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05 Mar 2007

Mais um Pacotaço! Que Horror!

Escrito por 
Para quem enganou mais de cinqüenta milhões de eleitores, lançar mais um pacotão de mentiras e sonhos é café pequeno.

Para quem enganou mais de cinqüenta milhões de eleitores, lançar mais um pacotão de mentiras e sonhos é café pequeno.

No primeiro mandato, com o maior estardalhaço, Lula prometeu o "espetáculo do crescimento!" No entanto, o que assistimos foi o espetáculo da corrupção, dos mensaleiros, dos sanguessugas. Sempre protagonizado pelo PT!

Quanto ao crescimento, só o miserável Haiti cresceu menos que o Brasil. Mesmo assim, uma multidão de aloprados deu a Lula mais quatro anos de mandato, com carta branca para cometer mais asneiras.

Mais uma vez confiante na ingenuidade e na ignorância do eleitorado, aí incluída a burritsia brasileira, Lula repetiu a promessa do "espetáculo", agora com outro nome: "Plano de Aceleração do Crescimento", um pacotaço gerado principalmente na cabeça da ex-terrorista Dilma Roussef, figura de proa do staff ministerial do Presidente.

Tão certo quanto dois mais dois são quatro, o pacotaço, como todos os anteriores (Plano Congelado, Plano Verão, Plano Collor) vai dar com os burros na água, por um motivo muito simples. Em vez de atacar os principais óbices ao nosso crescimento, vai agravá-los.

Em vez de diminuir o gigantismo do Estado, vai aumentá-lo. Em vez de reduzir a intolerável tributação acima de 40% do PIB, vai inflá-lo ainda mais. Em vez da meritocracia contatará petistas e sindicalistas para cargos-chave. Em vez de combater a praga do marajaísmo, vai elevá-lo a novas alturas, no processo, apropriando-se do Estado. Em vez de submeter o País a um choque de capitalismo e de liberdade, Lula vai agachar-se, como sempre, perante seus mentores políticos comunistas, disfarçados de "socialistas": Fidel Castro, Hugo Chaves e Evo Morales. Em vez de estimular transações comerciais com países do primeiro mundo, especialmente os Estados Unidos e os países da União Européia, Lula vai associar-se a países do terceiro, quarto e quinto mundos, de preferência aqueles entregues a regimes ditatoriais ou socialistas, tão a seu gosto.

Após a Segunda Guerra mundial, graças aos Estados Unidos, o capitalismo salvou o Japão, a Coréia do Sul, a Itália, a França, a Alemanha e a Inglaterra (graças a Thatcher). Agora novamente o capitalismo está salvando Índia, China, Taiwan, Cingapura, Indonésia e até a Irlanda, hoje o maior padrão de vida do mundo. Enquanto isto o socialismo irá afundar a Venezuela, o Equador, a Bolívia e provavelmente Uruguai, Argentina e Brasil.

Em suma, como acelerar o crescimento se nosso presidente pretende engatar marcha-a-ré e repetir os erros do socialismo, um regime que, no século passado, produziu monstrengos como a Alemanha nazista, a Itália fascista e países comunistas tal como União Soviética, China, Camboja, Cuba, Coréia do Norte e alguns países do Leste Europeu? Poderá o socialismo, um regime retrógrado e fracassado, lograr êxito no Brasil, onde nem a democracia deu certo?

Mesmo se o País almejasse superar esses óbices, tal não seria possível, pois, além de termos um congresso que mais parece um balcão de negócios, estamos tolhidos por uma falsa constituição, de cunho comunista, preparada pelos cobradores e não pelos pagadores de impostos, como deveria ser uma verdadeira constituição (tal qual a famosa Carta Magna de 1215, na Inglaterra). O espírito de nossa constituição é completamente diferente da Carta Magna e tristemente semelhante ao Código de Manu, da Índia Antiga, que estipulava os "direitos", ou melhor, os "privilégios" dos marajás e os "deveres" das castas inferiores.

Por incrível que pareça, também a Igreja Católica divide a sociedade em castas, conforme a encíclica "Vehementer Nos", de autoria do Santo Papa Pio X (papa 1903-14, canonizado em 1954). Conforme ela, divide-se a sociedade em três castas. A mais importante é a Igreja, "o corpo místico de Jesus Cristo", seja lá o que for isto. Cabe a esta casta superior mandar, doutrinar, "salvar", cobrar dízimos e impostos! A segunda casta é dos nobres, a quem cabe guerrear, promover a paz interior e também cobrar impostos, é claro. A terceira casta, "a grei" (rebanho de gado miúdo), tem a função de obedecer, "como um dócil rebanho" (sic), trabalhar e sustentar, com impostos, a vida boa, o luxo e a riqueza da primeira e segunda castas. No entanto, se Cristo hoje realizasse a parousia (a segunda vinda ao mundo), só entraria no Vaticano e na Opus Dei com o mesmo chicote com que expulsou os vendilhões do Templo de Herodes.

No mesmo diapasão, nossa constituição ressuscita a tendência, muitas vezes milenar, de dividir a sociedade em castas, cada qual gozando de determinados privilégios ou determinadas obrigações. No Brasil, a casta superior são os marajás do serviço público, aquinhoados com salários milionários, estabilidade no emprego (quanto vale este privilégio?), confortabilíssimos ambientes de trabalho, além de uma série de penduricalhos, como qüinqüênios acumulativos, décimo quarto e décimo quinto salários, e uma pletora de adicionais que não nos é dado conhecer – simples mortais que somos. Apenas um exemplo: em muitos órgãos públicos existem elevadores exclusivos para juizes, seres superiores que não podem se rebaixar a se misturar com a plebe ignara – a mesma que paga seus salários milionários. A propósito, os juizes estaduais acabam de ser aquinhoados com um aumento, mensal, de quase sete salários mínimos. Chamam a isso "conquistas". À nossa custa, é claro.

Segundo a constituição safada de 88, párias são os trabalhadores do setor privado, que têm a obrigação de trabalhar e pagar impostos para sustentar o luxo e a vida boa dos marajás, que fingem que pagam impostos, extraindo-os de seus proventos artificialmente aumentados para facilitar esta manobra.

Por exemplo: a Câmara de Deputados de Brasília, que já conta com mais de mil jornalistas, vai contratar mais de duzentos outros, com proventos de mais de nove mil reais, fora os penduricalhos. O mesmo cargo, no setor privado, paga pouco mais de mil reais. Assim são as castas no Brasil. Por isso, está ocorrendo um monstruoso êxodo do setor privado, que paga preço de mercado, para o shangri-lá do setor publico, com salários milionários, garantia de estabilidade e penduricalhos mil. Quando todos forem barnabés, quem vai produzir riqueza? Estamos seguindo o caminho da União Soviética. E este caminho termina em um abismo e não em um espetáculo de crescimento.

O caminho da verdadeira aceleração do crescimento passa pela promulgação de uma constituição de verdade, a ser elaborada pelos pagadores de impostos e não pelos cobradores, como atualmente.

É impressionante como luminares da Ciência Jurídica, muitos deles bafejados pelas benesses do marajaísmo estatal, não acordaram para o fato de nossa constituição constituir-se em verdadeiro assalto contra o setor privado, pleno de armadilhas para garantir os privilégios de casta dos marajás, como: direitos (privilégios) adquiridos; isonomia; autonomia financeira, estabilidade no emprego e direito de greve (dois privilégios incompatíveis pois, juntos, proporcionam aos servidores públicos um poder ilimitado de reivindicação); aposentadorias com paridade mensal (crescentes) enquanto o setor privado, criador de riqueza, aposenta-se com pensões minguantes.

A Constituição, em certos aspectos, parece-se a um estatuto de bandidos, destinado a assaltar o dinheiro do povo, para enriquecimento sem causa dos apaniguados da mãe pátria. Não é este o caminho da aceleração do crescimento. Lembro-me quando, no filme Titanic, o dono da empresa ordena ao comandante "a todo vapor" – para bater recordes de velocidade. Deu no que deu!

Como quase tudo está errado no Brasil, a tal farsa da "aceleração" vai topar pelo caminho com um iceberg gigantesco, que atende pelo nome de socialismo, que já afundou tantas nações e afundará tantas outras. Como sentenciou o filósofo George Santayana: "Quem não conhece a história está condenado a repeti-la".

Outro iceberg monumental no caminho do País é a famigerada CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), gerada pelo ultra populista Getúlio Vargas, "pai dos pobres", que já levou tantos empresários à falência e impede a criação de milhões de empregos. Cerca de metade dos empregados do setor privado está fora da CLT, pois o espírito deste estatuto é que os empresários são exploradores dos empregados e devem ser punidos pela idiota "devolução da mais valia". Os sindicatos e certos políticos continuamente lutam por mais "conquistas", que só beneficiam os já empregados, porém desencorajam novas contratações além de provocar demissões. O objetivo imbecil dos sindicatos, quase todos comunistas, é levar à falência os empresários (seus empregadores!). Seu objetivo é óbvio: estatizaçao total dos bens de produção, de acordo à idiotice marxista.

Que eu saiba, o Brasil é um dos poucos países que têm uma justiça do trabalho, com um código próprio (a CLT) e tribunais especializados. Uma aberração, de inspiração marxista, pois o Código Civil é mais que capaz de dirimir pendências trabalhistas, sem a necessidade do colossal e caríssimo aparato destinado a proteger os "coitadinhos" dos "operários" dos "selvagens" capitalistas. Mais uma idiotice comunista, que ignora o fato que, sem empresários, não haveria empregos, exceto empregos públicos. Entretanto, sem empresários, que criam riquezas, o Estado, que vive de sugar impostos do setor privado, morreria de inanição.

Necessário se torna, também, combater, de maneira séria, os bandidos, que têm prosperado graças à proteção de esquerdistas e socialistas (mesma coisa) que os consideram aliados na luta contra as "elites dominantes". Lula, da mesma maneira que protege, com verbas fabulosas, os bandidos do MST, já se declarou contrário à redução da maioridade penal, pois, para ele, a sociedade capitalista é a culpada pela existência de criminosos, especialmente menores.

Os estudantes, imaturos culturalmente, como sempre manipulados pelos comunistas, ingenuamente repetem a mesma ladainha.

Comunistas e socialistas, quando fora do poder, são contra a pena de morte. Presidem toda sorte de ONGs em defesa dos "direitos humanos" (direito dos bandidos), para salvar da forca seus futuros aliados. No entanto, quando assumem o poder, entregam-se a verdadeira orgia de execuções. Lênin matou 10 milhões, Stálin, 60 milhões. Mao Zedong, 65 milhões, Pol Pot liquidou quase metade da população de Camboja, à procura do comunista perfeito (não encontrou nenhum mas conseguiu uma maravilhosa coleção de crânios). " Fidel foi responsável por cerca de cem mil mortes. E continua matando. O comunismo é sempre assim. Todo ele fundamentado em mentiras, falsidades, enganações, genocídio. Mentem tanto que até acreditam nas próprias mentiras, com toda a força da fé, segundo Eliphas Levy, "a razão dos imbecis".

Concluindo: sem corrigir as tremendas distorções de nosso arcabouço jurídico, sem incorporar os avanços sociais e econômicos do Iluminismo, nenhum pacotaço será bem sucedido, principalmente quando elaborado por mentes doentias, contaminadas com idiotices marxistas.

Após a Segunda Guerra mundial, graças aos Estados Unidos, o capitalismo salvou o Japão, a Coréia do Sul, a Itália, a França, a Alemanha e a Inglaterra (graças a Thatcher). Agora novamente o capitalismo está salvando Índia, China, Taiwan, Cingapura, Indonésia e até a Irlanda, hoje o maior padrão de vida do mundo. Enquanto isto o socialismo irá afundar a Venezuela, o Equador, a Bolívia e provavelmente Uruguai, Argentina e Brasil.

Para quem enganou mais de cinqüenta milhões de eleitores, lançar mais um pacotão de mentiras e sonhos é café pequeno.

No primeiro mandato, com o maior estardalhaço, Lula prometeu o "espetáculo do crescimento!" No entanto, o que assistimos foi o espetáculo da corrupção, dos mensaleiros, dos sanguessugas. Sempre protagonizado pelo PT!

Quanto ao crescimento, só o miserável Haiti cresceu menos que o Brasil. Mesmo assim, uma multidão de aloprados deu a Lula mais quatro anos de mandato, com carta branca para cometer mais asneiras.

Mais uma vez confiante na ingenuidade e na ignorância do eleitorado, aí incluída a burritsia brasileira, Lula repetiu a promessa do "espetáculo", agora com outro nome: "Plano de Aceleração do Crescimento", um pacotaço gerado principalmente na cabeça da ex-terrorista Dilma Roussef, figura de proa do staff ministerial do Presidente.

Tão certo quanto dois mais dois são quatro, o pacotaço, como todos os anteriores (Plano Congelado, Plano Verão, Plano Collor) vai dar com os burros na água, por um motivo muito simples. Em vez de atacar os principais óbices ao nosso crescimento, vai agravá-los.

Em vez de diminuir o gigantismo do Estado, vai aumentá-lo. Em vez de reduzir a intolerável tributação acima de 40% do PIB, vai inflá-lo ainda mais. Em vez da meritocracia contatará petistas e sindicalistas para cargos-chave. Em vez de combater a praga do marajaísmo, vai elevá-lo a novas alturas, no processo, apropriando-se do Estado. Em vez de submeter o País a um choque de capitalismo e de liberdade, Lula vai agachar-se, como sempre, perante seus mentores políticos comunistas, disfarçados de "socialistas": Fidel Castro, Hugo Chaves e Evo Morales. Em vez de estimular transações comerciais com países do primeiro mundo, especialmente os Estados Unidos e os países da União Européia, Lula vai associar-se a países do terceiro, quarto e quinto mundos, de preferência aqueles entregues a regimes ditatoriais ou socialistas, tão a seu gosto.

Após a Segunda Guerra mundial, graças aos Estados Unidos, o capitalismo salvou o Japão, a Coréia do Sul, a Itália, a França, a Alemanha e a Inglaterra (graças a Thatcher). Agora novamente o capitalismo está salvando Índia, China, Taiwan, Cingapura, Indonésia e até a Irlanda, hoje o maior padrão de vida do mundo. Enquanto isto o socialismo irá afundar a Venezuela, o Equador, a Bolívia e provavelmente Uruguai, Argentina e Brasil.

Em suma, como acelerar o crescimento se nosso presidente pretende engatar marcha-a-ré e repetir os erros do socialismo, um regime que, no século passado, produziu monstrengos como a Alemanha nazista, a Itália fascista e países comunistas tal como União Soviética, China, Camboja, Cuba, Coréia do Norte e alguns países do Leste Europeu? Poderá o socialismo, um regime retrógrado e fracassado, lograr êxito no Brasil, onde nem a democracia deu certo?

Mesmo se o País almejasse superar esses óbices, tal não seria possível, pois, além de termos um congresso que mais parece um balcão de negócios, estamos tolhidos por uma falsa constituição, de cunho comunista, preparada pelos cobradores e não pelos pagadores de impostos, como deveria ser uma verdadeira constituição (tal qual a famosa Carta Magna de 1215, na Inglaterra). O espírito de nossa constituição é completamente diferente da Carta Magna e tristemente semelhante ao Código de Manu, da Índia Antiga, que estipulava os "direitos", ou melhor, os "privilégios" dos marajás e os "deveres" das castas inferiores.

Por incrível que pareça, também a Igreja Católica divide a sociedade em castas, conforme a encíclica "Vehementer Nos", de autoria do Santo Papa Pio X (papa 1903-14, canonizado em 1954). Conforme ela, divide-se a sociedade em três castas. A mais importante é a Igreja, "o corpo místico de Jesus Cristo", seja lá o que for isto. Cabe a esta casta superior mandar, doutrinar, "salvar", cobrar dízimos e impostos! A segunda casta é dos nobres, a quem cabe guerrear, promover a paz interior e também cobrar impostos, é claro. A terceira casta, "a grei" (rebanho de gado miúdo), tem a função de obedecer, "como um dócil rebanho" (sic), trabalhar e sustentar, com impostos, a vida boa, o luxo e a riqueza da primeira e segunda castas. No entanto, se Cristo hoje realizasse a parousia (a segunda vinda ao mundo), só entraria no Vaticano e na Opus Dei com o mesmo chicote com que expulsou os vendilhões do Templo de Herodes.

No mesmo diapasão, nossa constituição ressuscita a tendência, muitas vezes milenar, de dividir a sociedade em castas, cada qual gozando de determinados privilégios ou determinadas obrigações. No Brasil, a casta superior são os marajás do serviço público, aquinhoados com salários milionários, estabilidade no emprego (quanto vale este privilégio?), confortabilíssimos ambientes de trabalho, além de uma série de penduricalhos, como qüinqüênios acumulativos, décimo quarto e décimo quinto salários, e uma pletora de adicionais que não nos é dado conhecer – simples mortais que somos. Apenas um exemplo: em muitos órgãos públicos existem elevadores exclusivos para juizes, seres superiores que não podem se rebaixar a se misturar com a plebe ignara – a mesma que paga seus salários milionários. A propósito, os juizes estaduais acabam de ser aquinhoados com um aumento, mensal, de quase sete salários mínimos. Chamam a isso "conquistas". À nossa custa, é claro.

Segundo a constituição safada de 88, párias são os trabalhadores do setor privado, que têm a obrigação de trabalhar e pagar impostos para sustentar o luxo e a vida boa dos marajás, que fingem que pagam impostos, extraindo-os de seus proventos artificialmente aumentados para facilitar esta manobra.

Por exemplo: a Câmara de Deputados de Brasília, que já conta com mais de mil jornalistas, vai contratar mais de duzentos outros, com proventos de mais de nove mil reais, fora os penduricalhos. O mesmo cargo, no setor privado, paga pouco mais de mil reais. Assim são as castas no Brasil. Por isso, está ocorrendo um monstruoso êxodo do setor privado, que paga preço de mercado, para o shangri-lá do setor publico, com salários milionários, garantia de estabilidade e penduricalhos mil. Quando todos forem barnabés, quem vai produzir riqueza? Estamos seguindo o caminho da União Soviética. E este caminho termina em um abismo e não em um espetáculo de crescimento.

O caminho da verdadeira aceleração do crescimento passa pela promulgação de uma constituição de verdade, a ser elaborada pelos pagadores de impostos e não pelos cobradores, como atualmente.

É impressionante como luminares da Ciência Jurídica, muitos deles bafejados pelas benesses do marajaísmo estatal, não acordaram para o fato de nossa constituição constituir-se em verdadeiro assalto contra o setor privado, pleno de armadilhas para garantir os privilégios de casta dos marajás, como: direitos (privilégios) adquiridos; isonomia; autonomia financeira, estabilidade no emprego e direito de greve (dois privilégios incompatíveis pois, juntos, proporcionam aos servidores públicos um poder ilimitado de reivindicação); aposentadorias com paridade mensal (crescentes) enquanto o setor privado, criador de riqueza, aposenta-se com pensões minguantes.

A Constituição, em certos aspectos, parece-se a um estatuto de bandidos, destinado a assaltar o dinheiro do povo, para enriquecimento sem causa dos apaniguados da mãe pátria. Não é este o caminho da aceleração do crescimento. Lembro-me quando, no filme Titanic, o dono da empresa ordena ao comandante "a todo vapor" – para bater recordes de velocidade. Deu no que deu!

Como quase tudo está errado no Brasil, a tal farsa da "aceleração" vai topar pelo caminho com um iceberg gigantesco, que atende pelo nome de socialismo, que já afundou tantas nações e afundará tantas outras. Como sentenciou o filósofo George Santayana: "Quem não conhece a história está condenado a repeti-la".

Outro iceberg monumental no caminho do País é a famigerada CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), gerada pelo ultra populista Getúlio Vargas, "pai dos pobres", que já levou tantos empresários à falência e impede a criação de milhões de empregos. Cerca de metade dos empregados do setor privado está fora da CLT, pois o espírito deste estatuto é que os empresários são exploradores dos empregados e devem ser punidos pela idiota "devolução da mais valia". Os sindicatos e certos políticos continuamente lutam por mais "conquistas", que só beneficiam os já empregados, porém desencorajam novas contratações além de provocar demissões. O objetivo imbecil dos sindicatos, quase todos comunistas, é levar à falência os empresários (seus empregadores!). Seu objetivo é óbvio: estatizaçao total dos bens de produção, de acordo à idiotice marxista.

Que eu saiba, o Brasil é um dos poucos países que têm uma justiça do trabalho, com um código próprio (a CLT) e tribunais especializados. Uma aberração, de inspiração marxista, pois o Código Civil é mais que capaz de dirimir pendências trabalhistas, sem a necessidade do colossal e caríssimo aparato destinado a proteger os "coitadinhos" dos "operários" dos "selvagens" capitalistas. Mais uma idiotice comunista, que ignora o fato que, sem empresários, não haveria empregos, exceto empregos públicos. Entretanto, sem empresários, que criam riquezas, o Estado, que vive de sugar impostos do setor privado, morreria de inanição.

Necessário se torna, também, combater, de maneira séria, os bandidos, que têm prosperado graças à proteção de esquerdistas e socialistas (mesma coisa) que os consideram aliados na luta contra as "elites dominantes". Lula, da mesma maneira que protege, com verbas fabulosas, os bandidos do MST, já se declarou contrário à redução da maioridade penal, pois, para ele, a sociedade capitalista é a culpada pela existência de criminosos, especialmente menores.

Os estudantes, imaturos culturalmente, como sempre manipulados pelos comunistas, ingenuamente repetem a mesma ladainha.

Comunistas e socialistas, quando fora do poder, são contra a pena de morte. Presidem toda sorte de ONGs em defesa dos "direitos humanos" (direito dos bandidos), para salvar da forca seus futuros aliados. No entanto, quando assumem o poder, entregam-se a verdadeira orgia de execuções. Lênin matou 10 milhões, Stálin, 60 milhões. Mao Zedong, 65 milhões, Pol Pot liquidou quase metade da população de Camboja, à procura do comunista perfeito (não encontrou nenhum mas conseguiu uma maravilhosa coleção de crânios). " Fidel foi responsável por cerca de cem mil mortes. E continua matando. O comunismo é sempre assim. Todo ele fundamentado em mentiras, falsidades, enganações, genocídio. Mentem tanto que até acreditam nas próprias mentiras, com toda a força da fé, segundo Eliphas Levy, "a razão dos imbecis".

Concluindo: sem corrigir as tremendas distorções de nosso arcabouço jurídico, sem incorporar os avanços sociais e econômicos do Iluminismo, nenhum pacotaço será bem sucedido, principalmente quando elaborado por mentes doentias, contaminadas com idiotices marxistas.

Após a Segunda Guerra mundial, graças aos Estados Unidos, o capitalismo salvou o Japão, a Coréia do Sul, a Itália, a França, a Alemanha e a Inglaterra (graças a Thatcher). Agora novamente o capitalismo está salvando Índia, China, Taiwan, Cingapura, Indonésia e até a Irlanda, hoje o maior padrão de vida do mundo. Enquanto isto o socialismo irá afundar a Venezuela, o Equador, a Bolívia e provavelmente Uruguai, Argentina e Brasil.

Huascar T. do Valle

Ensaísta e advogado. Dedica-se a estudos nas áreas da filosofia, história, arqueologia, linguística, semântica geral, psicologia, psicanálise, cosmogonia, cosmologia, etologia e sociobiologia. É colunista do site Mídia sem Máscara. É autor das obras "Hino à Liberdade" e "Tratado de Economia Profana". Entre seu material inédito, constam as obras "Sociedade da Desconfiança", "Trincheiras do Iluminismo", "A Treatise on Profane Religion", "The Twilight of Gods" e "Jesus, from Abraham to Marx".

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