam muitas favelas. Obra dos tecno-burocratas.

Um grande amigo fazendeiro, que tinha mais de duzentos “colonos”, foi obrigado a expulsá-los de suas terra, abandonar a lavoura e praticar a pecuária, com apenas três empregados. Uma questão de sobrevivência. Este exemplo repetiu-se, ad infinitum, pelo Brasil afora.

Até aí, os petardos atingiram apenas o campo. Porém, quais foram suas conseqüências nos centros urbanos? Ora, o súbito aumento da oferta de mão-de-obra teve um resultado imediato favorável, ao permitir a atração de muitos investimentos, contribuindo para a industrialização do País.

No entanto, o erro na dosagem do purgante causou uma verdadeira diarréia de mão-de-obra disposta a trabalhar a qualquer preço, redundando no aviltamento dos salários dos antigos assalariados, principalmente no ABC paulista, onde se concentravam as mais importantes indústrias do País e os sindicatos entupidos de comunistas da mais alta virulência.

Os sindicatos, principalmente a CUT, o mais importante núcleo comunista do País, não gostaram, pois sua função, como fanáticos que são, seria a de promover a devolução da “mais valia” de seus patrões, aumentando os salários de seus sindicalizados, se possível até levar seus empregadores à falência, e nunca mediam as conseqüências de suas badernas. Até faziam greves com destruição de carros nos pátios. Os comunas concluíram que tinham que fazer qualquer coisa para evitar que os expulsos do campo corressem para as cidades, oferecendo-se para trabalhar a qualquer preço e aviltando os salários dos sindicalizados.

A solução para o problema encontraram no catecismo de Marx e Lênin. Tomaram duas providências, que vieram desaguar no desastre que atualmente vitima o País. Primeiro, tiraram do fundo do baú a fracassada “reforma agrária”, que causou desgraças horripilantes em todos os países onde foi experimentada, porém que, para eles, veio a calhar, pois represava a mão-de-obra ociosa no campo, preservando as “conquistas” salariais de seus sindicalizados.

Segunda providência: resolveram apostar todas as fichas em um partido comunista disfarçado, que jamais usaria a palavra “comunismo”, que havia virado palavrão, tamanhas foram as desgraças causadas em todos os países onde foi implantado. Afinal de contas, poderiam usar o eufemismo “socialismo”. Assim nasceu o PT, o braço político da CUT que, naturalmente, adotou também a bandeira furada da reforma agrária--de fato a favelização do campo, pois a verdadeira reforma agrária que o País necessita é proteger os empresários rurais e proporcionar-lhes infra-estrutura adequada, com a qual o Brasil se tornaria imbatível no setor agropecuário, além de criar empregos no campo, de verdade, e não de conversa fiada, como as promessas mirabolantes do Lula.

Assim, todo o Brasil se encontra refém dos interesses dos sindicatos do ABC, à custa do caos em que se encontra a administração pública e do fracasso retumbante do governo do cripto-comunista Lula.

A estupidez da esquerda é tamanha que, em vez de colocar na cadeia os terroristas rurais, está cedendo às chantagens dos stédiles da vida e aumentando as verbas para os bandidos invasores de terras, que jamais produziram uma espiga de milho como excedente para comercialização. Enquanto fazem essas asneiras, combatem as contribuições da engenharia genética, não consertam as estradas esburacadas, não constroem silos para o armazenamento de grãos, aumentam o contigente de marajás mamando nas tetas do governo e nem tomam conhecimento da fila de milhares de caminhões de soja no Porto de Paranaguá, que já atinge mais de cem quilômetros.

Temos aí a verdadeira dimensão do custo Brasil: a burrice dos débeis mentais da esquerda, que assomaram ao poder à custa de mentiras e promessas demagógicas, do tipo “quarenta anos em quatro”, como prometeu Lula, no Estado do Acre.

Só se forem quarenta anos de atraso! Já começou bem: sete nações já passaram na frente do Brasil e estamos retornado para a 48.ª posição que tínhamos, antes do governo militar, que elevou o Brasil à posição de oitava potência no ranking das nações industrializadas. Em nome de muitos milhões de brasileiros, que aspiram por ordem e progresso, eu lamento: Que saudades dos tempos do governo militar!

Pensamento do dia: “Propriedades particulares são invadidas por agressivos movimentos ditos sociais, sob a desculpa da reivindicação de terras, ante a complacência dos poderes públicos. Pior ainda, mediante o financiamento da União, que aumentou o valor a ser dado a fundo perdido para cada família “assentada”, de R$ 7.700,00 para R$ 16.100,00, um inédito aumento de 109%, segundo publicado no Diário Oficial de 14 de abril. Ou seja, o Governo está subsidiando a violação ao Estado de direito, premiando, na maioria das vezes, indivíduos que não passariam de criminosos. Se hoje as propriedades rurais podem ser invadidas, por que amanhã as propriedades urbanas ficarão a salvo desse tipo de ação? Cândio Prunes, Vice Presidente do Instituto Liberal (14.04.04).


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Data de Publicação: 18/04/2004

Huascar T. do Valle

Ensaísta e advogado. Dedica-se a estudos nas áreas da filosofia, história, arqueologia, linguística, semântica geral, psicologia, psicanálise, cosmogonia, cosmologia, etologia e sociobiologia. É colunista do site Mídia sem Máscara. É autor das obras "Hino à Liberdade" e "Tratado de Economia Profana". Entre seu material inédito, constam as obras "Sociedade da Desconfiança", "Trincheiras do Iluminismo", "A Treatise on Profane Religion", "The Twilight of Gods" e "Jesus, from Abraham to Marx".

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