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10 Jan 2008

Em Nome da Ideologia

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No entanto, com o charme da revolução e sob o manto da ideologia, toda maldade se purifica e encontra suporte nessa esquerda delinqüente, parceira de suas atrocidades, que se congrega no Foro de São Paulo - aquele Foro de São Paulo que Lula e o PT criaram.

Fracassou a mobilização para fazer com que as FARC saudassem a alvorada de um ano novo com a generosa, indulgente, misericordiosa e dadivosa libertação de três reféns. Que pena, fica para a próxima. Devem ter tido lá suas elevadas razões para conservá-los em cativeiro, servindo à nobreza da causa revolucionária. Seus preciosos omeletes demandam a fratura de alguns ovos e recusar isso é mesquinharia pequeno-burguesa.

A conjugação entre uma guerrilha comunista, o narcotráfico e o terrorismo é a mais sinistra criação do demônio. Ali você tem, de um lado, o pervertido político, de ilimitada ação destruidora; de outro, o narcotraficante, responsável pela maior catástrofe social deste século, que é a dependência química, e pelas sangrentas estruturas criminosas de que ela se nutre. E de outro, ainda, o uso do terror como forma de intimidação para tomada do poder.

Nenhum degenerado é capaz de causar dano equivalente ao que produz o braço armado do degenerado político. Um punhado deles, espalhados ao longo do séc. XX foi o suficiente para produzir mais de cem milhões de vítimas, evidenciando uma capacidade de extermínio sem paralelo na História. O mais mortífero serial killer e o mais operoso tarado de bairro são incomparavelmente menos maléficos do que quem usa a política como veículo para expressar suas perversões.

O narcotráfico, por sua vez, cria redes criminosas com elevado poder de corrupção e propagação. Infiltra-se em toda parte, subordina populações inteiras, abate o moral social e desfaz estruturas familiares, levando à dependência e à morte, num crudelíssimo círculo de horrores, milhões de vítimas do vício que dissemina. E impiedosamente elege crianças e adolescentes como seus alvos preferidos. O comércio da droga é a mais execrável ação criminosa concebida pelo homem.

Há uma guerrilha comunista em marcha na Colômbia, há quatro décadas. Ela dilacera aquela nação através do assalto, da emboscada, do terrorismo, da pressão psicológica sobre populações inteiras e da eliminação sumária de seus opositores. Ela se vale da produção de coca, de suas refinarias e da indústria do seqüestro como forma de custear o material bélico de que necessita. Ela alberga traficantes de drogas e de armamentos. As drogas acabarão nas mãos de nossos jovens. As armas, sem qualquer pudor, serão confiadas às crianças que os guerrilheiros envolveram e de quem se valem para seus objetivos.

No entanto, com o charme da revolução e sob o manto da ideologia, toda maldade se purifica e encontra suporte nessa esquerda delinqüente, parceira de suas atrocidades, que se congrega no Foro de São Paulo - aquele Foro de São Paulo que Lula e o PT criaram. É bom lembrar que ambos, o presidente e seu partido, no governo, se recusam a assinar declaração reconhecendo as FARC como organização terrorista. Em nome do quê? Da santa, da beata, da generosa ideologia comum, sob cujo manto todo pecado vira sacramento de salvação.

Fracassou a mobilização para fazer com que as FARC saudassem a alvorada de um ano novo com a generosa, indulgente, misericordiosa e dadivosa libertação de três reféns. Que pena, fica para a próxima. Devem ter tido lá suas elevadas razões para conservá-los em cativeiro, servindo à nobreza da causa revolucionária. Seus preciosos omeletes demandam a fratura de alguns ovos e recusar isso é mesquinharia pequeno-burguesa.

A conjugação entre uma guerrilha comunista, o narcotráfico e o terrorismo é a mais sinistra criação do demônio. Ali você tem, de um lado, o pervertido político, de ilimitada ação destruidora; de outro, o narcotraficante, responsável pela maior catástrofe social deste século, que é a dependência química, e pelas sangrentas estruturas criminosas de que ela se nutre. E de outro, ainda, o uso do terror como forma de intimidação para tomada do poder.

Nenhum degenerado é capaz de causar dano equivalente ao que produz o braço armado do degenerado político. Um punhado deles, espalhados ao longo do séc. XX foi o suficiente para produzir mais de cem milhões de vítimas, evidenciando uma capacidade de extermínio sem paralelo na História. O mais mortífero serial killer e o mais operoso tarado de bairro são incomparavelmente menos maléficos do que quem usa a política como veículo para expressar suas perversões.

O narcotráfico, por sua vez, cria redes criminosas com elevado poder de corrupção e propagação. Infiltra-se em toda parte, subordina populações inteiras, abate o moral social e desfaz estruturas familiares, levando à dependência e à morte, num crudelíssimo círculo de horrores, milhões de vítimas do vício que dissemina. E impiedosamente elege crianças e adolescentes como seus alvos preferidos. O comércio da droga é a mais execrável ação criminosa concebida pelo homem.

Há uma guerrilha comunista em marcha na Colômbia, há quatro décadas. Ela dilacera aquela nação através do assalto, da emboscada, do terrorismo, da pressão psicológica sobre populações inteiras e da eliminação sumária de seus opositores. Ela se vale da produção de coca, de suas refinarias e da indústria do seqüestro como forma de custear o material bélico de que necessita. Ela alberga traficantes de drogas e de armamentos. As drogas acabarão nas mãos de nossos jovens. As armas, sem qualquer pudor, serão confiadas às crianças que os guerrilheiros envolveram e de quem se valem para seus objetivos.

No entanto, com o charme da revolução e sob o manto da ideologia, toda maldade se purifica e encontra suporte nessa esquerda delinqüente, parceira de suas atrocidades, que se congrega no Foro de São Paulo - aquele Foro de São Paulo que Lula e o PT criaram. É bom lembrar que ambos, o presidente e seu partido, no governo, se recusam a assinar declaração reconhecendo as FARC como organização terrorista. Em nome do quê? Da santa, da beata, da generosa ideologia comum, sob cujo manto todo pecado vira sacramento de salvação.

Percival Puggina

O Prof. Percival Puggina formou-se em arquitetura pela UFRGS em 1968 e atuou durante 17 anos como t√©cnico e coordenador de projetos do grupo Montreal Engenharia e da Internacional de Engenharia AS. Em 1985 come√ßou a se dedicar a atividades pol√≠ticas. Preocupado com quest√Ķes doutrin√°rias, criou e preside, desde 1996, a Funda√ß√£o Tarso Dutra de Estudos Pol√≠ticos e Administra√ß√£o P√ļblica, √≥rg√£o do PP/RS. Faz parte do diret√≥rio metropolitano do partido, de cuja executiva √© 1¬ļ Vice-presidente, e √© membro do diret√≥rio e da executiva estadual do PP e integra o diret√≥rio nacional.

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