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17 Dez 2007

Festas da Festiva Continuam...

Escrito por 

Daí a afirmar que o governo neoliberal de Lulla está fazendo ‘o jogo da direita’ basta um passo. Na verdade, a comunidade acadêmica está desiludida com o PT-CUT e com o Lulla.

Dando prosseguimento às grandes comemorações dos 90 anos da Revolução Russa – e mostrando quão retrógrado sabe ser – o Instituto de Economia da UFRJ, em seu Laboratório de Estudos Marxistas, foi palco de um notabilíssimo evento: a dissecação de um famoso cadáver fossilizado, minto: a conferência do notável mestre argentino Atilio Boron, que discorreu sobre o tema “A teoria marxista hoje”. Se fosse “ontem”, seria um tópico de caráter puramente de registro histórico tal como o reinado de Ramsés III e sua mumificação, mas como é “hoje”, a história é outra...Trata-se da exumação de um ilustre defunto.

Boron encetou sua brilhante peroração criticando um dos autores prediletos do idiota latino-americano: Jorge Castañeda. Criticou-o por este ter asseverado que havia risco de um surto populista na América Latina contra as políticas “neoliberais” [obs. minha: Acertou na mosca!]. Sua crítica ateve-se a afirmar categoricamente que a categoria ‘populismo’ não pode ser aplicada na análise dos processos de enfrentamento do imperialismo em curso na América Latina nos países da Área de Livre Comércio Bolivariana (ALBA), Cuba, Bolívia e Venezuela (Jornal da ADUFRJ, 3/12/2007).

Em outras palavras, isto quer dizer que para o douto mestre Atilio Boron não se pode chamar de populistas certas políticas públicas como as de Primevo Inmorales, Hugorila Chávez e mesmo o bolsa-família de Lulinha Paz e Amor. Nisto, ele tem toda razão: o nome correto que se deve dar é ‘assistencialismo’, sem acrescentar ‘demagógico’, porque ‘assistencialismo demagógico’ é pleonasmo.

Atilio criticou também uma concepção bastante disseminada no período pós-moderno, perdão: pós-dissolução da União Soviética, que consiste em apagar a diferença entre esquerda e direita. Nisto também, ele tem toda a razão. Aliás, quem mais tem tentado apagar essa diferença têm sido as próprias esquerdas. Por que? Ora, “O maior truque do Diabo consiste em nos fazer crer que ele não existe” (Baudelaire). Por que? Porque assim ele fica mais à vontade para agir, seduzindo e corrompendo corações e mentes.

Assim como no folclore irlandês há o green Leprechaun e o red Leprechaun, sendo o primeiro um duende bonzinho e o segundo um duende malvado, para Atilio Bordon há também uma “má esquerda” e uma “boa esquerda. Est’ultima se mostra nos governos de países como o Chile e o Brasil. Sua justificativa assemelha-se a um delírio de idéias típico do quadro paranóico da psiquiatria: a direita capitalista latino-americana não teria conseguido implementar sozinha o “neoliberalismo”. “Tiveram que realizar políticas de sobrevivência. Por sorte, Lula, no Brasil; Michele Bachalet, no Chile; e o ex-Presidente Alan Garcia, no Uruguai [obs. minha: Não seria “no Peru”?], afastaram, para os capitalistas, o ‘antigo monstro populista’ da América Latina.”

Chega a ser deveras pândega essa colocação do Chile dentro do mesmo saco que o Brasil. Uma vez executadas as excelentes reformas do governo de Pinochet, sua sucessora, M. Bachelet, fez em relação ao referido general chileno o mesmo que Tory Blair em relação à Margaret Thatcher: limitou-se a colher aquilo que não tinha semeado: os belos frutos do desenvolvimento socioeconômico, sem modificar em nada as políticas públicas de seu antecessor. No governo FHC, uma vez feitas algumas privatizações muito bem sucedidas - como já mostramos no caso da Vale do Rio Doce – seu sucessor não só não deu prosseguimento ao programa privatizante, como também tomou uma série de medidas cujo principal efeito foi o de aumentar o tamanho da burocracia estatal de um Estado que não cabe em seu PIB, bem como fez vistas grossas à corrupção desenfreada do seu partido, o PT-CUT.

É muito difícil encontrar qualquer semelhança entre o próspero e modernizante Chile - o país que mais tem crescido na América Latina nos últimos 20 anos - e o retrógrado e esquerdizante Brasil do PT (Perda Total) e dos pelegos da CUT, que só consegue crescer mais do que o Haiti, o que não é vantagem, diga-se en passant! É mais fácil encontrar semelhanças entre o mapa do Chile e o senador Marco Maciel (DEM-PE) do Brasil. Mas Atilio Boron é incansável na produção de seu besteirol acadêmico...

Ele passa a criticar a ‘conservadora’ revista Veja – e ‘conservadora’, para ele, é uma failure-word, sinônimo de ‘retrógrada’. Segundo esta mesma, em sua análise crítica de Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano * [obs. minha: na minha imodesta opinião, o melhor livro escrito até hoje sobre a atrasada mentalidade latino-americana] Álvaro Vargas Llosa – um dos autores da referida obra - teria concentrado seus esforços em desqualificar Chávez e Morales, chamando de novos idiotas os que se inspiram neles, bem como em bater muito duro em Fidel Castro, o inspirador maior do idiota latino-americano. [obs. minha: Eu não os chamaria de ‘novos idiotas’, mas sim de ‘neobeócios’].

Já a assim chamada ‘má esquerda’ vem sendo combatida pelo tal de capitalismo internacional e seus lacaios na América do Sul. Para os ‘execráveis neoliberais’, ela seria formada pelos representantes do ‘atraso’, ‘os arcaicos’ ou os ‘anti-imperialistas’. Segundo ainda Boron, o combate ideológico contra o populismo de esquerda começou em 1989, com o Consenso de Washington. [Entra em cena outro bicho-papão das esquerdas doidivanas!]. Naquela época, os execráveis neoliberais já criticavam a indisciplina fiscal dos governos dos países latino-americanos, que gastavam mais do que arrecadavam, que não sobrava nada para pagar a dívida externa, deles. (Jornal da ADUFRJ,13/12/2007).

Como bom adepto das doutrinas da CEPAL (Comissão de Estudos para América Latina e Caribe), provavelmente Boron deve achar que não se pode fazer desenvolvimento sem muita inflação, o que é mais um baita disparate de economistas de esquerda. Os mais recentes contra-exemplos para essa tese farjuta são a Irlanda, a Nova Zelândia e a Espanha. Além disso, ele acha que o Banco Mundial e o FMI querem que os países devedores tenham um bom superávit primário, unicamente para pagar seus credores em dia, ou seja: contenção de gastos não tem a menor importância econômica para nenhum país. Está liberada a gastança sem peias, e a lei de responsabilidade fiscal – uma invenção do mesquinho capitalismo internacional – que seja deliciosamente violada! Que estupro político-econômico!

A partir daí, Boron bateu em duas teclas, uma ao lado da outra, para gerar um fortemente dissonante intervalo de segunda: A direita latino-americana tem se caracterizado por querer acabar com os “direitos dos trabalhadores” e por gerar concentração de renda aliada à forte desigualdade de renda. Vamos examinar cada bobagem de cada vez:

Quanto aos chamados “direitos” trabalhistas, na realidade são concessões de caráter populista que, sob a alegação de proteger os trabalhadores, só fazem dificultar sua contratação, além de emperrar o desenvolvimento, como é o caso das chamadas ‘obrigações trabalhistas” que são mais caras do que um salário! E isto para não falar nesta excrescência do peleguismo de Vargas – que deve ter algo semelhante nos países latino-americanos – que é a contribuição sindical obrigatória. [Justiça do Trabalho é que, tal como jabuticaba, só tem no Brasil!]

No que se refere à concentração de renda, ela ocorre por dois fatores muito simples: desenvolvimento regional e formação profissional desiguais. O primeiro fator pode ser bastante atenuado com o governo federal criando condições para o desenvolvimento, atraindo investimentos para as regiões menos favorecidas e facilitando a aplicação dos mesmos. O segundo fator também pode ser bastante atenuado fornecendo educação pública de boa qualidade - do primeiro ao terceiro grau - para que haja uma autêntica igualdade de oportunidades e para que se instaure uma verdadeira meritocracia, em vez de sistema de cotas, escola em que passa de ano todo mundo e empregos à farta pra ‘cumpanheiros’.

A conclusão do redator anônimo do jornaleco da ADUFRJ não só é bastante contundente como também assaz surpreendente: “(...) ficou claro para os presentes que o governo de Luís Inácio definitivamente só pode ser considerado um governo que opera as políticas públicas imperialistas no Brasil e na América Latina”.

Daí a afirmar que o governo neoliberal de Lulla está fazendo ‘o jogo da direita’ basta um passo. Na verdade, a comunidade acadêmica está desiludida com o PT-CUT e com o Lulla. Uns votaram nele por cegueira ideológica e ficaram frustrados, mas outros por acharem que receberiam um aumento salarial de, no mínimo, 80%. Pia ilusão!

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* Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano, de P.A.Mendoza, C.A.Montaner e A. Vargas Llosa, Rio de Janeiro, Bertrand do Brasil e Instituto Liberal, 1997. Dos mesmos autores: El Regreso del Idiota (há tradução no prelo), Buenos Aires, Sudamericana, 2007.

Dando prosseguimento às grandes comemorações dos 90 anos da Revolução Russa – e mostrando quão retrógrado sabe ser – o Instituto de Economia da UFRJ, em seu Laboratório de Estudos Marxistas, foi palco de um notabilíssimo evento: a dissecação de um famoso cadáver fossilizado, minto: a conferência do notável mestre argentino Atilio Boron, que discorreu sobre o tema “A teoria marxista hoje”. Se fosse “ontem”, seria um tópico de caráter puramente de registro histórico tal como o reinado de Ramsés III e sua mumificação, mas como é “hoje”, a história é outra...Trata-se da exumação de um ilustre defunto.

Boron encetou sua brilhante peroração criticando um dos autores prediletos do idiota latino-americano: Jorge Castañeda. Criticou-o por este ter asseverado que havia risco de um surto populista na América Latina contra as políticas “neoliberais” [obs. minha: Acertou na mosca!]. Sua crítica ateve-se a afirmar categoricamente que a categoria ‘populismo’ não pode ser aplicada na análise dos processos de enfrentamento do imperialismo em curso na América Latina nos países da Área de Livre Comércio Bolivariana (ALBA), Cuba, Bolívia e Venezuela (Jornal da ADUFRJ, 3/12/2007).

Em outras palavras, isto quer dizer que para o douto mestre Atilio Boron não se pode chamar de populistas certas políticas públicas como as de Primevo Inmorales, Hugorila Chávez e mesmo o bolsa-família de Lulinha Paz e Amor. Nisto, ele tem toda razão: o nome correto que se deve dar é ‘assistencialismo’, sem acrescentar ‘demagógico’, porque ‘assistencialismo demagógico’ é pleonasmo.

Atilio criticou também uma concepção bastante disseminada no período pós-moderno, perdão: pós-dissolução da União Soviética, que consiste em apagar a diferença entre esquerda e direita. Nisto também, ele tem toda a razão. Aliás, quem mais tem tentado apagar essa diferença têm sido as próprias esquerdas. Por que? Ora, “O maior truque do Diabo consiste em nos fazer crer que ele não existe” (Baudelaire). Por que? Porque assim ele fica mais à vontade para agir, seduzindo e corrompendo corações e mentes.

Assim como no folclore irlandês há o green Leprechaun e o red Leprechaun, sendo o primeiro um duende bonzinho e o segundo um duende malvado, para Atilio Bordon há também uma “má esquerda” e uma “boa esquerda. Est’ultima se mostra nos governos de países como o Chile e o Brasil. Sua justificativa assemelha-se a um delírio de idéias típico do quadro paranóico da psiquiatria: a direita capitalista latino-americana não teria conseguido implementar sozinha o “neoliberalismo”. “Tiveram que realizar políticas de sobrevivência. Por sorte, Lula, no Brasil; Michele Bachalet, no Chile; e o ex-Presidente Alan Garcia, no Uruguai [obs. minha: Não seria “no Peru”?], afastaram, para os capitalistas, o ‘antigo monstro populista’ da América Latina.”

Chega a ser deveras pândega essa colocação do Chile dentro do mesmo saco que o Brasil. Uma vez executadas as excelentes reformas do governo de Pinochet, sua sucessora, M. Bachelet, fez em relação ao referido general chileno o mesmo que Tory Blair em relação à Margaret Thatcher: limitou-se a colher aquilo que não tinha semeado: os belos frutos do desenvolvimento socioeconômico, sem modificar em nada as políticas públicas de seu antecessor. No governo FHC, uma vez feitas algumas privatizações muito bem sucedidas - como já mostramos no caso da Vale do Rio Doce – seu sucessor não só não deu prosseguimento ao programa privatizante, como também tomou uma série de medidas cujo principal efeito foi o de aumentar o tamanho da burocracia estatal de um Estado que não cabe em seu PIB, bem como fez vistas grossas à corrupção desenfreada do seu partido, o PT-CUT.

É muito difícil encontrar qualquer semelhança entre o próspero e modernizante Chile - o país que mais tem crescido na América Latina nos últimos 20 anos - e o retrógrado e esquerdizante Brasil do PT (Perda Total) e dos pelegos da CUT, que só consegue crescer mais do que o Haiti, o que não é vantagem, diga-se en passant! É mais fácil encontrar semelhanças entre o mapa do Chile e o senador Marco Maciel (DEM-PE) do Brasil. Mas Atilio Boron é incansável na produção de seu besteirol acadêmico...

Ele passa a criticar a ‘conservadora’ revista Veja – e ‘conservadora’, para ele, é uma failure-word, sinônimo de ‘retrógrada’. Segundo esta mesma, em sua análise crítica de Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano * [obs. minha: na minha imodesta opinião, o melhor livro escrito até hoje sobre a atrasada mentalidade latino-americana] Álvaro Vargas Llosa – um dos autores da referida obra - teria concentrado seus esforços em desqualificar Chávez e Morales, chamando de novos idiotas os que se inspiram neles, bem como em bater muito duro em Fidel Castro, o inspirador maior do idiota latino-americano. [obs. minha: Eu não os chamaria de ‘novos idiotas’, mas sim de ‘neobeócios’].

Já a assim chamada ‘má esquerda’ vem sendo combatida pelo tal de capitalismo internacional e seus lacaios na América do Sul. Para os ‘execráveis neoliberais’, ela seria formada pelos representantes do ‘atraso’, ‘os arcaicos’ ou os ‘anti-imperialistas’. Segundo ainda Boron, o combate ideológico contra o populismo de esquerda começou em 1989, com o Consenso de Washington. [Entra em cena outro bicho-papão das esquerdas doidivanas!]. Naquela época, os execráveis neoliberais já criticavam a indisciplina fiscal dos governos dos países latino-americanos, que gastavam mais do que arrecadavam, que não sobrava nada para pagar a dívida externa, deles. (Jornal da ADUFRJ,13/12/2007).

Como bom adepto das doutrinas da CEPAL (Comissão de Estudos para América Latina e Caribe), provavelmente Boron deve achar que não se pode fazer desenvolvimento sem muita inflação, o que é mais um baita disparate de economistas de esquerda. Os mais recentes contra-exemplos para essa tese farjuta são a Irlanda, a Nova Zelândia e a Espanha. Além disso, ele acha que o Banco Mundial e o FMI querem que os países devedores tenham um bom superávit primário, unicamente para pagar seus credores em dia, ou seja: contenção de gastos não tem a menor importância econômica para nenhum país. Está liberada a gastança sem peias, e a lei de responsabilidade fiscal – uma invenção do mesquinho capitalismo internacional – que seja deliciosamente violada! Que estupro político-econômico!

A partir daí, Boron bateu em duas teclas, uma ao lado da outra, para gerar um fortemente dissonante intervalo de segunda: A direita latino-americana tem se caracterizado por querer acabar com os “direitos dos trabalhadores” e por gerar concentração de renda aliada à forte desigualdade de renda. Vamos examinar cada bobagem de cada vez:

Quanto aos chamados “direitos” trabalhistas, na realidade são concessões de caráter populista que, sob a alegação de proteger os trabalhadores, só fazem dificultar sua contratação, além de emperrar o desenvolvimento, como é o caso das chamadas ‘obrigações trabalhistas” que são mais caras do que um salário! E isto para não falar nesta excrescência do peleguismo de Vargas – que deve ter algo semelhante nos países latino-americanos – que é a contribuição sindical obrigatória. [Justiça do Trabalho é que, tal como jabuticaba, só tem no Brasil!]

No que se refere à concentração de renda, ela ocorre por dois fatores muito simples: desenvolvimento regional e formação profissional desiguais. O primeiro fator pode ser bastante atenuado com o governo federal criando condições para o desenvolvimento, atraindo investimentos para as regiões menos favorecidas e facilitando a aplicação dos mesmos. O segundo fator também pode ser bastante atenuado fornecendo educação pública de boa qualidade - do primeiro ao terceiro grau - para que haja uma autêntica igualdade de oportunidades e para que se instaure uma verdadeira meritocracia, em vez de sistema de cotas, escola em que passa de ano todo mundo e empregos à farta pra ‘cumpanheiros’.

A conclusão do redator anônimo do jornaleco da ADUFRJ não só é bastante contundente como também assaz surpreendente: “(...) ficou claro para os presentes que o governo de Luís Inácio definitivamente só pode ser considerado um governo que opera as políticas públicas imperialistas no Brasil e na América Latina”.

Daí a afirmar que o governo neoliberal de Lulla está fazendo ‘o jogo da direita’ basta um passo. Na verdade, a comunidade acadêmica está desiludida com o PT-CUT e com o Lulla. Uns votaram nele por cegueira ideológica e ficaram frustrados, mas outros por acharem que receberiam um aumento salarial de, no mínimo, 80%. Pia ilusão!

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* Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano, de P.A.Mendoza, C.A.Montaner e A. Vargas Llosa, Rio de Janeiro, Bertrand do Brasil e Instituto Liberal, 1997. Dos mesmos autores: El Regreso del Idiota (há tradução no prelo), Buenos Aires, Sudamericana, 2007.

Mario Guerreiro

Mario Antonio de Lacerda Guerreiro nasceu no Rio de Janeiro em 1944. Doutorou-se em Filosofia pela UFRJ em 1983. É Professor Adjunto IV do Depto. de Filosofia da UFRJ. Ex-Pesquisador do CNPq. Ex-Membro do ILTC [Instituto de Lógica, Filosofia e Teoria da Ciência], da SBEC [Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos].Membro Fundador da Sociedade Brasileira de Análise Filosófica. Membro Fundador da Sociedade de Economia Personalista. Membro do Instituto Liberal do Rio de Janeiro e da Sociedade de Estudos Filosóficos e Interdisciplinares da Universidade. Autor de Problemas de Filosofia da Linguagem (EDUFF, Niterói, 1985); O Dizível e O Indizível (Papirus, Campinas, 1989); Ética Mínima Para Homens Práticos (Instituto Liberal, Rio de Janeiro, 1995). O Problema da Ficção na Filosofia Analítica (Editora UEL, Londrina, 1999). Ceticismo ou Senso Comum? (EDIPUCRS, Porto Alegre, 1999). Deus Existe? Uma Investigação Filosófica. (Editora UEL, Londrina, 2000). Liberdade ou Igualdade (Porto Alegre, EDIOUCRS, 2002).

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