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08 Abr 2007

IncomPTência e “Mierda”

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Foi esse o governo que os brasileiros reelegeram. Quantos mais terão de morrer? Será que vão mudar os dizeres de nossa bandeira? Com a palavra o responsável: Luis “eu não sabia” Inácio “traído” Lula “apunhalado pelas costas” da Silva.

O caos aéreo que se instalou há seis meses é algo sem precedentes “desde que Cabral pôs os pés aqui”. A última das seis paralisações afetou 67 aeroportos administrados pela Infraero resultando em cerca de 18 mil reféns. A crise começou com a morte de 154 cidadãos na queda do avião da Gol em 29 de setembro de 2006.

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) em dezembro passado classificou como “caótica” a questão do setor aéreo “neste País”. E concluiu que a desordem é produto da negligência do governo petista que foi acusado de inerte, de não ter planejamento e de ser o responsável pelo agravamento do caos; além do corte “irresponsável” de verbas que deveriam ser usadas na contratação e treinamento de pessoal e na compra de equipamentos mais modernos para uso no controle do tráfego aéreo.

Documentos revelam que o governo tinha conhecimento dos problemas desde o início do reinado de Lula. Em 2003, o então ministro da Defesa, José Viegas Filho, já reclamava do “contingenciamento sistemático” e afirmava que o corte de verbas feito pelo Ministério da Fazenda vinha “produzindo dificuldades no Comando da Aeronáutica”, prevendo o problema com quatro anos de antecedência: “A diminuição dos recursos aplicados nessa atividade produz reflexos na própria segurança dos vôos, podendo acarretar a degradação do sistema”. O aviso entrou por um ouvido do governo e saiu pelo outro. Cerca de R$ 1,3 bilhão foi retirado do Fundo Aeronáutico.

Já no ano de 2007 da Era Proletária, o Aeroporto Internacional de Cumbica chegou a ficar quase um mês sem um dos instrumentos que ajudam os pilotos a aterrissarem com neblina.

Sobre o “acordo” que Lula mandou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, fazer e depois desfazer, o cientista político e especialista em assuntos militares Eliezer de Oliveira afirma: “Há, sim, uma crise militar, embora não estejam ameaçadas nem as instituições nem a autoridade do presidente da República. Três fatos distintos caracterizam essa crise, surgida com a rebelião dos sargentos na sexta-feira. Primeiro, a quebra de hierarquia, quando eles se recusaram a cumprir ordens superiores. Segundo, a decisão dos oficiais de se recusar a continuar comandando os insurretos. Terceiro, a atitude do governo de escalar um ministro civil para negociar diretamente com os rebeldes e tomar decisões que desprezam os procedimentos militares”. Para que isso não se repita, Eliezer dá uma dica ao maior líder da “história deste País”: “É o presidente da República parar de atuar sindicalmente e agir como chefe de Estado”. “E isso começa por não deixar que se cortem verbas, como se a defesa nacional fosse negociável.”

Vale lembrar: apenas depois que o Brigadeiro Sérgio Ferolla, ex-presidente do Superior Tribunal Militar, defendeu a abertura de inquérito, “pois quem for conivente com o crime criminoso é”, que Bernardo voltou atrás no “acordo”. Lula morre de medo dos militares.

Muitos dos brasileiros presos nos aeroportos riam da própria desgraça. Um rapaz até ria para o repórter enquanto fazia uma “cama de casal” de papelão no chão. Já os estrangeiros desacostumados com tanta incomptência esbravejavam de ódio pelo caos.

Enquanto Lula-lá já havia voado para os EUA no Air Force 51 e a diretora da ANAC, Denise Abreu fumava charuto em um casamento em Salvador, uma turista estrangeira furiosa ironizava o “ordem e progresso” de nossa bandeira: “Donde está el progreso? Donde? Mierda!”

Foi esse o governo que os brasileiros reelegeram. Quantos mais terão de morrer? Será que vão mudar os dizeres de nossa bandeira? Com a palavra o responsável: Luis “eu não sabia” Inácio “traído” Lula “apunhalado pelas costas” da Silva.

O caos aéreo que se instalou há seis meses é algo sem precedentes “desde que Cabral pôs os pés aqui”. A última das seis paralisações afetou 67 aeroportos administrados pela Infraero resultando em cerca de 18 mil reféns. A crise começou com a morte de 154 cidadãos na queda do avião da Gol em 29 de setembro de 2006.

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) em dezembro passado classificou como “caótica” a questão do setor aéreo “neste País”. E concluiu que a desordem é produto da negligência do governo petista que foi acusado de inerte, de não ter planejamento e de ser o responsável pelo agravamento do caos; além do corte “irresponsável” de verbas que deveriam ser usadas na contratação e treinamento de pessoal e na compra de equipamentos mais modernos para uso no controle do tráfego aéreo.

Documentos revelam que o governo tinha conhecimento dos problemas desde o início do reinado de Lula. Em 2003, o então ministro da Defesa, José Viegas Filho, já reclamava do “contingenciamento sistemático” e afirmava que o corte de verbas feito pelo Ministério da Fazenda vinha “produzindo dificuldades no Comando da Aeronáutica”, prevendo o problema com quatro anos de antecedência: “A diminuição dos recursos aplicados nessa atividade produz reflexos na própria segurança dos vôos, podendo acarretar a degradação do sistema”. O aviso entrou por um ouvido do governo e saiu pelo outro. Cerca de R$ 1,3 bilhão foi retirado do Fundo Aeronáutico.

Já no ano de 2007 da Era Proletária, o Aeroporto Internacional de Cumbica chegou a ficar quase um mês sem um dos instrumentos que ajudam os pilotos a aterrissarem com neblina.

Sobre o “acordo” que Lula mandou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, fazer e depois desfazer, o cientista político e especialista em assuntos militares Eliezer de Oliveira afirma: “Há, sim, uma crise militar, embora não estejam ameaçadas nem as instituições nem a autoridade do presidente da República. Três fatos distintos caracterizam essa crise, surgida com a rebelião dos sargentos na sexta-feira. Primeiro, a quebra de hierarquia, quando eles se recusaram a cumprir ordens superiores. Segundo, a decisão dos oficiais de se recusar a continuar comandando os insurretos. Terceiro, a atitude do governo de escalar um ministro civil para negociar diretamente com os rebeldes e tomar decisões que desprezam os procedimentos militares”. Para que isso não se repita, Eliezer dá uma dica ao maior líder da “história deste País”: “É o presidente da República parar de atuar sindicalmente e agir como chefe de Estado”. “E isso começa por não deixar que se cortem verbas, como se a defesa nacional fosse negociável.”

Vale lembrar: apenas depois que o Brigadeiro Sérgio Ferolla, ex-presidente do Superior Tribunal Militar, defendeu a abertura de inquérito, “pois quem for conivente com o crime criminoso é”, que Bernardo voltou atrás no “acordo”. Lula morre de medo dos militares.

Muitos dos brasileiros presos nos aeroportos riam da própria desgraça. Um rapaz até ria para o repórter enquanto fazia uma “cama de casal” de papelão no chão. Já os estrangeiros desacostumados com tanta incomptência esbravejavam de ódio pelo caos.

Enquanto Lula-lá já havia voado para os EUA no Air Force 51 e a diretora da ANAC, Denise Abreu fumava charuto em um casamento em Salvador, uma turista estrangeira furiosa ironizava o “ordem e progresso” de nossa bandeira: “Donde está el progreso? Donde? Mierda!”

Foi esse o governo que os brasileiros reelegeram. Quantos mais terão de morrer? Será que vão mudar os dizeres de nossa bandeira? Com a palavra o responsável: Luis “eu não sabia” Inácio “traído” Lula “apunhalado pelas costas” da Silva.

André Plácido

André Arruda Plácido nasceu em Pirajuí (SP) e é cidadão português. Reside em Londrina (PR) onde graduou-se em Relações Públicas e Teologia. Em Bauru (SP) concluiu o curso de Jornalismo. Fez especialização em Comunicação e Liderança em Missões Mundiais pelo Haggai Institute em Cingapura. É professor de comunicação, poeta, radialista, cronista e fotógrafo.

Website.: fotologue.jp/andrearrudaplacido

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