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02 Mai 2008

Carpideiras de Fidel

Escrito por 

Um dos aspectos mais característicos da mentalidade dos defensores de “um mundo melhor possível”, de um mundo regido e ordenado pelo demente projeto marxista é a incapacidade de reconhecer a conseqüência inevitável de seu sonho infernal de transformar o mundo em sua imagem e semelhança.

Um dos aspectos mais característicos da mentalidade dos defensores de “um mundo melhor possível”, de um mundo regido e ordenado pelo demente projeto marxista (ou similares e genéricos da mesma estirpe) é a incapacidade de reconhecer a conseqüência inevitável de seu sonho infernal de transformar o mundo em sua imagem e semelhança.

Não estou me referindo simplesmente aos militantes e simpatizantes de um modo geral. Refiro-me em especial àqueles que se apresentam como sendo os entendidos no assunto, me refiro aos ditos intelectuais (professores, jornalistas, formadores de opinião, políticos e sacerdotes) que fomentam essas idéias e as disseminam na sociedade como se fosse a quinta essência.

Este mísero escriba já escreveu, de maneira simplória, sobre isso. Todavia, mais do que nunca, creio ser basilar que esse assunto seja retomado, pois, é mais do que corriqueiro ouvirmos muitas pessoas que ocupam as funções apontadas linhas acima afirmarem que todas as ditaduras totalitárias e todo o democídio que assombrou o século XX não foi obra de regimes socialistas de “verdade”, mas sim de Estados dirigistas, ou Capitalismo de Estado, ou regimes burocráticos, mas que aquilo tudo, de modo algum, era socialismo.

Ora, vejam que o cômico nesta história toda é que à frente de todas as revoluções e regimes socialistas, digo, que não foram socialistas, haviam intelectuais socialistas, líderes socialistas, partidos socialistas e, se bobear, até supositórios socialistas. Porém, não se enganem. A obra trágica não era socialista.

Alias, não era o finado Jorge Amado que saldava Stalin como “guia genial dos povos”? Não era o famigerado Sartre que afirmava que na época de Stalin a liberdade na URSS era total? Não era toda a intelectuária empedernida que, na época defendia aquele genocídio dirigido como sendo a edificação de um mundo melhor? E, mesmo assim, muitos ainda hoje tem a cara de pau de dizer que aquilo tudo não era o dito socialismo só porque não era o que ele queria que fosse.

O problema é que muitos desses indivíduos não tem caráter e dignidade o suficiente para se render a verdade revelada pelas suas turvas intenções. Isso mesmo. Os militantes marxistas de hoje não estavam junto no assassinato das mais de 100.000.000 de vidas de civis inocentes mortos pelo governo (em tempo de paz) de seu próprio país que dizia estar construindo o “homem superior”, mas ainda hoje defendem essas mesmas idéias e dizem que todas essas vidas ceifadas não passam de propaganda enganosa.

Para eles, que rezam essa cartilha maldita, as pontuações feitas certa vez por Paul Singer caem como um balsamo em sua alma putrefaz quando esse dizia em seu livreto “O socialismo hoje” que somente poderia ser chamada de socialista uma sociedade que fosse superior a sociedade capitalista. Que lindinho, não? Quer dizer que por maior que seja a tragédia desencadeada pelos marxista, no fim da contas, isso não poderá ser chamado de socialismo, por isso, não os culpe pela realidade que eles construíram porque não era com isso que eles sonhavam.

Um dos aspectos mais característicos da mentalidade dos defensores de “um mundo melhor possível”, de um mundo regido e ordenado pelo demente projeto marxista (ou similares e genéricos da mesma estirpe) é a incapacidade de reconhecer a conseqüência inevitável de seu sonho infernal de transformar o mundo em sua imagem e semelhança.

Não estou me referindo simplesmente aos militantes e simpatizantes de um modo geral. Refiro-me em especial àqueles que se apresentam como sendo os entendidos no assunto, me refiro aos ditos intelectuais (professores, jornalistas, formadores de opinião, políticos e sacerdotes) que fomentam essas idéias e as disseminam na sociedade como se fosse a quinta essência.

Este mísero escriba já escreveu, de maneira simplória, sobre isso. Todavia, mais do que nunca, creio ser basilar que esse assunto seja retomado, pois, é mais do que corriqueiro ouvirmos muitas pessoas que ocupam as funções apontadas linhas acima afirmarem que todas as ditaduras totalitárias e todo o democídio que assombrou o século XX não foi obra de regimes socialistas de “verdade”, mas sim de Estados dirigistas, ou Capitalismo de Estado, ou regimes burocráticos, mas que aquilo tudo, de modo algum, era socialismo.

Ora, vejam que o cômico nesta história toda é que à frente de todas as revoluções e regimes socialistas, digo, que não foram socialistas, haviam intelectuais socialistas, líderes socialistas, partidos socialistas e, se bobear, até supositórios socialistas. Porém, não se enganem. A obra trágica não era socialista.

Alias, não era o finado Jorge Amado que saldava Stalin como “guia genial dos povos”? Não era o famigerado Sartre que afirmava que na época de Stalin a liberdade na URSS era total? Não era toda a intelectuária empedernida que, na época defendia aquele genocídio dirigido como sendo a edificação de um mundo melhor? E, mesmo assim, muitos ainda hoje tem a cara de pau de dizer que aquilo tudo não era o dito socialismo só porque não era o que ele queria que fosse.

O problema é que muitos desses indivíduos não tem caráter e dignidade o suficiente para se render a verdade revelada pelas suas turvas intenções. Isso mesmo. Os militantes marxistas de hoje não estavam junto no assassinato das mais de 100.000.000 de vidas de civis inocentes mortos pelo governo (em tempo de paz) de seu próprio país que dizia estar construindo o “homem superior”, mas ainda hoje defendem essas mesmas idéias e dizem que todas essas vidas ceifadas não passam de propaganda enganosa.

Para eles, que rezam essa cartilha maldita, as pontuações feitas certa vez por Paul Singer caem como um balsamo em sua alma putrefaz quando esse dizia em seu livreto “O socialismo hoje” que somente poderia ser chamada de socialista uma sociedade que fosse superior a sociedade capitalista. Que lindinho, não? Quer dizer que por maior que seja a tragédia desencadeada pelos marxista, no fim da contas, isso não poderá ser chamado de socialismo, por isso, não os culpe pela realidade que eles construíram porque não era com isso que eles sonhavam.

Dartagnan Zanela

Professor e ensaísta. Autor dos livros Sofia Perennis, O Ponto Arquimédico, A Boa Luta, In Foro Conscientiae e Nas Mãos de Cronos – ensaios sociológicos.

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