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11 Mar 2007

Delfim é o Fim (Segunda Parte)

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Delfim admite que os escândalos atrapalharam bastante o governo, mas logo após ter dito isto, minimiza a coisa retoricamente: “Mas existe porcaria em todo governo”.

Após Delfim ter denunciado que a mídia falsificara suas palavras – deslavada mentira – e que o que ele tinha realmente dito e redito era que “não se pode distribuir o que não foi produzido”, Marcio Aith, o excelente entrevistador de Veja, percebeu que essa afirmação não era consistente em relação àquel’outra, a saber: que “economistas sofisticadíssimos pedem “apenas crescimento” e brigam “com um governo inclinado a reduzir a desigualdade”.

Percebendo a gritante contradição do referido economista, Marcio então coloca o dedo na ferida: “Mas o governo Lula é criticado justamente por distribuir o que não foi produzido.” Haja sofisma para sair dessa! Mas Delfim, além de entrar em contradição a todo momento - tal como os depoimentos de certos deputados e empresários nas CPIs - mostra-se um impenitente praticante da erística.

Delfim volta a puxar o saco de Lulla: “O Presidente é suficientemente inteligente para aproveitar a oportunidade que o Brasil lhe deu. Ele tem dito que não vai violar as condições de estabilidade fiscal e não fará nenhuma loucura”. Como assim? Já fez várias! Para citar tão-somente algumas das loucuras da política externa dele e de seu chanceler: o Excelso Amorim. (1) Fez diversas viagens à África fantasiado de Papai Noel distribuindo agradinhos e dinheiro. Basta citar o perdão da dívida de Moçambique, uma merrequinha de R$1.000.000.000,00 (Um bilhão de reais), e tudo isto na vã esperança de angariar votos de países do Terceiro Mundo para o Brasil ter um assento no Conselho de Segurança da ONU, coisa aliás que se possível fosse, só traria mais despesas para o país. E nenhum benefício!

(2) Permitiu que Evo Inmorales se apropriasse indebitamente de duas usinas da Petrobras na Bolívia no valor de R$ 2.000.000.000. (Dois bilhões de reais) sem tomar a providência de reivindicar os direitos comerciais do Brasil na OMC. (3) Espantou a ALCA da América do Sul e optou por uma farsa de mercado, que é o Mercosul. (3) Foi incapaz de reduzir o déficit público pela redução dos gastos com a burocracia. Ao contrário, aumentou o custo do Estado e com ele o déficit público. É mole ou quer mais? Numa coisa, porém, Delfim tem razão: Lulla tem mantido a estabilidade da moeda. Mas até quando conseguirá fazer tal coisa com os juros na estratosfera e o real hipervalorizado em relação ao dólar?

Após alguns entretantos, Defim entra nos finalmentes: “Quando Lula deu escala e foco aos programas sociais, quis somente tornar as oportunidades de educação e saúde iguais para todos.” Isto é inaceitável quando sabemos que o orçamento do Bolsa-família é maior do que o da educação, e o da saúde tem experimentado cortes crescentes, o que permite se tirar a conclusão de que, para Lula, as práticas coronelistas e assistencialistas são mais importantes do que a educação e a saúde do povo brasileiro, principalmente dos infelizes que dependem totalmente desses serviços prestados pelo Estado.

Mas Delfim oferece um argumento complementar: “Pela primeira vez o IBGE consegue captar uma queda na desigualdade de renda. Não é pouca coisa.” De fato, é inegável que houve essa queda, mas isto não significa dizer que a classe pobre ficou mais rica, a classe média é que ficou mais pobre. A continuar neste ritmo, em breve alcançaremos a tão ambicionada igualdade socialista: ficaremos todos igualmente pobres, com a exceção da Nomenklatura do PT-CUT, seus protegés, leais serviçais e apaniguados.

Indagado sobre o PACotão do governo, e não sabendo o que dizer em sua defesa, apesar de extremamente desejoso de massagear o ego de Lulla, Delfim saiu-se com uma de sarapatel: “O mérito do plano foi recuperar um projeto de desenvolvimento econômico e procurar acender o espírito animal dos empresários”. Só se for o de alguns setores do empresariado beneficiados em detrimento de outros. Não consigo entender o que Delfim quer dizer com “recuperar um projeto de desenvolvimento” em face do que afirmou antes: “O plano não tem grandes novidades. A maior parte dos projetos de infra-estrutura nele previstos está parada desde 1997.” (???). Com mais esse gritante contra-senso, estou começando a suspeitar que Delfim está padecendo de uma esclerose avançada, pois se mostra capaz de se lembrar do que dissera há mais de 30 anos, porém incapaz de se lembrar do que disse há menos de 30 segundos.

Segundo Delfim, “o setor privado precisa de duas garantias para investir: a de que haverá crescimento e não faltará energia”. Ora, do jeito com que o (des)governo Lulla vem investindo em infra-estrutura em geral e na produção de energia em particular, brevemente seremos contemplados com mais um apagão. [Podem ir estocando velas e lampiões, meus caros]. Lulla terá que rezar para as indústrias não crescerem demasiadamente, ao ponto de sua demanda de energia não poder ser atendida. Algo parecido com o Brasil ter se tornado auto-suficiente em petróleo, não por mérito da Petrobras, mas sim por demérito de um governo raquítico carente de vitamina K . Na realidade, o setor privado precisa de muito mais do que duas apontadas garantias para investir. Entre elas, uma redução da espoliativa carga tributária – o Brasil conseguiu superar a Turquia como o país mais tributado do mundo!!! – revogar direitos trabalhistas que, sob a alegação de estarem protegendo o trabalhador, só concorrem para dificultar sua contratação. Na Espanha também havia direitos trabalhistas esclerosados, mas houve uma boa reforma modernizante e o índice de desemprego caiu drasticamente com o país crescendo como nunca...

Mas, como já dissemos alhures diversas vezes, não há indivíduo que, por mais desatinado que seja, não tenha um laivo de lucidez ao menos uma vez na vida. Referindo-se à vinculação constitucional obrigatória – coisa que só pode ter sido criada pela Constituição dos Miseráveis de Ulysses no país das maravilhas - disse Delfim Netto: “Toda corporação, quando pode, cria uma. Suas conseqüências são desastrosas. Decide-se jogar uma determinada quantia numa área ainda que se saiba que o dinheiro está sendo jogado no lixo da ineficiência ou da corrupção. Com isso, o servidor não só perde o estímulo à produtividade como ganha um incentivo à roubalheira.” Resumindo: é isto que costumamos chamar de Dilema Brasiliensis. Diante de certas situações escabrosas, difíceis mesmo de se compreender o que realmente está em jogo, somos levados a indagar: Incompetência ou safadeza? (Tertium non datur).

E por falar em safadeza, o entrevistador faz uma terrível questão mor(t)al: “A corrupção no primeiro mandato de Lula superou suas expectativas?” Delfim admite que os escândalos atrapalharam bastante o governo, mas logo após ter dito isto, minimiza a coisa retoricamente: “Mas existe porcaria em todo governo”.Certamente, mas n’alguns a porcaria é muito maior do que noutros. O governo Lulla fez o governo Collor parecer um bando de ladrões de galinha, mas quem recebeu o impeachment foi Collor (posteriormente inocentado pelo STF), e como todo mundo sabe, o que faz o governo Lulla nada tem ver com o que faz aquele metalúrgico aposentado, que gosta de bater uma bolinha todo domingo na Granja do Torto envergando a camisa do glorioso Curíntia do saudoso Vicente Matheus. “Granja do Torto” ...Nunca um nome foi tão apropriado ao seu ocupante temporário!

Mas Delfim prossegue dizendo: [À corrupção] “no caso do PT aplica-se a fórmula criada na primeira metade do século passado pelo sociólogo alemão Robert Michels: ‘Sindicalismo mais política é igual à corrupção’.”

Data maxima venia do ilustre alemão, penso um pouquinho diferente: Sindicato mais Partido Político é igual a um inevitável conflito, porque um sindicato tem como finalidade precípua defender os interesses da categoria profissional que representa, um partido político tem como finalidade precípua defender os interesses do povo, tanto os dos que o elegeram como os dos que não votaram nele. Ele é representante tanto da população votante como da não-votante.

Mas como é possível conciliar ambos os antagônicos interesses? Só se a parte for igual ao todo, para a decepção de um espírito lógico. E este é o grande entrave do PT-CUT desde a sua fatídica nascença num ninho de esquerdistas na Rua Maria Antônia. A ex-prefeita de São Paulo, Luíza Erundina, um dos primeiros governos do PT-CUT, deixou patente o referido antagonismo quando, por exemplo, numa greve dos motoristas de ônibus, Erundina teria que esquecer que ela era sindicalista ou esquecer que ela era prefeita.(das duas, uma!). Se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come. Arre égua!!!

Após Delfim ter denunciado que a mídia falsificara suas palavras – deslavada mentira – e que o que ele tinha realmente dito e redito era que “não se pode distribuir o que não foi produzido”, Marcio Aith, o excelente entrevistador de Veja, percebeu que essa afirmação não era consistente em relação àquel’outra, a saber: que “economistas sofisticadíssimos pedem “apenas crescimento” e brigam “com um governo inclinado a reduzir a desigualdade”.

Percebendo a gritante contradição do referido economista, Marcio então coloca o dedo na ferida: “Mas o governo Lula é criticado justamente por distribuir o que não foi produzido.” Haja sofisma para sair dessa! Mas Delfim, além de entrar em contradição a todo momento - tal como os depoimentos de certos deputados e empresários nas CPIs - mostra-se um impenitente praticante da erística.

Delfim volta a puxar o saco de Lulla: “O Presidente é suficientemente inteligente para aproveitar a oportunidade que o Brasil lhe deu. Ele tem dito que não vai violar as condições de estabilidade fiscal e não fará nenhuma loucura”. Como assim? Já fez várias! Para citar tão-somente algumas das loucuras da política externa dele e de seu chanceler: o Excelso Amorim. (1) Fez diversas viagens à África fantasiado de Papai Noel distribuindo agradinhos e dinheiro. Basta citar o perdão da dívida de Moçambique, uma merrequinha de R$1.000.000.000,00 (Um bilhão de reais), e tudo isto na vã esperança de angariar votos de países do Terceiro Mundo para o Brasil ter um assento no Conselho de Segurança da ONU, coisa aliás que se possível fosse, só traria mais despesas para o país. E nenhum benefício!

(2) Permitiu que Evo Inmorales se apropriasse indebitamente de duas usinas da Petrobras na Bolívia no valor de R$ 2.000.000.000. (Dois bilhões de reais) sem tomar a providência de reivindicar os direitos comerciais do Brasil na OMC. (3) Espantou a ALCA da América do Sul e optou por uma farsa de mercado, que é o Mercosul. (3) Foi incapaz de reduzir o déficit público pela redução dos gastos com a burocracia. Ao contrário, aumentou o custo do Estado e com ele o déficit público. É mole ou quer mais? Numa coisa, porém, Delfim tem razão: Lulla tem mantido a estabilidade da moeda. Mas até quando conseguirá fazer tal coisa com os juros na estratosfera e o real hipervalorizado em relação ao dólar?

Após alguns entretantos, Defim entra nos finalmentes: “Quando Lula deu escala e foco aos programas sociais, quis somente tornar as oportunidades de educação e saúde iguais para todos.” Isto é inaceitável quando sabemos que o orçamento do Bolsa-família é maior do que o da educação, e o da saúde tem experimentado cortes crescentes, o que permite se tirar a conclusão de que, para Lula, as práticas coronelistas e assistencialistas são mais importantes do que a educação e a saúde do povo brasileiro, principalmente dos infelizes que dependem totalmente desses serviços prestados pelo Estado.

Mas Delfim oferece um argumento complementar: “Pela primeira vez o IBGE consegue captar uma queda na desigualdade de renda. Não é pouca coisa.” De fato, é inegável que houve essa queda, mas isto não significa dizer que a classe pobre ficou mais rica, a classe média é que ficou mais pobre. A continuar neste ritmo, em breve alcançaremos a tão ambicionada igualdade socialista: ficaremos todos igualmente pobres, com a exceção da Nomenklatura do PT-CUT, seus protegés, leais serviçais e apaniguados.

Indagado sobre o PACotão do governo, e não sabendo o que dizer em sua defesa, apesar de extremamente desejoso de massagear o ego de Lulla, Delfim saiu-se com uma de sarapatel: “O mérito do plano foi recuperar um projeto de desenvolvimento econômico e procurar acender o espírito animal dos empresários”. Só se for o de alguns setores do empresariado beneficiados em detrimento de outros. Não consigo entender o que Delfim quer dizer com “recuperar um projeto de desenvolvimento” em face do que afirmou antes: “O plano não tem grandes novidades. A maior parte dos projetos de infra-estrutura nele previstos está parada desde 1997.” (???). Com mais esse gritante contra-senso, estou começando a suspeitar que Delfim está padecendo de uma esclerose avançada, pois se mostra capaz de se lembrar do que dissera há mais de 30 anos, porém incapaz de se lembrar do que disse há menos de 30 segundos.

Segundo Delfim, “o setor privado precisa de duas garantias para investir: a de que haverá crescimento e não faltará energia”. Ora, do jeito com que o (des)governo Lulla vem investindo em infra-estrutura em geral e na produção de energia em particular, brevemente seremos contemplados com mais um apagão. [Podem ir estocando velas e lampiões, meus caros]. Lulla terá que rezar para as indústrias não crescerem demasiadamente, ao ponto de sua demanda de energia não poder ser atendida. Algo parecido com o Brasil ter se tornado auto-suficiente em petróleo, não por mérito da Petrobras, mas sim por demérito de um governo raquítico carente de vitamina K . Na realidade, o setor privado precisa de muito mais do que duas apontadas garantias para investir. Entre elas, uma redução da espoliativa carga tributária – o Brasil conseguiu superar a Turquia como o país mais tributado do mundo!!! – revogar direitos trabalhistas que, sob a alegação de estarem protegendo o trabalhador, só concorrem para dificultar sua contratação. Na Espanha também havia direitos trabalhistas esclerosados, mas houve uma boa reforma modernizante e o índice de desemprego caiu drasticamente com o país crescendo como nunca...

Mas, como já dissemos alhures diversas vezes, não há indivíduo que, por mais desatinado que seja, não tenha um laivo de lucidez ao menos uma vez na vida. Referindo-se à vinculação constitucional obrigatória – coisa que só pode ter sido criada pela Constituição dos Miseráveis de Ulysses no país das maravilhas - disse Delfim Netto: “Toda corporação, quando pode, cria uma. Suas conseqüências são desastrosas. Decide-se jogar uma determinada quantia numa área ainda que se saiba que o dinheiro está sendo jogado no lixo da ineficiência ou da corrupção. Com isso, o servidor não só perde o estímulo à produtividade como ganha um incentivo à roubalheira.” Resumindo: é isto que costumamos chamar de Dilema Brasiliensis. Diante de certas situações escabrosas, difíceis mesmo de se compreender o que realmente está em jogo, somos levados a indagar: Incompetência ou safadeza? (Tertium non datur).

E por falar em safadeza, o entrevistador faz uma terrível questão mor(t)al: “A corrupção no primeiro mandato de Lula superou suas expectativas?” Delfim admite que os escândalos atrapalharam bastante o governo, mas logo após ter dito isto, minimiza a coisa retoricamente: “Mas existe porcaria em todo governo”.Certamente, mas n’alguns a porcaria é muito maior do que noutros. O governo Lulla fez o governo Collor parecer um bando de ladrões de galinha, mas quem recebeu o impeachment foi Collor (posteriormente inocentado pelo STF), e como todo mundo sabe, o que faz o governo Lulla nada tem ver com o que faz aquele metalúrgico aposentado, que gosta de bater uma bolinha todo domingo na Granja do Torto envergando a camisa do glorioso Curíntia do saudoso Vicente Matheus. “Granja do Torto” ...Nunca um nome foi tão apropriado ao seu ocupante temporário!

Mas Delfim prossegue dizendo: [À corrupção] “no caso do PT aplica-se a fórmula criada na primeira metade do século passado pelo sociólogo alemão Robert Michels: ‘Sindicalismo mais política é igual à corrupção’.”

Data maxima venia do ilustre alemão, penso um pouquinho diferente: Sindicato mais Partido Político é igual a um inevitável conflito, porque um sindicato tem como finalidade precípua defender os interesses da categoria profissional que representa, um partido político tem como finalidade precípua defender os interesses do povo, tanto os dos que o elegeram como os dos que não votaram nele. Ele é representante tanto da população votante como da não-votante.

Mas como é possível conciliar ambos os antagônicos interesses? Só se a parte for igual ao todo, para a decepção de um espírito lógico. E este é o grande entrave do PT-CUT desde a sua fatídica nascença num ninho de esquerdistas na Rua Maria Antônia. A ex-prefeita de São Paulo, Luíza Erundina, um dos primeiros governos do PT-CUT, deixou patente o referido antagonismo quando, por exemplo, numa greve dos motoristas de ônibus, Erundina teria que esquecer que ela era sindicalista ou esquecer que ela era prefeita.(das duas, uma!). Se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come. Arre égua!!!

Mario Guerreiro

Mario Antonio de Lacerda Guerreiro nasceu no Rio de Janeiro em 1944. Doutorou-se em Filosofia pela UFRJ em 1983. É Professor Adjunto IV do Depto. de Filosofia da UFRJ. Ex-Pesquisador do CNPq. Ex-Membro do ILTC [Instituto de Lógica, Filosofia e Teoria da Ciência], da SBEC [Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos].Membro Fundador da Sociedade Brasileira de Análise Filosófica. Membro Fundador da Sociedade de Economia Personalista. Membro do Instituto Liberal do Rio de Janeiro e da Sociedade de Estudos Filosóficos e Interdisciplinares da Universidade. Autor de Problemas de Filosofia da Linguagem (EDUFF, Niterói, 1985); O Dizível e O Indizível (Papirus, Campinas, 1989); Ética Mínima Para Homens Práticos (Instituto Liberal, Rio de Janeiro, 1995). O Problema da Ficção na Filosofia Analítica (Editora UEL, Londrina, 1999). Ceticismo ou Senso Comum? (EDIPUCRS, Porto Alegre, 1999). Deus Existe? Uma Investigação Filosófica. (Editora UEL, Londrina, 2000). Liberdade ou Igualdade (Porto Alegre, EDIOUCRS, 2002).

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